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CUT-RS ORGANIZA MAIOR 1º DE MAIO DA HISTÓRIA DO RS COM O FESTIVAL DOS TRABALHADORES

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O Rio Grande do Sul será palco de uma mobilização inédita no 1º de Maio deste ano, sexta-feira: o Festival dos Trabalhadores e das Trabalhadoras. O evento, que tem entrada gratuita, ocorrerá simultaneamente em cinco cidades: Porto Alegre, Caxias do Sul, Santa Maria, Passo Fundo e Pelotas.

Na capital, o evento vai acontecer na Casa do Gaúcho, no Parque Harmonia, das 10h até 22h. O local seria a Praça da Alfândega, mas mudou devido à previsão de chuva. 

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Sob o lema “lutar, celebrar e ocupar as ruas”, o festival une apresentações culturais, feiras de economia solidária e a defesa de pautas essenciais para a classe trabalhadora.

Cultura e luta sindical unidas

A iniciativa, promovida pelas centrais sindicais e produtores culturais, busca transformar o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora em um espaço vivo de conscientização e esperança.

Além das celebrações, o evento pautará reivindicações urgentes, como a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, o combate ao feminicídio e a defesa dos serviços públicos.

Como afirma o presidente da Centra Única dos Trabalhadores (CUT/RS), Amarildo Cenci, o 1º de Maio é o momento de a classe trabalhadora reafirmar sua capacidade de transformar a realidade e construir um futuro mais igualitário.

Destaques da programação

Cada cidade contará com uma programação diversificada de shows nacionais, regionais e locais:

Porto Alegre:
As atividades ocorrem na Casa do Gaúcho, Parque Harmonia, das 10h às 22h.

Entre os destaques estão a Feira de Economia Solidária e Criativa, o show nacional de Chico Chico, cortejo do Bloco da Laje, esquete com o Ói Nóis Aqui Traveiz e o encerramento com a escola de samba Imperadores do Samba.

Pelotas:
O festival será na Praça Coronel Pedro Osório, das 14h às 22h. Estão confirmadas bandas renomadas como Produto Nacional (referência no reggae gaúcho) e 50 Tons de Pretas, além de talentos locais como Xana Gallo e a Banda Dona da Noite. O local também abrigará uma ampla Feira de Economia Solidária.

Caxias do Sul:
A celebração será no Pavilhão da Uva, a partir das 14h, contando com apresentações de bandas como Modello, Mercosul, Cosmo Express e o show principal de encerramento com San Marino.

Passo Fundo:
O evento acontece no Parque da Gare, das 13h às 21h. A tarde, o festival apresenta Pedro Munhoz, Julia Hellen e Ricardo Pacheco.  A noite começa com Blues Jazzmine e finaliza com show da banda Chimarruts.

Santa Maria:
O festival será das 14h às 20, em local a ser confirmado. Contará com Feira de Economia Solidária e intervenções culturais locais, e à noite oferecerá pagode e samba com Igorzinho Peres e Marcelo Amaro.

Economia solidária e inclusão

O festival também se consolida como uma plataforma de fortalecimento das redes criativas e produtivas locais.

A presença das feiras de economia solidária apresenta alternativas ao modelo tradicional de trabalho, valorizando o esforço coletivo, a geração de renda regional e o fortalecimento das redes produtivas locais.

Segundo os organizadores, a feira é uma forma prática de demonstrar que existem alternativas ao modelo tradicional de exploração do trabalhador.

Lutas e pautas trazidas pelo movimento

As centrais sindicais (CUT/RS e CTB/RS) defendem um conjunto de pautas voltadas para a garantia de direitos, justiça social e o fortalecimento da democracia.

As principais reivindicações do Dia Internacional do Trabalhador e Trabalhadora são:

– A redução da jornada de trabalho e fim da escala 6×1.
– O combate à “pejotização“, a defesa e valorização dos serviços públicos.
– Contra a reforma administrativa.
– O enfrentamento ao feminicídio.
– Defesa da democracia e soberania nacional.

