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NOVO CONVÊNIO DO SINDICATO PARA COMPRAS NAS LOJAS LEBES

Presidente José Airton e o representante do Pay Card

Presidente José Airton e o representante do Pay Card



O Sindivigilantes do Sul acaba de firmar mais um importante convênio para seus associados e associadas. Por meio do cartão Pay Card, os sócios poderão realizar compras nas Lojas Lebes, tradicional rede do comércio gaúcho presente em grande parte das cidades do Estado.

Nas lojas Lebes, será possível comprar smartphones, eletrodomésticos, roupas, calçados, móveis, produtos de cama, mesa e banho, esporte e lazer, entre muitos outros itens, com parcelamento em até 10 vezes sem juros e desconto em folha.

Lebes - Porto Alegre

Loja da Lebes no Centro de Porto Alegre

Outro grande benefício é que as compras poderão ser realizadas sem consulta ou aprovação de crédito, dentro do limite disponibilizado ao associado.

O presidente do Sindicato, José Airton de Souza Trindade, destacou que o novo convênio amplia os benefícios oferecidos pela entidade aos sócios da capital e do Interior também.

“A Lebes está presente em muitas cidades do Rio Grande do Sul, inclusive em municípios menores. Isso permite que nossos sócios e sócias da capital e do interior tenham acesso a um benefício importante, com facilidade para comprar e condições especiais garantidas pelo sindicato”, afirmou.

O representante comercial do cartão, Paulo Costa, ressalta que o Pay Card oferece outros  convênios, como farmácias, supemercados e postos de combustíveis que serão confirmados em breve.

Para solicitar o cartão e receber as orientações, o associado deve entrar em contato com o departamento financeiro do Sindivigilantes do Sul.

É mais uma conquista para os sócios e sócias. O Sindicato segue trabalhando para defender direitos e ampliar cada vez mais os serviços, benefícios e convênios oferecidos à categoria.

Ainda não é sócio? Associe-se, aproveite os benefícios e fortaleça o sindicato.

Mais informações: (51) 3225-5070 ou (51) 3024-5114.

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SINDICATO ALERTA: EMPRESAS NÃO PODEM COBRAR DOS VIGILANTES CURSOS DE RECICLAGEM

Essa conta não é do vigilante, afirma o presidente José Airton

Essa conta não é do vigilante, afirma o presidente José Airton



O Sindivigilantes do Sul alerta a categoria para irregularidades que vêm ocorrendo na realização dos cursos de reciclagem. O custeio do curso é responsabilidade da empresa e não pode ser transferido ao vigilante.

A empresa também deve pagar as despesas com passagens, alimentação e, quando necessário, alojamento.

Quando o curso for realizado fora da jornada normal ou em dias de folga, como ocorre com frequência nos finais de semana, essas horas devem ser pagas ao trabalhador como horas extras.

Isso está claramente determinado tanto na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria como no Estatuto da Segurança Privada (Lei nº 14.967/2024), que estabelece que a atualização profissional deve ocorrer às expensas do empregador.

O sindicato recebeu ainda relatos de empresas que estão fazendo os vigilantes pagarem a reciclagem e outras despesas que são de responsabilidade delas.

Em alguns casos, os valores são descontados no contracheque como “adiantamento de salário”.

Essa prática é irregular e deve ser denunciada pois, seja qual for nome dado ao desconto,  a empresa não pode transferir ao trabalhador uma despesa que é de sua responsabilidade.

“O vigilante que estiver passando por qualquer uma dessas situações deve procurar o sindicato e trazer os comprovantes, como os contracheques com os descontos, recibos e comprovantes de pagamentos indevidos, para cobrarmos a devolução desses valores“, disse o presidente José Airton de Souza Trindade.

“Também orientamos os trabalhadores a não assinarem nenhum papel assumindo a responsabilidade pelo pagamento da reciclagem ou de despesas que são obrigação da empresa. Se houver qualquer pressão ou dúvida, procurem o sindicato e denunciem”, acrescentou José Airton.

