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Juíza intima Seltec a se explicar sobre implantação da 4×1 na Caixa

Sindicato tem atendimento trabalhista, cível e previdenciário

Sindicato tem atendimento trabalhista, cível e previdenciário



Em despacho nesta quinta-feira (22), a juíza Mariana Piccoli Lerina, da 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, intimou a empresa Seltec Vigilância Especializada a dar explicações sobre a sua intenção de implantar a escala 4×1 na Caixa Econômica Federal – Monitoramento.
O despacho da juíza atende a uma petição do Sindivigilantes do Sul, que comunicou à Justiça do Trabalho o descumprimento pela Seltec de uma antecipação de tutela obtida pelo sindicato, em 2016, proibindo a vigência desta escala na Caixa, Lojas da Claro e Secretaria da Saúde de Porto Alegre.

“Mesmo com decisão liminar para que não aplique a 4×1 no posto da Caixa Econômica Federal – Monitoramento, a Seltec tenta passar por cima da Justiça e avisou os trabalhadores que dia primeiro de março vai aplicar essa escala”, disse Marlon Costa, diretor do sindicato.

Segundo ele, vigilantes informaram que representantes da empresa teriam ameaçado com demissão quem não quiser trocar de escala. A Seltec, ainda, chegou a publicar um anúncio de vagas para quem quiser trabalhar na CEF como forma de pressão. Para Marlon, isso é uma forma de assédio moral.

Logo que o sindicato soube dessa intenção da empresa, o Departamento Jurídico foi acionado e, a pedido da direção, informou à Justiça que a empresa está descumprindo aquela decisão liminar. Por isso, nesta quinta-feira, a Seltec foi intimada a confirmar ou desmentir que vai efetuar a modificação na escala.

“Não importa os argumentos que a empresa utilizar, somos contrários à escala 4×1 por ser uma escala que prejudica o trabalhador, estaremos sempre atentos à Seltec ou qualquer outra empresa que queira impor algo que seja prejudicial aos trabalhadores”, ressaltou Marlon. “Temos plena convicção que essa mudança não vai acontecer, porque está passando por cima de uma decisão judicial”, concluiu.

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Convênios com clínicas não terão mais consultas gratuitas

Com o fim das contribuições sindical e assistencial, o sindicato não poderá continuar pagando consultas de associados com médicos e dentistas



Com o fim das contribuições assistencial e sindical determinada pela reforma trabalhista, os recursos do sindicato caíram a menos da metade. Desta forma, o Sindivigilantes do Sul se vê obrigado a tomar providências para se adequar à nova situação financeira. Uma delas é a suspensão, a partir do início de abril, das consultas gratuitas que existiam através de convênios com clínicas médicas e odontológicas. Todas as consultas autorizadas pelo sindicato passam a ser com desconto em folha.

Assim, não existirão mais as consultas gratuitas, que eram pagas pelo sindicato com o recurso das contribuições, com clínico geral, pediatra e ginecologista na Central de Consultas, DocctorMed e Clinicentro. Também fica suspensa a gratuidade da avaliação, limpeza simples, restauração pequena e extração simples nas clínicas odontológicas Sorrir Bem, Oral Dents e RGR.

Cabe o registro, lamentável, de que era muito grande o número dos que marcavam consulta e não compareciam, sem avisar com antecedência, causando grande prejuízo às clínicas e às pessoas que deixavam de ser atendidas porque o horário estava ocupado.

Houve também quem ficasse contente com a reforma trabalhista, porque ela acaba com as contribuições que era repassadas aos sindicatos. Mas, agora, trabalhadores e trabalhadoras terão que pensar seriamente como manter suas entidades encarregadas de lutar para defender seus direitos. Apenas as mensalidades não são suficientes, de maneira nenhuma, para manter os mesmos serviços a que todos já estão acostumados.

Entre eles, assistência jurídica permanente, no próprio sindicato, convênios médicos, colônia de férias, plantões diários de diretores e diretoras para atendimento à categoria, viaturas para os deslocamentos ao interior e fiscalização nos locais de trabalho, entre outros gastos que o sindicato tem. Como manter tudo isso, de agora em diante? Teremos que encontrar, juntos, uma solução. Pense nisso.

Observação: com referência aos convênios nas sub-sedes que são gratuitos, também serão pagos integralmente pelo sócio, a partir de abril.

A DIREÇÃO
Sindivigilantes do Sul – 22/01/2018

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ASSEMBLEIA SERÁ MARCADA TÃO LOGO HAJA NOVA PROPOSTA DOS PATRÕES

Ela traz mudanças importantes em relação à proposta anterior

Ela traz mudanças importantes em relação à proposta anterior



Os patrões já sabem que sua primeira proposta foi rejeitada por nós. Não tem como aceitar o que eles ofereceram, porque o índice de reajuste é baixo e, principalmente, tira direitos importantes da categoria com base na reforma trabalhista. Estamos aguardando a nova proposta da entidade patronal (Sindesp) para marcarmos, imediatamente, a assembleia da categoria. O que foi oferecido, de tão absurdo, não tem nem como ser votado. Receberam um NÃO direto.

Manteremos a categoria informada sobre os próximos passos, pois já pedimos outra reunião de negociação, para ouvirmos o que eles têm a dizer sobre nosso posicionamento. Repetimos: tão logo haja uma resposta deles, seja qual for, chamaremos a assembleia. Independente disso, estamos sempre de braços abertos para receber quem quiser conversar, fazer sugestões e se informar mais sobre a campanha salarial. Se possível, marcar antes para estarmos esperando. A mobilização da categoria é fundamental.

