Excepcionalmente, nesta quarta-feira, dia 24, o atendimento do Sindivigilantes do Sul será encerrado às 16h, em razão do jogo da Seleção Brasileira.
Quinta-feira o expediente será retomado normalmente.
Agradecemos a compreensão.

Excepcionalmente, nesta quarta-feira, dia 24, o atendimento do Sindivigilantes do Sul será encerrado às 16h, em razão do jogo da Seleção Brasileira.
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O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) disponibiliza à sociedade a página “Cartilha de Direitos e Obrigações no Trabalho”. Um guia on-line e em linguagem simples, com tudo o que a pessoa precisa saber sobre direitos e deveres trabalhistas. Tudo apresentado de maneira objetiva e fácil de navegar.
A cartilha é acessada pelo menu Serviços/Informes do site do TRT-RS.
Para acesso direto, clique aqui. Abre em nova aba.
A página apresenta orientações sobre vínculo de emprego, tipos de contratos, jornada, salário e remuneração, férias, rescisão contratual, direitos da mulher e outros aspectos das relações de trabalho. Também explica como funciona a Justiça do Trabalho e como ajuizar uma ação.
O projeto da cartilha conta com a parceria da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 4ª Região (Amatra IV).
No TRT-RS, a iniciativa é uma realização conjunta da Assessoria de Promoção do Trabalho Decente e dos Direitos Humanos e da Secretaria de Comunicação Social.
Fonte: Secom/TRT-RS

Neste dia especial, saudamos os homens e mulheres que exercem essa profissão tão essencial com coragem, responsabilidade, disciplina e profissionalismo.
Temos orgulho de representar uma categoria que inspira confiança e merece o respeito de toda a sociedade.
Seguiremos sempre firmes na luta por valorização, melhores condições de trabalho e mais direitos para toda a categoria.
Parabéns, guerreiros e guerreiras!
Presidente José Airton e Diretoria
Sindivigilantes do Sul
Juntos somos fortes!

A assessoria jurídica do Sindicato, Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados Associados, informa que os vigilantes relacionados na lista abaixo, representados na ação coletiva contra a Epavi referente às reciclagens, devem encaminhar seus dados bancários ao Sindicato com urgência, preferencialmente uma chave Pix própria ou conta bancária.
Os nomes relacionados correspondem aos chamados casos incontroversos, ou seja, aos trabalhadores(as) em relação aos quais a empresa já reconheceu a existência da dívida e a Justiça do Trabalho determinou o pagamento dos valores devidos.
Assim que os dados bancários forem recebidos, terão início os repasses dos valores para as respectivas contas.
Ligar para: (51) 3225-5070 ou (51) 3024-5114.
Quanto aos demais trabalhadores(as) que não constam na relação, o processo terá continuidade. A assessoria jurídica seguirá buscando, junto à Justiça do Trabalho, a inclusão de todos(as) que entendem ter direito à mesma indenização, como já vem ocorrendo em outros processos.
O trabalho sério e persistente do Sindicato e de sua assessoria jurídica transforma a defesa dos direitos em resultados concretos para a categoria.
Não abra mão de seus direitos. Procure nosso plantão jurídico: segundas, terças e quartas-feiras, das 10 às 14 horas.
LISTA DOS BENEFICIADOS:

