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UNIVIG REGULARIZA REPASSES DO SINDICATO

A Ceasa é um dos postos da empresa na capital

A Ceasa é um dos postos da empresa na capital



Numa reunião do presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, com representantes da Univig Vigilância Patrimonial, terça-feira (13), foi acertada a regularização dos repasses devidos ao sindicato, com o compromisso da empresa de manter em dia os pagamentos à entidade que forem descontados dos trabalhadores.

Além de repassar os descontos dos sócios, a empresa também garantiu que não haverá nenhum tipo de pressão contra os vigilantes que decidirem se associar ao sindicato. Compareceram na reunião o diretor geral Thiago e os gerentes operacionais Roni e Valter.

“Tivemos uma boa conversa e com diálogo conseguimos desfazer algum mal-entendido que havia, a situação entre sindicato e empresa está normalizada e esperamos que continue assim”, disse o presidente Dias. A empresa tem diversos postos na capital, como a Ceasa, com mais de 300 vigilantes no total.

 

 

JUSTIÇA DECIDE QUE EPAVI E SELTEC DEVEM REGULARIZAR PAGAMENTOS AO SINDICATO

Justiça trabalhista deferiu as liminares solicitadas pelo sindicato

Justiça trabalhista deferiu as liminares solicitadas pelo sindicato



 

Duas decisões da Justiça do Trabalho, publicadas nesta quinta-feira (08), obrigam a Epavi Segurança Ltda. e a Seltec Vigilância Especializada a regularizar, imediatamente, os repasses ao Sindivigilantes do Sul dos pagamentos das mensalidades e convênios dos sócios (no caso da Epavi) e dos convênios (no caso da Seltec).

Essas e outras empresas cortaram desde agosto os repasses de todos os pagamentos ou parte deles, numa retaliação porque o Sindivigilantes não aceitou assinar a convenção coletiva de 2020 sem reajuste dos salários. Essa, aliás, é uma decisão das assembleias gerais da categoria realizadas antes da pandemia.

Os empresários alegam que não podem continuar efetuando os descontos em folha e os repasses sem a convenção coletiva. Porém, a assessoria jurídica do sindicato – Young, Dias, Lauxen & Lima – ingressou com ações judiciais e comprovou que os descontos são autorizados pelos vigilantes e que as empresas fizeram os repasses até agosto, mesmo sem a convenção.

Quanto à Epavi, a assessoria jurídica encaminhou mandado de segurança recorrendo da decisão da 2ª Vara do Trabalho que indeferiu os pedidos do sindicato. O recurso foi acolhido pelo desembargador Marcos Fagundes Salomão, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RS), que deferiu uma liminar ordenando à empresa efetivar os descontos em folha das mensalidades sociais e dos convênios autorizados pelos vigilantes.

Da mesma forma, a juíza substituta da 9ª Vara do Trabalho, Bárbara Fagundes, apontou que bastam a autorização da assembleia geral da categoria assim como autorizações individuais para a Seltec fazer o desconto em folha dos convênios. Ela deferiu a liminar para que a empresa encaminhe os pagamentos ao sindicato até o dia 10 de cada mês.

A Justiça do Trabalho também determinou o repasse imediato dos pagamentos devidos ao sindicato pela MD (convênios e mensalidades) e Rudder (mensalidades). “Está cada vez mais evidente que foram totalmente ilegais e descabidas essas atitudes das empresas contra a entidade representativa dos vigilantes”, afirmou o presidente do sindicato, Loreni Dias.

ATENÇÃO CATEGORIA: DIAS AVISA OS PATRÕES QUE NÃO VAI NEGOCIAR NADA NO PRÓXIMO ANO SEM UMA SOLUÇÃO PARA 2020

Presidente Dias: Os preços dispararam e a categoria não pode ficar sem aumento dos salários

Presidente Dias: Os preços dispararam e a categoria não pode ficar sem aumento dos salários



Os representantes das empresas estão boicotando as negociações e adiando a definição da Convenção Coletiva de Trabalho de 2020. Mas o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, alerta os patrões que o final do ano está se aproximando e logo chegará a data-base da categoria (1º de fevereiro), para definição das cláusulas de  2021.

