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PONTO DOS ÓCULOS É O NOVO CONVÊNIO DO SINDICATO

Diretora Elisa Araújo e o proprietário da loja

Diretora Elisa Araújo e o proprietário da loja



Um novo convênio para associados (as) foi assinado pelo Sindivigilantes do Sul, com o Ponto dos Óculos, que está localizado no mesmo prédio a Clinicentro, outra conveniada, na Avenida Borges de Medeiros, nº 446, 5º andar, sala 524, no centro da capital. A loja oferece muitas opções de lentes, armações e óculos de sombra de diversas linhas e marcas.

O proprietário, Carlos Alberto Balardin, na foto com a diretora Elisa Araújo, disse que seus preços são muito acessíveis e os produtos de ótima qualidade. As compras podem ser pagas com desconto em folha e parcelamento em até cinco vezes, com parcelas mínimas de R$ 80,00. 

É preciso apenas fazer o orçamento e solicitar a autorização no setor financeiro do sindicato. Para mais informações, o telefone do Ponto dos Óculos é o (51) 3224–9446.

RECEITA FEDERAL JÁ FOI FISCALIZADA PELO SINDICATO, DIVERSAS VEZES

Reunião do presidente Dias, advogado Jorge Young e diretor Barreto, à esquerda, com representantes da Receita

Reunião do presidente Dias, advogado Jorge Young e diretor Barreto, à esquerda, com representantes da Receita



A categoria deve ficar atenta às mentiras que circulam em época de eleição, pois há muitos candidatos que fazem qualquer coisa para se autopromover. Segundo uma nova fake news lançada em rede social, o sindicato não fiscalizou a Receita Federal, que ao contratar a empresa MD dispensou muitos vigilantes, manteve apenas oito, e passou a trabalhar com vigias na área externa.

Isso é uma mentira deslavada, pois o próprio presidente do sindicato, Loreni Dias, foi à Receita Federal ano passado, dia 16 de julho, juntamente com o diretor Marcos Barreto e o advogado Jorge Young, da assessoria jurídica, logo depois que houve a troca de empresa de segurança.  A notícia dessa reunião, inclusive, foi publicada em nosso site.

Eles discutiram com os representantes da Receita, na foto, o bloqueio das faturas da empresa Líder, que tinha deixado o posto, para garantir o pagamento dos direitos rescisórios de quem estava saindo. Também questionaram fortemente a dispensa de vigilantes e a contratação de profissionais não-vigilantes para o posto. 

Os diretores do órgão responderam que se tratava de uma decisão tomada pela direção da Receita em Brasília e que não podiam fazer nada sobre isso.  

Além do mais, a Receita foi visitada e fiscalizada diversas outras vezes por diretores do sindicato, como Adão Ferreira da Silva, Luiz Henrique Aguiar, Fabiano Sanhudo e o próprio Marcos Barreto. “Tenho ido na Receita muitas vezxes, a cada 20 dias ou uma vez por mês, pelo menos, e seguidamente faço contato com o posto por telefone”, disse Barreto.

Dentro do prédio, trabalham os vigilantes, dois por turno, enquanto no pátio, tomando conta do estacionamento e arredores, permanecem os vigias, sem PR, sem colete e sem arma.

Sobre isso, o advogado Maurício Vieira da Silva, da assessoria jurídica, ressalta que a presença dos vigilantes armados é obrigatória apenas nos bancos e transporte de valores, conforme a lei 7.102/83,. A vigilância armada em outros locais decorre da necessidade ou não das empresas e órgãos públicos de uma segurança mais ostensiva.

Anteriormente, o sindicato já fez até protesto e panfleteação na Receita Federal, defendendo os direitos dos vigilantes do posto. “Prestem muita atenção em quem divulga inverdades para se promover, quem mente dessa maneira não merece a confiança dos vigilantes, não merece a confiança de ninguém”, disse o presidente Dias. 

Segundo ele, a troca de vigilantes por vigias, ASPs ou porteiros, infelizmente, tem ocorrido com frequência nas empresas e órgãos públicos, sempre sob a alegação de corte de custos. “Mas se houver alguma irregularidade, denunciem que o sindicato vai fiscalizar e tomar providências, como sempre faz”, garantiu.