As centrais sindicais convidam a população para participar do festival e fazer valer a voz do povo.

Fonte: Brasil de Fato/CUT-RS
Edição: Sindivigilantes do Sul

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ATUALIZAÇÃO JURÍDICA SOBRE OS PROCESSOS MOBRA, SELTEC E JOB

(Foto: Freepik)

(Foto: Freepik)



O sindicato, por meio de seu Departamento Jurídico, vem trazer informações atualizadas sobre o andamento das ações coletivas movidas pela entidade contra as empresas Mobra Vigilância, Seltec Vigilância e Job Segurança.

  1. Luta pela Responsabilidade Subsidiária dos Tomadores de Serviços

Atualmente, as ações coletivas aguardam o julgamento dos recursos interpostos pelos tomadores de serviço (em sua maioria, órgãos públicos).

Estes órgãos (contratantes) buscam excluir sua responsabilidade pelo pagamento dos débitos trabalhistas.

Os processos encontram-se no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, aguardando decisão definitiva.

  1. Situação das Massas Falidas

É importante reforçar que as empresas do Grupo Mobra (proc. nº 5092815-63.2023.8.21.0001), Grupo Seltec (proc n 50492479420238210001)  e Grupo Job  (proc nº 5020830-73.2019.8.21.0001), tiveram suas falências decretadas.

Os respectivos processos de falência estão tramitando no Tribunal de Justiça, mas ainda enfrentam etapas burocráticas importantes:

  • O Quadro Geral de Credores (relação de quem tem valores a receber) ainda não foi consolidado;
  • Consequentemente, não houve liberação de valores pelo juízo falimentar até o momento.

O Sindicato permanece atento e atuando em todas as instâncias jurídicas para garantir que os direitos dos vigilantes sejam respeitados e pagos o mais breve possível.

Todos serão informados assim que houver alguma decisão da Justiça sobre essas ações, porém, lembramos que processos envolvendo falências costumam ser mais demorados. Aguardem.

Foto: Freepik/IA

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CORRENTE DE APOIO A SÉRGIO MUNHOZ (MD)

Hospital de Clínicas 1 - site



A diretoria do Sindivigilantes do Sul manifesta solidariedade e deseja pronta recuperação ao supervisor da MD Serviços de Segurança, Sérgio Munhoz, que sofreu um AVC hemorrágico no último dia 16.

Munhoz está internado na UTI do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, em estado delicado, porém estável, conforme informações da empresa.

Muito estimado pelos colegas, sua situação causa a preocupação e uma forte corrente de apoio e orações por sua recuperação. Força, Sérgio, estamos contigo!

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JUSTIÇA DETERMINA BLOQUEIO DE R$ 1,9 MILHÃO DA EMPRESA BANKFORT PARA GARANTIR PAGAMENTOS DE VIGILANTES

(Foto: Freepik)

(Foto: Freepik)



A assessoria jurídica do Sindivigilantes do Sul informa que, numa decisão liminar desta semana, a Justiça do Trabalho deferiu o pedido de tutela de urgência na ação movida pelo sindicato da categoria.

O juiz substituto da 25ª Vara de Porto Alegre, Giovane Brzostek, determinou o bloqueio de créditos da empresa Bankfort Vigilância Privada junto ao Estado do Rio Grande do Sul, nos contratos vinculados à Secretaria de Segurança Pública (SSP).

A medida visa garantir o pagamento de verbas alimentares devidas aos trabalhadores da empresa que atuavam nos postos do Departamento Médico Legal (DML) e Instituto Geral de Perícias (IGP). 

Os principais pontos da decisão:

  • Valores Bloqueados:
    O bloqueio atinge créditos atuais e futuros, inclusive valores de caução e seguro contratual, cerca de  R$ 1.991.800,00.
  • Motivação:
    O magistrado reconheceu a “probabilidade do direito” diante das provas de atrasos de salários, vale-transporte, vale-alimentação, FGTS e a ausência de pagamento das verbas rescisórias após o fim do contrato de prestação de serviços.
  • Risco de Insolvência:
    A decisão destacou a situação financeira precária da primeira ré (Bankfort), o que justifica a urgência do arresto de bens para evitar prejuízos irreparáveis aos empregados.
  • Próximos Passos: 
    A decisão tem força de mandado e deve ser cumprida com urgência por Oficial de Justiça.