Reciclagem é obrigação das empresas. Vigilante não deve pagar essa conta!

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DEPUTADA SOFIA CAVEDON VISITA SINDIVIGILANTES E CONHECE PROJETO DA SALA LILÁS

Presidente e diretoras apresentaram o projeto da Sala Lilás à deputada

Presidente e diretoras apresentaram o projeto da Sala Lilás à deputada



O Sindivigilantes do Sul recebeu, segunda-feira (31), a visita da deputada estadual Sofia Cavedon, que conheceu o projeto de implantação da Sala Lilás na sede do sindicato.

Vinculado à Secretaria da Mulher do Sindivigilantes, o espaço será destinado ao acolhimento, escuta, orientação, apoio psicológico e jurídico às mulheres vítimas de assédio e violência, além do encaminhamento desses casos aos órgãos responsáveis.

A parlamentar é autora da lei aprovada pela Assembleia Legislativa que reserva 20% das vagas nos contratos de segurança privada do Estado para mulheres vigilantes.

“Vim conhecer pessoalmente o projeto da sala de acolhimento das mulheres e fortalecer esse movimento das diretoras”, disse Sofia.

Ela foi recebida pelo presidente do sindicato, José Airton de Souza Trindade, por diretores e  integrantes da Secretaria da Mulher que trabalham na implantação do projeto: Cristilorem Luz, Ana Campos, Eni Severo, Marieli Vieira da Silva e Rosane Schmitz.

O espaço destinado ao atendimento já está reservado na sede do sindicato e passa agora pela preparação da  sua estrutura. Além da mobília e equipamentos, a sala contará com um telefone exclusivo para o recebimento de denúncias.

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Presidente e diretoras mostraram onde vai funcionar sala de acolhimento

As diretoras relataram à deputada que o Sindivigilantes assinou, dia 12 de junho, o Pacto de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, em atividade realizada com entidades sindicais e a CUT-RS. Na ocasião, também foi anunciado o projeto da Sala Lilás.

A proposta é que o espaço atenda não apenas mulheres vigilantes, mas também familiares e mulheres de outras categorias que necessitem de acolhimento e orientação.

“Estaremos de portas abertas para quem precisar do nosso apoio”, ressaltou a diretora Cristilorem Luz.

“Nosso compromisso é não deixar que o pacto seja apenas um papel assinado, nós queremos colocar em prática a proposta de enfrentar o assédio e a violência contra as mulheres, em uma categoria onde também existe muito machismo, e incentivar outros sindicatos a fazerem o mesmo”, acrescentou.

Sofia Cavedon parabenizou o sindicato por levar adiante mais esse projeto: “A conquista da lei estabelecendo 20% das vagas para mulheres vigilantes é exemplar, e agora toma corpo mais essa iniciativa da sala de acolhimento. Vocês estão de parabéns, o Sindicato dos Vigilantes está fazendo história”, afirmou a deputada.

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Bankfort e Lei Anticalote

Durante a visita, o presidente José Airton também relatou à parlamentar a situação enfrentada pelos vigilantes da Bankfort Vigilância Privada, empresa que entrou em recuperação judicial deixando muitos trabalhadores sem receber direitos trabalhistas e as verbas rescisórias, inclusive em diversos órgãos estaduais.

“Apesar de todos os protestos do sindicato, das nossas medidas jurídicas e das várias reuniões com gestores dos contratos, principalmente na Seduc (Secretaria da Educação), não foram tomadas providências pelos contratantes para proteger os trabalhadores”, disse José Airton.

O presidente manifestou ainda preocupação com a efetiva aplicação da Lei Anticalote nos contratos de empresas terceirizadas que prestam serviços aos órgãos estaduais.

Sofia Cavedon disse que não conhecia os detalhes do caso da Bankfort e afirmou que buscará uma audiência com a Procuradoria-Geral do Estado para esclarecer o que ocorreu nesse caso, e para verificar como estão sendo aplicadas a Lei Anticalote e a legislação que estabelece a cota de vagas para mulheres nos contratos estaduais de segurança privada.