No entanto, avisa Dias, não haverá negociação nenhuma no próximo ano enquanto não se resolver a situação que está pendente: “Não vamos negociar e nem assinar nada de 2021 enquanto não tivermos solucionado o reajuste salarial de 2020”, advertiu.  Com isso, vão se acumular dois anos de reajuste e reposição inflacionária para serem pagos pelas empresas, acrescentou.

Todo o impasse atual, resulta da teimosia dos dirigentes do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), que não admitem conceder nem mesmo a reposição da inflação (4,30%). Estão se aproveitando da pandemia para tentar impor uma proposta sem nada de aumento para a categoria.

Até agora, fizeram de tudo para impedir a concretização de um acordo. Quando o Sindivigilantes acionou a Justiça do Trabalho, inclusive, os patrões provocaram o fim da mediação armando uma briga ridícula com o Ministério Público por causa do Jovem Aprendiz e outras questões. 

Em função disso, o sindicato encaminhou propostas de acordo coletivo às empresas, para serem negociadas com cada uma delas em separado. Segundo Dias, é um absurdo a proposta patronal de apenas repetir as cláusulas do ano passado sem aumento nenhum dos salários, enquanto o custo de vida disparou, principalmente os preços da alimentação.

“Aumentou tudo, os preços do arroz, do feijão e de tudo que é essencial dispararam, como é que vamos ficar sem aumento de salário? Isso é inaceitável”, disse Dias. “Os patrões que percam a esperança, essa estratégia de tentar impor um acordo sem reajuste não vai funcionar, não vamos assinar nada nessas condições e a responsabilidade é deles””, completou.  

JUSTIÇA DETERMINA QUE EMPRESA DO GRUPO EPAVI REPASSE MENSALIDADES E CONVÊNIOS AO SINDIVIGILANTES

Justiça



O juiz titular da 11ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, Roberto Antonio Carvalho Zonta, determinou que a Empresa Portoalegrense de Vigilância, do grupo Epavi, volte a fazer o repasse das mensalidades e convênios dos associados do Sindivigilantes do Sul. Esses valores devem ser descontados na folha de pagamento dos trabalhadores e transferidos ao sindicato até o dia 10 de cada mês, determinou o magistrado.

A empresa suspendeu os pagamentos em agosto, numa represália porque o sindicato não aceitou a proposta patronal sem reajuste salarial nenhum.

A assessoria jurídica do Sindivigilantes apontou que é evidente a intenção da empresa “em causar prejuízo e o enfraquecimento do sindicato e com isso pressioná-lo a assinar Convenção Coletiva de Trabalho prejudicial aos trabalhadores”. Concordando com o sindicato, o juiz referiu que “a mensalidade sindical é uma contribuição facultativa do trabalhador filiado voluntariamente ao sindicato e está prevista nos estatutos sindicais”.

Conforme a CLT, acrescentou, os empregadores são obrigados a descontar da folha de pagamento dos seus empregados as contribuições devidas ao sindicato. Ele também deferiu a tutela de urgência para que o cumprimento da decisão seja imediato, pois o sindicato necessita do recolhimento das mensalidades e convênios para manter a prestação de serviços à categoria.

Por fim, o juiz estabeleceu uma multa de R$ 5 mil por dia de atraso no cumprimento dessa decisão, a ser revertida em favor do sindicato. Foram movidas ações idênticas contra outras empresas, sendo que a Justiça já decidiu favoravelmente ao Sindivigilantes no caso da MD, quanto às mensalidades e convênios, e parcialmente favorável no caso da Rudder, quanto às mensalidades apenas, mas o sindicato vai recorrer.

“As empresas não vão conseguir nos impor o que elas querem dessa maneira, deveriam voltar a negociar conosco apresentando uma proposta melhor, que seja aceitável”, disse o presidente do sindicato, Loreni Dias.

