Abertas as inscrições para a Colônia de Férias

Reservas podem ser feitas na sede ou subsedes

Reservas para o veraneio podem ser feitas na sede ou subsedes no interior

Quem pretende veranear na Colônia de Férias na Praia do Magistério já pode fazer sua reserva diretamente na sede ou nas subsedes do sindicato. A distribuição das vagas é por ordem de inscrição. Nesta temporada, a taxa por uma semana de hospedagem é de R$ 200,00 para os sócios e dependentes cadastrados no sindicato.

Devido ao temporal ocorrido mês passado, houve uma pane muito séria nas instalações elétricas e vários quartos estão impossibilitados de receber hóspedes, até que o conserto da rede seja concluída. Por isso, no momento, há um número menor de vagas que em anos anteriores para o veraneio.

Observação: em função dos elevados custos de manutenção da colônia, não haverá inscrição para visitantes. 

 

CUIDADO COM A LEPTOSPIROSE!

Atenção 1

Tivemos, recentemente, o caso de um vigilante que sofreu contágio da leptospirose e faleceu. Outro está muito doente.

Como muitos vigilantes trabalham em locais de potencial risco para a doença, o sindicato alerta para que tomem todos os cuidados em evitar a contaminação e procurem ajuda médica tão logo apresentem algum dos sintomas dessa doença que é muito perigosa.

“É preciso um cuidado muito grande dos vigilantes nos postos, para não ficarem expostos a esta doença, que pode ser fatal”, adverte o diretor Darlan Alves.

O que é

A leptospirose é uma doença infecciosa febril transmitida pelo contato com a urina de animais infectados, principalmente ratos, pela bactéria leptospira.

Como acontece

A contaminação pode ocorrer em qualquer época do ano, mas as chances de contágio são maiores quando há inundações, enxurradas e lama. Se houver algum ferimento ou arranhão, a bactéria penetra com mais facilidade no organismo humano. Na época de seca, o perigo pode estar em terrenos baldios e demais lugares onde existam ratos.

Cuidados

É importante que residentes ou trabalhadores em locais mais atingidos pela chuva adotem cuidados, como usar calçados bem fechados ao caminhar em áreas alagadas, evitar qualquer tipo de contato com os roedores (os principais transmissores) e lavar bem os alimentos

Nos locais que tenham sido invadidos por água de chuva, recomenda-se fazer a desinfecção do ambiente com água sanitária (1 copo de água sanitária para um balde de 20 litros de água).

Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados, manter a cozinha limpa sem restos de alimentos, retirar as sobras de alimentos ou ração de animais domésticos antes do anoitecer, manter o terreno limpo e evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais ajudam a evitar a presença de roedores. A luz solar também ajuda a matar a bactéria.

Sintomas

Febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, vômitos, pele amarelada (em casos mais graves). Um sintoma que diferencia a leptospirose de outras doenças é a insuportável dor na panturrilha (batata da perna). Muitas vezes, o doente não aguenta ficar de pé. Também ocorrem alterações no volume e na cor da urina, que muitas vezes fica mais escura.

Tratamento

O tratamento pode ser feito em qualquer unidade básica de saúde. É importante relatar ao médico se entrou em contato com roedores, água e lama de inundações. Somente o médico é capaz de diagnosticar e tratar a doença.

Fonte: Secretaria Estadual de Saúde

Assembleias começam esta semana, em Santo Ângelo e São Borja

Estão em discussão as cláusulas econômicas e sociais

Estão em discussão as cláusulas econômicas e sociais

Esta vai ser a mais importante campanha salarial da história do Sindivigilantes do Sul, pois é a primeira após a reforma trabalhista, que mudou 117 artigos da CLT. A categoria precisa estar mobilizada para garantir em convenção coletiva os direitos que querem nos tirar com base na tal reforma.

Por isso é preciso um grande comparecimento nas assembleias, que começam esta semana, pelo interior do estado, a primeira delas amanhã, quarta-feira (22), em Santo Ângelo, e depois, quinta-feira (23), em São Borja.

