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Sindicato convoca para assembleias da campanha salarial

Serão discutidas e aprovadas as cláusulas sociais e econômicas

Serão discutidas e aprovadas as cláusulas sociais e econômicas

O Sindivigilantes do Sul publicou nesta quinta-feira (16) edital no jornal Correio do Povo, convocando a categoria dos vigilantes para as assembleias gerais que marcam o início da campanha salarial deste ano em todo o Rio Grande do Sul. A pauta principal é a discussão das propostas de cláusulas sociais e econômicas que serão apresentadas aos patrões para a negociação da convenção coletiva de trabalho 2018/2019.

Esta é uma campanha de maior importância ainda, porque é a primeira que acontece logo após a entrada em vigor da reforma trabalhista. A mobilização da categoria é fundamental porque há muitas situações onde o que for negociado com as empresas se sobrepõe à lei. Na capital, a assembleia será dia 27, segunda-feira, em duas sessões, pela manhã e à noite. Esta é a ordem das assembleias, com os locais e horários:

  • Santo Ângelo: dia 22/11, 4ª feira, 19 horas, no Sindicato dos Bancários, Rua dos Andradas, 1161, Centro.
  • São Borja: dia 23/11, 5ª feira, 19 horas, no Clube Esperança, Rua Olinto Arami Silva, 804, Centro.
  • Porto Alegre: dia 27/11, 2ª feira, primeira sessão às 07h30 e segunda sessão às 19h30, na Igreja Evangélica, Rua Senhor dos Passos, 202, Centro.
  • Camaquã: 28/11, 3ª feira, 19 horas, na subsede, Rua Cristóvão G. de Andrade, 919B, Centro.
  • Sto. Antônio da Patrulha: 29/11, 4ª feira, 19 horas, na FURG, Rua Barão do Caí, 2-274, Cidade Alta.
  • São Jerônimo: 30/11, 5ª feira, 19 horas, na Câmara Municipal, Rua Osvaldo Aranha, 175, Centro.
  • Veranópolis: 09/12, sábado, 19 horas, na Câmara Municipal, Rua Dr. José Montaury, 213/325.

Compareça, participe e traga seus colegas!

 

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CUT-RS relembra deputados e senadores que votaram a favor da reforma trabalhista de Temer

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Às vésperas da entrada em vigor da lei 13.467/2007, a chamada Reforma Trabalhista, que ocorre neste sábado, dia 11 de novembro, a CUT-RS relembra como votaram os deputados e os senadores gaúchos, quando essa legislação perversa foi aprovada no Congresso Nacional

“Queremos que os trabalhadores e a população nunca se esqueçam de quem foi a favor e de quem foi contra esse projeto, feito sob medida pelos grandes empresários, financiadores do golpe que apeou a presidenta eleita Dilma Rousseff, e que retira direitos históricos da classe trabalhadores, tenta enfraquecer o movimento sindical e dificultar o acesso à Justiça do Trabalho”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Segundo ele, “é preciso dar a resposta a esses inimigos dos trabalhadores nas próximas eleições, fazendo com que nenhum deles seja reeleito, pois não representam os anseios de uma vida melhor dos trabalhadores e das trabalhadoras, mas sim os interesses dos donos do capital nacional e internacional”.

“Vamos marcar na paleta essa gente, que nunca disse em campanha eleitoral que iria votar para acabar com os nossos direitos. Por isso, vamos lembrar e relembrar o nome e o partido de cada deputado e senador no dia 11 de cada mês junto aos trabalhadores e à população para ninguém se esqueça deles”, conclui Nespolo.

Veja como votaram os deputados gaúchos (26/04/2017):

A favor da reforma trabalhista (14)

Alceu Moreira (PMDB)

Cajar Nardes (PR)

Carlos Gomes (PRB)

Covatti Filho (PP)

Darnlei (PSD)

Darcísio Perondi (PMDB)

Jerônimo Goergen (PP)

Jones Martins (PMDB)

Luis Carlos Heinze (PP)

Mauro Pereira (PMDB)

Onyx Lorenzoni (DEM)

Renato Molling (PP)

Ronaldo Nogueira (PTB)

Yeda Crusius (PSDB)

Contra a reforma trabalhista (15)

Afonso Hamm (PP)

Afonso Motta (PDT)

Bohn Gass (PT)

Heitor Schuch (PSB)

Henrique Fontana (PT)

João Derly (Rede)

José Fogaça (PMDB)

Jose Stédile (PSB)

Marco Maia (PT)

Marcon (PT)

Maria do Rosário (PT)

Paulo Pimenta (PT)

Pepe Vargas (PT)

Pompeo de Mattos (PDT)

Sérgio Moraes (PTB)


Confira como votaram os senadores gaúchos (11/07/2017)

A favor da reforma trabalhista (2)

Ana Amélia Lemos (PP)

Lasier Martins (PSD)

Contra a reforma trabalhista (1)

Paulo Paim (PT)

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NOTA OFICIAL – A LUTA CONTRA A REFORMA TRABALHISTA NÃO ACABOU: LUTAREMOS, RESISTIREMOS!

