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VIGILANTES DA JOB/SEMA DEVEM FAZER CONTATO URGENTE COM O SINDICATO PARA RECEBER

Eles trabalharam no posto da JOB na Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e têm dinheiro a receber, relativo ao salário atrasado e 13º.



Os vigilantes abaixo, que trabalharam no posto da JOB na Secretaria do Meio Ambiente (Sema), têm dinheiro a receber, relativo ao salário atrasado e 13º, estão na lista que já foi divulgada, mas ainda não se manifestaram. São todos do interior e devem fazer contato urgente com o Departamento Jurídico, pelos telefones (51) 3224-4545 ou 3225-5070. Pedir para falar com a funcionária Jaqueline. Outros 64 da lista compareceram na entidade e já estão com o dinheiro no bolso.

Alceumar Bento Baltazar
Alexandre Porto Barros
Douglas Peres Aquino
Ismael Niehues Belettini
Matheus Batista Cardozo
Marcio Jesus Lemos Prestes
Juliano dos Reis Menegaz
Jorge Alexandre Pacheco de Co
Tarcísio da Silva Oliveira

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ATENÇÃO: VIGILANTES DA JOB, POSTO DO CAFF, JÁ PODEM RECEBER NO SINDICATO

Atendendo à ação coletiva do sindicato, o juiz da 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, Max Carrion Brueckner, ordenou o bloqueio de verbas que a empresa tinha a receber



Outra ação coletiva da assessoria jurídica do Sindivigilantes do Sul na Justiça do Trabalho obteve sucesso para a categoria. A partir desta quinta-feira (02) os vigilantes da lista abaixo, que trabalharam no posto da JOB no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), já podem comparecer no sindicato para receber os valores liberados pela Justiça, no processo que o sindicato moveu contra a empresa por atrasos nos seus pagamentos.

Atendendo à ação coletiva do sindicato, o juiz da 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, Max Carrion Brueckner, ordenou o bloqueio de verbas que a empresa tinha a receber do e determinou a liberação desse dinheiro para o pagamento do 13º e salários atrasados dos vigilantes do posto.

Além disso, o advogado Maurício Vieira da Silva, da assessoria jurídica do sindicato, solicitou e conseguiu do juiz uma complementação do bloqueio, no total de R$ 600 mil, para garantir as verbas dos pagamentos das rescisões de contrato dos trabalhadores.

O juiz deferiu o pedido para que o Estado efetue a penhora desse valor complementar ou justifique se não houver novos créditos da JOB disponíveis para bloqueio.

Dia 23 de abril já havia sido liberado pela Justiça o dinheiro bloqueado, em outra ação do sindicato, para o pagamento dos vigilantes da JOB do posto da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), que também tem valores atrasados a receber.

Somente neste ano, desde janeiro o sindicato já conseguiu, com ações coletivas, botar dinheiro no bolso de 147 vigilantes da Seltec/Caixa, 16 vigilantes da Dielo, 37 vigilantes da CCTE Tegma, 73 vigilantes da JOB/Sema e agora 84 da JOB/Caff, num total de 357 vigilantes beneficiados (as) pelo trabalho da nossa assessoria jurídica.

Além de outros 457 vigilantes da Seltec que receberam dinheiro de uma ação de 2009, referente à restituição de descontos de VT numa greve. Seguimos trabalhando muito pela categoria, esperamos novos resultados para breve, aguarde.

Segue lista dos substituídos no processo do Caff, que têm valores liberados para receber:

1. Adir Cabreira Gonçalves
2. Aguilar Soares Machado
3. Alessandro Felipe Teixeira
4. Alex Sandro de Francisco P.
5. Alex Sandro Oliveira da Silva
6. Andreia Amaral de Araujo
7. Antonio Marcos de Vargas O.
8. Antonio Roberto Rodembuch
9. Batista Diniz da Luz Vidal
10. Bruno da Rosa Moresco
11. Carlos Alberto Aguiar da R.
12. Carlos Alberto de Oliveira V.
13. Carlos dos Santos Ayres de F.
14. Claudio Ferraz Flores Junior
15. Claudio Valerio Ribeiro Lima
16. Claudionor Rodrigues da Silva
17. Cristiane Xavier Alves
18. Cristiano Camboim Ribeiro
19. Daniel da Silva Ignacio
20. Danilo Vargas Rodrigues
21. Domingos Rogerio Baez Demutt
22. Emerson Ribeiro Nunes
23. Everton Roberto Rosa dos Santos
24. Fatima Beatriz da Silva
25. Felipe dos Santos da Silva
26. Flavio Luiz Ferri da Silva F.
27. Gilmar Rodrigues Guimaraes
28. Glaucio Ricardo Lopes Machado
29. Henri Douglas Silveira G.
30. Iracildo Edson Monteiro T.
31. Jaime Adriano Nunes Monteiro
32. Jaime Gomes Sardinha
33. Jair Flores
34. Jarbas Ubirajara Tunes Duarte
35. Jauri Silva de Souza
36. Jeferson dos Santos
37. João Carlos Borba dos Santos
38. Jodoe Medeiros da Rosa
39. Jomar Ferreira Rodrigues
40. Jonathan Luis dos Santos M.
41. Jorge Jesus Dias
42. Jose Arthur Dolores Figueiredo
43. Jose Clemente Guedes da Silva
44. Juliano de Melo da Silva
45. Lecio Silva dos Santos
46. Leticia Fernanda Pires Cabra
47. Lisandra Machado dos Passos
48. Lisiane Gavlinski Brotto
49. Lucas Luis Gonçalves
50. Lucas Rodrigues Severo
51. Lucenato Souza de Freitas
52. Luciano Felipe de Oliveira
53. Luis Emilio Rodrigues Carvalho
54. Luiz Carlos Dias
55. Luiz da Silveira
56. Marcelo Cristiano Paiva
57. Marco Aurelio de Oliveira S.
58. Maria Cristine Brasil da S.
59. Mauro de Souza Xavier
60. Miguel Arcanju Duczinski
61. Pablo Neves Bordoni
62. Palmor Vasconcelos Cardoso
63. Paulo Cesar Alves de Oliveira
64. Paulo Ricardo de Souza Silva
65. Paulo Ricardo Silva dos Santos
66. Reni da Silva
67. Ricardo Junqueira do Nascimento
68. Ricardo Nobre Ferraz
69. Rita de Cassia da Conceição
70. Rita de Cassia Gomes
71. Robinson Wilson Cardoso C.
72. Rodrigo da Silva Ansolin
73. Rosangela Marques
74. Rosangela Pereira Moreira
75. Silvana Amaral de Araujo
76. Soloi de Cassia Barbosa da L.
77. Sonia de Fatima Costa de O.
78. Thiago Gonçalves Prates
79. Valdinei Joaquim Ribeiro P.
80. Vanderley Moura Marques J.
81. Vanessa Griep da Silva R.
82. Vilcemar Duarte da Silva
83. Vladimir Meneses Leal
84. Wagner Luis da Costa Rodrigues

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Presidentes Dias e Moisés entregam ao senador Paim manifesto de sete sindicatos contra a reforma da Previdência

Entrega foi na audiência pública em  Porto Alegre

Entrega foi na audiência pública em Porto Alegre



O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, as diretoras Elisa Araújo, Eni Severo Benites, e o presidente do Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região, Moisés Machado, entregaram um manifesto ao senador Paulo Paim, nesta segunda-feira (29), onde se posicionam contra a reforma da Previdência e alertam que ela significa o fim da aposentadoria especial dos vigilantes.

Subscreveram o documento, também, Marcelo Puccinelli Alves, presidente do Sindicato dos vigilantes de Pelotas, Ramiro Antonio Coin, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Guaíba e Região, Cláudio Fabiane Froz da Silva, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alegrete, Claudiomir dos Santos, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Alto Uruguai e Luis Carlos Correa da Silva, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Uruguaiana.

Paim é o coordenador da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, que realizou um audiência pública em Defesa da Previdência Social, pela manhã, na Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), em Porto Alegre.  O auditório da Federação ficou completamente lotado de lideranças sindicais e de quase todas as centrais, representantes de entidades e movimentos sociais e de parlamentares, que foram protestar contra o fim das aposentadorias decretado pela reforma que o governo quer impor.

Os pronunciamentos do senador e de diversas lideranças alertaram principalmente para o aumento da idade e do tempo  de contribuição, conforme a proposta do governo, a capitalização, que é uma espécie de poupança individual que cada trabalhador deverá fazer, para quando se aposentar, e a desconstitucionalização, ou seja, a aposentadoria deixa de ter garantias da Constituição, como o reajuste pela inflação.

