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TEMOS CONVÊNIO COM A CASA DO CONSTRUTOR, DE CHARQUEADAS

Dudu, de boné, com representantes da loja

Dudu, de boné, com representantes da loja



Um grande convênio foi firmado pelo Sindivigilantes do Sul em Charqueadas, desta vez com uma das maiores lojas de material de construção da Região Carbonífera, a Casa do Construtor.

Lá você pode comprar tudo que precisa para a sua obra, desde areia, brita, argamassa, madeira, telhas, cerâmicas, fiação elétrica e o que mais for necessário.

Os pagamentos podem ser feitos em até seis vezes, com parcela mínima de R$ 60,00 e desconto em folha.  O contrato foi negociado pelo Eduardo Blauth, o Dudu, que representa o sindicato na região.

É mais um benefício para os vigilantes da Região Carbonífera, onde o sindicato já tem mais de 30 estabelecimentos conveniados.

Casa do Construtor
– Endereço: Av. Senador Salgado Filho n° 40 – Charqueadas/RS.
– Telefone: (51) 3658-1190
– Horários: de Segunda a Quinta-feira das 08h às 12h e das 13h30 às 18h30. Sextas das 08h às 12h e das 13h30 às 17h30 e aos Domingos das 08h às 12h.

Charqueadas Dudu Casa do Construtor 1

CARTEIRA NACIONAL DE VIGILANTE PARA RETIRAR NO SINDICATO

Presidente Dias com a nova carteira, feita em PVC

Presidente Dias com a nova carteira, feita em PVC



Estão prontas e podem ser retiradas no sindicato as carteiras dos vigilantes abaixo, em PVC, para substituição das carteiras em papel, que continuam sendo fornecidas pelas empresas. Para quem já é sócio, a nova carteira é gratuita. Novos sócios podem fazê-la também de graça, após seis meses de associado. Os cotistas pagam R$ 50,00 à vista e precisam apresentar os três últimos contracheques com o desconto da cota de solidariedade sindical.
 
Mais informações: (51) 3224-4545 ou 3225-5070.
 
• Ademir Rosa Selau
• Alex Sandro Nunes Duarte
• Almir Quiroga Rodrigues
• Ana Paula Maciel
• Anderson Machado Silverio
• Carlos Alberto Pereira Gomes
• Carlos Alex Bandeira Machado
• Carlos Andre Gonçalves dos Santos
• Cilon Maciel Mancilia
• Clemerson Luis Ravanel Rodrigues
• Deividi Leandro Gois de Melo
• Edi Noel da Silva Sanches
• Elizandro Silva da Silva
• Fabio Maia Rodrigues
• Ildemar Alves da Cruz
• Italo Vital Ferreira
• Jairo Cardoso Pinto
• João Alexandre Rodrigues de Rodrigues
• João Batista Souza dos Santos
• Joao Pedro de Castro
• Jonatha da Silva Nunes
• Jorge Augusto dos Santos Alves
• Jose Elissandro Silveira Brasil
• José Everton Figueira Lacerda
• Jose Valteron Lemos
• Josue Mello da Silva
• Julia Graciella da Rosa Oliveira
• Juliano da Silva Gomes
• Junior de Oliveira Vieira
• Luciana Pereira da Silva
• Marco Aurelio dos Santos
• Paulo Ricardo da Silva Borges
• Rafael Borges de Lima
• Roberto Carlos Silveira Nogueira
• Rosangela Nunes
• Silvio Cesar Machado Dutra
• Vilmar da Rosa
• Volnei Teixeira

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM REAJUSTE FOI HOMOLOGADA

Salário



Finalmente, foi homologada pelo Ministério do Trabalho a Convenção Coletiva de Trabalho, negociada com a entidade patronal (Sindesp) e que fixa os reajustes dos salários de 2019.

O aumento é retroativo à data-base (1º de fevereiro), ou seja, a diferença que ficou para trás deverá ser reposta. As empresas que ainda não fecharam a sua folha de pagamento ainda poderão incluir os novos valores já no próximo contracheque.