Sindicato participou de todas as mobilizações contra mudança da CLT

Sindicato participou de todas as mobilizações contra mudança da CLT

Começa a valer neste sábado (11) a reforma trabalhista imposta ao povo brasileiro pelo golpista Michel Temer. O Sindivigilantes do Sul participou de todas as mobilizações, inclusive da greve geral, com a CUT, demais centrais e sindicatos, para tentar impedir esse monstruoso ataque aos direitos da classe trabalhadora.

Está claro que este é um governo totalmente dominado pelos grandes grupos empresariais, banqueiros e ruralistas, sem qualquer escrúpulo, sem nenhum respeito pelo povo, que até o trabalho escravo quer liberar. Ainda temos pela frente a batalha da reforma da Previdência, que acaba com as aposentadorias. Já estão dizendo também que essa reforma trabalhista não é suficiente, querem arrochar ainda mais a vida do trabalhador.

Não resta alternativa a nós, da classe trabalhadora, a não ser fortalecermos nossos sindicatos, nos organizar e ir à luta, porque nossos inimigos de classe ainda não terminaram o “serviço sujo”. Vai ficar ainda pior se não reagirmos. Com estes inimigos que estão no poder não há conciliação possível, pois a ganância deles não tem limites!

Continuaremos lutando, resistiremos, para reverter os efeitos dessa famigerada reforma. Até mesmo boa parte do Judiciário Trabalhista diz que ela não pode ser implementada do jeito que foi aprovada, pois afronta em vários pontos a Constituição Federal. Temos que nos unir e nos fortalecer, para enfrentarmos juntos estes tempos difíceis que temos pela frente. Forte abraço!

Sindivigilantes do Sul – A Direção – 10/11/2017

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Aviso do sindicato de São Leopoldo

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Os vigilantes abaixo têm valores a receber da empresa Rota Sul. Fazer contato com o Sindicato dos Vigilantes de São Lepoldo pelo telefone:  3575-3527

– Luiz Carlos Rosa Lima
– Luiz Mário Gonçalves Machado
– Márcio Leopoldo Rosa Leão
– Leonardo Castro Rocha
– Luciano de Mello Muller
– Michel Roberto de Almeida Bastone
– Paulo Cesar Borges
– Anderson Luis de Mattos Trzimajewski
– Carlos Alberto Cordeiro
– Cleber Agiova Oleques

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CUT-RS convoca para o Dia Nacional de Mobilização, sexta-feira (10)

Protestos vão acontecer na véspera da entrada em vigor da reforma trabalhista

Protestos vão acontecer na véspera da entrada em vigor da reforma trabalhista

Às vésperas do início da vigência em 11 de novembro da lei 13.467, a chamada “reforma” trabalhista, e diante da ameaça de votação da “reforma” da Previdência, a CUT-RS está organizando as entidades filiadas para o Dia Nacional de Mobilização que ocorrerá na próxima sexta-feira (10). Pela manhã, haverá paralisação das categorias em luta e uma plenária extraordinária de mobilização da CUT-RS, das 10h às 14h, no salão da igreja da Pompeia, em Porto Alegre.

À tarde, junto com as centrais sindicais, será realizado um abraço simbólico ao prédio da Justiça do Trabalho, na Avenida Praia de Belas, em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RS), seguido de caminhada até a Esquina Democrática, onde acontecerá um ato unificado às 18h, contra as “reformas” trabalhista e da Previdência e a portaria do trabalho escravo, suspenso por liminar pela ministra do STF, Rosa Weber.