SINDICATO APOIA CAMPANHA DO OUTUBRO ROSA 2020

Outubro Rosa - Site



O Outubro Rosa é uma campanha internacional de conscientização , realizada desde 2002 no Brasil, com o objetivo de alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero.
Dicas de Prevenção:
– Não fume;
– Mantenha uma alimentação saudável;
– Mantenha o peso corporal adequado;
– Pratique atividades físicas;
– Amamente;
– Evite a ingestão de bebidas alcoólicas;
– Evite a exposição ao sol entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada;
– Cuide de sua saúde mental!
Realize exames e revisões periódicas conforme a indicação:
• Mulheres entre 25 e 64 anos devem fazer o exame preventivo do câncer de colo do útero a cada três anos.
• Mulheres entre 50 e 69 anos devem realizar mamografia a cada dois anos, conforme recomenda o Ministério da Saúde e orienta a Organização Mundial da Saúde.
• Mulheres com risco elevado de câncer devem conversar com seu médico para avaliação do risco e definição da conduta a ser adotada para prevenção e rastreio.
Fonte: Secretaria Estadual da Saúde – RS
Apoio: Sindivigilantes do Sul

DIAS: “NÃO ASSINO ACORDO QUE SÓ FAVORECE AS EMPRESAS E PREJUDICA OS VIGILANTES”

Presidente do sindicato quer um acordo bom e justo para todos

Presidente do sindicato quer um acordo bom e justo para todos



O Sindivigilantes do Sul fez tudo que era possível e cumpriu todas as etapas necessárias para agilizar a negociação da Convenção Coletiva de Trabalho desse ano. As assembleias, inclusive, foram realizadas EM DEZEMBRO e a primeira reunião de negociação foi em janeiro, ANTES da data-base (1º de fevereiro).

Mas se ainda não houve acordo a culpa é dos patrões, representados pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp). Eles querem simplesmente IMPOR, na marra, um acordo do jeito deles, que SÓ FAVORECE AS EMPRESAS.

– Eles não admitem nenhum reajuste dos salários.
– Não admitem sequer pagar a reposição da inflação (4,30%).
– Tiveram o peito de propor UMA REDUÇÃO SALARIAL DE 12% durante a mediação na Justiça do Trabalho.
– Mesmo que a categoria aceite a proposta deles, não dão nenhuma garantia no emprego, ou seja, vão continuar demitindo com acordo ou sem acordo.

“Não vou assinar nenhum acordo desse jeito, que só favorece as empresas e prejudica os vigilantes”, disse o presidente do sindicato, Loreni Dias. Além disso, acrescentou, a categoria decidiu nas assembleias que só aceita uma proposta que garanta pelo menos o índice da inflação nos contracheques.

Sempre inventam alguma desculpa

Primeiro, quando nem se falava na pandemia do coronavírus, os patrões não ofereceram nada de reajuste, apenas um mísero abono como “prêmio de assiduidade”. Depois usaram a pandemia como desculpa.

Por último, armaram uma BRIGA RIDÍCULA com o Ministério Público, por causa do Jovem Aprendiz e outras questões, provocando o encerramento da mediação da Justiça do Trabalho.

Além disso, algumas empresas pressionaram a categoria com pesquisas fajutas, sem nenhum valor legal, e cortaram os repasses das mensalidades e convênios do Sindivigilantes. O sindicato já ingressou com ações na Justiça contra essas empresas.

Queremos um acordo bom e justo para todos

Dessa maneira, alerta Dias, a convenção coletiva desse ano vai acumular com a de 2021. Porém, nada vai ser assinado no próximo ano enquanto não se resolver a situação de 2020.

“Está muito claro que as empresas querem simplesmente arrochar a categoria e isso não podemos aceitar”, disse o presidente do sindicato, Loreni Dias. “Mas o sindicato continua aberto à negociação, desde que haja um acordo que seja bom e justo para todas as partes”, completou.