(Foto: Freepik)
A Justiça determinou que Osvaldo Cassiano Garcia remova de seus perfis nas redes sociais, no prazo de 24 horas a contar da intimação, as publicações ofensivas ao presidente do Sindivigilantes do Sul, José Airton de Souza Trindade.
A decisão foi proferida pelo juiz de Direito Neider Moreira Reis Junior, da 1ª Vara Cível da Comarca de São Luiz Gonzaga, endereço de domicílio do presidente. Em caso de descumprimento da ordem de retirada, foi fixada multa diária de R$ 100,00, limitada ao período de 30 dias.
A liminar foi concedida parcialmente em ação ajuizada pelo presidente do Sindicato. Segundo o relato apresentado no processo, após a Convenção Coletiva de Trabalho 2026/2027, Osvaldo passou a divulgar em seus perfis e em grupos nas redes sociais postagens com falsas acusações contra José Airton e à atuação do Sindicato.
Na ação, o presidente afirma que as publicações contêm acusações sem fundamento, distorções e manipulação de imagens destinadas a atingir sua honra e sua reputação. São postagens que atribuem a ele supostas perdas de direitos da categoria e traições que não ocorreram, jamais.
Ao analisar os documentos e as capturas de tela anexadas ao processo, o magistrado considerou, em análise preliminar, que estavam presentes a probabilidade do direito alegado e o risco de dano à imagem e à reputação do presidente.
A decisão menciona, entre as publicações examinadas, a acusação de que José Airton teria “aplicado um golpe na categoria”. Conforme o juiz, os elementos de prova apresentados até o momento indicam “ausência de suporte fático” para a acusação.
O magistrado ressaltou que a liberdade de expressão e o direito à crítica são garantidos pela Constituição, inclusive quando a crítica é severa. No entanto, a imputação pública de um fato específico potencialmente ofensivo à honra, acompanhada da identificação nominal e de fotografias da pessoa, pode ultrapassar os limites do direito de manifestação e caracterizar ato ilícito, apontou.
A decisão também destaca que a permanência das publicações em plataformas digitais de ampla circulação amplia os possíveis danos à imagem do presidente. E que a velocidade como as informações se propagam nas redes sociais, especialmente num contexto de mobilização sindical, justifica a intervenção urgente da Justiça.
Além de determinar a retirada das postagens ofensivas, o juiz proibiu Osvaldo de realizar novas publicações com o mesmo conteúdo que vinha divulgando . Para cada nova postagem, foi estabelecida multa de R$ 1.000,00, até que haja nova decisão judicial.
Após o cumprimento da liminar, o processo será encaminhado ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, o CEJUSC, para a realização de audiência de conciliação.
Essa decisão demonstra que ninguém pode fazer a divulgação irresponsável de acusações inverídicas e nem ataques à honra de outras pessoas.
Vigilantes, em ano eleitoral no Sindicato, a categoria deve tomar muito cuidado com boatos e conteúdos manipulados, que visam confundir os trabalhadores e desgastar seus representantes. O Sindivigilantes do Sul continuará defendendo a verdade, a responsabilidade e os interesses da categoria.
A união é nossa força. Juntos somos fortes!
A Direção
Sindivigilantes do Sul
17/06/2026

A empresa Rudder Segurança, do Grupo GPS, foi notificada extrajudicialmente pelo Sindivigilantes do Sul, semana passada, para que regularize o pagamento do prêmio de assiduidade aos vigilantes da empresa que ainda não tiveram o benefício incluído nos seus salários.
Conforme denúncias recebidas pelo Sindicato, ainda há trabalhadores(as) sem receber o prêmio na Maxiforja Componentes Automotivos, Carlos Gomes 222 Opus One e Hilton Porto Alegre, sob a alegação da empresa de que já possuem gratificações equivalentes.
Entretanto, foi verificado que essas gratificações não têm relação com a assiduidade e, por isso, não poderiam substituir o prêmio previsto na Convenção Coletiva de Trabalho para os trabalhadores que não faltaram ao serviço durante o mês.
A notificação reproduz as cláusulas da CCT que regulamentam o prêmio de assiduidade e ressalta que ele “não se confunde com qualquer outro benefício que a empresa já repassava aos trabalhadores”.
“Diante do exposto, exigimos que a empresa proceda com a imediata regularização do pagamento do prêmio de assiduidade a todos os trabalhadores abrangidos pela norma coletiva”, afirma o documento.
A notificação também destaca “a necessidade de correção e quitação dos valores retroativos devidos desde a data-base de 1º de fevereiro de 2026”. Até o momento não houve resposta da empresa.
Toda e qualquer irregularidade nos pagamentos deve ser comunicada ao Sindicato, para que as providências sejam tomadas imediatamente. Caso o problema não seja solucionado, a assessoria jurídica do Sindicato adotará as medidas cabíveis junto à Justiça do Trabalho.