“Esse governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB), rejeitado por quase 90% da população, está provocando um retrocesso sem precedentes na história do país. Congelou investimentos em saúde e educação por 20 anos e aprovou uma lei que retira direitos trabalhistas, conquistados com muita luta pela classe trabalhadora, além de tentar enfraquecer os sindicatos e acabar com o acesso gratuito à Justiça do Trabalho”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Para ele, “temos que resistir, lutar e acordar o Brasil para mostrar ao Temer e ao Congresso Nacional que não vamos pagar o pato e que não aceitamos a precarização do trabalho, mas queremos emprego decente e nenhum direito a menos”.

Frente à necessidade de realizar um balanço da estratégia de enfrentamento da “reforma” trabalhista e a urgente tarefa de impedir que a “reforma” da previdência seja aprovada, a Direção Executiva da CUT-RS convoca todas as entidades sindicais para que participem da Plenária Extraordinária de Mobilização, na próxima sexta-feira, das 10h às 14h, no salão da Igreja da Pompéia, com a seguinte pauta:

a) Avaliar as nossas ações de resistência;

b) Apresentação do manual de orientações técnico-políticas para barrar a implantação da reforma trabalhista;

c) Planejar ações para o próximo período: greve geral, caravanas da CUT, comitês sindicais e desgaste da base palamentar golpista.

Cada entidade sindical com até 500 trabalhadores na base deverá indicar um delegado ou uma delegada. Entidade sindicais que possuem acima de 500 trabalhadores na base deverá indicar no mínimo 3 dirigentes sindicais.

As inscrições devem ser feitas junto à Secretaria-geral pelo e-mail cut.rs@cutrs.org.br indicando o nome da pessoa e o nome da entidade de base sindical.

“Reiteramos que esta atividade é de suma importância e orientamos aos sindicatos a organizarem transporte solidário para economizar recursos e otimizar a participação de um maior número possível de dirigentes”, salienta o secretário-geral adjunto da CUT-RS, Amarildo Cenci.

Coleta de assinaturas pela anulação da reforma trabalhista

A CUT está intensificando a coleta de assinaturas no projeto de lei de iniciativa popular para anular a “reforma” trabalhista e a lei da terceirização sem limites. “Precisamos no mínimo de 1,3 milhão de assinaturas, o que corresponde a 1% do eleitorado brasileiro, em cinco estados do país, para a tramitação no Congresso, a fim de tentar desfazer esse brutal ataque aos direitos dos trabalhadores”, destaca Nespolo.

Ele ressalta que a “reforma” trabalhista foi enfiada goela abaixo e passaram a conversa na população. “Até o fim de 2014, início de 2015, estávamos em pleno emprego no Brasil. As empresas tinham dificuldade imensa em manter seus funcionários, pois as firmas disputavam os mesmos e as leis trabalhistas não geravam nenhum problema. Por isso, é conversa fiada dizer que a lei trabalhista gera informalidade e cria problemas para gerar empregos. No momento em que tivemos plenas oportunidades, a lei não foi empecilho”.

“Com esse projeto, queremos impactar os deputados para que voltem atrás sobre este assunto”, enfatiza Nepolo, que se mostra satisfeito com o envolvimento dos sindicatos. “Estamos felizes com os resultados, pois isso possibilita ampliar também a consciência crítica dos trabalhadores e aumentar a resistência ao golpe”, finalizou.

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Prefeitura de Butiá notifica bancos que desobedecem lei da vigilância 24 horas

Prefeito Daniel, ao centro, recebeu direção do sindicato

Prefeito Daniel, ao centro, recebeu direção do sindicato

Dias, Elisa e Eduardo acompanharam a secretária Morgana nas notificações

Dias, Elisa e Eduardo acompanharam a secretária Morgana nas notificações

O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, esteve reunido com o prefeito municipal de Butiá, Daniel Pereira de Almeida, na última quarta-feira. Eles conversaram sobre a lei da vigilância armada 24 horas nos bancos, que já está em vigor na cidade mas não vem sendo cumprida.

Imediatamente, o prefeito determinou que todas as agências fossem notificadas e avisadas de que sofrerão multas, se não obedecerem ao que diz a lei Lei nº3.162- 12/07/2016. Segundo o texto, toda as agências bancárias do município devem manter vigilância armada dia e noite, as 24 horas do dia, inclusive nos feriados e finais de semana.

Dias estava acompanhado da diretora Elisa Araújo e do apoio na região, Eduardo Blauth. Eles, inclusive, acompanharam a secretária de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Morgana Ferreira, na notificação das agências do Banrisul, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Segundo o presidente, mais de 30 municípíos já têm a lei em vigor, inclusive a capital, mas muitas prefeituras estão se omitindo da fiscalização. “Nós lamentamos a irresponsabilidade de algumas prefeituras que ainda não tomaram as providências que deveriam ter tomado”, disse. “As prefeituras não ligam até que aconteça uma tragédia”, disse dias.

