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SACOLAS ECONÔMICAS ASAEL E MESASUL – COMPRAS COM DESCONTO EM FOLHA PARA SÓCIOS

CESTAS BÁSICAS site



1) SACOLA ECONÔMICA ASAEL
Faça seu pedido de segunda a quarta-feira e retire na sede do sindicato quinta-feira, a partir das 14 horas. Ou, qualquer dia da semana, diretamente na sede do sindicato para retirada em Viamão, Sapucaia do Sul e Alvorada.

SACOLA DE LIMPEZA
04 rolos de papel higiênico
03 sabonetes de 90 gr
01 Desinfetante de 2L OU 1 amaciante 2L
01 creme dental de 70 gr
01 detergente líquido de 500 ml
01 Barra de Sabão Azul de 200 gr
01 Cx de sabão em pó de 1 Kg
01 Pacote de Bombril
01 Alvejante
VALOR: R$ 25,00

SACOLA ECONÔMICA 1
05 kg de arroz tipo 1
05 kg farinha de trigo especial
04 kg açúcar refinado
02 kg de feijão preto
01 pct café Melitta 250 gr
01 pct de bolacha sortida
01 pct de massa com ovos 500 gr
01 pct de achocolatado
01 lata de óleo de soja
01 kg de sal refinado
01 pct de polentina
VALOR: R$ 70,00

SACOLA ECONÔMICA 2
05 kg de arroz tipo 1
03 kg de farinha de trigo especial
04 kg de açúcar refinado
02 kg de feijão preto
02 latas de óleo de soja
01 pct de massa spaghetti com ovos 500 gr
01 pct de massa parafuso com ovos 500 gr
01 pct de café Melitta 250 gr
01 kg de sal refinado
01 extrato de tomate 140 gr
01 pct bolacha sortida de 500 gr
01 pct de farinha de mandioca de 500 gr ou 1 lata de ervilha
1 pct de polentina 500 gr
1 Nescau 400 gr
1 pote de schmier 400 gr
01 pct de mistura p/bolo
VALOR: R$ 80,00

SACOLA ECONÔMICA 3
10 kg de arroz tipo 1
05 kg de farinha de trigo especial
05 kg de açúcar refinado
04 latas de óleo de soja
02 kg de feijão preto
01 pct de massa parafuso c/ ovos 500 gr
01 pct de massa spaghetti c/ ovos 500 gr
01 pct de bolacha sortida
01 pct de bolacha Maria ou salgada
01 kg de sal ou pote tempero
01 extrato de tomate 130 gr
01 gelatina ou pudim
01 pct de polentina
01 pct de café Melitta 250 gr ou
02 pct comum 250 gr.
01 pct de farinha de mandioca ou
01 lata de ervilha
VALOR: 113,00

SACOLA TIPO 3B
10 kg arroz tipo 1
02 kg de farinha de trigo especial
04 kg de açúcar refinado
04 latas de óleo de soja
02 kg de feijão
01 pct de massa parafuso c/ ovos 500 gr
01 pct de massa spaghetti c/ ovos 500 gr
01 pct de bolacha Maria ou sortida
01 kg de sal ou pote de tempero
01 extrato de tomate de 130 gr
01 gelatina ou pudim
01 pct de polentina
01 pct de café Melitta 250 gr ou
02 pct de comum 250 gr
01 pct de farinha de mandioca 500 gr ou
01 Lt de ervilha
VALOR: R$ 100,00

SACOLA ESPECIAL
10 kg de arroz tipo 1
05 kg farinha de trigo tipo especial
07 kg de açúcar refinado
04 latas de óleo de soja
02 kg de feijão preto
01 pct de massa spaghetti c/ ovos 500 gr
01 pct de massa parafuso com ovos 500 gr
01 pct de bolacha Maria ou sortida
01 kg de sal refinado ou pote tempero
01 extrato de tomate 350 gr
01 pote de schmier 400 gr
01 gelatina ou pudim
02 pacotes de café Melitta 250 gr. Ou
03 pct comum 250 gr
01 pct de polentina
01 lt de ervilha
½ kg de erva mate
01 kg de farinha de mandioca
01 pct de suco
VALOR: R$ 123,00
2) SACOLA ECONÔMICA MESASUL
(Atualizada em 18/06/2016)
Entregue na residência, cinco ou seis dias após o pedido feito pessoalmente na sede do sindicato.