Protesto do sindicato na frente da Receita Federal

Protesto do sindicato na frente da Receita Federal

SINDICATO VAI DENUNCIAR EMPRESAS E SINDESP AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

Sindivigilantes e outros sindicatos vão assinar juntos a denúncia devido às mensagens das empresas (Imagem: Pixabay)

Sindivigilantes e outros sindicatos vão assinar juntos a denúncia devido às mensagens das empresas (Imagem: Pixabay)



A Rudder, Epavi e o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp-RS) vão ser denunciadas pelo Sindivigilantes do Sul ao Ministério Público do Trabalho (MPT), na próxima semana, por prática antissindical e por enviarem mensagens pressionando os vigilantes a votar numa pesquisa sobre um suposto acordo coletivo sem aumento nenhum.

Outros sindicatos da categoria também devem assinar o documento ao MPT, pois a situação é a mesma, nenhum fechou acordo e os vigilantes estão recebendo essas mensagens. Caso outras empresas adotem a mesma prática vão ser arroladas na mesma denúncia. 

Nos últimos dias, chegaram mensagens para os vigilantes pressionando para que respondam favoráveis à tal pesquisa de opinião. A pergunta é se os trabalhadores aceitam ou não que seja firmado um acordo coletivo de trabalho sem reajuste salarial que, pela lógica, seria firmado entre as empresas e os sindicatos representativos dos trabalhadores.

Além de apresentarem uma informação incorreta, de que a reposição da inflação seria de 3% (são 4,30% na data-base, 1º/02), os patrões ainda tentam intimidar os vigilantes com possíveis demissões, corte do adicional de uniforme, adicional de risco e adicional de alimentação. Usam como desculpa a  pandemia, que estaria inviabilizando o reajuste dos salários.

Mas o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, lembra que não havia pandemia no início das negociações, em janeiro, e mesmo assim as empresas não apresentaram proposta de reajuste, apenas um abono que sequer cobria as perdas inflacionárias.  Além disso, as empresas não dão qualquer garantia de manutenção do emprego aos vigilantes, caso seja aceito esse acordo com ZERO de aumento.

“Estamos enviando a denúncia ao Ministério Público contra Epavi, Rudder e Sindesp,  porque é inaceitável que empresas desse porte tentem fazer  pressão com ameaças para obrigar o trabalhador a aceitar uma coisa dessas”, disse Dias. “Não tem valor nenhum essa pesquisa, pois quem tem  legitimidade representar a categoria, realizar assembleias para que opinem e votem, é o sindicato”, acrescentou Dias.

O Sindivigilantes e os demais sindicatos da categoria no Estado receberam uma circular do Sindesp, assinado por uma funcionária, com as mesmas ameaças: caso os sindicatos não assinem um acordo nos termos das empresas, elas “podem deixar de pagar adicional de uniforme, adicional de risco, adicional de alimentação, etc”.

“Qualquer corte no pagamento dessas verbas implica na violação da CLT”, respondeu o Sindivigilantes ao Sindesp. “Caso as empresas venham a suspender o pagamento das parcelas antes referidas, o farão por conta e risco, como um ato unilateral e ilegal”, conclui a resposta.

NOVO CONVÊNIO PARA ASSOCIADOS COM CLÍNICA DE FISIOTERAPIA E PILATES

Dona da clínica,, localizada na Rua Uruguai, e a diretora Elisa

Dona da clínica,, localizada na Rua Uruguai, e a diretora Elisa



O Sindivigilantes do Sul firmou um novo convênio para seus associados, com a Fysio Phorma – clínica de fisioterapia e pilates localizada na Rua Uruguai, Nº 155, sala 707, bem no centro de Porto Alegre, ao lado da Prefeitura. A proprietária e fisioterapeuta Ananda Cândido Bolina assinou o contrato e mostrou as dependências da clínica à diretora Elisa Araújo, na última quarta-feira (29). 

A fisioterapeuta explicou que a clínica oferece todos os tratamentos para dores lombares, cervicaisl, tendinites, bursites e dores ortopédicas em geral. Dispõe também do espaço de pilates, tanto para reforço muscular, como alongamento e manutenção de reforços que os médicos recomendam após a fisioterapia. Além disso, oferece tratamentos com acupuntura e auriculoterapia.

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Neste período de pandemia do coronavírus, o atendimento é individual e cada paciente passa por medição de temperatura na entrada do prédio. Não sobe ninguém para os andares se ela estiver acima do normal. Depois do atendimento, é tudo higienizado antes de um novo paciente ser recebido na clínica. 