Ele citou, como exemplo desse risco, o ataque com explosivos e uso de reféns pelos bandidos a uma agência da Caixa Econômica Federal, em Taquari, na madrugada desta sexta-feira. Conforme o levantamento do sindicato, a lei da vigilância 24 horas já foi aprovada na cidade mas não foi sancionada pelo prefeito, ainda.

Agência em Taquari foi explodida nesta sexta-feira

Agência em Taquari foi explodida nesta sexta-feira

 

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Vitória! Justiça proíbe descontos irregulares da Lince nos salários

9ª Vara do Trabalho determinou a restituição dos valores já descontados

9ª Vara do Trabalho determinou a restituição dos valores já descontados

Uma importante vitória foi conquistada pelo Departamento Jurídico do Sindivigilantes do Sul no processo contra a Lince Segurança Patrimonial Ltda. A sentença da 9ª Vara do Trabalho do dia 31 de outubro declarou que são ilegais e proibiu os descontos salariais sob a rubrica de “descontos de valores de férias pagos a maior”, que a empresa vinha fazendo desde outubro do ano passado.

O juiz do trabalho substituto Carlos Ernesto Maranhão Busatto diz não haver dúvidas de que a empresa realmente fez os descontos, devido a supostos pagamentos à mais de férias aos empregados, que teriam acontecido entre os anos de 2011 e 2015.  Segundo ele, esse pagamento a maior não foi comprovado pela Lince.

Busatto acrescentou que a empresa não esclareceu a forma como teria ocorrido o erro. Segundo ele, também não houve autorização expressa dos vigilantes para a realização dos descontos nos salários e parcelas rescisórias.

“Tendo em conta a natureza alimentar do salário, considero ilegal o procedimento adotado pela reclamada (Lince)… Impõe-se assim, a devolução dos valores irregularmente descontados... não podem os empregados serem responsabilizados pela má administração da organização financeira da reclamada”, sentenciou.

O advogado Arthur Dias Filho, da assessoria jurídica do sindicato, comemorou o resultado: “Destaco da sentença o fato de, além de ter declarado a ilegalidade dos descontos referentes a supostos pagamentos a maior de férias, bem como a restituição dos valores descontados sob esse título, que ela consolidou a obrigação de não fazer (suspensão dos descontos) que já havíamos ganho por meio de tutela antecipada, sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 a ser revertida a favor dos trabalhadores”, disse.

 

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Sindicato firma parceria com grupo de doadores de sangue

Motta, à esquerda, com João Pedro, foi o primeiro a se inscrever no grupo

Motta, à esquerda, com João Pedro, foi o primeiro a se inscrever no grupo

O Sindivigilantes do Sul firmou uma parceria com o Grupo Irmãos de Sangue do Brasil, que cadastra e mobiliza doadores de sangue na capital, especialmente para pacientes vindos do interior do Estado. O vice-presidente, Luiz Paulo Motta, foi o primeiro a assinar o cadastro de doador pelo sindicato, nesta terça-feira (31).

João Pedro Dias Vargas, 57 anos, foi o fundador do grupo quando era vigilante da Rudder, em 1989. De tanto ouvir pedidos de doadores de sangue pelo rádio, ele convidou mais noves amigos vigilantes para formar uma entidade com a finalidade de ajudar as pessoas que peçam esse tipo de ajuda.

“Quem não é do interior, tem alguém, algum parente que é do interior”, diz ele, observando que essas pessoas vindas de outras cidades para se tratar na capital são as que mais têm dificuldades de conseguir doadores. Atualmente, o grupo tem 170 doadores cadastrados em Porto Alegre, que são mobilizados quando há algum pedido dos hospitais ou mesmo pelas rádios.

Poucos vigilantes

No incêndio da boate Kiss de Santa Maria, por exemplo, mais de cem pessoas do grupo foram ao hemocentro doar sangue para as vítimas da tragédia. Mas os vigilantes doadores ainda são muito poucos, uns dez apenas, conta. A meta do sindicato, segundo Motta, é incluir, no mínimo, mais cem vigilantes na lista de João Pedro.