CESTA BÁSICA LIMPEZA ECONÔMICA
04 rolos de papel higiênico BOB 4 un – 30mt
03 sabonetes de 90 Gr – SENSUS Suave Rosas
02 barras de sabão GIRANDO SOL de 400 Gr
02 creme dental ICE FRESH de 90gr
01 detergente líquido AQUA FAST NATURAL 500ml
01 Detergente em pó 1 Kg ASSIM TRIPLAÇÃO
01 Esponja de Aço INOVE c/8
01 Desinfetante GOTA LIMPA PINHO 500ml
01 Desinfetante AQUAFAST MULTIUSO ORIGINAL 500 ml
R$ 26,00

SACOLA ESPECIAL
10 kg de arroz SOUZA tipo 1
05 kg farinha trigo tipo especial PANFACIL
07 kg de açúcar refinado CARAVELAS
02 kg de feijão BENTEVI TIPO 1
04 Latas de Óleo de soja 900ml LEVE PET
02 pct massa espaguete MESABOA 500 gr
01 pct de massa parafuso MESABOA 500 gr
02 Café MELITTA 250 gr
01 Kg sal GARÇA
01 extrato de tomate STELLA DORO SACHE 350 gr
01 pct. biscoito CREM CRACKER ISABELA 400 gr
01 pct. farinha de milho média SINHA 1 Kg
01 pct. biscoito MARIA ORQUÍDEA 400 gr
02 gelatina abacaxi LUAL 30 gr
01 Doce em massa LIPPERT GOIABADA 400 gr
02 Achocolatados Toddy 400 gr
R$ 145,00

Mais informações: (51) 3224-4545 ou 3225-5070

Presidentes Dias e Moisés entregam ao senador Paim manifesto de sete sindicatos contra a reforma da Previdência

Entrega foi na audiência pública em  Porto Alegre

Entrega foi na audiência pública em Porto Alegre



O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, as diretoras Elisa Araújo, Eni Severo Benites, e o presidente do Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região, Moisés Machado, entregaram um manifesto ao senador Paulo Paim, nesta segunda-feira (29), onde se posicionam contra a reforma da Previdência e alertam que ela significa o fim da aposentadoria especial dos vigilantes.

Subscreveram o documento, também, Marcelo Puccinelli Alves, presidente do Sindicato dos vigilantes de Pelotas, Ramiro Antonio Coin, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Guaíba e Região, Cláudio Fabiane Froz da Silva, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alegrete, Claudiomir dos Santos, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Alto Uruguai e Luis Carlos Correa da Silva, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Uruguaiana.

Paim é o coordenador da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, que realizou um audiência pública em Defesa da Previdência Social, pela manhã, na Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), em Porto Alegre.  O auditório da Federação ficou completamente lotado de lideranças sindicais e de quase todas as centrais, representantes de entidades e movimentos sociais e de parlamentares, que foram protestar contra o fim das aposentadorias decretado pela reforma que o governo quer impor.

Os pronunciamentos do senador e de diversas lideranças alertaram principalmente para o aumento da idade e do tempo  de contribuição, conforme a proposta do governo, a capitalização, que é uma espécie de poupança individual que cada trabalhador deverá fazer, para quando se aposentar, e a desconstitucionalização, ou seja, a aposentadoria deixa de ter garantias da Constituição, como o reajuste pela inflação.

Pelo sistema atual, governo, empresas e trabalhadores contribuem para a Previdência. Pelo modelo da capitalização, apenas os trabalhadores vão custear o novo sistema e as empresas e governo não vão contribuir com nada. “De onde vai sair o dinheiro para pagar as atuais aposentadorias e as aposentadorias de quem vai se aposentar?”, questionou Paim.

Dos 30 países que adotaram esse sistema no mundo, 18 já desistiram dele e nos demais está sendo fortemente questionado, como no Chile, onde há um recorde de suicídios de aposentados, desesperados pela miséria que recebem.

