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SINDICATO PROMOVE FEIRA E CUIDADOS COM A SAÚDE PELO DIA DO VIGILANTE

Estarão à venda roupas, perfumes e cosméticos

Estarão à venda roupas, perfumes e cosméticos



Como o Dia do Vigilante, amanhã (20), neste ano cai num feriado, o Sindivigilantes do Sul vai promover duas atividades em homenagem à categoria, durante a próxima semana (24 a 29 de junho).

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Teremos uma feira de roupas, perfumes e cosméticos na sede, todos os dias, tratamento de beleza para as mulheres e ainda atendimento para cuidados preventivos de saúde, segunda (24) e quarta-feira (26).

A Feira Espaço Butterfly – Moda e Beleza começa segunda-feira, sempre no horário das 08h às 17h, até sexta-feira, informa a diretora Elisa Araújo. Estarão à venda, com desconto em folha para sócios, roupas masculinas e femininas, como jeans, blusas, camisas e suéteres de diversas grifes.

Também serão vendidos perfumes, cosméticos e outros produtos da conhecida marca Mary Kay, que já teve promoção de vendas no sindicato, anteriormente.

Além disso, a promotora da feira vai oferecer um tratamento de beleza às mulheres vigilantes, com limpeza de pele e maquiagem gratuitos, através de uma atendente que estará disponível todos os dias na sede.

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Atendimento da Clinicentro

A saúde dos vigilantes é uma preocupação do sindicato, por isso a direção também conseguiu com a Clinicentro, clínica médica conveniada, um atendimento especial, segunda e quarta-feira, na sede, para medição de pressão, medição de glicose e o encaminhamento para eletrocardiograma gratuito (ECG).

Poderão realizar os testes tanto os homens como as mulheres vigilantes. Aproveite esta oportunidade e faça uma checagem básica de sua saúde. Como os médicos sempre dizem, prevenir é o melhor remédio.

PARABÉNS PELO DIA DO VIGILANTE, É UMA DATA PARA SE LEMBRAR E RECONHECER A IMPORTÂNCIA DESSA CATEGORIA PARA A SOCIEDADE. ABRAÇOS DA DIRETORIA.

 

Gocil tem até amanhã (3ª f.) para pagar VAs e VTs atrasados aos vigilantes da Copa América

Dias e Elisa foram à Arena do Grêmio, onde acontecem os jogos

Dias e Elisa foram à Arena do Grêmio, onde acontecem os jogos



O Sindivigilantes do Sul vai aguardar até amanhã, terça-feira (18), para que a Gocil Segurança e Serviços pague o Vale Alimentação e Vale Transporte dos vigilantes que foram contratados para trabalhar na Copa América, em Porto Alegre, e ainda não receberam esses valores. Caso isso não ocorra, o sindicato tomará providências a fim de cobrar o dinheiro que é dos trabalhadores.

Na tarde desta segunda-feira (17), o presidente Loreni Dias e a diretora Elisa Araújo estiveram num dos hotéis onde se hospedam as seleções e na Arena do Grêmio, onde acontecem os jogos, e confirmaram que muitos vigilantes estão tirando dinheiro do próprio bolso, desde o início do mês, para se deslocar até o trabalho e custear sua alimentação.

Além disso, domingo (16), os vigilantes que se encontravam em serviço no Novotel, onde se hospedou o time da Venezuela, tiveram que sair do prédio e ficaram todos na rua, ao relento, no início da tarde, até serem dispensados para ir embora.

Ontem mesmo o presidente Dias telefonou ao responsável da Polícia Federal pela segurança nos jogos, junto à Conmebol, e denunciou esta situação. Hoje, falou com a supervisora, Eliane, e com o inspetor da empresa na Arena cobrando explicações.

Segundo a Gocil, o que aconteceu no hotel foi um mal-entendido. Os vigilantes deveriam deixar livre um dos andares, que está sendo reformado para receber uma das seleções, mas “por uma falha de comunicação”, segundo a empresa, alguém entendeu que todos deveriam sair do prédio.

Quanto ao VA e VT, não informaram exatamente quantos receberam e quantos estão em atraso. Em todo caso, foi dito que a empresa está providenciando o pagamento para amanhã. O sindicato vai aguardar, esperando que isso aconteça, mas pronto para tomar outras atitudes se for preciso.