VIGILANTES, VAMOS PERMANECER UNIDOS E FIRMES CONTRA O ARROCHO QUE OS PATRÕES QUEREM IMPOR. JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

SINDICATO REABRE A SUBSEDE EM TRAMANDAÍ

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Os vigilantes do litoral voltaram a ter a facilidade de uma subsede do Sindivigilantes do Sul bem próxima, em Tramandaí. Ela foi reaberta há poucos dias e já está fazendo o atendimento da categoria, na Avenida Flores da cunha, 4712, no bairro Zona Nova. Também atende pelo telefone (51) 2184-0046.

Na subsede, os vigilantes podem solicitar autorizações para os convênios, encaminhar a Carteira Nacional de Vigilantes, fazer a homologação das rescisões de contrato, entre outros serviços. O presidente Loreni Dias disse que também está vendo a  possibilidade do atendimento jurídico com agendamento prévio.

A representação do sindicato na região havia sido fechada devido à grande perda de arrecadação que a entidade sofreu com o fim do imposto sindical, a partir do final de 2017. Isso obrigou a entidade a fazer diversos cortes de custos, como o fechamento de subsedes, entre outras medidas de contenção de despesas.

“Administrando os recursos com muita responsabilidade, aos poucos o sindicato está retomando algumas atividades que tinham sido temporariamente interrompidas”, disse o presidente Dias.

Veja abaixo a relação de convênios do Sindivigilantes do Sul no litoral. 

Cestas básicas – Sacola Econômica Asael ou Mesasul com desconto em folha e várias opções de preços e produtos.  

Vale-gás – Solicite o vale-gás com desconto em folha na nossa subsede.

Centro Clínico JWM – Várias especialidades na área da saúde e exames. Rua: Paul Harris 52 – Bairro: Pitangueira – Sto. Antônio da Patrulha/RS.  Fone: (51) 3662-6161. 

Cartão Wex – Mastecard –  Vigilante com um ano de empresa pode solicitar o  cartão , que possibilita parcelar compras, recargas de celular, etc.

Urgemed Serviços Médicos Ltda. – Clínico geral e traumatologista com desconto em folha pelo sindicato. Agendar consulta e solicitar autorização na subsede. Av. Atlântica, 1810, loja 03,  Tramandaí. Fone: (51) 3661-1900.

Farmácias São João – Solicite o seu Cartão Preferencial para compra de medicamentos e cosméticos com desconto em folha.. 

Laboratório Fontana – Av. Emancipação, 1463 – Tramandaí/RS. Fone: (51) 3661-3708.

Redemac Madesul (Balneário Pinhal) – Produtos de ferragem, encanamentos e material de construção. Apresentar o orçamento na subsede para compra com desconto em folha e parcelamento. Av. Itália, 3700.

Madeireira Indianópolis – Produtos de ferragem, encanamentos e material de construção. Faça o orçamento e apresente na subsede para a compra com desconto em folha e parcelamento. Rua Hildebrando Pinheiro Veloso, 170, Tramandaí. Telefone: 999-245-246.

 

 

SINDICATO AMPLIA HORÁRIO DE ATENDIMENTO DURANTE A PANDEMIA

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Ainda com restrições devido à pandemia do coronavírus, o Sindivigilantes do Sul vai ampliar, a partir de segunda-feira (05), o horário de expediente externo na sede, que passa a ser das 07h30 às 16 horas.

O atendimento da assessoria jurídica também muda e passa a ser das 10h às 16h, com intervalo do meio-dia., de segundas a quartas-feiras.

Pede-se a quem comparecer na entidade que use a máscara de proteção. O sindicato está localizado na Rua Voluntários da Pátria, Nº 595, salas 501/502. Mais informações: (51) 3224-4545 ou 3225-5070. 