Pelo sistema atual, governo, empresas e trabalhadores contribuem para a Previdência. Pelo modelo da capitalização, apenas os trabalhadores vão custear o novo sistema e as empresas e governo não vão contribuir com nada. “De onde vai sair o dinheiro para pagar as atuais aposentadorias e as aposentadorias de quem vai se aposentar?”, questionou Paim.

Dos 30 países que adotaram esse sistema no mundo, 18 já desistiram dele e nos demais está sendo fortemente questionado, como no Chile, onde há um recorde de suicídios de aposentados, desesperados pela miséria que recebem.

Aposentadoria Especial

No manifesto entregue por Dias e Moisés, são citados diversos aspectos negativos dessa reforma, como a redução do valor das aposentadorias, e em relação aos vigilantes, diz o seguinte:

“A Reforma da Previdência vai afetar a categoria dos vigilantes, principalmente no que diz respeito ao reconhecimento da periculosidade como agente nocivo no critério da aposentadoria especial. A proposta retira o direito à aposentadoria especial dos trabalhadores que estão expostos a periculosidade em suas profissões, como os vigilantes, eletricistas, entre outros, e mantém apenas o reconhecido do direito a aposentadoria especial dos segurados, assim mesmo só para os que estiverem expostos efetivamente em seu ambiente de trabalho à agentes físicos, químicos ou biológicos.”

A aposentadoria especial do vigilante tem como fundamento, o entendimento de que profissões perigosas permitem ao trabalhador, aposentar-se antecipadamente, com o objetivo de retirar o profissional o quanto antes de uma situação de risco. Contudo, a atual proposta da Reforma da Previdência, retira esse direito.”

“Assim, no caso de aprovação da Reforma da Previdência Social, o vigilante terá que comprovar 25 anos de trabalho completo, ANTES do início da vigência das novas regras da Previdência. Se não conseguir essa comprovação, ficará sem a sua Aposentadoria Especial”, diz o documento.

Segundo os dirigentes dos sindicatos que o assinam, “sob qualquer ângulo que se olha a reforma, não há como concordar com essa proposta, fazendo-se necessário a posição firme contrária à mesma, tanto nas redes sociais, quanto entre amigos e conhecidos e, se possível, cobrando dos deputados federais e senadores uma postura digna, de maneira a evitar que esta modificação traga ao conjunto dos brasileiros os seus aspectos perversos, desumanos e inconstitucionais, com graves danos para as gerações atuais e futuras.”

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1º DE MAIO SERÁ DIA DE LUTA CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Programação em Porto Alegre

Programação em Porto Alegre



Pela primeira vez na história, as centrais sindicais brasileiras se uniram em um ato unificado de 1º de maio, especialmente para lutar contra a reforma da Previdência de Bolsonaro que acaba com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras.

Durante os atos do Dia Internacional dos Trabalhadores, os sindicalistas vão anunciar os próximos passos da luta para impedir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, que trata das profundas mudanças nas regras da aposentadoria.

“As centrais estão construindo a data da greve geral. Por isso, é importante a realização de grandes atos do 1º de maio no Brasil inteiro”, diz o Secretário-Geral da CUT, Sérgio Nobre.

Porto Alegre

Em Porto Alegre, a programação unitária, convocada pela CUT e demais centrais sindicais, terá início às 14h, na Rótula das Cuias, na Avenida Aureliano de Figueiredo Pinto, ao lado do Parque da Harmonia. Um caminhão de som ficará estacionado no local para manifestações.

Depois, às 15h, os participantes sairão em caminhada na Orla do Guaíba, com faixas e cartazes, conversando com a população e coletando adesões ao abaixo-assinado das centrais contra a reforma da Previdência.

Após a marcha, as centrais realizarão um ato, às 16h, na Rótula do Gasômetro, na Avenida João Goulart, perto da Câmara de Vereadores, com manifestações, no caminhão de som dos sindicatos, movimentos sociais e partidos de esquerda, na defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Preparar a greve geral

“Vamos comemorar o 1º de Maio, buscando acordar quem ainda não despertou para a crueldade da reforma da Previdência. Ninguém votou pelo fim da sua aposentadoria. É preciso reagir e pressionar os deputados e senadores, para que não aprovem essa proposta que só favorece os maus empresários e os bancos e prejudica trabalhadores e aposentados”, ressalta o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

“Temos que construir uma nova greve geral, a exemplo da paralisação de 28 de abril de 2017, a maior da história do Brasil, que enterrou a reforma da Previdência do golpista Temer”, aponta.