O convênio prevê o pagamento com desconto em folha para os sócios do Sindivigilantes do Sul e parcelamento em até cinco vezes com parcelas mínimas de R$ 65,00. Mais informações pelos telefones (51) 3227-0378 e 996-741-971, com Margarida Bolina, a administradora.

PATRÕES MANDAM ULTIMATO AO SINDIVIGILANTES E AMEAÇAM CATEGORIA COM SUSPENSÃO DE PAGAMENTOS

Dias com o documento enviado pelo Sindesp: "Não aceitaremos nenhuma imposição e nem ameaças"

Dias com o documento enviado pelo Sindesp: "Não aceitaremos nenhuma imposição e nem ameaças"



Depois de terem virado a mesa e inviabilizado a negociação, mesmo com a mediação da Justiça do Trabalho, os patrões, representados pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), mandaram um ultimato ao Sindivigilantes, nesta segunda-feira (27): através DE mensagem, deram 72 horas de prazo para o sindicato assinar a Convenção Coletiva do Trabalho como eles querem, sem reajuste nenhum, nem a reposição da inflação, com a manutenção das cláusulas da convenção passada.

Ameaçam que as empresas “podem deixar de pagar adicional de uniforme, adicional de risco, adicional de alimentação, etc”, se o sindicato não aceitar suas condições. Alegam que, sem convenção coletiva em 2020, os tomadores de serviços não tem a obrigação de pagar esses adicionais às empresas de vigilância contratadas. E que a pandemia do coronavírus não permite aumento de salários. 

No entanto, só não há convenção por causa da intransigência do próprio Sindesp. Além disso, chama a atenção que um documento com essa importância não veio assinado pelo presidente do Sindesp, Sílvio Pires, e nem por outro diretor, mas sim por uma funcionária da direção. 

Má vontade

“Desde o início dessa campanha salarial, a patronal demonstrou má- vontade em negociar uma convenção coletiva minimamente aceitável”, disse o presidente do sindicato, Loreni Dias. “O tempo todo quiseram enfiar goela abaixo da categoria uma proposta sem reajuste nenhum, nem a reposição da inflação (4,30%)”, completou. 

A primeira reunião de negociação, marcada para 21 de janeiro, antes da data-base (1º de fevereiro), o Sindesp cancelou na última hora. Depois, usaram como desculpa a crise e não apresentaram proposta de reajuste. Em seguida, alegaram a pandemia e, por último, armaram uma briga com o Ministério Público e melaram a mediação da Justiça do Trabalho.

“Não aceitaremos nenhuma imposição e nem ameaças, mas seguimos abertos à negociação, se quiserem voltar a conversar com seriedade”, afirmou Dias. Enquanto isso, o sindicato está aguardando a resposta das empresas à proposta de acordos coletivos em separado.

Clique aqui para ler o ofício circular da patronal.

Veja abaixo a íntegra da resposta enviada ontem mesmo pelo Sindivigilantes do Sul.

À diretoria do SINDESP

                 Prezada diretoria do SINDESP, o Sindivigilantes do Sul, por seu presidente, tendo em vista email recebido, oriundo de funcionário deste sindicato patronal, ou seja, não de dirigente do sindicato, apresenta as seguintes considerações:

                Senhores, quanto à pandemia, é fato incontroverso.

                Quanto à “drástica” redução do efetivo da segurança privada”, não verificamos, por ora, a presença desta realidade, pois se comparado o efetivo com a pré pandemia, não visualizamos, até pelas informações que nos chegam da categoria, uma drástica redução.

                 A Convenção Coletiva do Trabalho, cuja data-base precede a pandemia (1º de fevereiro), não foi fechada porque a patronal impôs substituir o reajuste da inflação, de 4,3% e não 3%, conforme erroneamente referido no email, por um abono, o que foi rejeitado pela categoria, em assembleias. Aliás, nenhum sindicato do Rio Grande do Sul fechou convenção com estes termos e, é sabido, são 13 sindicatos profissionais.

                 A alegação de que haverá desemprego não pode sustentar a ausência de reajuste salarial, até porque nos demais estados, a maioria dos sindicatos patronais fechou convenções prevendo aumento salarial.