Na capital, a assembleia está marcada para segunda-feira (27).  Depois, seguem-se as assembleias de Camaquã (28), Santo Antônio da Patrulha (29), São Jerônimo (30) e Veranópolis (09).  A pauta prevê a discussão das propostas que serão apresentadas aos patrões e assuntos gerais. Neste ano serão negociadas as cláusulas econômicas e sociais.

– Santo Ângelo: dia 22/11, 19 horas, no Sindicato dos Bancários, Rua dos Andradas, 1161, Centro.

– São Borja: dia 23/11, 19 horas, no Clube Esperança, Rua Olinto Arami Silva, 804, Centro.

– Porto Alegre: dia 27/11, na Igreja Evangélica de Confissão Luterana, Rua Senhor dos Passos, 202, Centro, Porto Alegre.                   

1) Primeira Sessão: 07h30 em primeira chamada e 08 horas em segunda chamada, com qualquer quórum.

2) Segunda Sessão: 19h30 em primeira chamada e 20 horas em segunda chamada, com qualquer quórum.

– Camaquã: 28/11, 19 horas, na subsede, Rua Cristóvão G. de Andrade, 919B, Centro.

Sto. Antônio da Patrulha: 29/11, 19 horas, na FURG, Rua Barão do Caí, 2-274, Cidade Alta.

São Jerônimo: 30/11, 19 horas, na Câmara Municipal, Rua Osvaldo Ara-nha, 175, Centro.

Veranópolis: 09/12, 19 horas, na Câmara Municipal, Rua Dr. José Montaury, 213/325.

Pauta: 1) Propostas da campanha salarial 2) Assuntos gerais

A hora é agora, ninguém pode fugir da luta. Compareça e leve seus colegas!

Vigicoop convida para visita a terreno na Lomba do Pinheiro

Palmor pede que interessados levem documentação

Palmor pede que interessados levem documentação para o cadastramento

A Cooperativa Habitacional dos Vigilantes (Vigicoop) convida os associados (as) e demais interessados em adquirir a casa própria para uma visita à área que está sendo oferecida para construção de um conjunto habitacional pelo programa Minha Casa Minha Vida.

Ela está localizada na Estrada João de Oliveira Remião, nº 4415, Parada 10, na Lomba do Pinheiro, onde podem ser construídas até cem unidades habitacionais, informa o presidente da cooperativa, Palmor Vasconcelos Cardoso.

O terreno e a obra estão sendo oferecidos pelas empresas IPer Mòveis e Ábaco. Ele orienta que todos (as) compareçam no sindicato, quarta e quinta-feira, às 09 horas, para deslocarem-se juntos, com a direção da cooperativa, até o local, onde estarão à espera vans das empresas para visita à área.

Levar a identidade, CPF, comprovante de residência e certidão de casamento, união estável ou divórcio para realizar o cadastro.

Palmor acrescenta que a Vigicoop já está legalizada, com CNPJ e cadastramento aberto para quem quiser se candidatar a um imóvel. Já foram analisados outros terrenos, mas não foi possível fechar uma negociação até o momento, finalizou. Qualquer dúvida, ligar para ele no número 9 8461-7989.

Negros são 64% dos desempregados, 66% dos domésticos e 67% dos ambulantes

IBGE: 8 dos 13 milhões de desempregados são negros, mais presentes na informalidade. E brancos têm rendimento maior

IBGE: 8 dos 13 milhões de desempregados são negros, mais presentes na informalidade. E brancos têm rendimento maior

O desemprego e a exclusão do mercado de trabalho atingem, principalmente, pretos e pardos (classificação usada pelo IBGE), mulheres e moradores da região Nordeste, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, com dados regionais divulgados hoje (17) pelo instituto. Dos 13 milhões de desempregados no país, 8,3 milhões (63,7%) eram pretos ou pardos. A taxa de desemprego entre eles foi de 14,6%, enquanto a dos brancos chegou a 9,9%.

Ainda entre os aproximadamente 13 milhões de desempregados, eram 52,6% de pardos, 35,6% de brancos e 11,1% de pretos. Cinco anos antes, essas proporções eram de 51,9%, 38,3% e 9,3%, respectivamente.