O reajuste de 3,65% para os vigilantes ficou um pouco acima da inflação, que foi 3,57% na data-base. Em todo o País e nas demais categorias também, os aumentos têm ficado próximos do índice da inflação, com poucas variações.

Na mesma data-base que a nossa, o Paraná e o Maranhão tiveram reajuste igual à inflação (3,57%) e o Rio Grande do Norte 4%. Outro estado dessa data-base, a Bahia, ainda não assinou a convenção coletiva. A crise da economia, o alto desemprego e a inflação baixa dificultam ganhos maiores para os trabalhadores.

Estes são os novos valores:

Vigilantes:
– Salário: R$ 1.500,40
– R$ 6,82 por hora
– Peric.: R$ 450,12
– Reajuste de 3,65%

ASPs
– R$ 1.183,60
– R$ 5,38 por hora
– Risco de Vida: R$ 177,54
– Reajuste de 3,66%

Vale-alimentação
– R$ 20,00

SINDICATO NEGOCIA COM IPHAN E IBRAM SOLUÇÃO PARA VIGILANTES DA JOB

Vigilantes do Ibram, em São Miguel das Missões

Vigilantes do Ibram, em São Miguel das Missões



O presidente do Sinvigilantes do Sul, Loreni Dias, esteve terça-feira (27) em São Miguel das Missões, onde reuniu-se com os vigilantes da JOB e os gestores dos contratos do Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural (Iphan) e do Instituto Brasíleiro de Museus (Ibram).
 
Os trabalhadores estão com salários, vale-alimentação e vale-transporte atrasados. As reciclagens estão vencidas, com alguns pagando reciclagem do próprio bolso, outros não tem CNV em dia, ninguém tem colete balístico e há vários casos de férias vencidas e sem receber.
 
Três trabalhadores tiraram extrato analítico na Caixa Econômica Federal (CEF) e o último depósito de FGTS da empresa nas contas deles foi em março de 2017.
 
Acompanhado da diretora Elisa Araújo e do diretor na região, José Airton de Souza Trindade, Dias discutiu com os vigilantes a possibilidade do bloqueio das faturas da JOB e o pagamento direto do Iphan e Ibram aos trabalhadores.

Vigilantes do Iphan

 
Além disso, os vigilantes podem pedir a rescisão indireta de contrato, que acontece quando a empresa deixa de cumprir suas obrigações contratuais, como os salários em dia.
 
Nesta situação, o trabalhador rescinde o contrato mas mantém o seu direito de receber todas as verbas rescisórias, entre elas, saldo de salários, aviso prévio, saldo do Fundo de Garantia, multa sobre o Fundo, e encaminhamento para o seguro-desemprego.
 
Iphan e Ibram receberam do presidente e dos diretores um prazo de quatro dias, até sexta-feira, para encaminharem o pagamento direto, enquanto os vigilantes também vão decidir se fazem a rescisão indireta.
 
Seja como for, o sindicato continua apoiando e à disposição dos trabalhadores.

HOMOLOGAÇÃO DA CONVENÇÃO COLETIVA DEVE ACONTECER ESTA SEMANA

Convenção Coletiva site



É esperada para esta semana a homologação no Ministério do Trabalho da Convenção Coletiva de 2019, que fixa o reajuste dos salários, retroativo à data-base (1º de fevereiro). No entanto, fomos informados que só há uma funcionária para fazer todas as homologações de convenções e acordos que chegam no órgão, além de problemas técnicos do sistema. De qualquer maneira, mantemos a esperança de que até sexta-feira o nosso documento receba o parecer favorável e passe a vigorar, finalmente. Tudo que o sindicato podia fazer já foi feito, a documentação está em dia, depende apenas do ministério. Veja como ficaram os valores dos salários:

Vigilantes:
– Salário: R$ 1.500,40
– R$ 6,82 por hora
– Peric.: R$ 450,12
– Reajuste de 3,65%

ASPs
– R$ 1.183,60
– R$ 5,38 por hora
– Risco de Vida: R$ 177,54
– Reajuste de 3,66%

Vale-alimentação
– R$ 20,00

Milhares de trabalhadores ocupam as ruas do País contra reforma da Previdência

Protesto em Porto Alegre foi encerrado com marcha até o Largo Zumbi

Protesto em Porto Alegre foi encerrado com marcha até o Largo Zumbi



Desde as primeiras horas da manhã de sexta-feira, 22 de março, Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, os trabalhadores e trabalhadoras ocuparam as ruas do País contra a proposta de reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL), que restringe o acesso à aposentadoria e reduz o valor do benefício, prejudicando milhões de pessoas, especialmente os que começam a trabalhar mais cedo, e os idosos que vivem em situação de miserabilidade.