                 Também não foi apresentada nenhuma proposta de parte do sindicato patronal de que, sem reajuste, seriam garantidos os postos de trabalho. Ou seja, pode não haver reajuste e, se as empresas, tomadoras dos serviços fecharem, os vigilantes serão despedidos de qualquer forma.

                 Quanto às audiências de mediação perante o Tribunal Regional do Trabalho, não evoluiu e foram encerradas as negociações, por intransigência do sindicato patronal, à medida que condicionou o fechamento das convenções a duas premissas inaceitáveis: que o MPT aceitasse suas condições e que os sindicatos profissionais concordassem com o aumento zero.

                 Os sindicatos profissionais, por sua vez, apresentaram proposta de reajuste salarial escalonado e, inclusive, com pagamento de abono pelos primeiros seis meses. Ou seja, foram sensíveis à realidade!

                 A ameaça de que “os empregados do segmento, as empresas podem deixar de pagar adicional de uniforme, adicional de risco e adicional de alimentação, etc…”, há que se dizer que, é sabido que, sendo ilegal a ultratividade dos instrumentos normativos, neste momento, qualquer corte no pagamento de verba que já se incorporou aos contratos de trabalho dos trabalhadores implica em violação legal, em especial, ao art.  468 da CLT

                 Caso as empresas venham a suspender o pagamento das parcelas antes referidas, o farão por conta e risco, como um ato unilateral e, como já dito, atualmente, ilegal.

                 As propostas do sindicato e de sua categoria estão lançadas nos autos do processo de mediação, as quais continuam presentes, mas sem as condicionantes do sindicato patronal.

                 Quanto à redução de salários e jornadas, as empresas conhecem a legislação e devem cumpri-la

                 Atenciosamente

                 Loreni dos Santos Dias
Presidente

CUT-RS, SINDIVIGILANTES E OUTROS SINDICATOS DISTRIBUEM CESTAS BÁSICAS NA CAPITAL

Creche dirigida por Efigênia, à esquerda, recebeu os alimentos nesta sexta-feira

Creche dirigida por Efigênia, à esquerda, recebeu os alimentos nesta sexta-feira



O Sindivigilantes do Sul, a Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS) e outras entidades sindicais estão distribuindo cestas básicas para famílias carentes em graves dificuldades devido à  pandemia da Covid-19. Algumas cestas que a CUT-RS repassou ao sindicato foram entregues, nesta sexta-feira (24), para uma creche na Vila Bom Jesus, pelo vice-presidente Luiz Paulo Motta e a diretora Elisa Araújo. 

A creche Três Corações, que atende cerca de 100 crianças, já recebeu doações de roupas e alimentos do Sindivigilantes do Sul, das campanhas de arrecadação que foram realizadas junto à categoria em anos anteriores. A instituição foi criada por Efigênia Moreira, 67 anos, com mais duas mães, em 1988.

Agora a Três Corações está fechada, assim como todas as demais creches e escolas, mas Efigênia faz sacolas com as doações que chegam e as entrega para as famílias das crianças. Ela também recebeu do sindicato roupas que foram arrecadadas na Campanha do Agasalho desse ano.

Além disso, dias atrás, foram distribuídas pelo sindicato cestas básicas para algumas famílias de vigilantes que trabalham com eventos, que estão sem trabalho e também passando por dificuldades seríssimas, contou Elisa. 

Quarta-feira (22) a CUT-RS distribuiu 96 cestas básicas com alimentos da agricultura familiar para moradores na Ilha Grande dos Marinheiros e na Ilha da Pintada. São famílias muito pobres que, além de perder sua renda devido à pandemia, ainda estão sofrendo com a inundação causada pelas últimas chuvas.

Também já foram entregues pela CUT-RS e sindicatos cestas básicas nos bairros Lomba do Pinheiro, Glória, Partenon e Humaitá, Farrapos, vilas Safira e Cruzeiro. Essa campanha de solidariedade é promovida pela CUT-RS em parceria com o Sinpro-RS, Adufrgs Sindical, SindBancários, Sindipetro-RS e Semapi-RS. 

 

SINDICATO INTERCEDE POR VIGILANTES DE AGÊNCIA DO BANRISUL COM CASO DE COVID-19, EM GENERAL CÂMARA

Coronavírus-Publicdomainpictures



Uma ação do Sindivigilantes do Sul provocou o fechamento da agência do Banrisul em General Câmara, nesta quarta-feira, onde um funcionário teve resultado positivo no teste para a Covid-19. O representante do sindicato na região Carbonífera, Eduardo Blauth, o Dudu, recebeu a denúncia e alertou o presidente Loreni Dias, que tomou providências para a proteção dos vigilantes do posto.