O Sindivigilantes do Sul tem satisfação de anunciar que firmou convênio com o Plano Odontológico Unimed, que conta com uma ampla rede de consultórios credenciados em Porto Alegre, Região Metropolitana e interior. O novo benefício para os sócios e sócias inclui, ainda, serviços de Telemedicina e descontos na rede Droga Raia (veja abaixo).
A Unimed é uma das mais importantes organizações do ramo médico, odontológico e de seguros do país. A credibilidade da marca, muito conhecida por todos, foi decisiva para o sindicato firmar o acordo e facilitar mais esses serviços aos associados(as).
Neste convênio, por uma mensalidade de apenas R$ 35,00 por pessoa o sócio(a) garante o atendimento imediato da família, sem prazo de carência. Não há coparticipação (taxa extra) em nenhuma consulta ou procedimento abrangido pelo benefício.
Têm direito ao Plano Essencial Plus Doc, coberto pelo convênio, todos os dependentes e também agregados:
• Pais;
• Irmãos;
• Tios;
• Sobrinhos;
• Netos;
• Enteados;
• Genros e noras;
• Pais do cônjuge;
• Irmãos do cônjuge;
• Sobrinhos do cônjuge;
• Netos do cônjuge.
Procedimentos
Estão incluídos no plano vários procedimentos, entre eles: consultas de urgência, extrações, restaurações, tratamento de canal, periodontia (tratamento de gengivas), limpeza, próteses básicas, extrações (inclusive dos cisos, no consultório) e diversos outros serviços.
Não estão incluídas a prótese completa, prótese cerâmica, clareamento estético, alinhadores, implantes e aparelho ortodôntico, mas estão disponíveis em outros planos da Unimed, de maior valor, caso haja interesse.
(Verificar a lista completa de procedimentos incluídos e não incluídos, assim como a disponibilidade na sua cidade, ao se cadastrar)
Telemedicina
Esse plano oferece ainda o atendimento de Telemedicina (online) para consultas nas especialidades de Clínica Geral e Pediatria, sem nenhuma taxa extra.
Inclui a consulta, orientações, receitas e encaminhamentos, 24 horas por dia. O serviço também conta com ampla rede de atendimento na capital e interior.
Descontos na Droga Raia
Outra vantagem é a parceria com a Droga Raia, a maior rede de farmácias do país, presente em mais de 100 municípios do Rio Grande do Sul.
Pelo convênio, serão oferecidos descontos de 30% nos medicamentos genéricos, 20% nos medicamentos de marca.
Aplicativo
O plano funciona através de um aplicativo de celular – Unimed Odonto – e por um telefone 0800, pelos quais os clientes podem acessar os serviços e esclarecer dúvidas de maneira fácil e rápida.
Cadastramento e prazos
O sindicato inicia agora o cadastramento dos interessados, sendo que a primeira mensalidade só será paga dia 10 de agosto – prazo para que se reúna a meta de inscrições.
O atendimento começa em 1º de setembro.
Para mais informações e adesão ao plano faça contato pelos telefones abaixo.
Telefones: (51) 3225-5070 / (51) 3024-5124
WhatsApp: (51) 3225-5070
Parabéns aos associados(as) por mais esse importante convênio que está sendo oferecido. Estamos sempre buscando novos e melhores benefícios para todos(as).