É o esquenta para a greve geral que a CUT e demais centrais vão organizar se o governo insistir em manter a tramitação da proposta que acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição, impõe a obrigatoriedade de idade mínima de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres terem direito ao benefício.

Os metalúrgicos e metalúrgicas da Ford e da Mercedes-Benz realizaram assembleias, às 6h30, e aprovaram a participação na greve geral, que pode ser convocada pela CUT e demais centrais sindicais a qualquer momento para barrar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 006/2019) da reforma da Previdência do governo. Em seguida, seguiram em passeata pelas ruas de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

Rio Grande do Sul

Mais de 5 mil trabalhadores e trabalhadoras, incluindo jovens e aposentados, foram às ruas no final da tarde de sexta-feira (22), em Porto Alegre, para protestar contra a reforma do governo Bolsonaro.

Após o ato organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais na Esquina Democrática, os participantes saíram em caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares.

C
Houve também manifestações e panfletagens ao longo do dia em pelo menos 72 cidades no Estado, como Caxias do Sul, Rio Grande, Santa Maria, Cruz Alta, Ijuí, Pelotas, Novo Hamburgo, Igrejinha, Taquara, São Leopoldo, Passo Fundo, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires e Santa Rosa, dentre outras, atingindo cerca de 1 milhão de gaúchos e gaúchas, segundo cálculo do presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Boicote da mídia

“Começamos a semana passando uma baita vergonha como trabalhadores e brasileiros, com o Bolsonaro, lá nos Estados Unidos, lambendo as botas dos ianques, entregando Alcântara, abrindo mão dos vistos e entregando o Brasil”, criticou Nespolo.

“Mas nós estamos terminando a semana, com uma baita vitória, com este ato em Porto Alegre e outros 72 no Rio Grande do Sul. Não é pouca coisa. Nós dialogamos com mais de 1 milhão de gaúchos”, disse o dirigente da CUT-RS, salientando que as pessoas “não têm informação e não sabem do que se trata”; observou.

“A televisão, todas elas disputam entre si quem fala melhor da reforma. Não tem um contraponto, não tem espacinho de nada para um analista, um âncora, um deputado nosso ou um representante nosso para dizer o que é essa reforma, como vai atingir os aposentados”, enfatizou Nespolo.

“De cabo a rabo, é uma proposta para destruir o nosso futuro, destruir o futuro da juventude, destruir o futuro desta nação”, frisou.

Fonte: CUT/CUT-RS

SINDIVIGILANTES DENUNCIA PARA DEPUTADA ATRASOS DE SALÁRIOS E DESRESPEITO AOS VIGILANTES

Sofia Cavedon, quarta da direita para esquerda, foi vereadora da capital por diversos mandatos

Sofia Cavedon, quarta da direita para esquerda, foi vereadora da capital por diversos mandatos



O Sindivigilantes do Sul recebeu, nesta sexta-feira à tarde (24), a visita da deputada Estadual Sofia Cavedon (PT), que veio acompanhada do assessor Rosalino Mello. Na reunião com o presidente Loreni Dias e as diretoras Eni Severo Benites, Elisa Araújo e Rosane Schmitt, a parlamentar demonstrou grande preocupação com a situação dos trabalhadores terceirizados, como a maioria dos vigilantes, que não têm seus direitos respeitados pelas empresas.

A deputada foi vereadora em Porto Alegre durante quatro mandatos e meio, período no qual acompanhou muito de perto o drama dos terceirizados da Prefeitura. “Hoje vivemos um problemão nessa área da terceirização, inclusive com os frequentes atrasos de salários”, ressaltou.