Pretos e partidos são maioria da população de 14 anos ou mais (55%) e entre os trabalhadores ocupados (53%). Mas a proporção de ocupados negros é inferior à de brancos. A diferença também se nota nos rendimentos: a édia entre pretos e pardos é de R$ 1.531 e a dos brancos, R$ 2.757.

O percentual de trabalhadores com carteira assinada é maior entre brancos. No serviço doméstico, caracterizado pela informalidade e pela menor remuneração, 66% dos trabalhadores são pretos ou pardos. Eles também compõem a maioria (67%) dos ambulantes no país – mais de 1 milhão. No terceiro trimestre, 2,5% dos trabalhadores pretos ou pardos estavam nessa função, ante 1,9% em 2014. Também estão mais presentes na agropecuária e na construção civil e são maioria entre os trabalhadores por conta própria (55,1%).

Em todo o mercado de trabalho, a chamada taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 23,9% no terceiro trimestre, o correspondente a 26,8 milhões de pessoas, sendo dois terços (17,6 milhões) pretas ou pardas. Esse grupo inclui desempregados, os subocupados e os que gostariam de estar trabalhando, mas não procuraram emprego. Para pretos e pardos, o índice sobe para 28,3%, caindo para 18,5% entre brancos.

Os maiores índices foram registrados na Bahia (40,1%), Piauí (38,5%) e Maranhão (37%). As menores, em Santa Catarina (10,9%), Mato Grosso (14,8%) e Rondônia (15,5%).

Apenas a taxa de desemprego, divulgada anteriormente, foi de 12,4% no terceiro trimestre, variando de 7,9% (região Sul) a 14,8% (Nordeste). O rendimento médio foi estimado em R$ 2.115, estável.

Em São Paulo, a taxa de desemprego era de 13,2% no terceiro trimestre. Cai para 11,4% entre brancos e sobe para 16,3% entre pretos e pardos.

A Pnad mostra ainda que, entre os ocupados, 57,3% tinham concluído pelo menos o ensino médio. Outros 27,4% não chegaram a concluir o ensino fundamental e 18,9% completaram o ensino superior. As regiões Nordeste (35,7%) e Norte (34,7%) tinham maior percentual de pessoas com menor nível de instrução (sem concluir o ensino fundamental).

As pessoas que o IBGE classifica como fora da força de trabalho, nem ocupadas e nem desempregadas, eram 38,2% daquelas em idade de trabalhar, ou 64,5 milhões. No Nordeste, eram 45,3% e no Sudeste, 35,1%. “Importante destacar que esta configuração não se alterou significativamente ao longo da série histórica disponível”, diz o instituto. A maioria da população fora da força de trabalho era formada por mulheres (65,1%), também mantendo tendência histórica. Pardos (48%) e pretos (8%) eram mais da metade.

Nota:  Na data que homenageia Zumbi dos Palmares, um dos líderes da luta contra a escravidão, o sindicato reafirma sua posição contra toda forma de racismo e discriminação. Essa é uma questão que ainda não foi superada em nossa país e este dia, com esta notícia, serve para refletirmos sobre isso. Esta é uma luta de todos (as) nós!
Sindivigilantes do Sul – A Direção

TEMOS CONVÊNIO PARA MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Construleal

O Sindivigilantes do Sul firmou convênio com a Construleal – Material de Construção, Manutenção e Reforma. A loja de Porto Alegre vende também material elétrico, ferramentas, equipamentos e materiais de jardinagem, entre outros. As compras podem ser realizadas com desconto em folha, em até cinco vezes e parcelas mínimas de R$ 150,00. Com o orçamento, solicitar autorização do Departamento Financeiro do sindicato. A loja está localizada na Avenida A. j. Renner, 1240, no bairro Humaitá. Telefones: 3061-4717 e 98400.7985.

