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VIVA A CNTV, VIDA LONGA À CNTV

Confederação Nacional dos Vigilantes está completando 28

Confederação Nacional dos Vigilantes está completando 28



É com grande alegria que nos somamos a todas as homenagens à CNTV pela passagem dos seus 28 anos de existência, sempre à frente das lutas pela dignidade e a valorização da profissão dos vigilantes e solidária, atuante, com as mobilizações dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil por justiça, igualdade, respeito à vida e aos direitos humanos.

Tenho orgulho de ter acompanhado essa trajetória da CNTV desde os seus primeiros tempos, e posso dizer com segurança que a existência da nossa categoria profissional se divide em antes e depois da CNTV.

A partir do momento que ela surge, mudam de patamar a qualidade das nossas lutas, com muitas conquistas importantes, e a consciência de classe dos (as) vigilantes de todo o país. Por isso é com grande carinho e admiração, em nome da diretoria, funcionários (as) do Sindivigilantes do Sul, que cumprimentamos o companheiro José Boaventura, deputado Chico Vigilante, demais dirigentes, funcionárias e funcionárias e todos que engrandecem a nossa entidade representativa nacional.

Parabéns, um grande abraço, vida longa e muito sucesso para a CNTV, que caminhe e faça história cada vez mais forte e combativa.

Loreni dos Santos Dias – Presidente
Sindivigilantes do Sul – 23/11/2020

Dias participa da 15ª Conferência Nacional dos Vigilantes, em Alagoas

Dias já registrou boletim de ocorrência na polícia

Dias já registrou boletim de ocorrência na polícia



O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, está na capital de Alagoas, Maceió, onde participa hoje (29) e amanhã da 15ª Conferência Nacional dos Vigilantes. O evento acontece num momento crucial para a categoria, com vários temas na pauta de discussões que dizem respeito aos direitos dos profissionais da segurança privada.

A começar pela aposentadoria especial, lembrou Dias, que tem a sua regulamentação, o Projeto de Lei Complementar Nº 245, do senador Eduardo Braga (MDB), à espera de votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.

Na reforma da Previdência, a aposentadoria por periculosidade quase foi proibida totalmente, mas um destaque do senador Paulo Paim (PT) manteve viva essa possibilidade. Porém, ela precisa ser regulamentada por uma lei que defina os critérios para o recebimento do benefício.

O texto já recebeu 21 emendas dos senadores e não tem data definida para sua votação, mas espera-se que seja votado ainda neste ano.

Dias apontou ainda mais duas discussões importantes que devem acontecer na conferência: a reforma trabalhista e a Medida Provisória 905, de Bolsonaro, que trouxeram grandes prejuízos aos trabalhadores.

“Só a categoria mobilizada pode enfrentar tantas perdas de direitos, agora todos estão vendo o desastre que são essa reformas, que enche de privilégios os empresários, com redução de encargos e salários, enquanto até os trabalhadores desempregados vão ter que pagar imposto do seguro desemprego, de agora em diante”, afirmou Dias.

Ele alertou que, em dezembro, começa a campanha salarial no Rio Grande do Sul visando a negociação da Convenção Coletiva de Trabalho de 2020 dos vigilantes, que têm data-base em 1º de fevereiro.

“Vai ser o momento dos vigilantes mostrarem que estão inconformados com essas perdas e que não vão aceitar mais nenhum recuo nos seus direitos”, completou o presidente.

A Conferência, promovida pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e o Sindicato dos Vigilantes de Alagoas, prossegue durante todo o dia de hoje e termina sábado (30).

PODEM COMEMORAR VIGILANTES, NOSSA LUTA PELA APOSENTADORIA É VITORIOSA!

Assembleias do interior vão continuar acontecendo, afirma Dias

Assembleias do interior vão continuar acontecendo, afirma Dias



Hoje (23) é o dia de uma grande vitória, pra ficar na história, de quem acreditou e foi à luta para defender o direito dos vigilantes à aposentadoria especial
 
Estava tudo armado pelos senadores do governo para cometerem um verdadeiro crime contra os vigilantes e outras categorias que arriscam suas vidas no trabalho.
 
Mas, diante da pressão dos sindicatos, dos senadores, dos partidos que nos apoiaram, o governo recuou e aceitou fazer um acordo para manter a nossa aposentadoria especial.
 
Com isso, foi aprovado nesta quarta-feira, por unanimidade, o destaque do senador Paulo Paim (PT-RS) que retirou da proposta de reforma da Previdência a proibição da aposentadoria especial para quem trabalha em situação de periculosidade.
 
Na noite anterior, a bancada governista já tinha amarelado e foi adiada a votação do destaque da terça para quarta-feira, pelo medo de perderem a disputa no voto.

Projeto de regulamentação

Pelo acordo firmado, ficou definido que o governo apresentará, em breve, um projeto regulamentando todas as aposentadorias especiais, de uma vez por todas.
 
Vamos ficar de olho nisso também, para que não venha nenhuma maldade embutida contra os trabalhadores nesse projeto.
 