“Vamos ter essa reunião na PGE e tirar tudo isso a limpo”, assegurou a deputada.

 

 

 

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CONVOCAÇÃO DE SUBSTITUÍDOS – AÇÃO COLETIVA GPS – ECOPOLO

(Foto: Freepik)

(Foto: Freepik)



Confira abaixo a lista dos trabalhadores substituídos na ação coletiva que devem comparecer ao sindicato no dia 31 de agosto, segunda-feira, das 09h30 às 14h, para:

  • consultar a liberação de créditos e os percentuais de honorários;
  • atualizar os dados pessoais e apresentar os documentos necessários para pagamento e comprovação judicial.

Atendimento presencial
Data: 31/08/2026
Horário: das 9h30 às 14h
Local: Sindivigilantes do Sul – Porto Alegre
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 595, 5º andar, 501/502.

Atendimento virtual
Quem não puder comparecer presencialmente deverá entrar em contato com a assessoria jurídica pelo WhatsApp (51) 9 8422-8007, para solicitar o contrato de honorários e enviar a documentação atualizada.

Casos de sucessão – trabalhador falecido
Os herdeiros deverão regularizar a situação mediante a apresentação da documentação necessária diretamente no sindicato, no dia 31/08, ou pelo WhatsApp (51) 9 8422-8007.

São 83 trabalhadores substituídos, no total:

PROCESSO: 0021015-44.2017.5.04.0761

  1. ALESSANDRO BARBOSA DE AGUIAR
  2. ELISNARA DOS SANTOS SOMMER
  3. ELIZEU SOUZA DA FONSECA
  4. EVERTON VARGAS FEISTLER
  5. FABIO DE BORBA MACHADO
  6. GILMAR DE OLIVEIRA SERPA
  7. JULIO CESAR ELI
  8. RAFAEL SOUZA DE ALCINO
  9. RODRIGO MARQUES DE SOUZA
  10. RODRIGO V. DE SOUZA
  11. UBIRIÇA MOREIRA
  12. VALMIR OLIVEIRA DA COSTA

PROCESSO: 0020049-03.2025.5.04.0761

  1. ABRELIA DE ROSA FLORES MONTEIRO
  2. ADEMILSON LAUTER GONÇALVES
  3. ADRIANA FAUSTINO
  4. ALESSANDRO MACIEL CAMARGO
  5. ARLINDO BENETTI
  6. BRUNA FERNANDA LOPES DA SILVA
  7. CARLOS EDUARDO PINTO DA SILVA
  8. CRISTIANA MIRANDA BRUM
  9. DAIANE DORNELES
  10. DARCISO DOS SANTOS
  11. EDERSON CORREA DOS SANTOS
  12. EDUARDO DE ARAUJO MACHADO
  13. ERICON FERNANDO DE O SILVEIRA
  14. FABIO LEANDRO PERES
  15. FELIPE ANTUNES OYARZABAL
  16. FERNANDO DIAS MOURA
  17. GERALDO LISANDRO HENK
  18. GILIANA SOARES FURTADO
  19. GILNEI MARCELO DE OLIVEIRA
  20. HILDARA PIRES BARRETO
  21. JAQUES DA SILVA OLIVEIRA
  22. JORGE AMARO ROCHA DE SOUZA
  23. JULHANO OST PADILHA
  24. LUCAS FELIPE SCHUSTER
  25. LUCAS HEROLD DA SILVEIRA
  26. LUIS FERNANDO FERREIRA MARTINS
  27. MARCELO MACHADO DOS SANTOS
  28. MARCOS ALEXANDRE SCHWEIG
  29. RAFAEL RIBEIRO BATISTA
  30. RAQUEL NAIBERT DORNELES NUNES
  31. ROBERTO FIDELIS DA SILVA JUNIOR
  32. RODRIGO DA SILVA ALVES
  33. SILVANE DE CAMPOS PINHEIRO
  34. VAGNER SANTOS DA ROCHA
  35. VINICIOS SIMOES DE VARGAS
  36. WAGNER DA SILVA PEREIRA