A primeira partida pela Copa América na capital gaúcha foi sábado, entre Peru e Venezuela, e a próxima é quinta-feira (20), entre as equipes do Uruguai e Japão. O jogo seguinte é domingo (23), entre Catar e Argentina.

FISCALIZAÇÃO DO SINDICATO ENCONTRA DIVERSAS IRREGULARIDADES EM POSTOS DE CAMAQUÃ

Presidente Dias e diretora Elisa, no IFSUL

Presidente Dias e diretora Elisa, no IFSUL



Em visita a Camaquã, atendendo a denúncias anônimas, a fiscalização do Sindivigilantes do Sul confirmou diversas irregularidades, nesta quarta-feira. O presidente, Loreni Dias, e a diretora Elisa Araújo encontraram problemas principalmente na empresa MW Segurança, que atende o posto do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSUL).

A empresa está descontando no contracheque dos trabalhadores, irregularmente, um valor correspondente ao pagamento de um “seguro mensal”, que é uma obrigação da própria empresa. Além disso, não estão pagando a troca de uniforme e nem o intervalo de uma hora, os vigilantes estão recebendo apenas 30 minutos, sendo que trabalham sozinhos, sem rendição, e fazem suas refeições no próprio posto.

Também está fazendo um desconto indevido sobre o contrato de 220 horas, alegando que a escala 12 x 36 não completa a carga horária mensal prevista. No entanto, o contrato de trabalho prevê o pagamento integral das 220 horas.

Por fim, o presidente e a diretora tomaram conhecimento que a MW estaria pressionando seus trabalhadores para que não se associem no sindicato. Inclusive, há uma publicação antissindical na página da empresa no Faceook.

Como a MW já foi notificada diversas vezes, por denúncias parecidas, estas questões serão todas encaminhadas à Assessoria Jurídica, para análise e providências junto à Justiça do Trabalho. “Já estamos atuando para corrigir essas irregularidades, eles são reincidentes, por isso vão receber uma atenção especial da nossa Assessoria Jurídica”.

Outras irregularidades

Camil – Na Camil Alimentos, também em Camaquã, posto da Rudder, trabalha um vigilante por turno, realizando tarefas além das suas funções, como controlar a entrada e saída de caminhões e conferir planilhas.

Os trabalhadores ainda cumprem várias escalas, como 5 x 1 das 06h às 13h e das 15h às 19h, 4 x 2 das 13 às 15 e das 17h até meia-noite e 6 x 1 da meia-noite às seis da manhã.

 

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Santander – No Santander, atendido pela Epavi, trabalham apenas dois vigilantes que são obrigados a fazer almoço às 09h ou após 16h. O presidente Dias teve uma forte discussão com o gerente da agência, que não vê problema nenhum nisso, embora a convenção coletiva de trabalho estipule claramente o intervalo de almoço entre 10h e 15h.

Sem contar que, como são apenas dois vigilantes, nenhum pode se afastar do posto sequer para ir ao banheiro, já que a legislação determina um mínimo de dois presentes nas agências o tempo todo.

Corsan – Neste posto da Seltec os vigilantes não têm guaritas, ficam ao relento.

Banrisul – Os vigilantes da Mobra no banco ainda não receberam o retroativo, valores que ficaram para trás, da convenção coletiva, que tem data-base em 1º de fevereiro.

Com exceção da MW, que terá sua situação encaminhada diretamente para a Assessoria Jurídica, nos demais casos o sindicato vai fazer contato com a direção das empresas, buscando resolver os problemas mais rapidamente. Se isso não for possível, outras providências serão tomadas, disse o presidente.

Foto: Presidente Dias e Elisa no IFSUL

Greve Geral vai parar tudo no Rio Grande Sul nesta sexta-feira (14)

Centrais e movimentos sociais realizaram plenária de mobilização

Centrais e movimentos sociais realizaram plenária de mobilização



A unidade e mobilização das centrais sindicais e dos movimentos sociais irão parar o Rio Grande do Sul na greve geral de sexta-feira (14) contra a reforma da Previdência, em defesa da educação e contra o desemprego. Esse foi o sentimento dos participantes da plenária estadual, realizada no início da noite de segunda-feira (10), no auditório lotado do SindBancários, no centro de Porto Alegre.