É preciso ainda confirmar como fica o cálculo do benefício. Segundo dizem, as aposentadorias especiais não receberão mais 100% do seu valor a partir da reforma da Previdência. Mas aguarde confirmação.
 
O importante é que uma grande batalha foi vencida. Isso mostra, mais uma vez, a importância da nossa Confederação (CNTV) e dos nossos sindicatos, que nunca desistiram dessa luta.

Senador Paim

Devemos fazer justiça e agradecer o enorme apoio que nós vigilantes tivemos do senador Paulo Paim (PT-RS), enquanto outros, inclusive do Rio Grande do Sul, queriam nos derrotar.
 
Foi ele que apresentou o destaque para salvar a nossa aposentadoria. E foi incansável, com o nosso guerreiro deputado Chico Vigilante (PT-DF), no convencimento dos demais senadores a nosso favor.
 
Nosso muito obrigado aos dois.
 
Também temos que destacar o trabalho do presidente da Confederação (CNTV), José Boaventura, e a sua diretoria. Lutaram bravamente e nunca desistiram, mesmo quando a luta parecia perdida.
 
Parabéns a todos os companheiros e companheiras da CNTV e dos demais sindicatos. Vocês foram gigantes!

Participamos de todos os protestos

De nossa parte, temos orgulho de dizer que não nos omitimos em nenhum momento, mesmo sofrendo ataques e críticas dos pelegos de sempre.
 
Nós do Sindivigilantes do Sul participamos de todos os protestos, de todas as manifestações contra essa famigerada reforma.
 
Fomos a Brasília, fizemos abaixo-assinado e enfrentamos até a polícia na rua para defender o direito dos trabalhadores a uma aposentadoria digna. O dever cumprido, com esse resultado nos deixa felizes.
 
Por outro lado, não podemos deixar de lamentar as terríveis consequências dessa reforma para toda a classe trabalhadora.
 
Vai ficar praticamente impossível o trabalhador comum se aposentar e quem conseguir vai receber valores insuficientes para viver.
 
Estamos vendo no Chile as consequências disso. As aposentadorias miseráveis estão entre as principais causas de todos aqueles protestos no país andino.
 
Ainda teremos muita luta pela frente e nós lutaremos sempre pelos trabalhadores. O seu sindicato não foge à luta, nunca.
 
Parabéns vigilantes, podem comemorar, a sua aposentadoria especial está garantida.
 
Loreni Dias – Presidente
Sindivigilantes do Sul
 
Fontes: com informações do UOL e Correio Braziliense

PRESIDENTE DIAS VISITA GABINETES DE DEPUTADOS (AS) E SENADORES GAÚCHOS EM DEFESA DA APOSENTADORIA ESPECIAL

Documento traz a assinatura de sete presidentes de sindicatos de vigilantes

Documento traz a assinatura de sete presidentes de sindicatos de vigilantes



O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, está em Brasília, onde foi participar de uma reunião da diretoria da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV). Entre os temas em discussão constam a fiscalização dos jogos da Copa América e a reforma da Previdência, entre outros.

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Aproveitando a ida à Capital Federal, ele visitou os gabinetes dos deputados e deputadas federais e também dos senadores gaúchos. Dias entregou um documento endereçado aos parlamentares, assinado por sete sindicatos de vigilantes do Rio Grande do Sul, criticando a reforma da Previdência e defendendo a manutenção da aposentadoria especial dos vigilantes.

“Foi muito importante essa visita aos gabinetes, em diversos deles, inclusive deputados do partido do presidente Bolsonaro, disseram que vai ter muita mudança nesse projeto, que ele pode passar mas com várias modificações e não vai ser votado agora, é para mais adiante”, contou Dias.

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Subscreveram o documento, também, Moisés Machado, presidente do Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região, Marcelo Puccinelli Alves, presidente do Sindicato dos vigilantes de Pelotas, Ramiro Antonio Coin, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Guaíba e Região, Cláudio Fabiane Froz da Silva, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alegrete, Claudiomir dos Santos, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Alto Uruguai e Luis Carlos Correa da Silva, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Uruguaiana.

Aposentadoria Especial

Veja o trecho do documento que fala da aposentadoria especial dos vigilantes:

“A Reforma da Previdência vai afetar a categoria dos vigilantes, principalmente no que diz respeito ao reconhecimento da periculosidade como agente nocivo no critério da aposentadoria especial. A proposta retira o direito à aposentadoria especial dos trabalhadores que estão expostos a periculosidade em suas profissões, como os vigilantes, eletricistas, entre outros, e mantém apenas o reconhecido do direito a aposentadoria especial dos segurados, assim mesmo só para os que estiverem expostos efetivamente em seu ambiente de trabalho à agentes físicos, químicos ou biológicos.”

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A aposentadoria especial do vigilante tem como fundamento, o entendimento de que profissões perigosas permitem ao trabalhador, aposentar-se antecipadamente, com o objetivo de retirar o profissional o quanto antes de uma situação de risco. Contudo, a atual proposta da Reforma da Previdência, retira esse direito.”