Fonte: CUT e CUT

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ESCLARECIMENTOS DA ASSESSORIA JURÍDICA SOBRE AJUIZAMENTO DE AÇÕES COLETIVAS PELO SINDICATO

Advogados da assessoria  jurídica, Arthur Dias Filho e Jorge Young

Advogados da assessoria jurídica, Arthur Dias Filho e Jorge Young



Como a categoria sabe, o nosso Sindicato não vacila e, sempre que é necessário, propõe ações coletivas contra as empresas que sonegam direitos aos trabalhadores da nossa categoria. Visando ampliar os esclarecimentos de como funcionam essas ações coletivas, vimos a público informar sobre alguns procedimentos básicos, que são indispensáveis para que se possa mover uma ação coletiva.

É importante saber que, especialmente depois da reforma trabalhista, o sindicato, para propor uma ação, precisa, além de apontar o direito violado, apresentar provas, discriminar os valores pretendidos, entre outros requisitos. Neste sentido, nossa assessoria jurídica (Young, Dias, Lauxen & Lima), esclarece alguns pontos:

1 – As informações que chegam ao sindicato precisam estar detalhadas ao máximo, para que então se possa passar dados reais e precisos para a assessoria jurídica do sindicato. Exemplo: não basta dizer, por exemplo, que a empresa não está concedendo ou pagando os intervalos de forma correta. É preciso informar o posto onde isto está ocorrendo, o número de horas que estão sendo trabalhadas por dia, o tempo de intervalo que está sendo concedido, se parte deste intervalo está ou não sendo concedido, se o intervalo está sendo indenizado, em quanto tempo, informar qual é  jornada diária contratual destes trabalhadores, o salário que o vigilante recebe, entre outras informações que considerem úteis ao processo;

1.1 – Caso o sindicato entre com uma ação com informações que não estejam a tom com a realidade, pode, inclusive, ser condenado como litigante de má-fé e pagar custas e honorários para a empresa;

2 – É muito importante que a categoria, quando se ver prejudicada em algum direito, procure passar provas para os diretores do sindicato  e, preferencialmente, que compareçam até a sede do sindicato para levar estas provas aos advogados que realizam plantão diário na entidade. O sindicato, como sempre, manterá o máximo de sigilo, preservando a identidade daquele trabalhador que está denunciando o fato;

2.1 – Sempre é bom recordar que o sindicato disponibiliza, tanto em seu site, como na sua página do facebook, um espaço para DENÚNCIAS dos trabalhadores contra empresas que não estejam cumprindo com a lei. Use este canal, é de suma importância para que nossa entidade possa agir com rapidez, favorecendo a eficiência no resultado.

3 – De posse da documentação e das informações que permitam o ajuizamento das ações coletivas, o jurídico do sindicato tem o compromisso de propor as ações coletivas de forma rápida. Aliás, como a categoria vem acompanhando, o jurídico do sindicato vem conseguindo inúmeras liminares de bloqueios de faturas de várias empresas que têm dado calote nos trabalhadores, deixando muitas vezes de pagar salários e verbas rescisórias.

4 – Em breve, a direção do sindicato, junto com o seu jurídico, estará promovendo um seminário com a categoria, onde serão esclarecidos vários direitos e , nesta oportunidade, os trabalhadores poderão tirar dúvidas, fazer questionamentos, propor encaminhamentos, o que ampliará ainda mais a participação da nossa categoria na defesa dos direitos dos trabalhadores da segurança privada.

Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados Associados

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PARTICIPE DA AUDIÊNCIA PÚBLICA EM DEFESA DA PREVIDÊNCIA E DAS APOSENTADORIAS, DIA 29

Previdência logo site



A direção do Sindivigilantes do Sul estará presente e convida toda a categoria a comparecer na Audiência Pública em Defesa da Previdência e das Aposentadorias, que acontecerá dia 29 de abril, segunda-feira, promovido pela CUT e o Fórum das Centrais Sindicais, partidos e movimentos populares.

O evento está marcado para começar às 10 horas, na Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag), localizada na Rua Santo Antônio, nº 121, no bairro Floresta, em Porto Alegre.