Ele conta que atende a pelo menos 20 chamados por mês e que muitas vezes ele e seus companheiros já se mobilizaram para ajudar vigilantes e familiares que precisavam de doações. Chegou a procurar a diretoria anterior por quatro vezes mas não recebeu apoio. O compromisso do sindicato é apoiar com a divulgação do grupo e suas campanhas junto à categoria.

Por exemplo, no próximo dia 25 d e novembro será o Dia Nacional dos Doadores de Sangue e haverá cadastramento de voluntários na Esquina Democrática, no centro da capital, das 09h às 18h. “Doe sangue, salve vidas, tem alguém precisando de você. Pense nisso!”, é o lema do Grupo Irmãos de Sangue.

Grupo de amigos

“Acabou virando um grupo de amigos e nos apoiamos uns aos outros até para conseguir trabalho”, conta João Pedro.

Neste ano, finalmente, o grupo conseguiu registrar seu CNPJ e uma sala para sua sede, cedida por uma clínica odontológica, na Rua General Vitorino, 291, sala 306, 3º andar. Quem quiser mais informações ou mesmo se cadastrar, pode fazer contato pelos telefones (51) 3226-9443 (51) 98535-1521 (whatsapp) ou (51) 99983-7772.

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Sindicatos debatem campanha salarial 2017/2018

 

Reunião de direção e apoios com jurídico ocupou toda a manhã

Reunião de direção e apoios com jurídico ocupou toda a manhã, em Porto Alegre

A direção e apoios do Sindivigilantes do Sul e dirigentes dos sindicatos dos vigilantes de Lajeado, São Leopoldo e Pelotas estiveram reunidos, na manhã desta terça-feira (31), no auditório do Sindicato dos Ferroviários, em Porto Alegre. Eles debateram a campanha salarial de 2017/2018, que deverá ser uma das mais importantes da história da categoria, pois é a primeira sob as novas regras da reforma trabalhista.

Nas discussões de hoje, com a participação do assessor jurídico Arthur Dias Filho, os diretores e apoios concentraram-se na discussão de pontos para a pauta de reivindicações. Após serem definidas, as propostas serão levadas para discussão e votação com a categoria, em assembleias que devem acontecer até o final deste mês.

“Vai ser uma campanha de muita atenção e cuidados, no sentido de se evitar que essa reforma, que na verdade deforma os direitos dos trabalhadores, prevaleça”, disse o advogado. Segundo Arthur, nessa hora “é de fundamental a importância a unidade e participação da categoria e que todos venham nas assembleias”.

O presidente Loreni Dias reforçou que o desafiou aumentou e, se a legislação mudou, a importância da mobilização dos vigilantes é maior ainda, e que todos e todas precisam estar conscientes disso. “Essa é a hora da categoria vir para as assembleias”, completou o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Lajeado, Airton Fernandes da Silva.

“Vamos precisar do engajamento da categoria nas assembleias, para dizer um não bem grande à pretensão dos patrões de impor mudanças que tragam prejuízos aos vigilantes”, disse Moisés Machado, presidente eleito do sindicatdo de São Leopoldo. “Essa reforma trabalhista vai prejudicar todos os trabalhadores, por isso é a hora de toda a categoria fortalecer a luta do sindicato”, afirmou Marcelo Puccinelli Alves, do sindicato de Pelotas.

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Congresso da CNTV elege nova diretoria para os próximos quatro anos

Presidente do sindicato, Loreni Dias, integra a nominata

Presidente do sindicato, Loreni Dias, vai ocupar o cargo de  Secretário de Relações Intersindicais

Dirigentes sindicais de todo o país elegeram no sábado (28) a diretoria que estará à frente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) no quadriênio 2018-2022. Para a presidência foi reeleito o atual presidente da entidade e também presidente do Sindicato dos Vigilantes da Bahia, José Boaventura, e a secretaria geral permanece com o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, Cláudio José. Já a secretaria de Finanças será assumida pelo vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes do DF, Regivaldo Nascimento.

O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, passa a integrar a direção, no cargo Secretário de Relações Intersindicais. A nova diretoria toma posse em 1º de fevereiro de 2018.

Para o presidente reeleito José Boaventura, a nova gestão tem à frente desafios como os ataques às conquistas dos trabalhadores. “Não temos alternativa, senão enfrentar”, reforçou. “Nossa eleição é justamente a continuidade desse chamamento para enfrentar esses desafios atuais. São mais de 25 anos de lutas e, mais do que nunca, precisamos reavivar esse compromisso. Não há espaço para recuo”, destacou Boaventura.