Os quatro, funcionários da Epavi, fizeram o teste rápido para o coronavírus, que foi providenciado pela empresa após a intervenção do presidente, e os resultados deram todos negativos, felizmente.

Segundo a denúncia, sexta-feira foi confirmado o primeiro caso de coronavírus na agência, mas ela foi mantida em funcionamento. O fiscal da Epavi foi avisado mas não tomou nenhuma providência e manteve os vigilantes do banco trabalhando normalmente.

Depois, chegou a dizer que os vigilantes pagassem passagens do próprio bolso e viessem de ônibus a Porto Alegre para fazer os testes. Mas, avisado por Dudu desse absurdo, Dias ligou para o dono da empresa, Sílvio Pires, que enviou um representante e uma enfermeira à cidade para realizar os exames dos trabalhadores.

“A empresa afastou todos os vigilantes do posto, eles foram testados e nenhum deu positivo, todos negativados, graças a Deus”, disse Dudu. A agência foi fechada para ser totalmente higienizada”, completou.

Ele ressalta que qualquer novo caso deve ser comunicado imediatamente ao sindicato, para que sejam tomadas providências urgentes. Qualquer demora no afastamento de todos e da testagem aumenta o risco de contágio dos trabalhadores.

Em Porto Alegre, terça-feira (21), mais uma agência do Banrisul foi fechada na capital, com a fiscalização conjunta do Sindivigilantes do Sul e Sindicato dos Bancários, na avenida Assis Brasil. Semana passada, outra agência já tinha sido fechada, na rua Duque de Caxias, pelo mesmo motivo, ou seja, um dos funcionários com a Covid-19.

 

SOBRE PROSERVI E PAGAMENTOS

Importante



O jurídico do Sindivigilantes do Sul informa, para aqueles que ajuizaram ações com o escritório Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados Associados que:

– O Juízo Auxiliar de Execução e Precatórios (JAEP) do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região iniciou os procedimentos relativos ao pagamento do primeiro grupo de credores habilitados junto às massas falidas das empresas Proservi Sistemas de Monitoramento Ltda.

– O pagamento será limitado a 22% do crédito habilitado. Isso foi definido pelo Juízo de Falência para beneficiar o maior número possível de pessoas.

– Os valores estão sendo transferidos à Caixa Econômica Federal e, posteriormente, cada secretaria da Justiça do Trabalho irá expedir o alvará individual a cada trabalhador (a), que será expedido em seu respectivo processo trabalhista.

Somente após a confirmação da transferência do recurso por parte do banco, o juízo responsável pelo processo poderá determinar a expedição de alvará e ordem de transferência dos créditos aos autores (as) dos processos.

– De forma gradual, pois são processos individuais, todos os beneficiários (as) receberão esta parte de seus créditos. O escritório realizará, oportunamente, contato com todos os credores (as), à medida que os valores forem liberados pelo juízo.

– Cabe ressaltar que os processos envolvendo falências são processos físicos e por isso estavam parados por causa da pandemia, mas agora estão sendo retomados pelo judiciário trabalhista.

Maiores informações pelo fone/whatsapp: (51) 98422-8007

DIANTE DA INTRANSIGÊNCIA DO SINDESP, SINDICATO PROPÕE ACORDO COLETIVO DIRETO COM AS EMPRESAS

Sindesp está fazendo de tudo para não negociar, disse Dias

Sindesp está fazendo de tudo para não negociar, disse Dias



Uma vez que a entidade patronal – o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp-RS) – inviabilizou a continuidade da negociação com mediação da Justiça do Trabalho, devido às suas divergências com o Ministério Público do Trabalho, o Sindivigilantes do Sul encaminhou uma proposta de Acordo Coletivo, em separado, a cada uma das empresas da sua base de representação no Estado. (Veja o link no final do texto)

O documento foi enviado a todas elas nesta quarta-feira (15), contendo a proposta do sindicato para negociação e assinatura de acordo. Neste momento, devido à pandemia do coronavírus e a proibição de aglomerações, é inviável a realização de assembleias da categoria, ressalta o presidente do sindicato, Loreni Dias.