PROCESSO: 0020048-18.2025.5.04.0761

  1. ADEMIR DA SILVA SCHUMACKER
  2. ALEX GAIDES DA SILVA
  3. ANA PAULA DA SILVA AUGUSTIN
  4. ARISTIDES BEELTER
  5. CAMILA LOPES DA SILVA
  6. CARLA SILVEIRA FRAGA
  7. CLARICE DOS PASSOS GIMENES
  8. CRIONE LOPES DE OLIVEIRA
  9. DEOCLECIO TARCISIO TATTO
  10. ELIZABETE FERREIRA
  11. ELIZETE CAMARGO DE CAMPOS
  12. ENIO RICARDO HARTMANN
  13. FABIANO DE BORBA MACHADO
  14. JEAZIEL ELON DE ALMEIDA
  15. JEFERSON UILIAS SILVA DA CONCE
  16. JOAO BATISTA SILVEIRA DA COSTA
  17. JONAS ALVES DOS SANTOS
  18. JULIO CESAR KULMANN RODRIGUES
  19. LEANDRO MARCOS
  20. LUCIANO GABRIEL QUADROS DE MEL
  21. LUIS CARLOS GOETZ
  22. LUIZ CARLOS DA SILVA SILVEIRA
  23. MARCELO PEREIRA CEZAR
  24. MARCELO RIBEIRO DO NASCIMENTO
  25. MARLEI MARISA FIEBIG
  26. MARNE DE LIMA ABREU
  27. MAURO GOMES DOS SANTOS
  28. MICAEL ALMEIDA
  29. OLAVO DE OLIVEIRA
  30. PAULO JOSUE SILVA
  31. PAULO ROGERIO GOETZ
  32. RAFAEL SILVA DA ROSA
  33. RODRIGO ARAUJO DA SILVA
  34. SILVIO HONORIO DA S. SAMBORANHA
  35. TIAGO SILVEIRA GOMES

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JUMPER DEVE REGULARIZAR PENDÊNCIAS COM VIGILANTES EM 30 DIAS

Assessora jurídica Paula Rossi, diretora Cristilorem Luz, diretores Sílvio Ravanel Jr. e Fabiano Sanhudo, na audiência virtual de mediação

Assessora jurídica Paula Rossi, diretora Cristilorem Luz, diretores Sílvio Ravanel Jr. e Fabiano Sanhudo, na audiência virtual de mediação



Em audiência virtual de mediação realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), na tarde de terça-feira (25), com a participação do Sindivigilantes do Sul e da Jumper Segurança e Vigilância, a empresa assumiu o compromisso de regularizar, no prazo de 30 dias, todas as pendências apontadas pelos vigilantes e cumprir as normas da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.

“Avançamos nessa audiência, porém ainda precisamos verificar se a empresa vai cumprir tudo o que ficou consignado em ata”, afirmou a assessora jurídica do sindicato, advogada Paula Cristina Flesch Rossi.

“Também precisamos da colaboração dos trabalhadores, com a apresentação da documentação necessária, para termos os elementos que permitam continuar buscando a regularização desses pagamentos, seja por meio do Ministério Público do Trabalho, seja por ação judicial na Justiça do Trabalho”, completou.

O sindicato solicitou a audiência ao MPT em junho, depois de várias tentativas de solucionar diretamente com a empresa as reclamações apresentadas pelos trabalhadores, sem obter resposta.

O procurador regional do Trabalho Luiz Fernando Mathias Vilar ressaltou o papel do MPT nesse tipo de procedimento: “O Ministério Público do Trabalho atua no procedimento de mediação como um facilitador para que as partes cheguem a um consenso”, disse.

Denúncias apresentadas ao MPT

O Sindicato apresentou ao MPT todas as denúncias e comprovantes recebidos dos vigilantes. Entre os problemas relatados estão:

  • pagamento incorreto de horas extras;
  • falta de pagamento do vale-transporte ou pagamento em valor inferior ao devido, especialmente para trabalhadores que se deslocam de Porto Alegre para postos localizados nos municípios vizinhos;
  • descontos nos salários por faltas que não ocorreram, inclusive em dias efetivamente trabalhados, de reciclagem ou cobertos por atestado médico;
  • descontos indevidos de R$ 110,00 lançados nos contracheques como “adiantamento”, que correspondem ao valor da CNV,  na verdade.