“Espero que os vigilantes não fechem os olhos e compareçam, porque a reforma da Previdência está aí e nossa aposentadoria especial vai acabar, vai pro ralo, com essa proposta do governo, além de acabar as aposentadorias de todos os outros trabalhadores e trabalhadoras também, se liguem!”, disse o presidente do sindicato, Loreni Dias.

Estará presente na audiência o senador Paulo Paim, coordenador da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social. Foi ele quem propôs a CPI da Previdência, em 2017, que provou que não há déficit nem rombo no sistema.  “A CPI concluiu que o problema da Previdência é de gestão, sonegação, dívidas não cobradas, ausência de fiscalização mais rigorosa, desonerações e desvinculação de receitas”, afirmou Paim.

O Sindicato também está recolhendo assinaturas para um abaixo-assinado das centrais sindicais que será encaminhado ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, contra a PEC 06/2019, que modifica o sistema de Previdência do País.

A proposta do governo Bolsonaro aumenta o tempo de contribuição e de trabalho, diminui o valor dos benefícios e altera a seguridade social (aposentadorias, benefícios como o BPC e as políticas de saúde), diz o texto do documento.

O abaixo-assinado está com diretores e na sede do sindicato. Assine e participe da audiência pública, temos que nos juntar aos demais sindicatos e trabalhadores e impedir que essa proposta seja aprovada. Vem pra luta!

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BANCO DO BRASIL NÃO COMPARECE NA AUDIÊNCIA DA PEDROZO NO TRT

Sede do TRT-RS, em Porto Alegre

Sede do TRT-RS, em Porto Alegre



O Banco do Brasil (BB) não mandou representante na audiência de conciliação ocorrida quarta-feira passada (03), no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT), em Porto Alegre. O banco, na verdade, não quer acordo porque não aceita pagar os valores incontroversos da questão envolvendo a Pedrozo Sistema de Segurança Ltda., referentes às verbas rescisórias que centenas de vigilantes têm a receber.

Isto significa que o banco, assim como a massa falida da empresa, que tinha representante na audiência, reconhecem que existe essa dívida com os trabalhadores. Porém, o banco não aceita que deva pagar, como contratante, até a decisão final do processo. Neste sentido, ingressou com recurso querendo se excluir dessa responsabilidade, na condição de tomadora do serviço de vigilância.

O Sindivigilantes do Sul, através do advogado Arthur Dias Filho, da assessoria jurídica do sindicato, solicitou que os desembargadores do TRT neguem o recurso que o banco pediu e liberem o dinheiro dos vigilantes referente. Estava presente também o presidente, Loreni Dias. “O Sindicato está adotando todas as cautelas judiciais necessárias para liberar o dinheiro dos trabalhadores o mais rápido possível”, afirmou dr. Arthur.

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SINDICATO EXIGE QUE EMPRESAS FORNEÇAM PPP NAS RESCISÕES DOS SÓCIOS E COTISTAS

PPP



A homologação das rescisões de contrato no sindicato são uma garantia para o trabalhador de que receberá todos os seus direitos corretamente, tais como aviso prévio, saldo de salário, indenização de férias, 13º profissional, 40% dos depósitos do FGTS e o encaminhamento para o seguro desemprego.

Além disso, o sindicato exige nas homologações dos sócios e cotistas a apresentação pela empresa do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) do vigilante. Caso não conste o documento e mesmo assim o trabalhador queira assinar a rescisão, o sindicato faz uma ressalva, dando o prazo de DOIS DIAS para que ele seja entregue.

O PPP é um documento com o histórico laboral do trabalhador, onde constam dados administrativos e registros das condições ambientais em que ele exerceu sua atividade. Por exemplo, se esteve exposto a substâncias tóxicas e outros riscos. Isso é importante na contagem de tempo para aposentadoria especial, principalmente.

É fundamental que o vigilante tenha logo esse documento em mãos, e guarde-o bem guardado, pois acontece muito das empresas fecharem e o trabalhador não saber a quem procurar para fornecer o seu histórico ou PPP.

A reforma trabalhista não obriga mais que as homologações aconteçam nos sindicatos. Porém, na convenção coletiva de trabalho da categoria consta expressamente que as rescisões dos sócios devem acontecer na sede da entidade.

No caso dos cotistas (vigilantes que pagam a cota de solidariedade sindical), se a empresa concordar, as rescisões também podem ser feitas no sindicato. Lembre-se, seja qual for a situação, não deixe de exigir da empresa a sua PPP.