Boaventura destacou ainda o sucesso do Congresso, que municiou os trabalhadores do setor com propostas que de fato orientam a avançar na luta e não aceitar retrocessos. “O Congresso mantém a energia e vigor da categoria, dessa parte viva do movimento sindical. A parte que entregou os pontos aos patrões nós não contabilizamos”, afirmou.

Estatuto da Segurança Privada

No primeiro dia do Congresso Nacional dos Vigilantes, durante a participação do senador Paulo Paim, os delegados presentes aprovaram a proposta de Paim de tentar levar o texto do Estatuto da Segurança Privada para votação em Plenário o mais rápido possível. Isso só foi possível graças à forte atuação da CNTV em defesa da categoria. O diálogo com a Contraf-CUT, Polícia Federal e todos os outros envolvidos no debate no Senado Federal, garantiu que fossem retirados do texto itens que eram prejudiciais aos trabalhadores.

A deputada federal Erika Kokay falou sobre a tentativa de inserirem a atividade bancária – e com isso a segurança – como assunto de interesse nacional. “É contraditório dizer que uma atividade é essencial, mas que não pode ter um piso nacional. Não faz sentido um vigilante de um órgão ter um salário e outro trabalhador do mesmo órgão, mas em outro Estado, ter um salário completamente diferente”, criticou. “Mais do que a defesa do patrimônio, nós queremos é a defesa da vida. A vida ninguém repõe e vigilante é protetor da vida”, concluiu.

Compromisso de luta pelos vigilantes

Durante o evento, os vigilantes aprovaram a carta-compromisso para 2018, com orientações para as entidades filiadas e compromissos assumidos para a agenda do próximo ano. A luta pelo piso nacional de R$ 3 mil, a construção de negociação coletiva unificada nacionalmente e o não-parcelamento do 13º ou outros direitos dos trabalhadores fazem parte do documento. A CNTV também reiterou a orientação de não assinar qualquer tipo de acordo ou convenção que reduza o salário dos vigilantes.

Negociações coletivas

Segundo o supervisor Técnico do Dieese, Max Leno, o cenário é desfavorável, mas é necessário resistir. Mesmo com a crise, houve saldo positivo em relação aos reajustes e piso salarial. O estudo mostrou ainda que nos últimos dez anos os vigilantes obtiveram crescimento significativo nas negociações. “O cenário é complicado para toda classe trabalhadora, diante disso, é necessário que seja encontrada uma solução conjunta e a luta para intensificar a atuação sindical é uma das saídas possíveis para garantir e defender os direitos”, explicou.

Reforma Trabalhista e Previdenciária

Paim denunciou as reformas impostas pelo governo golpista de Temer e seu ataque descarado aos trabalhadores. Segundo ele, especificamente sobre a reforma previdenciária, o nível é tão baixo que até mesmo os idealizadores da Reforma começaram a recuar. “Escreveram tanta bobagem que começaram a voltar atrás e a falar em flexibilização. Eu não quero flexibilização, eu quero é que não passe, e se continuarmos mobilizados e deixarmos bem claro para cada deputado e senador que quem votar nessa maldita reforma da previdência nunca mais vai se eleger para cargo nenhum, podemos parar essa nova tentativa de golpe contra os trabalhadores”, afirmou.

Conjuntura Nacional e Internacional

A necessidade de resistência, mobilização, organização e luta foram destaque no debate sobre conjuntura nacional e internacional no 9º Congresso Nacional dos Vigilantes, realizado nesta quinta-feira (26), em Brasília. O ex-ministro da Previdência Ricardo Berzoini, o deputado distrital e diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) Chico Vigilante e o presidente da CUT-GO, Mauro Rubens, foram os palestrantes.

Para Berzoini, a população está sendo diretamente afetada pelo golpe parlamentar e midiático orquestrado no Brasil. Os reflexos dos ataques à democracia já chegaram juntamente com o fim da soberania nacional e as nocivas reformas trabalhista e previdenciária. “O papel do movimento sindical frente a esses problemas é intensificar a mobilização e batalhar para formar trabalhadores e trabalhadoras conscientes. Vivemos um período de completo estado de exceção, onde os direitos dos pobres são retirados diariamente em favorecimento dos interesses da minoria burguesa. Nossa luta deve ser constante. Vamos acabar com a perseguição à esquerda brasileira. O futuro do país está nas mãos da classe trabalhadora e a luta e unidade são a chave para barrar os retrocessos”, concluiu.

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