Estiveram presentes dirigentes da CUT, CTB, UGT, CSB, Intersindical, CSP-Conlutas e CGTB. Também compareceram movimentos como MST, Marcha Mundial de Mulheres e Pastorais Sociais da CNBB, e organizações da juventude, como UNE, UEE, UJS, Umespa, Levante Popular da Juventude e coletivos de jovens do PT e PSol, dentre outras.

O presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, destacou o crescimento da mobilização no Estado nas últimas semanas. Vários sindicatos fizeram ou estão fazendo assembleias de trabalhadores para aprovar a adesão ao movimento. “Ninguém vai segurar os trabalhadores que estão decidindo parar para evitar o fim da aposentadoria, defender a educação e exigir geração de empregos”, afirmou.

Nespolo ressaltou a disposição de luta dos trabalhadores do setor de transporte. “Não somente irão parar os metroviários do Tensurb, mas também os rodoviários, que estão se manifestando favoráveis à greve geral, sobretudo depois das panfletagens das centrais que alertaram a categoria para “o fim da linha da aposentadoria especial, caso seja aprovada a reforma do governo Bolsonaro no Congresso”.

Os estudantes garantiram que estarão, desde a madrugada do dia 14, lado a lado com a classe trabalhadora na greve geral. Eles foram protagonistas ao tomarem duas vezes as ruas em maio. No dia 15, os jovens apoiaram a greve nacional da educação, marcada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que parou o Brasil.

Dia 30, a juventude voltou a se manifestar após a convocação da União Nacional dos Estudantes (UNE), apoiada pelas centrais sindicais, contra os cortes de verbas para escolas, universidades e institutos federais.

Ato na Esquina Democrática

O presidente da CUT-RS anunciou que, no final da tarde do dia da greve geral, as centrais realizarão um ato, às 18h, na Esquina Democrática, com concentração a partir das 17h. O objetivo é potencializar o movimento de unidade das centrais e organizações sociais, na luta contra os retrocessos do governo Bolsonaro.

Fonte: CUT-RS

 

FAÇA SUA DOAÇÃO PARA A CAMPANHA DO AGASALHO 2019

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Continuamos com a Campanha do Agasalho 2019, que visa recolher roupas, agasalhos, cobertores e calçados para pessoas carentes. As doações podem ser entregues no próprio sindicato, na sede, ou para um dos nossos diretores ou diretoras nos postos de trabalho.

Nos últimos anos o sindicato tem feito essa coleta, com muito apoio dos vigilantes e grande quantidade de doações. Esperamos que neste ano a campanha seja um sucesso novamente, contamos com a colaboração de todos e todas.

Faça sua doação. Há muitas pessoas precisando dessa ajuda para passar o inverno.

QUE TAL VOLTAR A ESTUDAR? AGORA TEMOS CONVÊNIO COM A UNIVERSIDAD ESTÁCIO DE SÁ

Presidente Dias, Rodrigo Casagrande, diretores Aguiar e Rosane

Presidente Dias, Rodrigo Casagrande, diretores Aguiar e Rosane



Voltar a estudar e cursar uma faculdade ficou mais fácil para os associados do Sindivigilantes do Sul. O sindicato firmou, esta semana, um novo convênio com a Universidade Estácio de Sá, uma das mais renomadas instituições privadas de ensino do País. Para os cursos de graduação, pós-graduação e MBA, o acordo prevê descontos de 40% nas mensalidades durante todo o curso, além do vestibular gratuito e matrículas sem custo nenhum.

A universidade oferece também financiamento próprio para os cursos. Enquanto o Prouni e o Fies, do Governo Federal, exigem consulta ao Serasa e fiador, o PAR – Parcelamento Estácio sem juros – não tem nenhuma dessas exigências e financia 70% do valor de cada curso.

Então, se uma faculdade tem 4 anos, ele pode ser pago em 8 anos, se tem 5, em 10, informa Rodrigo Casagrande, responsável pelos convênios da instituição. Ele foi recebido no sindicato pelo presidente, Loreni Dias, o diretor Luis Henrique Aguiar e a diretora Rosane Schmidt.

