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COMPARECER URGENTE NO SINDICATO

Atenção 1



Os vigilantes abaixo precisam comparecer URGENTE no Sindivigilantes do Sul e procurar o Departamento Jurídico para tratar de assunto do seu interesse, relacionado ao posto da CTTE na Tegma Logística de Gravataí. Ano passado, o sindicato moveu ação coletiva pedindo o bloqueio das faturas da empresa, visando o pagamento dos salários atrasados, vale-alimentação e vale-transporte, além da liberação do Fundo de Garantia e encaminhamento para o seguro desemprego, uma vez que os trabalhadores foram dispensados pela empresa. Os demais vigilantes beneficiados já compareceram e receberam o que tinham direito.

* Elizandro Moralles Saraiva

* Elizete Reus Lopes

* Emerson San Martin Gonçalves

* José Francisco Mattos da Silva

* Luis Ricardo Santos Monteiro

* Marcelo Tavares da Silva

* Sandro Dias dos Santos

VITÓRIA! JUSTIÇA DERRUBA 4 X 1 DA SELTEC NA CEF, TRENSURB, CLARO E SEC. DA SAÚDE

Jornada de Trabalho site



Tivemos uma vitória importantíssima para os vigilantes, na manhã desta quarta-feira (26). Numa audiência que durou quase três horas, na 5ª Vara do Trabalho, a juiza Mariana Piccoli Lerina determinou o fim da escala 4 x 1 que a Seltec Vigilância Especializada implementou, há cerca de dois anos, nos postos da Caixa Econômica Federal, Lojas Claro, Secretaria Municipal da Saúde e Trensurb.

Na mesma sentença, a juíza estipulou que a empresa tem até o dia 16 de novembro para retomar a escala 12 x 36, praticada anteriormente. Isso vale para TODOS os vigilantes desses postos, os que tiveram a sua escala alterada e também os que foram contratados após a implementação da 4 x 1.

A sentença também proíbe a troca de vigilantes do posto “por ato discricionário ou assédio moral”, para que não haja retaliação contra os trabalhadores.

“Que isto sirva de exemplo para as outras empresas, porque mesmo com as dificuldades que estamos passando, sofrendo pressão das empresas, mesmo elas tirando recursos do sindicato, nós não vamos deixar de lutar e fazer tudo que for preciso para defender nossa categoria”, afirmou o presidente Loreni Dias.

Pagamento de multa

Além disso, os vigilantes dos postos que foram multados pela Justiça, CEF e Lojas Claro, vão receber vão receber o repasse do valor dessa multa que foi aplicada à Seltec. Ela foi punida porque descumpriu descumpriu uma tutela antecipada que determinava a volta imediata da 12 x 36, a partir de abril deste ano.

O pagamento será feito aos vigilantes desses dois postos pelo sindicato, tão logo a empresa apresente a lista dos trabalhadores da Caixa e Claro, para dividir o valor que soma R$ 159.551,67 entre eles.

Ou seja, além de reconquistar a 12 x 36, o sindicato conseguiu para estes vigilantes ainda um valor como indenização pelo período a mais em que foram obrigados a trabalhar na outra escala.

O posto da Secretaria da Saúde não foi multado porque lá não aconteceu descumprimento de decisão da Justiça e no caso do Trensurb não foi concedida a antecipação de tutela, por isso não haverá pagamento de multa para quem trabalha nestes postos. Mas terão de volta a escala 12 x 36, como tanto queriam.

Uma grande vitória

“Foi uma grande vitória para categoria e uma demonstração do sindicato de que nunca houve 4 x 1 em convenção da categoria, tanto que tivemos essa vitória”, disse o advogado Maurício Vieira da Silva, da assessoria jurídica do sindicato. Ele e o vice-presidente, Luiz Paulo Motta representaram o Sindivigilantes do Sul na audiência.

Maurício reforçou que a escala 12 x 36 é muito mais benéfica para o trabalhador, que assim pode ter sua vida melhor organizada e possibilita ainda ter outras atividades econômicas.

“Demorou quase dois anos, mas hoje prevaleceu a justiça, dando ganho de causa à categoria”, disse o vice-presidente, Luiz Paulo Motta. “Mais uma vez o nosso Departamento Jurídico mostrou que tem muita competência, ganhando uma causa muito importante para nossa categoria, parabéns ao dr. Maurício e seus colegas do escritório (Young, Dias, Lauxen & Lima)”, completou Motta.

Vale registrar que dois vigilantes da Seltec acompanharam a audiência e puderam comprovar a brilhante defesa que o dr. Maurício fez da categoria.

Somente na Caixa Econômica Federal são cerca de 120 vigilantes beneficiados, mais cerca de 60 na Trensurb. Não temos estimativa do número total de vigilantes da Claro, apenas dos sócios.

Sócios e não sócios foram beneficiados

Esta é mais ação do sindicato que beneficia sócios e não sócios, inclusive aqueles que dizem que o sindicato não serve para nada e retiraram a cota. E agora, o que vão dizer?