Neste sentido, Sofia apresentou e conseguiu a aprovação de uma Lei Municipal que obriga a empresa terceirizada a comprovar, mensalmente, o pagamento em dia dos seus trabalhadores para poder receber a próxima fatura. “As empresas têm que apresentar comprovante de que está tudo em dia, ou não recebem do município”, ressaltou.

Dias e as diretoras denunciaram que a categoria enfrenta inúmeros atrasos de salários, de vale-alimentação e transporte, além dos frequentes calotes nas rescisões de diversas empresas. Citaram, entre outros exemplos, o caso recente da JOB, que tem deixado os vigilantes sem receber, sistematicamente, nos seus postos. “É um total desrespeito aos vigilantes”, disse Dias.

Também apresentaram à deputada as dificuldades que as mulheres encontram na profissão devido à discriminação, tanto que ocupam menos de dois por cento do mercado de trabalho, informaram. Ela ficou surpresa com este dado, levando em conta que não se trata de um problema de qualificação ou competência, uma vez que todas as vigilantes têm a mesma formação e cumprem as mesmas exigências para o exercício da profissão que os vigilantes homens.

Ela ainda foi informada sobre o projeto da vigilância 24 horas obrigatória nas agências bancárias, que foi aprovado e virou lei em 37 municípios, mas não está sendo cumprida em nenhuma cidade. Isto se deve, principalmente, à ação do Sicredi, que embora tenha todas as características de um banco, inclusive com um faturamento altíssimo, se apresenta como cooperativa e pressiona para que a lei não seja cumprida, informou Dias.

“Estou muito satisfeita de encontrar aqui no Sindivigilantes as mesmas preocupações que trago há muitos anos e com este novo espaço de deputada, na Assembleia Legislativa, pretendo contribuir para que haja respeito aos direitos dos trabalhadores terceirizados no Estado e para a valorização da mulher vigilante. É uma parceria que vai prosseguir e prosperar”, afirmou a deputada.

O presidente e as diretoras agradeceram a visita, colocando-se à disposição para novas reuniões e para mais informações sobre as dificuldades da categoria: “É importante sabermos que temos o apoio da deputada, esperamos o apoio da sua bancada também, para que os projetos de nosso interesse consigam tramitar e ser aprovados na Assembleia Legislativa”, concluiu Dias.

 

SINDICATO FISCALIZA POSTO DA ROTA SUL EM PÉSSIMAS CONDIÇÕES E PROBLEMA É RESOLVIDO

Diretora Elisa notificou a Rota Sul

Diretora Elisa notificou a Rota Sul



Uma ação da fiscalização do sindicato resolveu uma situação que era totalmente irregular num posto da Corsan, em Glorinha, onde o vigilante da Rota Sul era obrigado a trabalhar numa guarita em condições extremamente precárias.

Após um trabalho pelo sindicato em Santo Antônio da Patrulha, a diretora Elisa Araújo passou pelo posto onde encontrou a guarita cercada por um matagal que chegava à altura da cerca. Chegou a pensar que não tivesse ninguém trabalhando ali, mas para surpresa dela encontrou um vigilante numa situação de calamidade.

As condições eram péssimas, insalubres, com temperatura dentro da guarita marcando 50 graus no termômetro. Bichos peçonhentos e até cobra venenosa circulando por perto. Microondas, alimentos e roupas estavam dentro do banheiro apertado e o esgoto à céu aberto do lado da guarita.

Com fotos do local, ela levou uma notificação à Corsan, no centro de Gravataí, mas o administrador da empresa se recusou a receber o documento. Foi então à Rota Sul, em Eldorado do Sul, onde um dos proprietários, Orlando, disse que estava surpreso, que não tinha conhecimento do problema e prometeu melhores condições de trabalho no posto.

Realmente, as providências foram tomadas e o vigilante do posto já está trabalhando num local apropriado, num prédio da própria Corsan, com sala, cozinha e banheiro separados. A guarita foi desativada, lacrada, e o matagal aparado.

Caso seu posto apresente irregularidades, denuncie para o sindicato.