Sindicato convoca para assembleias da campanha salarial

Serão discutidas e aprovadas as cláusulas sociais e econômicas

Serão discutidas e aprovadas as cláusulas sociais e econômicas

O Sindivigilantes do Sul publicou nesta quinta-feira (16) edital no jornal Correio do Povo, convocando a categoria dos vigilantes para as assembleias gerais que marcam o início da campanha salarial deste ano em todo o Rio Grande do Sul. A pauta principal é a discussão das propostas de cláusulas sociais e econômicas que serão apresentadas aos patrões para a negociação da convenção coletiva de trabalho 2018/2019.

Esta é uma campanha de maior importância ainda, porque é a primeira que acontece logo após a entrada em vigor da reforma trabalhista. A mobilização da categoria é fundamental porque há muitas situações onde o que for negociado com as empresas se sobrepõe à lei. Na capital, a assembleia será dia 27, segunda-feira, em duas sessões, pela manhã e à noite. Esta é a ordem das assembleias, com os locais e horários:

  • Santo Ângelo: dia 22/11, 4ª feira, 19 horas, no Sindicato dos Bancários, Rua dos Andradas, 1161, Centro.
  • São Borja: dia 23/11, 5ª feira, 19 horas, no Clube Esperança, Rua Olinto Arami Silva, 804, Centro.
  • Porto Alegre: dia 27/11, 2ª feira, primeira sessão às 07h30 e segunda sessão às 19h30, na Igreja Evangélica, Rua Senhor dos Passos, 202, Centro.
  • Camaquã: 28/11, 3ª feira, 19 horas, na subsede, Rua Cristóvão G. de Andrade, 919B, Centro.
  • Sto. Antônio da Patrulha: 29/11, 4ª feira, 19 horas, na FURG, Rua Barão do Caí, 2-274, Cidade Alta.
  • São Jerônimo: 30/11, 5ª feira, 19 horas, na Câmara Municipal, Rua Osvaldo Aranha, 175, Centro.
  • Veranópolis: 09/12, sábado, 19 horas, na Câmara Municipal, Rua Dr. José Montaury, 213/325.

Compareça, participe e traga seus colegas!

 

Sentença sobre reciclagens da Epavi sai a qualquer momento

Farias confia numa decisão favorável para a categoria

Farias confia numa decisão favorável para a categoria

Estamos aguardando para qualquer momento a sentença do juiz da 3ª Vara do Trabalho de Porto Alegre relativa às reciclagens nos finais de semana da Empresa Epavi, bem como o pagamento das horas extras e os adicionais de deslocamento para a escola em Passo Fundo.

Segundo o diretor jurídico Gérson Farias, a audiência judicial ocorrida nesta terça-feira pela manha “vai favorecer muito a categoria em relação a essas horas devidas e deslocamento, pois apresentamos testemunhas que confirmam todos os fatos supracitados na ação coletiva movida pelo sindicato”.

O sindicato só desistiu de um pedido indenização por dano moral coletivo, a fim de não expor os 3.456 trabalhadores a represálias da empresa, pois todos teriam que testemunhar para caracterizar o referido dano moral. Mas o mais importante nesta ação é que todas as horas extras serão pagas com os juros e suas devidas correções, afirmou o diretor jurídico.

“Tão logo saia a sentença a categoria será informada”, concluiu Farias. Quem quiser, pode acompanhar o andamento do processo no site do TRT4, pelo número: 0021377-26.2016.5.04.0003.

SINDICATO ADOTA MEDIDAS PARA  ENFRENTAR NOVA REALIDADE FINANCEIRA

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Como é sabido por todos (as), a reforma trabalhista trouxe entre suas mudanças a suspensão dos repasses das contribuições sindical e assistencial. Isso é um grande golpe nas finanças dos sindicatos e com o Sindivigilantes do Sul não é diferente, uma vez que tais contribuições representam mais da metade das receitas do sindicato.

As mensalidades, apenas, não são suficientes para cobrir as despesas da entidade, o que nos obriga a tomar medidas emergenciais a fim de equilibrarmos nossas finanças. Tivemos que demitir duas funcionárias na sede e decidimos pelo fechamento de duas subsedes, Cachoeira do Sul e Três Passos, que tinham um número muito pequeno de sócios e davam grande prejuízo.