– A liberação dos valores ao sindicato, para o pagamento dos trabalhadores, será analisada somente após o depósito do valor bloqueado em conta judicial e complementação de documentos que deve ser realizada pela Bankfort e Estado.

Outros pedidos da ação serão apreciados após a apresentação da defesa pelas rés.

Informaremos assim que houver nova decisão judicial a respeito desses pagamentos, assim como em relação aos demais postos.

 

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SINDICATO CONVOCA ASSEMBLEIAS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

Assembleia



O Sindivigilantes do Sul convoca os associados(as) do sindicato para participarem das assembleias gerais ordinárias de prestação de contas do exercício de 2024.

Serão realizadas três assembleias, em locais e datas diferentes, todas em turno único:

PORTO ALEGRE
Dia 28 de abril de 2026, na sede do Sindicato dos Ferroviários (Rua Voluntários da Pátria, 595, 5º andar, Centro), com primeira chamada às 08h e segunda chamada às 08h30.

CHARQUEADAS
Dia 29 de abril de 2026, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos (Rua Dr. José Athanásio, nº 836-952, bairro Cruz de Malta, com primeira chamada às 19h e segunda chamada às 19h30.

SÃO LUIZ GONZAGA
Dia 04 de maio de 2026, na sede do Sindicato dos Bancários (Rua Dr. Bento Soeiro de Souza, nº 2780, bairro Centro), com primeira chamada às 19h e segunda chamada às 19h30.

As assembleias ocorrerão com qualquer número de presentes em segunda chamada.

Para participar, é necessário apresentar documento de identificação, carteira de sócio ou recibo de pagamento à empresa, comprovando o desconto da mensalidade.

A direção do sindicato reforça a importância da presença da categoria nas assembleias, momento fundamental para garantir transparência e participação nas decisões da entidade.

 Foto: Sindivigilantes do Sul

 Edital publicado no Correio do Povo dia 24/04/2026.

Edital

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NÃO TEREMOS EXPEDIENTE SEGUNDA-FEIRA (20)

Aviso - Site



Segunda-feira (20) não teremos expediente no sindicato. Devido ao feriado de Tiradentes na terça-feira, 21 de abril, voltamos com atendimento normal quarta-feira (22), das 07h30 às 18 horas, sem intervalo do meio-dia.

O plantão da assessoria jurídica com advogado(a) trabalhista também retorna quarta-feira, no horário normal, das 10h às 14 horas.

Já o plantão previdenciário funciona às quintas-feiras, das 09 horas ao meio-dia.

No mesmo dia, quinta-feira, temos o atendimento com psicólogo, das 10h às 16h.

Telefones do sindicato: (51) 3225-5070/WhatsApp / 3024-5114

Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 595, slas. 501/502, Centro, Porto Alegre.

 

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MARCHA DA CLASSE TRABALHADORA LEVA MILHARES ÀS RUAS DE BRASÍLIA

CUT - Marcha - Brasília - site



Faixas, bandeiras, batucadas e muito entusiasmo deram o tom da Marcha da Classe Trabalhadora, que tomou as ruas de Brasília nesta quarta-feira, 15, reunindo milhares de trabalhadores e trabalhadoras de todo o país.

A mobilização contou com forte presença da CUT-RS, que levou à capital federal centenas de dirigentes sindicais do Rio Grande do Sul, representando diversas categorias, entre elas sapateiros, servidores públicos, metalúrgicos e professores, demonstrando a força e a unidade da classe trabalhadora gaúcha na luta por direitos.

A marcha ocorreu um dia após o governo Lula encaminhar ao Congresso Nacional o projeto que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, pauta central da mobilização.