Veja no link a ata da audiência. Clique aqui.

PARABÉNS AOS NOSSOS ADVOGADOS, PARABÉNS DIRETORIA, PARABÉNS VIGILANTES DA SELTEC, QUE NÃO ENTREGARAM OS PONTOS E ACREDITARAM NA VITÓRIA.

O RESULTADO ÀS VEZES É DEMORADO, MAS VALE A PENA RESISTIR, LUTAR E ACREDITAR NO SEU SINDICATO!

ASSEMBLEIAS DE PORTO ALEGRE CONFIRMAM O “NÃO” AOS PATRÕES

Decisão foi unânime também à noite

Decisão foi unânime também à noite



À noite e pela manhã o resultado foi o mesmo nas assembleias realizadas quinta-feira (08), na capital, para avaliar a proposta patronal de 2,81% de reajuste e R$ 19,23 no vale-refeição, além das cláusulas sociais. Por unanimidade, a categoria disse NÃO e decidiu continuar lutando para conquistar uma pauta melhor na negociação com as empresas.

Em São Jerônimo e Camaquã os vigilantes já tinham tomado a mesma decisão, de recusar a proposta, faltando apenas se realizar as assembleias de São Luiz Gonzaga, nesta sexta-feira (09), e Santo Ângelo amanhã (10). Semana que vem deve acontecer nova reunião na entidade patronal, adiantou o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias.

“A proposta não é boa, é ruim, temos que melhorar essa proposta, o vale-alimentação não vale nem o preço de um cacetinho e não podemos ser ingênuos de aceitar o que a patronal quer”, disse o presidente. Ele acrescentou que estão juntos nessa negociação com o Sindivigilantes do Sul os sindicatos de São Leopoldo, Lajeado e Pelotas. Também informou que os sindicatos de Santa Cruz do Sul e Santa Maria já fecharam acordo com os patrões, mas ainda não se sabe os detalhes da proposta que eles aceitaram.

Assembleia 2 08032018 N (1)

O advogado Arthur Dias Filho, da assessoria jurídica do sindicato, ressaltou que “estamos vivendo uma nova era no país, porque desde o dia 11 de novembro está em vigor uma nova CLT”, que foi implementada pela reforma trabalhista. Ela complica muito a vida dos trabalhadores porque retira uma série de direitos, como a hora extra a partir das 5 horas na 12×36, o pagamento do feriado em dobro, admite o contrato parcial, o contrato intermitente, enfim, permite quase tudo.

Ele pediu que todos procurem conhecer a nova CLT. “Precisamos ter clareza do momento que vivemos no país, este é o momento de união da categoria, de deixar as divergências de lado, focando no que realmente é preciso”, completou o advogado.

Estava o presente na assembleia o presidente da central Conlutas, Érico Corrêa, que reforçou que os vigilantes precisam deixar as disputas políticas de lado e se concentrar na mobilização da campanha salarial: “Agora é hora de enfrentar o patrão, o nosso inimigo é o patrão e o governo, que querem achatar nossos salários e tirar os nossos direitos”, afirmou.

Todos que se manifestaram na sequência falaram no mesmo sentido, de que é preciso consciência e união da categoria. “O que o patrão está nos oferecendo é uma vergonha, não tem aumento com esse índice, somos chefes de família, vamos lutar por um salário melhor e um futuro melhor para nossos fihos”, conclamou um dos participantes da assembleia.

Assembleia 2 08032018 N (3)

Também foi bastante destacado que é preciso priorizar a manutenção das conquistas das convenções coletivas anteriores, evitando-se as perdas decorrentes da reforma trabalhista, mais até que o reajuste.

Antes da votação que rejeitou a proposta patronal, foram escolhidos quatro representantes da base, três titulares e um suplentes, que vão acompanhar a negociação do sindicato com a patronal, juntamente com outros três, escolhidos pela manhã. São eles: Sebastião Resoli dos Santos, André Machado, Deiwide Ramos, Sandro Carey, José Carlos Foleto, Carlos Alexandre Vargas de Andrades e Marco Couto.

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Vigilantes da Líder não recebem décimo terceiro, recebem ameaças

 

Panfletos denunciando a situação foram distribuídos na entrada do prédio

Panfletos denunciando a situação foram distribuídos na entrada do prédio da Receita Federal

Dirigentes do sindicato realizaram uma panfleteação, no início da tarde de hoje (20), no prédio da Receita Federal contra ameaças da empresa Líder aos vigilantes do posto. Os trabalhadores ficaram sabendo que a empresa não faria o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário nesta quarta-feira (20), como estava previsto.

Ao tomar conhecimento disso, o sindicato decidiu organizar um protesto e preparar uma paralisação no local de trabalho para amanhã (quinta-feira), se for preciso. A empresa, em vez de garantir o pagamento, enviou recados ameaçando os vigilantes com represálias e demissões.

Não é a primeira vez que a Líder atrasa os vencimentos de seus trabalhadores. “O sindicato repudia essa atitude da empresa e, mais que isso, se os vigilantes não receberem vão acontecer protestos e a paralisação no posto, amanhã”, avisou Marlon Costa, diretor do sindicato.