Presidente José Airton, diretoras e diretores assinaram o documento
No início de junho, o Rio Grande do Sul já chegou à marca de 36 assassinatos de mulheres neste ano. Em todo o ano passado foram 80 casos, número que pode ser ultrapassado em 2026 se a violência continuar nesse ritmo.
Diante dessa realidade, o Sindivigilantes do Sul aderiu ao Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio, iniciativa que vem sendo firmada por sindicatos, entidades e movimentos sociais.
O documento foi assinado, sexta-feira (12), pelo presidente do sindicato, José Airton de Souza Trindade, pela diretora da Secretaria da Mulher, Cristilorem Luz, por demais diretoras e diretores presentes no Seminário de Lutas e Planejamento Estratégico da entidade, no auditório do Sindicato dos Ferroviários.
“O Sindivigilantes do Sul assume o compromisso contra o feminicídio e todas as formas de violência contra as mulheres. Convoca seus associados a assumirem responsabilidade ativa na defesa dos direitos das mulheres e no combate ao machismo. A iniciativa busca fortalecer redes de apoio contra o feminicídio, em um cenário marcado pelo aumento da violência de gênero e pela desigualdade que atinge de forma mais intensa as mulheres”, diz um trecho do manifesto.
Também participaram do evento, em apoio à iniciativa, a coordenadora da Central de Movimentos Populares, Marisa Silva; o presidente da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (CUT-RS), Amarildo Cenci; o presidente do Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo, Gelson Camargo; o presidente do Sindicato dos Municipários de Guaíba, Guilherme Schneider; o representante do movimento Avante Sindical, Marcelo Dantas e dirigentes dessas entidades.
Além da assinatura do pacto, a diretora Cristilorem anunciou que o sindicato passará a contar, em breve, com uma sala especial da Secretaria da Mulher para acolher mulheres vigilantes vítimas de violência.
“Também teremos um telefone exclusivo e plantões das diretoras para o recebimento de denúncias de violência doméstica, assédio moral e assédio sexual no trabalho”, afirmou.
O presidente José Airton destacou que essa iniciativa é apenas o primeiro passo da entidade na abordagem do tema.
“Não vamos ficar só nisso. Temos companheiras atuantes na Secretaria da Mulher do sindicato e assumo o compromisso de desenvolvermos esse trabalho, com mais reuniões, mais debates com a categoria e com outras entidades, para avançarmos no enfrentamento à violência contra as mulheres”, disse.
José Airton também reforçou a posição firme do sindicato contra o feminicídio: “Feminicídio não é apenas machismo. É uma covardia e uma vergonha. Isso tem que acabar. Não ao feminicídio!”, completou.
Diretoras, diretores e lideranças das entidades presentes também se manifestaram sobre o machismo ainda muito presente na sociedade brasileira. As falas destacaram que essa cultura de violência resulta em ataques cada vez mais frequentes contra esposas, companheiras, namoradas e também colegas de trabalho.
Segundo o presidente da CUT-RS, Amarildo Cenci, a sociedade brasileira foi historicamente construída sobre bases machistas.
“Somos historicamente e culturalmente construídos como uma sociedade machista, principalmente nos países de matriz europeia, como o Brasil. Esse machismo se manifesta tanto na ocupação dos espaços de poder, como o Legislativo, quanto nos locais de trabalho, onde ainda existe a injustificada diferença de remuneração entre homens e mulheres”, afirmou.
Amarildo também destacou que discursos de autoridades públicas podem reforçar essa cultura de violência: “Quando um governante se declara machista ou trata a mulher como cidadã de segunda categoria, abre-se a porta para que essa base cultural já existente reforce ainda mais a violência contra as mulheres, devido a essa ideia de que o homem é superior ou dono da mulher”, afirmou.
Ele ainda defendeu penas mais duras para os agressores e a inclusão do debate sobre gênero e feminicídio nas escolas. “Enquanto isso, nós, homens, temos que combater essa cultura nas nossas famílias e nos ambientes de trabalho”.
Iniciativa histórica
Já a coordenadora da Central de Movimentos Populares do Brasil, Marisa Silva, afirmou que o Sindivigilantes do Sul tomou uma iniciativa histórica, especialmente por representar uma categoria predominantemente masculina e por ser uma das primeiras entidades a assinar o pacto.
“O combate ao feminicídio não pode ser apenas um documento assinado. Tem que funcionar na prática, porque a vida das mulheres começa quando a violência contra elas termina. Precisamos de mais formação feminista e de luta pela igualdade entre mulheres e homens”, concluiu.
Na segunda parte do evento, o vice-presidente do sindicato e diretor da Cooperativa Habitacional dos Vigilantes (Vigicoop), Ilson dos Santos Pereira, apresentou projetos habitacionais com os quais a cooperativa mantém tratativas de parceria.
Segundo Ilson, existem iniciativas na Capital, na Região Metropolitana e em cidades do interior, como Casca, São Leopoldo, Viamão, Santa Maria e Canoas. Ele destacou que vigilantes sócios e seus filhos e filhas podem se inscrever na Vigicoop para buscar a casa própria.
“Inscrevam-se, preencham uma ficha no sindicato e nós entraremos em contato”, informou.
O presidente da CUT-RS também falou sobre a luta pelo fim da escala 6×1, sem redução de salários. Segundo Amarildo, os próximos 30 dias serão decisivos para essa conquista.
Ele alertou que os empresários estão mobilizados contra a proposta e, inclusive, lançaram um manifesto nesta semana, para impedir que o projeto seja aprovado no Senado, após ter passado pela Câmara Federal.
Por isso, Amarildo conclamou a categoria a participar das mobilizações dos próximos dias para pressionar o Senado. Uma das atividades será a marcha marcada para o dia 1º de julho, em Porto Alegre.
A mobilização deve começar na Estação Rodoviária e percorrer ruas e avenidas do Centro da Capital, passando em frente à Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul). “Participem. Contamos com a presença dos vigilantes, que estão sempre presentes nas nossas lutas”, concluiu.