Aposentadoria Especial

No manifesto entregue por Dias e Moisés, são citados diversos aspectos negativos dessa reforma, como a redução do valor das aposentadorias, e em relação aos vigilantes, diz o seguinte:

“A Reforma da Previdência vai afetar a categoria dos vigilantes, principalmente no que diz respeito ao reconhecimento da periculosidade como agente nocivo no critério da aposentadoria especial. A proposta retira o direito à aposentadoria especial dos trabalhadores que estão expostos a periculosidade em suas profissões, como os vigilantes, eletricistas, entre outros, e mantém apenas o reconhecido do direito a aposentadoria especial dos segurados, assim mesmo só para os que estiverem expostos efetivamente em seu ambiente de trabalho à agentes físicos, químicos ou biológicos.”

A aposentadoria especial do vigilante tem como fundamento, o entendimento de que profissões perigosas permitem ao trabalhador, aposentar-se antecipadamente, com o objetivo de retirar o profissional o quanto antes de uma situação de risco. Contudo, a atual proposta da Reforma da Previdência, retira esse direito.”

“Assim, no caso de aprovação da Reforma da Previdência Social, o vigilante terá que comprovar 25 anos de trabalho completo, ANTES do início da vigência das novas regras da Previdência. Se não conseguir essa comprovação, ficará sem a sua Aposentadoria Especial”, diz o documento.

Segundo os dirigentes dos sindicatos que o assinam, “sob qualquer ângulo que se olha a reforma, não há como concordar com essa proposta, fazendo-se necessário a posição firme contrária à mesma, tanto nas redes sociais, quanto entre amigos e conhecidos e, se possível, cobrando dos deputados federais e senadores uma postura digna, de maneira a evitar que esta modificação traga ao conjunto dos brasileiros os seus aspectos perversos, desumanos e inconstitucionais, com graves danos para as gerações atuais e futuras.”

BANCO DO BRASIL NÃO COMPARECE NA AUDIÊNCIA DA PEDROZO NO TRT

Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), em Porto Alegre

Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), em Porto Alegre



O Banco do Brasil (BB) não mandou representante na audiência de conciliação ocorrida quarta-feira passada (03), no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT), em Porto Alegre. O banco, na verdade, não quer acordo porque não aceita pagar os valores incontroversos da questão envolvendo a Pedrozo Sistema de Segurança Ltda., referentes às verbas rescisórias que centenas de vigilantes têm a receber.

Isto significa que o banco, assim como a massa falida da empresa, que tinha representante na audiência, reconhecem que existe essa dívida com os trabalhadores. Porém, o banco não aceita que deva pagar, como contratante, até a decisão final do processo. Neste sentido, ingressou com recurso querendo se excluir dessa responsabilidade, na condição de tomadora do serviço de vigilância.

O Sindivigilantes do Sul, através do advogado Arthur Dias Filho, da assessoria jurídica do sindicato, solicitou que os desembargadores do TRT neguem o recurso que o banco pediu e liberem o dinheiro dos vigilantes referente. Estava presente também o presidente, Loreni Dias. “O Sindicato está adotando todas as cautelas judiciais necessárias para liberar o dinheiro dos trabalhadores o mais rápido possível”, afirmou dr. Arthur.

SINDICATO EXIGE QUE EMPRESAS FORNEÇAM PPP NAS RESCISÕES DOS SÓCIOS E COTISTAS

PPP



A homologação das rescisões de contrato no sindicato são uma garantia para o trabalhador de que receberá todos os seus direitos corretamente, tais como aviso prévio, saldo de salário, indenização de férias, 13º profissional, 40% dos depósitos do FGTS e o encaminhamento para o seguro desemprego.

Além disso, o sindicato exige nas homologações dos sócios e cotistas a apresentação pela empresa do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) do vigilante. Caso não conste o documento e mesmo assim o trabalhador queira assinar a rescisão, o sindicato faz uma ressalva, dando o prazo de DOIS DIAS para que ele seja entregue.

O PPP é um documento com o histórico laboral do trabalhador, onde constam dados administrativos e registros das condições ambientais em que ele exerceu sua atividade. Por exemplo, se esteve exposto a substâncias tóxicas e outros riscos. Isso é importante na contagem de tempo para aposentadoria especial, principalmente.

É fundamental que o vigilante tenha logo esse documento em mãos, e guarde-o bem guardado, pois acontece muito das empresas fecharem e o trabalhador não saber a quem procurar para fornecer o seu histórico ou PPP.