 

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FEIRA DO COURO NO SINDICATO VAI ATÉ 6ª FEIRA

Feira do Couro site



Começou hoje e vai até sexta-feira (05) a Feira do Couro, na sede do Sindivigilantes do Sul. Ela começa todos os dias às 07h30 e se encerra às 18 horas. Os produtos da marca Coucheli são vendidos em até seis vezes, com desconto em folha e parcela mínima de R$ 60,00. O sindicato está localizado na Rua Voluntários da Pátria, nº 595, 5º andar, salas 501 e 502, no Centro de Porto Alegre.

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JUIZ ATENDE PEDIDO DO SINDICATO E VIGILANTES DA JOB VÃO RECEBER DINHEIRO BLOQUEADO

Audiências aconteceram na 5ª Vara do Trabalho, segunda-feira

Audiências aconteceram na 5ª Vara do Trabalho, segunda-feira



Atendendo ao pedido formulado numa das ações coletivas do Sindivigilantes do Sul contra a JOB Segurança e Vigilância Patrimonial, o juiz da 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, Max Carrion Brueckner, ordenou o bloqueio de R$ 334 mil que a empresa tinha a receber do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff) e, na audiência de segunda-feira (1º), determinou a liberação desse dinheiro para o pagamento do 13º e salários atrasados dos vigilantes do posto.

Além disso, o advogado Maurício Vieira da Silva, da assessoria jurídica do sindicato, solicitou e conseguiu do juiz uma complementação do bloqueio, no total de R$ 600 mil, para garantir as verbas dos pagamentos das rescisões de contrato desses trabalhadores.

O juiz deferiu o pedido, para que o Estado efetue a penhora desse valor complementar ou justifique se não houver novos créditos da JOB disponíveis para bloqueio.

Quanto ao pagamento, isso depende agora de um alvará do juiz, liberando o dinheiro para que o sindicato faça o repasse aos vigilantes. Tão logo ele emita o documento, o sindicato vai divulgar a lista de quem deve comparecer na sede do Sindivigilantes do Sul para receber, como sempre faz.

Reforçamos que isso está na dependência exclusiva do juiz e costuma levar cerca de 30 dias, em média. Os beneficiados terão também a liberação do Fundo de Garantia e encaminhamento do seguro desemprego, complementou dr. Maurício.

Secretaria do Meio Ambiente

Quanto aos vigilantes da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), em outra audiência, o juiz estabeleceu um bloqueio no valor de R$ 1 milhão 650 mil. Porém, o Estado realizou o depósito de pouco mais de R$ 300 mil, apenas, que também será aplicado no pagamento do 13º e salários atrasados dos vigilantes, assim como no caso do Caff.

O juiz expediu uma nova ordem para que o Estado deposite imediatamente o valor integral, ou comprove que não existe mais créditos com relação ao restante para atingir o total determinado. O procedimento para receber será o mesmo, os vigilantes devem aguardar ser chamados pelo sindicato, tão logo o juiz libere o alvará de pagamento.

Secretaria da Educação

Em relação à Secretaria da Educação (Seduc), o sindicato também ganhou a liminar para os valores bloqueados da JOB virem para o processo, a fim de se fazer o pagamento dos vigilantes. Contudo, neste caso, o Estado não cumpriu a determinação judicial e não fez o depósito.

Na audiência, o juiz emitiu nova ordem, mandando que o Estado deposite imediatamente o valor bloqueado da empresa ou justifique,  no caso de não haver mais créditos da JOB disponíveis  para isso.

Ou seja, em relação à Seduc o sindicato também conseguiu o que pediu à Justiça, em favor dos vigilantes, mas é o Estado que está descumprindo a ordem do juiz.

Como sempre, o sindicato está fazendo tudo que está ao seu alcance, movendo ações coletivas para proteger e resguardar os  interesses dos vigilantes, inclusive de muitos que não são sócios.

Contem sempre com o apoio do sindicato, mas levem em consideração que o sindicato também precisa do apoio dos vigilantes para poder continuar funcionando, uma vez que não existe mais o imposto sindical. Inclusive para podermos ter uma assessoria jurídica competente como a nossa, que já ganhou inúmeros processos importantes para a categoria.

Assim que houver qualquer nova informação sobre os pagamentos, divulgaremos imediatamente, aguardem.

Estes são os números dos processos:

– 0021245-89.2018.5.04.0005
– 0020029-35.2019.5.04.0013
– 0020001-67.2019.5.04.0013

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