Ainda estamos discutindo a situação das demais subsedes e dos serviços prestados pelo sindicato, como os convênios médicos e outros. Nosso objetivo é manter as atividades essenciais da entidade da melhor forma possível. Mas a categoria precisa estar consciente que a situação é muito difícil e que a sobrevivência do sindicato depende da contribuição de cada associado e associada.

O sindicato terá o tamanho que a categoria quiser. Porém, lembrem-se que estamos vivendo um momento muito sério no país, com ataques aos direitos da classe trabalhadora como nunca se viu, e um sindicato forte nessa hora é mais necessário ainda. Juntos, podemos enfrentar e superar essa situação.
Haja o que houver, continuaremos trabalhando muito, com as condições que tivermos, para defender, honrar e valorizar nossa categoria. Forte abraço!

Loreni Dias – Presidente – Sindivigilantes do Sul

SINDICALIZE-SE E CONVIDE SEUS COLEGAS A SE SINDICALIZAREM. O APOIO E A PARTICIPAÇÃO DA CATEGORIA FAZEM A FORÇA DO SEU SINDICATO.

CUT-RS relembra deputados e senadores que votaram a favor da reforma trabalhista de Temer

deputados-e-senadores-que-votaram-contra-os-trabalhadores

Às vésperas da entrada em vigor da lei 13.467/2007, a chamada Reforma Trabalhista, que ocorre neste sábado, dia 11 de novembro, a CUT-RS relembra como votaram os deputados e os senadores gaúchos, quando essa legislação perversa foi aprovada no Congresso Nacional

“Queremos que os trabalhadores e a população nunca se esqueçam de quem foi a favor e de quem foi contra esse projeto, feito sob medida pelos grandes empresários, financiadores do golpe que apeou a presidenta eleita Dilma Rousseff, e que retira direitos históricos da classe trabalhadores, tenta enfraquecer o movimento sindical e dificultar o acesso à Justiça do Trabalho”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Segundo ele, “é preciso dar a resposta a esses inimigos dos trabalhadores nas próximas eleições, fazendo com que nenhum deles seja reeleito, pois não representam os anseios de uma vida melhor dos trabalhadores e das trabalhadoras, mas sim os interesses dos donos do capital nacional e internacional”.

“Vamos marcar na paleta essa gente, que nunca disse em campanha eleitoral que iria votar para acabar com os nossos direitos. Por isso, vamos lembrar e relembrar o nome e o partido de cada deputado e senador no dia 11 de cada mês junto aos trabalhadores e à população para ninguém se esqueça deles”, conclui Nespolo.

Veja como votaram os deputados gaúchos (26/04/2017):

A favor da reforma trabalhista (14)

Alceu Moreira (PMDB)

Cajar Nardes (PR)

Carlos Gomes (PRB)

Covatti Filho (PP)

Darnlei (PSD)

Darcísio Perondi (PMDB)

Jerônimo Goergen (PP)

Jones Martins (PMDB)

Luis Carlos Heinze (PP)

Mauro Pereira (PMDB)

Onyx Lorenzoni (DEM)

Renato Molling (PP)

Ronaldo Nogueira (PTB)

Yeda Crusius (PSDB)

Contra a reforma trabalhista (15)

Afonso Hamm (PP)

Afonso Motta (PDT)

Bohn Gass (PT)

Heitor Schuch (PSB)

Henrique Fontana (PT)

João Derly (Rede)

José Fogaça (PMDB)

Jose Stédile (PSB)

Marco Maia (PT)

Marcon (PT)

Maria do Rosário (PT)

Paulo Pimenta (PT)

Pepe Vargas (PT)

Pompeo de Mattos (PDT)

Sérgio Moraes (PTB)


Confira como votaram os senadores gaúchos (11/07/2017)

A favor da reforma trabalhista (2)

Ana Amélia Lemos (PP)

Lasier Martins (PSD)

Contra a reforma trabalhista (1)

Paulo Paim (PT)