As denúncias envolvem postos localizados em Porto Alegre e na Região Metropolitana, incluindo Alvorada, Cachoeirinha, Viamão e Gravataí, entre outros municípios. A empresa mantém nesses postos um contingente estimado entre 200 e 500 vigilantes.

Participaram da audiência pelo sindicato, juntamente com a assessora jurídica Paula Rossi, o diretor jurídico Sílvio Ravanel Jr., o diretor Fabiano Sanhudo Machado e a diretora Cristilorem Luz, que estão tratando dessas denúncias.

Falta de respostas e ameaças de retaliação

O Sindicato também relatou ao MPT que vinha enfrentando dificuldades para obter respostas da Jumper nas tentativas de resolver os problemas diretamente com a empresa.

Outro ponto levado à audiência foram relatos de ameaças de retaliação contra vigilantes que denunciam irregularidades. Os representantes da Jumper tentaram negar que esse tipo de conduta ocorra. A direção do sindicato, porém, reafirmou as denúncias recebidas, informando que as ameaças incluem a troca de posto de quem reclamar.

O advogado da empresa, Alan Augusto Santos, forneceu um endereço de e-mail para o encaminhamento das reclamações daqui em diante e se comprometeu a responder sempre que for acionado.

Ele participou da audiência acompanhado da assistente jurídica Kaiane Bianca Bruno Silva, também representando a Jumper.

Empresa deverá apresentar relatório

Ao final da audiência, ficou estabelecido o prazo de 30 dias para que a Jumper regularize as pendências discutidas na mediação e apresente um relatório ao sindicato e ao MPT para avaliação.

A regularização deverá começar no próximo pagamento para os trabalhadores que já apresentaram ao sindicato a documentação comprovando as diferenças devidas.

Os vigilantes que entendem que foram prejudicados pela empresa, mas ainda não apresentaram esses documentos, devem procurar o sindicato o quanto antes e encaminhar os comprovantes necessários para que a situação possa ser cobrada da Jumper.

  • Para diferenças salariais, horas extras, descontos da CNV: contracheques e cartão-ponto;
  • Para descontos por faltas inexistentes: contracheque e cartão-ponto;
  • Para diferenças no vale-transporte: extrato do TRI, comprovante de residência e  documento que identifique o posto de trabalho.

Quanto mais completa estiver a documentação, melhores serão as condições para o sindicato cobrar da empresa a regularização dos valore

O Sindicato vai continuar cobrando até que cada direito seja respeitado. O que é direito do vigilante tem que ser cumprido!

 

 

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SINDICATO ASSEGURA APOIO JURÍDICO E PSICOLÓGICO PARA VIGILANTE DA JUMPER

Entidade está à disposição da trabalhadora

Entidade está à disposição da trabalhadora



O Sindivigilantes do Sul já colocou apoio jurídico e psicológico à disposição da vigilante envolvida em um incidente com uma funcionária da Jumper Segurança e Vigilância Patrimonial, na última quarta-feira, na base da empresa em Gravataí.

Ao ser contatada por uma diretora, a vigilante disse que pretende vir ao sindicato na próxima semana. A direção, a assessoria jurídica e o psicólogo da entidade estão à disposição para conversar com ela e lhe prestar todo o suporte necessário.

Conforme o diretor jurídico, Sílvio Ravanel Jr., esse caso se soma a várias denúncias de descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho envolvendo a Jumper.

O sindicato já chegou a mover ação coletiva contra a empresa, ressaltou. Na ocasião, porém, a Justiça do Trabalho entendeu que as situações relatadas deveriam ser discutidas por meio de ações individuais, e não em processo coletivo apresentado pela entidade.