A reforma trabalhista não obriga mais que as homologações aconteçam nos sindicatos. Porém, na convenção coletiva de trabalho da categoria consta expressamente que as rescisões dos sócios devem acontecer na sede da entidade.

No caso dos cotistas (vigilantes que pagam a cota de solidariedade sindical), se a empresa concordar, as rescisões também podem ser feitas no sindicato. Lembre-se, seja qual for a situação, não deixe de exigir da empresa a sua PPP.

 

NOTA OFICIAL – PRESIDENTE DIAS

Presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias

Presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias



O Sindivigilantes do Sul vem a público esclarecer, diante de boatos e algumas insinuações que circulam na categoria, que o presidente Loreni Dias não é foragido, até porque tampouco recebeu alguma intimação de oficial de Justiça ou autoridade policial, tanto que segue conduzindo a sua vida com normalidade, até porque é ciente de sua plena inocência.

De fato, o presidente responde a um processo envolvendo uma questão da sua vida privada, de caráter pessoal, que nenhuma relação tem com o sindicato ou com o seu mandato de presidente da entidade. A defesa do presidente está atuando e, de forma firme, combatendo todas as inverdades lançadas no processo.

Na verdade, foi montada uma armadilha por pessoas ressentidas com ele, por adversários políticos, devido a interesses contrariados e, tão logo seja restabelecida a verdade, muitos responderão civil e criminalmente pelos seus atos irresponsáveis.

O presidente Dias está bem assessorado, conta com o apoio de muitos membros da categoria e, isso deve ficar claro, no Sindivigilantes do Sul a vida segue normal! Tudo segue funcionando conforme se espera e em nada está sendo afetado o atendimento à categoria.

A campanha salarial também não está sendo prejudicada por isso. A primeira reunião de negociação só não aconteceu ainda porque os empresários estão resistindo em se reunir conosco, preferindo contatos telefônicos, mas a direção está, através de sua assessoria jurídica, buscando realizar uma reunião para os próximos dias. Fiquem tranquilos, os interesses da categoria estão muito bem resguardados e, nunca é bom esquecer, a data-base da categoria ainda não chegou, o que ocorrerá dia 1º-02-2019.

A verdade virá e vencerá, como sempre!

A DIREÇÃO – 28/01/2018
Sindivigilantes do Sul

ATENÇÃO VIGILANTES DA JOB/SEDUC

aviso



Os vigilantes do posto da JOB na Secretaria Estadual da Educação (Seduc), que estão ainda sem receber os salários de dezembro e parte do 13º salário, devem comparecer no Departamento Jurídico do Sindicato munidos de:

– Carteira do trabalho.
– Contracheque.
– Extrato analítico do FGTS, fornecido pela Caixa Econômica Federal.
– CPF e RG.

Os advogados do sindicato tomarão as medidas jurídicas necessárias, com ação coletiva na Justiça do Trabalho, para garantir o recebimento desses valores pelos trabalhadores.

O horário de atendimento no Departamento Jurídico, durante o recesso do Judiciário, até dia 19, é das 10h às 12h e das 14h às 17h.

NÃO DEIXE PARA DEPOIS. COMPAREÇA NO SINDICATO COM ESSES DOCUMENTOS.

SINDICATO COMEÇA A FAZER A CARTEIRA DE VIGILANTE EM PVC SEGUNDA-FEIRA (12)

É mais uma conquista do sindicato para a categoria, disse o presidente Dias

É mais uma conquista do sindicato para a categoria, disse o presidente Dias



Após muitas idas e vindas para conseguir a autorização da Polícia Federal e solucionar as questões técnicas, o sindicato começa a fazer a substituição da Carteira Nacional de Vigilante (CNV) de papel pela carteira em PVC, dia 12 de novembro, segunda-feira.

“É mais uma conquista do Sindivigilantes do Sul para a categoria, finalmente os vigilantes terão um documento de identificação profissional moderno, de qualidade, como todos merecem”, disse o presidente do Sindicato, Loreni Dias.

Como fazer

– Poderão solicitar a nova carteira no sindicato os sócios e cotistas, ou seja, quem contribui para o sindicato com a mensalidade e a cota de solidariedade sindical (quem não fez oposição).

– São dois modelos de carteira: um para quem fez o registro de vigilante na PF até fevereiro deste ano e o outro para quem fez o registro depois de março/2018.