Logo no início da mobilização, o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, afirmou que a conquista só se dá com pressão:

“Na história, nenhum direito da classe trabalhadora foi uma dádiva, sempre foi com muita luta, com muita mobilização. Então é assim que nós vamos buscar a nossa pauta”.

Ele destacou ainda que o envio do projeto já representa um passo importante: “Ela já é vitoriosa porque o presidente Lula acaba de enviar ao Congresso Nacional o projeto em caráter de urgência que acaba com a escala 6 por 1”.

A pauta da classe trabalhadora foi aprovada na conferência (Conclat) realizada pouco antes da marcha, reunindo 68 reivindicações que combinam demandas históricas e novos desafios do mundo do trabalho. Entre elas:

  • Fim da escala 6×1
  • Redução da jornada sem redução salarial
  • Regulamentação do trabalho por aplicativos
  • Combate à pejotização
  • Fortalecimento das negociações coletivas
  • Direito de negociação para servidores públicos
  • Combate à violência contra as mulheres

As centrais também destacam que, dos 63 itens aprovados na Conclat de 2022, cerca de 70% foram implementados, encaminhados ou estão em tramitação no Congresso, incluindo políticas de valorização do salário mínimo, igualdade salarial, ampliação do Bolsa Família e correções no Imposto de Renda.

Participação dos entregadores de aplicativos

A caminhada teve início na Esplanada dos Ministérios e seguiu até o Congresso Nacional, evidenciando a diversidade da classe trabalhadora brasileira.

Além das categorias tradicionais, chamou atenção a presença de entregadores por aplicativos, estudantes e movimentos sociais, reforçando o caráter amplo e plural da mobilização.

A secretária-geral da CUT-RS, Silvana Piroli, destacou que ontem (15), na reunião com as centrais, o governo assinou a regulamentação da Convenção 151 da OIT, que estabelece a negociação coletiva no serviço público.

“Nossa caminhada tem avançado porque estamos buscando mais qualidade de vida para os trabalhadores e trabalhadoras, porque a vida não tem hora extra.”, afirmou Silvana.

A Marcha da Classe Trabalhadora integra um calendário nacional de mobilizações que culmina no 1º de Maio.

No Rio Grande do Sul, a CUT-RS e demais centrais organizam o Festival dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em diversas cidades, unindo cultura, economia solidária e luta social sob o lema de ocupar as ruas e fortalecer as pautas da classe trabalhadora.

Fonte: CUT / CUT-RS
Foto: Dino Santos/CUT

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VIGILANTES REJEITAM PROPOSTA DE ACORDO DA GPS (ECOPOLO) POR UNANIMIDADE

Assessoria jurídica explicou a proposta

Assessoria jurídica explicou a proposta



Na assembleia realizada terça-feira (14), os vigilantes representados no processo contra a GPS rejeitaram, por unanimidade, a proposta da empresa e decidiram pelo prosseguimento da ação na Justiça, que já se encontra em fase de execução.

A proposta da GPS previa o pagamento de valores inferiores aos definidos nos cálculos da sentença de liquidação, além do parcelamento desses créditos, referentes a diferenças horas intervalares.

No entanto, a decisão judicial determina o pagamento integral das diferenças.

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As informações foram apresentadas em assembleia pela assessoria jurídica do sindicato — Dra. Paula Rossi e Dr. Jorge Young, do escritório Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados Associados.

Segundo o jurídico, tramitam três ações de execução em paralelo. Os trabalhadores que não estão contemplados nesta ação devem estar incluídos em alguma das outras duas, que já se encontram na fase de liquidação (cálculo dos valores).

Após a decisão da assembleia, a empresa terá prazo para apresentar embargos à execução, ou seja, contestação da cobrança, que seguira a tramitação nos autos do processo.