Há cursos a partir de R$ 125,00 mensais. Ciências Contábeis, por exemplo, custa R$ 642,71 mensais, mas pelo nosso convênio o valor fica em R$ 285 mensais e ainda pode ser financiado pelo PAR (70%). Quem faz a transferência de outras instituições para a Estácio ganha um desconto maior ainda, de 55%. . Todos os diplomas são reconhecidos pelo MEC, acrescentou.

Para conferir cursos e valores, clique aqui e veja na tabela. Os preços do convênio estão na faixa laranja.

48 anos de fundação

Com sede em São Paulo, a Estácio tem 48 anos de fundação, com 90 unidades, em 26 estados e o Distrito Federal. Apresenta 44 cursos com as melhores notas em seus estados, 184 cursos com as notas 4 e 5 – notas máxima de avaliação do Inep/MEC.

No RS, ela está presente em 25 municípios, incluindo a capital. Apenas em Porto Alegre são oferecidos mais de 70 cursos, nas modalidades presencial, Ensino à Distância (EAD ) e Flex (semi-presencial). Sua sede está localizada na Rua Marechal Floriano, 626, no Centro Histórico da capital.

Casagrande ressalta que o corpo docente é muito qualificado e o material didático gratuito e atualizado. E tem também a Estácio Carreiras, uma facilidade oferecida pela universidade, que recebe informações de vagas de muitas empresas e tem uma ferramenta no seu site para os alunos encaminharem os seus currículos para emprego

Como usar o convênio:

  • O associado, primeiro, precisa se inscrever na universidade. Para isso tem duas opções. A primeira é pelo link: http://inscricoes.estacio.br/parceiro . Vai aparecer uma opção “Parceiro”, no espaço em branco abaixo digitar o código: 18713.
  • A outra opção de inscrição é diretamente com o responsável pelo convênio na Estácio, Rodrigo Casagrande, pelo WhatsApp: (51) 985-101-522.
  • Inscrição pelo site ou call center invalida a condição do desconto do convênio.
  • Depois de feita a inscrição, venha ao sindicato pegar a autorização e encaminhamento para o desconto no valor das mensalidades.
  • O convênio é válido também para cônjuges e dependentes.
  • Para mais esclarecimentos, falar com o contato na universidade, pelo WhatsApp acima.

EM APOIO À GREVE GERAL, DIA 14 NÃO HAVERÁ EXPEDIENTE NO SINDICATO

Diretora Elisa Araújo, divulgando a greve em Tramandaí

Diretora Elisa Araújo, divulgando a greve em Tramandaí



O Sindivigilantes do Sul está comprometido com a mobilização para a greve geral do dia 14 de junho e está fazendo a divulgação, com o carro de som, da paralisação que promete parar o Brasil contra a reforma da Previdência. Neste sentido, o presidente Loreni Dias avisa que não haverá expediente no sindicato no dia da greve, sexta-feira da próxima semana.

“No dia 14, todos os trabalhadores e trabalhadoras devem apoiar a greve, principalmente os vigilantes, porque essa reforma do governo não combate os privilégios, como prometeram, ela acaba, isto sim, com a aposentadoria especial da nossa categoria, torna muito mais difícil a aposentadoria de todo mundo e vai jogar os aposentados na miséria”, afirmou Dias.

Nesta segunda-feira (03), aconteceu uma audiência pública da Comissão Especial da Reforma da Previdência da Câmara dos Deputados, na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. O curioso é que não apareceu ninguém para defender a proposta do governo.  Foi um festival de críticas de deputados e dirigentes sindicais às mudanças que Bolsonaro quer implementar.

O presidente da Comissão Especial, deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM), chegou a perguntar se alguém queria defender a reforma, mas ninguém se apresentou> Ninguém teve coragem de defender algo tão absurdo e prejudicial ao povo brasileiro.

Já o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, disse que a audiência fortaleceu a luta contra a reforma e a preparação da greve geral.  “Temos que parar tudo no dia 14 de junho para derrotar essa proposta desumana do governo”, afirmou.