Audiência de mediação 

Diante de tantas reclamações, o sindicato solicitou em junho uma audiência de mediação ao Ministério Público do Trabalho (MPT-RS), marcada para a próxima terça-feira (25/08), de forma online.

“Tanto no caso dessa vigilante como nos demais casos, o sindicato está tomando todas as medidas necessárias, com o acompanhamento da nossa assessoria jurídica”, afirmou Sílvio Ravanel Jr.

O diretor reforça que a participação dos trabalhadores é fundamental para que as denúncias possam ser devidamente comprovadas.

“Mais uma vez, é importante a colaboração da categoria, fornecendo contracheques e outros documentos que possam comprovar as irregularidades denunciadas”, completou.

O sindicato está atuando diante de cada denúncia recebida. Com provas e a participação dos trabalhadores, as irregularidades serão levadas aos órgãos competentes para que os direitos da categoria sejam respeitados. Nossa união é nossa força!

 

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MPT NÃO CONSTATA IRREGULARIDADES E ARQUIVA DENÚNCIA CONTRA O SINDICATO

Sede do Ministério Público do Trabalho na capital (Foto: Carlos A. Moreira / MPT-RS)

Sede do Ministério Público do Trabalho na capital (Foto: Carlos A. Moreira / MPT-RS)



O Ministério Público do Trabalho decidiu pelo arquivamento da denúncia apresentada contra o Sindivigilantes do Sul sobre a Convenção Coletiva de Trabalho de 2026/2027, depois de analisar a documentação e não constatar qualquer irregularidade quanto aos fatos denunciados.

A denúncia acusava o sindicato, de forma leviana, de ter assinado a CCT 2026/2027 sem a aprovação das assembleias da categoria.

Atendendo prontamente à requisição do MPT, o sindicato apresentou o edital de convocação das assembleias, além das atas e das listas de presença assinadas pelos trabalhadores participantes, desmentindo a denúncia.

Na decisão, a Procuradora do Trabalho Priscila Dibi Schvarcz registrou as assembleias realizadas em Porto Alegre, Charqueadas, Camaquã, Santo Augusto, Horizontina, Santo Ângelo e São Luiz Gonzaga.

“Da análise dos documentos acostados, é possível concluir que houve aprovação dos trabalhadores nas assembleias realizadas,” afirmou a Procuradora. 

O arquivamento definitivo também representa uma resposta às graves acusações e  ataques de algumas pessoas contra o presidente José Airton e à diretoria, durante e após a negociação da Convenção Coletiva. A decisão do MPT demonstra claramente que o sindicato atuou com ética, transparência, respeito às decisões coletivas dos trabalhadores e rigor jurídico.

Trecho da decisão:

“Diante do conjunto documental apresentado, não há, neste momento, elementos suficientes para confirmar a irregularidade noticiada. A prova documental juntada enfrenta diretamente o objeto da denúncia […]. Ausentes, assim, indícios de irregularidade trabalhista ou interesse público a amparar a continuidade da investigação, promovo […] o arquivamento do presente procedimento preparatório.”

Foi aberto prazo de dez dias para recurso contra a decisão, mas não houve recurso algum.

O sindicato reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores(as) e a busca por melhores condições de trabalho e remuneração para toda a categoria.

A verdade prevaleceu. Juntos somos mais fortes!

A Diretoria

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DÉCIMO ENCONTRO ENCERRA OFICINAS SOBRE TRABALHO SEM ASSÉDIO

Participantes da oficina

Participantes da oficina



Com uma discussão sobre estratégias de enfrentamento e plano de ação, foi encerrada, nesta terça-feira à noite (18), a série de oficinas sobre Trabalho Sem Assédio, realizada no Sindivigilantes do Sul.

Promovidas pela Associação Estadual Carlos Dorneles (Assecad) e pela Associação Gaúcha dos Trabalhadores na Saúde (AGTS), com apoio do sindicato, as atividades tiveram dez encontros desde maio, abertos a dirigentes das entidades e trabalhadores(as) em geral.