SINDICATO COBRA DA EMBRASIL SOLUÇÃO PARA VÁRIAS IRREGULARIDADES

Justiça do Trabalho site



A Embrasil Segurança voltou a ser cobrada pelo sindicato para que solucione várias denúncias de irregularidades quanto aos direitos trabalhistas dos vigilantes que fazem o serviço de escolta da empresa. Ela vai ser notificada, pela segunda vez, com um prazo para que resolva logo tais situações ou sofrerá processo na Justiça do Trabalho.

Desde que a fiscalização do sindicato entrou em ação, pela primeira vez, a empresa resolveu uma única situação referente à escolta no Aeroporto Salgado Filho que era obrigada a ficar do lado de fora do pátio das cargas, numa viatura em uma rua lateral.

A diretora Elisa Araújo ressalta que isso só foi solucionado quando o sindicato notificou a Embrasil e a Infraero, alertando que os vigilantes estavam expostos a riscos daquela maneira, poderiam ser presos por porte ilegal de arma, inclusive, e que a fiscalização da Polícia Federal e a mídia seriam avisados dessa situação.

Logo em seguida, a escolta passou para dentro do pátio, próximo das cargas, como manda a norma.  No entanto, continua acontecendo o descumprimento de diversos itens da legislação trabalhista e da Convenção Coletiva de Trabalho.

Sobreaviso nos finais de semana

Por exemplo, a escala de trabalho é a 5 x 2, mas os trabalhadores são obrigados a permanecer de sobreaviso nos fins de semana, as 24 horas do dia, sem receber por isso.

Também, quando a escola sofre multa, mesmo sem estar contratado para ser motorista, o vigilante não tem a oportunidade de assumir a pontuação na carteira de habilitação e acaba pagando a multa em duplicidade.

Além disso, as reciclagens não são pagas como horas extras, entre várias outras irregularidades: “A Embrasil está deixando muito a desejar nos quesitos trabalhistas e não vamos deixar por isso mesmo, vamos cobrar o que é direito dos trabalhadores”, afirmou Elisa.

Reunião no sindicato

Numa reunião na última sexta-feira, no sindicato, diretores da empresa foram avisados que terão mais um prazo, após a notificação, para sanar com urgência estes problemas ou terão que responder judicialmente por descumprimento das leis trabalhistas e da Convenção Coletiva.

Outro problema que trataram na reunião foi quanto aos atrasos nos repasses das mensalidades dos vigilantes associados ao sindicato, mas a proposta da empresa para quitar o seu débito com a entidade foi inaceitável e também será notificada sobre isso.

Infelizmente, os vigilantes acabam prejudicados, sem poder usar benefícios como a cesta-básica e cartão de crédito, o que deve levar o sindicato a tomar providências na área jurídica também, caso a Embrasil não pague o que deve e regularize os repasses.

VIGILANTES DA JOB NAS RUÍNAS DE SÃO MIGUEL PARALISAM EM PROTESTO CONTRA OS ATRASOS

Vigilantes querem a substituição da JOB

Vigilantes querem a substituição da JOB



 

Os vigilantes da JOB que trabalham nos postos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), nas Ruínas de São Miguel, em São Miguel das Missões, paralisaram totalmente suas atividades na manhã de hoje (19), em protesto contra os atrasos salariais. Eles ainda não receberam os pagamentos do mês.

Das nove horas ao meio-dia os vigilantes permaneceram de braços cruzados no portão de entrada das ruínas, o que causou, inclusive, o cancelamento de visitas de excursões de turistas que estavam programadas. O fato teve bastante repercussão na cidade e causou preocupação até mesmo na Prefeitura.

Administradores e gestores do contrato, Adriane, Guilhermee Diego, procuraram o diretor do sindicato na região, José Airton de Souza Trindade, que alertou-os de que uma nova paralisação vai acontecer, nos próximos dias, se esta situação não for resolvida imediatamente.

Ninguém acredita mais numa solução com a própria JOB, já que a situação vem se arrastando há muitos meses e a mesma história se repete sempre. Assim, o que todos querem é a substituição da empresa, logo, pela segunda colocada na licitação que houve ou, então, uma nova licitação.

Os administradores se comprometeram em dar uma resposta o mais breve possível. “Jà existem argumentos de sobra para ser rescindido o contrato da JOB”, afirmou José.