CORTES NA EDUCAÇÃO DEVEM AFETAR DIRETAMENTE A SEGURANÇA PRIVADA

Nesta quinta-feira (30), novamente, aconteceram grandes manifestações no País todo contra os cortes, como em São Paulo (foto)

Nesta quinta-feira (30), novamente, aconteceram grandes manifestações no País todo contra os cortes, como em São Paulo (foto)



Por Amaro Pereira da Silva – diretor da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Barueri.

O corte de cerca de 30% nos recursos das universidades federais – anunciado pelo governo nomês de abril – deve impactar diretamente a segurança privada. Isso porque a redução será aplicada em despesas discricionárias, que incluem gastos como contas de água, luz, aquisição de material básico, contratação de terceirizados (segurança,inclusive) e realização de pesquisas.

O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhões. O motivo do corte, segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, é uma tal “balbúrdia” que ocorre nos Campi. Hoje, boa parte da segurança em universidades públicas e privadas é realizada por empresas de segurança. O trabalho dos vigilantes inclui a identificação e análise de riscos de segurança e definição de diretrizes para ação e prevenção.

O vigilante planeja, opera e controla tudo o que se relaciona à proteção da instituição e dos indivíduos. O corte na educação deve implicar na demissão de centenas de vigilantes que atuam nas unidades de ensino e no fechamento de postos de trabalho. Ainda não há dados oficiais. Mas o prejuízo não deve ser pequeno.

Lição a ser aprendida

No dia 13 de março deste ano Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, ambos ex-alunos da Escola Estadual Professor Raul Brasil, no município de Suzano, entraram na escola e mataram cinco estudantes e duas funcionárias. Após o massacre, um dos atiradores matou o comparsa e em seguida cometeu suicídio.

A tragédia reacendeu o debate sobre a importância de haver mais segurança em escolas e universidades para proteger nossas crianças, adolescentes, jovens e professores.

Se houvesse vigilantes na Escola Professor Raul Brasil talvez o resultado fosse diferente.  Entretanto, mesmo diante de um incidente tão grave como o de Suzano parece que não aprendemos a lição. Justamente no momento em que se deveria aumentar o investimento
na educação e priorizar a segurança, o governo fala em fazer cortes.

A escolha por esse caminho se mostra muito ruim. E se o caminho é ruim o resultado não tem como ser bom. Ou cuidamos do que realmente importa ou estaremos fadados a sucessivos fracassos e tragédias.

Fonte: CNTV

 

WHATSAPP DO ESCRITÓRIO DA ASSESSORIA JURÍDICA PARA INFORMAÇÕES

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Além de vir na sede ou ligar para o sindicato a fim de saber informações sobre os seus processos, os vigilantes agora podem também fazer contato via WhatsApp com o escritório Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados Associados, responsável pela assessoria jurídica do Sindivigilantes do Sul.

É muito importante enviar por escrito (evite áudio) o nome completo, com a grafia correta, o número do CPF e, se tiver, o número do processo, bem como a empresa e o posto onde presta ou prestava o serviço. Mande mensagem para (51) 9-9581-5548 e peça sua informação.

NOTA DE FALECIMENTO

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Profundamente chocada, a direção do Sindivigilantes do Sul lamenta a morte violenta da vigilante Letícia Rosa dos Santos, de 30 anos, quarta-feira, em Gravataí, onde residia. Ela foi encontrada morta, com golpes de faca no pescoço, em mais um caso de feminicídio, conforme tudo indica. O ex-marido está sendo procurado, como principal suspeito do crime, dizem as notícias da imprensa. Letícia trabalhava na empresa Lince, no posto do Dmae, era muito estimada por todos (as) e deixa três filhos, de 5, 9 e 11 anos, que não estavam em casa no momento da ocorrência. É revoltante que casos assim ainda aconteçam nos dias de hoje, vitimando uma jovem trabalhadora, que apenas queria viver em paz, trabalhar e educar seus filhos. Infelizmente, a violência contra as mulheres ainda é uma realidade no nosso meio, por isso, nunca é demais falar desse assunto e enfrentar essa situação, a sociedade precisa reagir contra isso. O sindicato espera que o crime seja apurado o mais rapidamente possível. Ao mesmo tempo, todos nós da diretoria nos solidarizamos com a família, seus amigos, amigas, e colegas. Recebam os nossos mais sinceros sentimentos e o nosso abraço de conforto e apoio. Justiça para Letícia!