Nas oficinas, o psicólogo Fabrício Rocha abordou o conceito de assédio no trabalho e as diferentes situações em que isso pode ocorrer. Segundo ele, o assédio envolve condutas insistentes e persistentes que extrapolam as exigências normais do trabalho e podem provocar sofrimento à saúde mental do trabalhador ou trabalhadora.

Entre os exemplos estão situações abusivas, regras de trabalho pouco claras e condutas que exponham o trabalhador a situações vexatórias ou constrangedoras.

Neste sentido, Fabrício e outros participantes ressaltaram a importância da conscientização e da sensibilização para o problema. Muitas situações de assédio acabam sendo naturalizadas no ambiente de trabalho e até tratadas como normais, o que pode dificultar seu reconhecimento e a busca por proteção.

“A pessoa pode estar exposta a uma situação de assédio e não saber e, com isso, não consegue buscar os seus direitos e a sua defesa”, explicou o psicólogo.

O enfrentamento do problema, segundo ele, passa também pela implementação da NR-1 nos locais de trabalho, especialmente no que diz respeito aos fatores de risco psicossociais e seus possíveis impactos sobre a saúde dos trabalhadores.

“A exigência da NR-1 é a grande novidade e é um ponto de enfrentamento que pode, de alguma maneira, melhorar a qualidade das relações de trabalho e dos ambientes de trabalho para os trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou Fabrício.

Por fim, ele destacou que um sistema de proteção contra o assédio deve estar apoiado em três bases. A primeira é a prevenção, para evitar que essas situações ocorram ou se repitam no ambiente de trabalho.

A segunda é o acolhimento, com atendimento à vítima e os devidos encaminhamentos, que podem envolver assistência médica, psicológica ou jurídica.

E a terceira é a responsabilização, para que o agressor, quando comprovada a prática de assédio, seja devidamente responsabilizado.

Participantes do encontro também reforçaram a importância de se identificar situações de assédio, prevenir sua ocorrência e buscar os meios adequados de proteção e defesa dos trabalhadores e trabalhadoras.

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ESCLARECIMENTO SOBRE O PROCESSO DA PROSERVI

(Foto: Freepik)

(Foto: Freepik)



Sobre o pagamento do processo da Proservi, o sindicato esclarece que publicou, em 31/08/2020, uma lista de credores (clique aqui).

Todos os vigilantes que constavam nessa lista e possuíam processos individuais com a assessoria jurídica do sindicato — Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados Associados — já foram chamados individualmente pelo escritório e receberam os valores que lhes foram destinados.

Os pagamentos individuais corresponderam a 22% do valor total de cada processo, conforme determinação da Justiça.

Os trabalhadores que contrataram advogados de outros escritórios devem procurar esses profissionais para obter informações sobre seus processos.

A assessoria jurídica do sindicato não acompanha nem responde por processos conduzidos por outros advogados.

A possibilidade de novos pagamentos é pequena. O valor que restou do rateio da massa falida e que ainda está em discussão na Justiça é muito reduzido.

Quem ainda tiver alguma dúvida sobre o processo acompanhado pela assessoria jurídica do sindicato pode entrar em contato com a Dra. Paula Rossi, que atuou no caso, pelo telefone/WhatsApp (51) 98422-8007.

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VIGILANTES – APOSENTADORIA ESPECIAL AVANÇA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Reprodução - CUT

Reprodução - CUT



José Boaventura – Presidente da CNTV

A semana passada (segunda semana de agosto) foi muito produtiva para o avanço da nossa luta rumo a aprovação da lei da aposentadoria especial.

Na terça-feira, dia 11, as Comissões do Trabalho e Tributação da Câmara dos Deputados realizaram o Seminário conjunto para ouvir estudiosos, lideranças sindicais e trabalhadores acerca da importância e da justeza da contagem de tempo especial para trabalhadores expostos a riscos, com a necessidade e urgência de aprovar o projeto de Lei Complementar – PLP nº 42/2023.