ATUALIZAÇÃO DE PREÇOS E PRODUTOS DA CESTA BÁSICA MESASUL

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Segue abaixo a relação de preços e produtos da cesta básica Mesasul que inclui a Sacola Especial, com alimentos, e a Limpeza Econômica, com materiais de higiene e limpeza. Faça seu pedido na Secretaria de Finanças do sindicato para ser entregue na sua residência.
Mais informações: (51) 3224-4545 ou 3225-5070.

SACOLA ESPECIAL
10 KG de arroz polido Casa Bem tipo 1
05 kg farinha trigo tipo especial PANFACIL
07 kg de açúcar refinado da BARRA
02 kg de feijão Mesaboa TIPO 1
04 Latas de Óleo de soja 900ml LEVE PET
02 pct massa espaguete Isabela 500 gr
01 pct de massa parafuso Isabela 500 gr
01 Café MELITTA 500 grs
01 Kg sal Daiana
01 extrato de tomate Bonare SACHE 340 gr
02 pct. Biscoito Bauducco Levissimo Crak 200 gr
01 pct. Farinha de milho média Siloti 1 Kg
01 pct. Biscoito MARIA Isabela 400 gr
02 gelatina cereja Bretzke 30gr
01 Doce em massa da Serra – Abobora 400 gr
02 Achocolatado Nescau 400 gr
Total: R$ 180,00

CESTA BÁSICA – LIMPEZA ECONÔMICA
 04 rolos de papel higiênico Paloma F.simples – 30mt
03 sabonetes de 90 Gr – YPE Segredo das Flores
02 barras de sabão Campeão c/glicerina de 400 Gr
02 creme dental ICE CLEAN MENTA de 90gr
01 detergente líquido Girando Sol – neutro 500ml
01 Detergente em pó 1 Kg ASSIM TRIPLAÇÃO
01 Esponja de Aço Assolan c/8
01 Desinfetante Girando Sol Pinho 500ml
01 Desinfetante AQUAFAST MULTIUSO ORIGINAL 500 ml
Total: R$ 32,00

JUSTIÇA DETERMINA QUE MD VOLTE A FAZER REPASSES AO SINDICATO E PROÍBE CONDUTAS ANTISSINDICAIS

Justiça



 Na decisão de uma ação coletiva do Sindivigilantes do Sul, a Justiça do Trabalho determinou que a MD Serviços de Segurança volte a repassar as mensalidades de sócios e os valores dos convênios ao sindicato, até o dia 10 de cada mês. O corte dos repasses foi uma represália da empresa porque o sindicato não aceitou a proposta patronal de convenção coletiva de trabalho sem reajuste dos salários, nem mesmo a reposição da inflação na data-base (4,30%).
 
O juiz substituto da 20ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, Rafael Fidelis De Barros, acolheu o pedido de tutela de urgência da assessoria jurídica do sindicato, para que a decisão seja cumprida imediatamente. A mensalidade sindical, diz ele, “é uma modalidade de receita voluntária e independe de convenção coletiva”, bastando a filiação do trabalhador à entidade.
“Os descontos em folha de pagamento, das mensalidades sindicais e convênios, daqueles empregados filiados e que tenham autorizado a dedução, devem ser comprovadas nos autos no prazo de 20 dias, sob pena de multa no valor de R$ 200,00 por empregado cuja obrigação de fazer deixar de ser cumprida”, acrescentou.
Ele também determinou que a empresa pare de praticar condutas antissindicais, “deixando de enviar comunicado/memorando ou enquete aos seus empregados referente à formalização de acordo coletivo de trabalho, medida que atenta contra a liberdade de atuação do sindicato e de seus diretores”.
 
Segundo o juiz: “Compete ao sindicato profissional, que representa os trabalhadores, fazer eventual pesquisa sobre o interesse de seus representados, posto que a empresa ré defende interesses diversos.”
 
Logo devem sair outras decisões nas ações que foram ajuizadas contra a Rudder, Seltec e Epavi, que também cortaram os repasses como retaliação ao sindicato, além do Sindesp, a entidade que representa as empresas.