– Para fazer o documento, o vigilante precisa se apresentar no sindicato com seu CPF e carteira original (em papel) para a funcionária ingressar, via internet, no sistema da Polícia Federal em Brasília.

– Vale esclarecer que a Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp/PF) não faz a CNV em PVC, está mentindo quem diz isso.

Critérios e condições

– Sócios: Gratuita.

– Novos sócios (associados a partir de 12/11): Gratuita, após seis meses de associado.

– Cotistas: R$ 50,00 à vista e apresentar os três últimos contracheques com o desconto da cota de solidariedade sindical.

– Vigilantes do interior: Valem os mesmos critérios acima. Entrar em contato com o sindicato para fazer a solicitação.

– Nova carteira, em caso de perda ou roubo: R$ 30,00 mediante BO.

– Não será feita carteira para quem não contribui com nada para o sindicato (não é sócio e nem cotista).

Custo alto

A carteira tem um custo alto para o sindicato, porque o material, PVC e tinta, é importado. Também é preciso pagar pelo programa que faz a carteira e pela assistência técnica de uma empresa, que é responsável pela manutenção do sistema.

Ela é feita na hora, mas é preciso um pouco de paciência, porque o sistema só pode ser implementado em um único computador e o procedimento demora um pouco.

Desde o ano passado, o sindicato busca essa autorização junto à PF no Rio Grande do Sul. O assunto foi repassado daqui para Brasília. Somente após muitos contatos a expedição do documento foi permitida.

Também deu bastante trabalho conseguir adequar o sistema informatizado do sindicato ao sistema de registros da PF.

IMPORTANTE:

O sindicato NÃO PODE incluir e nem alterar nenhum dado, nenhuma informação do vigilante no sistema pode ser modificada. Também não podemos incluir e nem trocar a foto. Tudo é impresso tal como está nos registros da Polícia Federal.

Caso haja algum problema, como a falta da fotografia, a carteira não poderá ser impressa.

Conforme orientação da PF, não há nada que o sindicato possa fazer. Qualquer correção deverá ser encaminhada pela empresa do vigilante, junto à PF.

Quem estiver em época de reciclagem não poderá fazer a CNV substituta até a reciclagem ser concluída.

É normal que de início ocorram imprevistos e talvez sejam necessários ainda alguns ajustes. Mas o importante é que finalmente a categoria tem ao se alcance a tão sonhada carteira em PVC.

Parabéns, vigilantes, vocês merecem esse reconhecimento!

MAIS INFORMAÇÕES COM AS FUNCIONÁRIAS DÉBORA E MARÍLIA, NA RECEPÇÃO DO SINDICATO (Telefones: 3224-4545 ou 3225-5070. Ramais: 36, 37 e 38).

 

 

Fraport e GPS atendem reclamação do sindicato sobre local para descanso

GPS enviou fotos da área

GPS enviou fotos da área



Dia 16 de outubro,  o Sindivigilantes do Sul encaminhou ofício à GPS Predial Sistema de Segurança e ao Aeroporto Salgado Filho questionando a falta de local para descanso dos vigilantes e auxiliares de segurança privada (ASPs), no saguão dos terminais I e II.  “Mostra-se grave a denúncia, pois, para o exercício da função de vigilante o fato de ficar até doze horas em pé pode ser extremamente penoso, acarretando inclusive em moléstia profissional”,  diz o documento, assinado pelo presidente Loreni Dias.

A mesma reclamação já havia sido encaminhada, em agosto, à contratada anterior, Ondrepsb.  Finalmente, o problema foi resolvido.

A Fraport Brasil – Porto Alegre, que tem a concessão para administrar o aeroporto, respondeu ao sindicato, esta semana, “que recentemente todas as cadeiras disponibilizadas nos locais de trabalho aos vigilantes e auxiliares de segurança privada foram substituídas por mobiliário ergonomicamente adequado, justamente visando a preservação da saúde e segurança na prestação dos serviços contratados”.

Quanto à GPS, a empresa comunicou que todos os vigilantes realziam dois intervalos para descanso e refeições. “Salientamos que o local destinado para isso possui cadeiras e acomodações adequadas com capacidade para atender de forma confortável todos so vigilantes que atuam no contrato”, diz o ofício enviado ao sindicato.