O evento foi uma iniciativa do Deputado Leonardo Monteiro (PT/MG) e da Deputada Erika Kokay (PT/DF) e por lá também passaram, apoiando os trabalhadores, o Deputado Bohn Gass (PT/RS) e a Deputada Geovana de Sá (Republicanos/SC). O evento recolocou o tema aposentadoria especial na pauta da Câmara e na agenda de luta dos trabalhadores.

Já na quarta-feira, dia 12, foi a vez do plenário da Câmara aprovar o requerimento de urgência para que o PLP 42/2023 vá direto para votação no plenário da Casa, pulando, desta forma, duas Comissões (Tributação e Constituição e Justiça).

Nesta condição como fica o projeto: 
•    aguarda que o Presidente da Câmara Hugo Mota (Republicanos/PB) defina os procedimentos, data e leve a votação.
•    Concluído na Câmara o projeto segue para tramitação no Senado Federal.

A Câmara está funcionando neste período eleitoral na forma de “esforço concentrado”, que são datas definidas pelos Deputados para votar matérias até a eleição de 04 de outubro. O primeiro foi na semana passada e o segundo (e possivelmente o ultimo antes de 04/10) deve acontecer nos dias 31 de agosto a 04 de setembro.

Desta forma, se quisermos que o PLP 42 seja votado antes das eleições, a oportunidade é neste segundo esforço concentrado de 31/8 a 04/9.

Que precisamos fazer?
1)    De 17 de agosto (segunda-feira) a 31 de agosto cada vigilante mandar mensagem, telefonar e falar direta ou pessoalmente com a Deputada ou Deputado do seu estado cobrando a PRESENÇA NOS DIAS 31/8 A 04/9 E O VOTO A FAVORÁVEL AO PLP 42/2023, NA FORMA DO SUBSTITUTIVO APROVADO NAS COMISSÕES DO TRABALHO, PREVIDENCIA E DO RELATORIO DA DEPUTADA ERIKA NA COMISSÃO DE FINANÇAS (estes substitutivos e o relatório indicam a necessidade de 25 anos de atividade para Vigilante, sem necessidade  de idade, como indicava o projeto original do Deputado Fraga);

2)    Encher as redes sociais dos Deputados (Facebook, Instagram, e-mail, etc.) pedindo o seu apoio e votação do projeto;

3)    Abrir os olhos e direcionar mais pressão em relação aos Deputados com posição “duvidosa” (que não assume ou se esconde de que lado está: a favor ou contra os Vigilantes), bem como em relação a aqueles que já se posicionaram contra, como a bancada do Partido Novo na votação do requerimento de urgência ou alguns Deputados na Comissão de Finanças;

No site da Câmara tá gravado a fala de várias Deputadas e Deputados que afirmaram ou  reafirmaram o compromisso de defender a nossa “especial”, a exemplo de:
•    Erika Kokay (PT/DF no Seminário)
•    Leonardo Monteiro (PT/MG no Seminário)
•    Bohn Gass (PT/RS no Seminário)
•    Geovana de Sá (Rep/SC no Seminário e Plenário)
•    Alberto Fraga (PL/DF no Plenário)
•    Jandira Feghali (no Plenário e na visita ao Sindfort/RJ – Sindicato dos Vigilantes de Carro Forte do Rio de Janeiro).

Então, vamos ARREGAÇAR AS MANGAS E FAZER NOSSO “ESFORÇO CONCENTRADO”:

•    DE 17 A 31 DE AGOSTO TODOS OS VIGILANTES PEDINDO AOS DEPUTADOS A APROVAÇÃO NOS DIAS 31/8 A 04/09 DO PLP 42/2023, A NOSSA APOSENTADORIA ESPECIAL
Durante a semana a CNTV e os Sindicatos de luta divulgarão a lista de Deputadas e Deputados do seu estado, com telefone e e-mail.

Mas você também pode acessar o site da Câmara e localizar os contados dos Deputados (câmara.leg.br).

A luta é sua! A luta é nossa!
A conquista é sua. A conquista é nossa!
APOSENTADORIA ESPECIAL, JÁ!
É JUSTO E O VIGILANTE MERECE!

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