“Não temos outra alternativa, vamos mandar a proposta para todas as empresas, pedindo a colaboração delas para fecharmos um acordo coletivo, já que o Sindesp está fazendo de tudo para não negociar e está mentindo a respeito da crise, porque a vigilância não parou. Ao contrário de outros setores, a vigilância continua trabalhando”, disse o presidente.

“Todos os vigilantes do Rio Grande do Sul, prestem atenção no que a patronal está fazendo com a categoria, além da oposição que fica agredindo intensamente o sindicato, jogando do lado das empresas, num momento em que devíamos estar todos unidos. Chegaram a dizer, em fevereiro, que já tínhamos assinado a Convenção Coletiva, mas estavam mentindo, como sempre”, acrescentou.

Vejam a diferença entre Convenção Coletiva, Acordo Coletivo e Dissídio Coletivo:

1) Convenção Coletiva de Trabalho (CCT): É o acordo firmado com a entidade representativa de das empresas, o Sindesp. As cláusulas da convenção coletiva valem para todas as empresas.

2) Acordo Coletivo de Trabalho (ACT): É o acordo firmado diretamente com as empresas, individualmente, uma por uma. Pode ser sobre reajuste salarial ou qualquer outra questão trabalhista, mas só vale para a empresa com a qual for assinado o acordo.

3) Dissídio Coletivo: Acontece quando, não havendo acordo entre entidade patronal e sindicato laboral, o sindicato resolve ingressar na Justiça do Trabalho, pedindo o julgamento da causa no tribunal. Porém, não há garantia de que a Justiça dê ganho de causa à categoria, há riscos.

Por isso, o Sindivigilantes quer esgotar todas as chances de negociação procurando as empresas em separado. Mas o sindicato continua aberto a prosseguir negociando com o Sindesp, se mudarem de ideia, levando em conta que a categoria profissional não pode ser prejudicada por causa das diferenças da entidade patronal com o Ministério Público.

Aliás, o sindicato está convencido que isso foi um pretexto do Sindesp para não negociar e não conceder reajuste à categoria. Primeiro, a direção do Sindesp usou a justificativa da crise, depois a desculpa foi a pandemia e, por último, a briga deles com o Ministério Público.

Clique aqui para ler a proposta que está sendo encaminhada às empresas.

SINDIVIGILANTES E SINDIBANCÁRIOS FISCALIZAM AGÊNCIA BANRISUL DE VIGILANTE COM COVID-19

Coronavírus-Publicdomainpictures



Um dos vigilantes da agência do Banrisul na Rua Duque de Caxias, no centro de Porto Alegre, apresentou resultado positivo para a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, e foi afastado do trabalho pela sua empresa para tratamento.

Representantes do Sindivigilantes do Sul e do Sindibancários estiveram no local para prestar apoio ao trabalhador e seus colegas, bem como fiscalizar as providências do banco e da empresa de vigilância.

O diretor Gérson Farias, pelo Sindivigilantes, e os diretores Luciano e Lobão, do Sindibancários, conferiram o fechamento da agência que, segundo a gerência, passaria por uma desinfecção total antes de ser reaberta. 

Também confirmaram o encaminhamento dos outros dois vigilantes do turno para o exame que vai confirmar se sofreram contágio por coronavírus como seu colega ou não. O sindicato segue ainda fiscalizando o fornecimento de EPIs aos vigilantes pelas empresas e o cumprimento das normas de prevenção nos postos de trabalho.

Conforme o Ministério da Saúde, os sintomas da Covid-19 podem variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa. Os sintomas mais comuns são:

  • Tosse
  • Febre
  • Coriza
  • Dor de garganta
  • Dificuldade para respirar

Orientação mudou: procure atendimento médico imediatamente

Sexta-feira (09) foi divulgada uma nova orientação do Ministério da Saúde: pessoas que apresentarem sintomas – mesmo que leves – de infecção por Covid-19 devem procurar atendimento médico o mais rapidamente possível.

Antes, a recomendação era de que pacientes leves “ficassem em casa”. No entanto, ao aguardar em casa, muitos chegavam depois ao hospital numa situação bem mais grave, necessitando com muita urgência de UTI. 

Portanto,  quem desconfiar que possa estar com a doença procure logo ajuda médica. Veja mais detalhes no vídeo que está neste link