“Parabéns à empresa responsável pelo aeroporto e à GPS por cumprir com a sua obrigação”, disse, sobre isso, o presidente Dias.

SINDICATO EXIGE DA SELTEC MANUTENÇÃO DOS EPIs NA CEASA

Empresa recebeu prazo de dez dias para renovar equipamentos

Empresa recebeu prazo de dez dias para renovar equipamentos



O vice-presidente Luis Paulo Motta e o diretor Adão Ferreira da Silva, atendendo denúncia anônima, visitaram o posto da Seltec Segurança, terça-feira (16), onde constataram que os vigilantes estão trabalhando com os coletes e a munição vencidos e revólveres sem manutenção.

Os vigilantes do posto contaram aos diretores que há mais de dois meses estão solicitando à empresa a renovação dos balísticos e novas capas dos coletes, bem como a troca da munição, que já apresenta oxidação, e a revisão das armas.

Diante disso, Motta e Adão avisaram o fiscal da Seltec que ela tem o prazo de dez dias para tomar providências e colocar em dia todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) dos trabalhadores.

“Se não houver regularização dessa situação no prazo que nós demos, vamos ingressar com medidas judiciais na Justiça do Trabalho, Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal, o trabalhador não pode trabalhar com o EPI vencido”, disse Adão.

“Os colegas estão insatisfeitos de trabalhar dessa forma, com razão, e nós vamos tomar todas as providências que forem necessárias para que os EPIs sejam renovados, não vamos deixar que isso fique assim”, garantiu Motta.

A Seltec está há alguns anos ocupando aquele posto e é a primeira vez que o sindicato recebe uma denúncia de irregularidades dos EPIs. Isso é mais preocupante ainda porque o local apresenta riscos significativos para os vigilantes.

“Queremos que aconteça o quanto antes essa solução pela empresa, para que isso não seja mais um motivo de risco para os colegas vigilantes, porque ao final da jornada eles têm que voltar para suas famílias, sãos e salvos”, concluiu Adão.

 

SINDICATO VAI DENUNCIAR ONDREPSB AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

MPT-site



O Sindivigilantes do Sul vai encaminhar, até amanhã, denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a empresa Ondrepsb RS por estar coagindo os vigilantes a assinar um documento aceitando a alteração do contrato de trabalho. O papel é um absurdo, diz que o trabalhador concorda com a alteração do posto de serviço a qualquer hora e em qualquer turno de trabalho.

“Isto é ilegal, é uma coação ao trabalhador e nós vamos notificar isso ao Ministério Público do Trabalho, para que tome providências contra esta empresa”, disse o presidente do sindicato, Loreni Dias. “Este documento é impositivo e ilegal”, afirmou o advogado Arthur Dias Filho, da Assessoria Jurídica do sindicato.

Conforme os relatos, fiscais e supervisores da empresa estão levando o “Termo Aditivo ao Contrato de Trabalho” nos postos e pressionando os vigilantes a assinarem. Veja o que ele diz:

“1. O Empregado concorda e está ciente que poderá haver alteração do posto de serviço provisória ou definitiva, inclusive para a condição de volante/reserva técnica, de acordo com as necessidades da empregadora.”

“2. O empregado aceita, expressamente, a condição de prestar serviços em qualquer dos turnos de trabalho, isto é, tanto durante o dia como à noite, desde que sem simultaneidade, observadas as prescrições legais.”

“3. Eventual alteração na jornada de trabalho por determinação da Empregadora não implicará em renovação deste ajuste, permanecendo íntegra a obrigação do Empregado de cumprir o horário que lhe for determinado, observados os limites legais.”

“4. O Empregado se obriga a prestar serviço extraordinário sempre que lhe for determinado pela Empregadora, observados os limites legais e/ou convencionais. As horas extraordinárias serão pagas com o acréscimo legal ou convencional, salvo nas hipóteses de compensação.”

“5. A determinação da Empregadora no sentido que o Empregado cumpra jornada de trabalho inferior à contratada será sempre provisória e não implicará alteração do contrato de trabalho.”

“Permanecem em vigor as demais cláusulas e condições do contrato de trabalho aqui não modificadas”, diz o documento que Ondrepsb está tentando impor à categoria.