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SINDICATO E PREFEITURA DISCUTEM PAGAMENTO DIRETO AOS VIGILANTES DO MERCADO PÚBLICO

Reunião na Prefeitura, terça-feira

Reunião na Prefeitura, terça-feira



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Visita ao Mercado Público, após reunião

O sindicato e representantes da Prefeitura se reuniram nesta terça-feira (14) para definir os procedimentos para o pagamento direto aos vigilantes que atuavam pela empresa Bankfort no Mercado Público e que estão sem receber salários e verbas rescisórias.

Os atrasos começaram em dezembro/2025, com a suspensão dos pagamentos em janeiro/2026. No fim de março, o contrato com a empresa foi rescindido pela Secretaria Municipal de Administração e Patrimônio, sendo substituída a empresa pela Lince Segurança Patrimonial.

Segundo a Prefeitura, desde janeiro a Bankfort deixou de apresentar a documentação obrigatória, não prestava informações e não respondia às notificações e mensagens. Por isso, as faturas da empresa foram bloqueadas.

Agora, os responsáveis pelo contrato buscam meios de viabilizar o pagamento direto aos trabalhadores com esses créditos.

O tema foi discutido na reunião com o presidente do sindicato, José Airton Trindade, o vice-presidente, Ilson Pereira, e a assessora jurídica, Paula Rossi.

A Prefeitura deverá comunicar formalmente essa situação ao sindicato, que ingressará na Justiça para solicitar o depósito dos valores retidos em conta judicial.

A assessoria jurídica também pedirá a liberação dos recursos e autorização para que o próprio sindicato efetue o pagamento aos vigilantes.

A expectativa é de que os trâmites sejam concluídos até o final do mês, pois há formalidades, prazos e um feriado à frente. Atualmente, 54 vigilantes atuam em 45 postos no Mercado Público.

Pela Prefeitura, participaram da reunião o coordenador do Mercado Público, Gustavo Bitencourt; a gestora do contrato, Semadar Marques; a fiscal de serviço, Josiane Gasperin; e o fiscal de contrato, Édison Boenavides Pereira.

Após a reunião, os representantes do sindicato e da Prefeitura conversaram com vigilantes no MP para explicar a situação.

Eles ficaram animados com a possibilidade de finalmente receber o que têm direito. Todos serão informados assim que houver uma definição neste sentido.

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JUSTIÇA OBRIGA SEDUC A DEPOSITAR VALORES DA BANKFORT EM CONTA JUDICIAL

TRT-RS aceitou medida de segurança do sindicato

TRT-RS aceitou medida de segurança do sindicato



A Justiça do Trabalho determinou que a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) deposite em conta judicial, no prazo de 48 horas, todos os valores retidos dos contratos com a empresa Bankfort Vigilância Privada. A decisão liminar foi concedida sexta-feira em uma ação do Sindivigilantes do Sul e prevê multa diária no caso de descumprimento.

O sindicato busca garantir o pagamento de salários, verbas rescisórias, FGTS, seguro-desemprego e a liberação de valores retidos pelo Estado-Seduc, alegando que a retenção pela Seduc prejudica os trabalhadores, que estão há meses sem remuneração. ​

Com o depósito judicial, caberá agora à 13ª Vara do Trabalho de Porto Alegre dar andamento ao caso, com a notificação das partes e análise da documentação, para decidir como será feita a distribuição dos valores aos trabalhadores.

A liminar foi concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho após a assessoria jurídica do sindicato ingressar com mandado de segurança contra uma decisão da 13ª Vara do Trabalho da capital, que havia negado o bloqueio dos valores  por considerar insuficientes as provas apresentadas naquele momento.

No processo foi ressaltado que a situação se agravou após a rescisão dos contratos de prestação de serviços da Bankfort, deixando os vigilantes sem remuneração e também sem a documentação necessária para acessar seus direitos, como o seguro-desemprego.

O desembargador do TRT-RS Fabiano Holz Beserra considerou que os valores já estão retidos pela administração pública, o que permite o depósito na conta judicial, garantindo maior segurança para futura liberação aos trabalhadores (as).

Isso representa um avanço importante na ação para garantir que os vigilantes recebam seus direitos diante do impasse entre a empresa e a Seduc.

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