“ESTAMOS EXERCENDO NOSSO DIREITO, SÓ QUEREMOS O QUE É NOSSO. PAGUEM O QUE DEVEM. NINGUÉM VAI NOS INTIMIDAR!”, afirma o panfleto distribuído pela direção na entrada da Receita Federal, aos clientes e funcionários da instituição.

Após a panfleteação, um dos diretores recebeu a ligação de um representante da Líder que garantiu que as ameaças não partiram da empresa. Mas disse que os vigilantes que paralisarem as atividades serão transferidos de posto. Por volta de 16 horas, fomos informados que outros postos da Líder também não receberam. Como sempre, o sindicato fará tudo que for preciso para assegurar os direitos dos trabalhadores.

VAN HATTEM IMPEDE VOTAÇÃO DE PROJETOS DOS VIGILANTES QUE SERIAM APROVADOS HOJE

Deputado do PP, à direita, ainda provocou diretores e apoios do sindicato

Deputado do PP, à direita, ainda provocou diretores e apoios do sindicato que acompanharam a sessão

A sessão desta quinta-feira (26) da Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa teve quórum (número mínimo de deputados) e havia o número suficiente de votos para serem aprovados dois projetos de lei de interesse dos vigilantes em pauta. Mas o deputado Marcel Van Hattem (PP) pediu vistas dos dois PLs e com isso impediu a votação.

O PL 96/2015, mais conhecido como projeto anticalote, e o PL 213/2016, que trata das mulheres vigilantes, são de autoria do deputado Adão Villaverde. O primeiro garante o pagamento dos direitos dos trabalhadores terceirizados pelo Estado, inclusive vigilantes, em caso de falência ou desaparecimento da empresa contratada.

Já o segundo assegura a cota de 20% das vagas para mulheres vigilantes, no mínimo, nas contratações do poder público estadual.

Provocação à direção e apoios

Van Hatten chegou na última hora, mal sentou na cadeira e pediu vistas dos dois projetos. Quando saiu, escoltado por seguranças, fez ar de deboche e provocou os vigilantes. Recebeu vaias, ouviu o que merecia, e passou a fotografar os diretores e apoios do sindicato que estavam acompanhando a sessão.

“Me bate, me bate”, disse, provocando. “Não somos burras”, respondeu uma diretora. Este é o mesmo deputado que, numa sessão anterior, chamou os vigilantes de “burgueses” e “fascistas”, em plena sessão da comissão. Com os pedidos de vistas dele, só restam mais uma ou duas sessões neste ano para os projetos serem votados, por causa dos próximos feriados.

Orientação do governo do Estado

Ele costuma ser assim, agressivo e provocador, mas cercado de seguranças, com outras categorias e até com outros deputados. Porém, também segue a orientação do governo do Estado, que é contra o projeto anticalote e instruiu os parlamentares da sua base a impedir que seja aprovado.

“Ele demonstrou sua antipatia com a nossa categoria, pediu vistas dos dois projetos e saiu fazendo deboche para nós”, criticou o diretor Marlon Costa. “Ele está fazendo o que o governo quer, esquecendo os trabalhadores e, mais uma vez, apoiando os patrões, e ainda se mostrou desrespeitoso com a nossa categoria, outra vez”, completou Ana Carla Silva, conselheira fiscal.

Único contrário

Dos deputados que compareceram à sessão desta quinta-feira, apenas Van Hattem seria voto contrário aos projetos, caso tivessem sido votados.

Além dele, estavam presentes Catarina Paladini (PSB), Ronaldo Santini (PTB), Valdeci Oliveira (PT), Nelsinho Metalúrgico (PT), Bombeiro Bianchini, Juliano Roso (PC do B), Juliana Brizola (PDT) e Altemir Tortelli (PT), suplente, que estava substituindo a deputada Estela Farias (PT), todos favoráveis.

Ufrgs consulta o Sindivigilantes para qualificação do serviço

Vigilância da universidade é feita pela Lince, atualmente

Vigilância da universidade é feita pela Lince, atualmente

A diretora da Divisão de Contratação de Serviços Terceirizados da Ufrgs, Alice Schäffer da Rosa, convidou o sindicato a participar do grupo de estudos que visa qualificar o serviço de vigilância da universidade. Existe a possibilidade de uma licitação no próximo ano, a ser confirmada, após o vencimento do contrato atual. A instituição está preocupada em garantir a qualidade do serviço, conforme a legislação da segurança privada. Também pretende evitar futuros problemas com processos trabalhistas. Estão participando da discussão o diretor Leandro Benini, segundo secretário de Assuntos Jurídicos, e a conselheira Ana Carla Silva, suplente do Conselho Fiscal. Poderão ser criadas novas vagas para a categoria, caso venha ocorrer essa licitação, adiantou Benini. A vigilância na universidade é feita pela empresa Lince, atualmente.

(Texto modificado às 09:31 de 06/07 para correção)