O Sindivigilantes convida a categoria a participar do Seminário de Lutas e Planejamento Estratégico, que será realizado na sexta-feira, dia 12 de junho de 2026, a partir das 08 horas, na sede do Sindicato, localizada na Rua Voluntários da Pátria, 595, salas 501 e 502, Centro Histórico, Porto Alegre/RS.
A atividade será um importante momento de união, conscientização, organização da categoria e planejamento das próximas lutas.
O Sindicato reforça que a presença dos trabalhadores e trabalhadoras é fundamental para fortalecer a atuação sindical e construir, coletivamente, caminhos em defesa dos direitos, da valorização profissional e de melhores condições de trabalho.
A programação inicia às 08 horas, com acolhimento, coffee break e o lançamento do Pacto contra o Feminicídio e Violências contra Mulheres. A iniciativa reforça o compromisso do Sindivigilantes com a defesa da vida, da dignidade, do respeito e da liberdade para as mulheres.
Às 10 horas, será realizada a Mesa de Lutas e Planejamento Estratégico, com a participação do presidente do Sindicato, José Airton de Souza Trindade, representantes da CUT e da CTB, da diretora de Mulheres do Sindicato, da representante da Vigicoop, Rosane Schmitz, e facilitação da mesa pelo vice-presidente, Ilson dos Santos Pereira.
Na sequência, às 11 horas, haverá manifestação do plenário, abrindo espaço para a participação da categoria. O encerramento está previsto para 11h30, com os encaminhamentos finais.
Nossa união faz a diferença. Sindicato forte, categoria unida, direitos garantidos. Participe!

Sede do STF em Brasília (Foto: Leandro Ciuffo_Wikipedia)
Diante da repercussão na categoria sobre recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na ADI 6309, o Sindivigilantes do Sul considera importante alguns esclarecimentos.
Na decisão de quarta-feira (03), o STF julgou inconstitucional e, com isso, eliminou a exigência de idade mínima criada pela Reforma da Previdência de 2019 para a concessão da aposentadoria especial aos trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde.
Isso significa que, para os trabalhadores com direito à aposentadoria especial, deixa de valer a exigência de alcançar uma idade mínima. Porém, continua indispensável comprovar o tempo mínimo de exposição no trabalho a agentes químicos, físicos ou biológicos prejudiciais à saúde, conforme cada caso.
Essa decisão não concede aposentadoria especial automática a todas as categorias profissionais. Ela beneficia os trabalhadores que já conseguem comprovar o direito à aposentadoria especial pela exposição a agentes nocivos.
Os efeitos dessa decisão ainda devem ser melhor esclarecidos após a publicação do acórdão (texto oficial do julgamento) e sua aplicação pelo INSS e a Justiça.
A decisão não muda o Tema 1209 dos vigilantes
Essa nova decisão do STF não muda e não reverte a situação dos vigilantes no Tema 1209.
O STF continua entendendo que o trabalho de vigilante, por si só, mesmo com arma de fogo, não garante aposentadoria especial.
No julgamento do Tema 1209, em fevereiro, o STF decidiu que:
“A atividade de vigilante, com ou sem o uso de arma de fogo, não se caracteriza como especial para fins de concessão da aposentadoria prevista no art. 201, §1º, da Constituição.”
Portanto, a decisão desta semana sobre a idade mínima não significa que o vigilante passou a ter direito automático à aposentadoria especial.
Mas, atenção:
Mesmo assim, cada caso precisa ser analisado individualmente, porque pode haver períodos antigos ou outras situações específicas que ainda permitam o reconhecimento de tempo especial.
Além disso, foram apresentados embargos de declaração no STF. Esses embargos pedem esclarecimentos sobre pontos da decisão do Tema 1209 que podem ajudar a definir melhor seus efeitos.
Também segue tramitando na Câmara dos Deputados o PLP 42/2023, Projeto de Lei Complementar que trata da concessão de aposentadoria especial para trabalhadores de diversas profissões, entre elas a dos vigilantes.
Juntamente com a Confederação Nacional dos Vigilantes e demais sindicatos, estamos empenhados na luta para que o projeto seja aprovado.
Por fim, orientamos os vigilantes que buscam sua aposentadoria a procurarem o plantão previdenciário às quintas-feiras, no sindicato, para análise individual do seu caso.
O Sindivigilantes do Sul segue acompanhando o tema e divulgará novos esclarecimentos da assessoria previdenciária sobre a decisão do STF, assim que houver orientação mais detalhada.
José Airton de Souza Trindade
Presidente do Sindivigilantes do Sul
Leia mais:
Clique aqui para ler notícia do STF sobre a decisão