“Assim, no caso de aprovação da Reforma da Previdência Social, o vigilante terá que comprovar 25 anos de trabalho completos, ANTES do início da vigência das novas regras da Previdência. Se não conseguir essa comprovação, ficará sem a sua Aposentadoria Especial”, diz o documento.

Segundo os dirigentes dos sindicatos que assinam o manifesto, “sob qualquer ângulo que se olha a reforma, não há como concordar com essa proposta, fazendo-se necessário a posição firme contrária à mesma, tanto nas redes sociais, quanto entre amigos e conhecidos e, se possível, cobrando dos deputados federais e senadores uma postura digna, de maneira a evitar que esta modificação traga ao conjunto dos brasileiros os seus aspectos perversos, desumanos e inconstitucionais, com graves danos para as gerações atuais e futuras.”

CNTV alerta para risco do uso de uniforme fora do expediente

Vigilante com calça do uniforme baleado em uma parada de ônibus

Vigilante com calça do uniforme baleado em uma parada de ônibus



Em decorrência do aumento da violência e do crescente número de assaltos a vigilantes, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) alerta os companheiros sobre o uso do uniforme fora do seu local e horário de trabalho. Lamentavelmente um colega foi vítima, no Ceará, de um assalto em uma parada de ônibus. Ele ainda estava com a calça da farda e, segundo está sendo investigado, esse pode ter sido o motivo para os três tiros disparados contra ele – podem ter pensado que ele estava armado ou ter sido confundido com guarda municipal.

A CNTV lembra que as empresa costumam punir os vigilantes que fazem uso indevido do uniforme e, pior do que isso, o trabalhador se coloca em situações de risco desnecessário. A empregadora do funcionário em questão, por exemplo, aplica suspensão de cinco dias, mas o mais grave é a violência: foram disparados três tiros contra eles, sendo que um deles perfurou o pulmão. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde.

A CNTV lamenta o ocorrido e se coloca à disposição para auxiliar no que for necessário.

Fonte: CNTV

Executiva da CNTV discute Campanha Salarial dos Estados

Situação pós-reforma trabalhista é difícil em todos os estados

Situação pós-reforma trabalhista é difícil em todos os estados



Neste fim de semana, a executiva da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) se reuniu em Brasilia para debater a nova realidade das campanhas salariais da categoria pós-reforma trabalhista.

Os dirigentes apontam que está se aproximando o momento da categoria implantar negociações salariais conjuntas no âmbito nacional.

O diretor da CNTV e deputado Chico Vigilante avalia que as dificuldades enfrentadas pela categoria nas negociações coletivas não se restringem a somente um Estado. Pelo contrário, são enfrentadas pelo país afora.

“Os empresários estão vindo para ferrar conosco. Ou os vigilante se unem, ou vão nos lascar”, avisa.

Para o presidente da CNTV, Boaventura Santos, os trabalhadores brasileiros enfrentam tempos difíceis nas negociações com o empresariado após a reforma trabalhista implantada pelo governo Temer.

“Os patrões não se fixaram somente dentro dos limites estabelecidos pela reforma trabalhista. Eles foram muito além”, avaliou.

Boaventura informou que, na Bahia, já estão na oitava rodada de negociações e que a categoria somente terá um reajuste de 1%. “O objetivo é esmagar a categoria”, disse.

O vice-presidente do Sindesv/DF, Regivaldo Nascimento, aponta que a categoria em Brasília teve que apelar para 13 dias de greve e que a campanha salarial será intermediada pelo Tribunal Regional do Trabalho.

Adriano Linhares, do Sindicato de Petrópolis (RJ) denuncia chantagem por parte dos patrões que condicionam a homologação em troca dos vigilantes parciais.

Amaro Pereira, de Barueri, lamentou que os resultados da negociação da data base de janeiro não foram positivos. “Necessário que permaneçamos na luta para não perder nenhum direito”, disse.

Márcio Figueiredo, do Sindforte (RN), disse que a luta pela preservação dos direitos dos trabalhadores no Estado está intensa com os patrões tentando derrubar a Súmula 444, que se refere aos feriados, e o horário de almoço.

Cláudio Vigilante, do Sindicato dos Vigilantes de Niterói (RJ), referiu que os patrões desejam incluir na Convenção coletiva de trabalho cláusulas da reforma trabalhista. “A convenção coletiva é para garantir direitos e não retirá-los”, cravou.

Cassiano Souza, representante do sindicato do Estado de Pernambuco, conta que as negociações começaram em novembro do ano passado, sempre com os patrões propondo a retirada dos direitos ao invés de avanços.

Para Maura Miranda, da regional de Brazilândia junto ao Sindesv/DF, atesta que em Brasília não é diferente dos outros estados. “Estamos travando uma queda de braço com os patrões”, disse.

Fonte: Ascom Chico Vigilante