Construímos em assembleias da categoria e com outros sindicatos uma pauta de reivindicação dos vigilantes que, depois de aprovada em assembleias, foi apresentada na íntegra à patronal. O Sindesp apresentou resposta à mesma, a sua contraproposta, no início do mês. Após uma detalhada análise de um grande volume de páginas, acompanhados de nossa assessoria jurídica, que tem grande experiência em negociações coletivas de várias categorias, concluiu-se um parecer sobre a longa pauta dos patrões, que eles já receberam.

O que podemos adiantar, como já informamos logo após a primeira reunião de negociação – no nosso jornal, site, face, whatsapp – é de que há muitos pontos de discordância. Praticamente todas as cláusulas propostas pela patronal buscam suprimir algum direito ou deixam margem a interpretações desfavoráveis aos trabalhadores. Já protocolamos a nossa resposta formal à patronal, no sentido de que queremos retomar a discussão de pontos que consideramos importantes para a nossa categoria e para a sobrevivência de nosso sindicato.

Também já nos posicionamos, claramente, no sentido de demonstrar que não concordaremos com a inclusão de cláusulas prejudiciais aos vigilantes, pois já basta a nova CLT, que busca acabar com vários direitos dos trabalhadore. Um exemplo disso é a hora reduzida noturna após as cinco horas e a retirada do pagamento do repouso nas jornadas 12 x 36. Isto agora é lei (parágrafo único do art. 59ª da reforma trabalhista) e a patronal quer piorar ainda mais a situação.

Estamos na luta. Fique atento para a convocação da assembleia e compareça!

A DIREÇÃO
Sindivigilantes do Sul – 22/02/2018

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SINDICATOS REUNIDOS DISCUTEM ESTRATÉGIA PARA NOVA RODADA DE NEGOCIAÇÃO

Sindicatos recusaram a primeira proposta patronal, que traz muitos itens da reforma trabalhista

Sindicatos recusaram a primeira proposta patronal, que traz muitos itens da reforma trabalhista



Os sindicatos que estão juntos com o Sindivigilantes do Sul na campanha salarial reuniram-se na manhã desta terça-feira (20), em Porto Alegre, discutindo a estratégia da negociação para a próxima reunião com os patrões, em data a ser confirmada. A proposta patronal já foi recusada, não só porque o índice de reajuste foi considerado baixo – apenas a reposição da inflação (1,87%)-, mas também porque as empresas querem incluir praticamente toda a reforma trabalhista a Convenção Coletiva de Trabaho, com grandes prejuízos para a categoria.

“Assim é inaceitável, chegamos à conclusão que nem convém ainda chamar assembleia pra discutir uma proposta dessas”, disse o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias. Estiveram presentes na reunião os presidentes e diretores dos sindicatos de São Leopoldo, Lajeado, Pelotas, o assessor jurídico, advogado Arthur Dias Filho e o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Cláusulas inaceitáveis

Entre as várias cláusulas que não podem ser aceitas, por exemplo, os patrões querem que a convenção coletiva só passe a valer no mês seguinte após a homologação no Ministério do Trabalho, quando o normal é que seja retroativa à data-base. Se não for assim, os vigilantes poderão ficar um ou mais meses sem receber benefícios da convenção que somam nos salários.

Outra barbaridade é que as empresas, com base na reforma trabalhista, querem suspender o pagamento da dobra nas jornadas 12 x 36, quando o vigilante trabalha em dias feriados. Também querem a liberação total de toda e qualquer escala de trabalho: 6 x 1, 5 x2, 4 x 2, 4 x 1, 3 x 2, 3 x 1, 2 x 2, 2 x 1, 1 x 1, entre outras.

Os donos das empresas querem ainda a liberação do intervalo para repouso e alimentação logo após a primeira hora de trabalho ou antes da penúltima hora da jornada, isto é, o vigilante pode ser obrigado a fazer o horário de almoço logo no início da manhã ou quase no final de expediente.

Isso já vinha acontecendo no banco Santander e o sindicato ingressou com ação judicial, em andamento, para garantir o intervalo de almoço no horário normal.

Rescisões de contrato

Assim como essas, há várias outras cláusulas com as quais os sindicatos não concordam, de maneira nenhuma, e também outras que estão na proposta da categoria e foram ignoradas pela patronal. Uma delas é a exigência da manutenção das rescisões de contrato no sindicato, que a reforma trabalhista suspendeu.

“Estamos ajustando a nossa contraproposta para apresentar para a patronal e chamaremos assembleia com a resposta deles, assim que for possível. Aguardem, não sigam nenhum boato, a não ser informação direta do sindicato, porque há muitas informações distorcidas nos grupos, tentando adivinhar ou antecipar o resultado da convenção coletiva, que só será decidida com a participação e o voto da categoria, como sempre foi”, concluiu Dias.

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Vigilantes e rodoviários abriram desfile no Carnaval do Pinhal

Muita alegria e animação dos foliões da Colônia de Férias

Muita alegria e animação dos foliões da Colônia de Férias



Veranistas viraram carnavalescos segunda-feira, na Colônia de Férias do sindicato. Vigilantes e familiares lotaram um ônibus no Magistério e foram até o Balneário Pinhal, onde desfilaram com os rodoviários no bloco “Tudo Junto e Misturado”. Com muita alegria e animação, eles abriram o desfile do carnaval de rua, que começou às 22 horas e terminou por volta da meia-noite, com a participação do presidente Loreni Dias, dirigentes e apoios do Sindivigilantes.

“Aceitamos o convite dos rodoviários de participar do desfile e com isso proporcionamos mais uma opção de lazer aos visitantes da colônia de férias, sem custos para o sindicato”, disse o presidente. O ônibus para o transporte dos foliões foi cedido pelos rodoviários e as camisetas foram custeadas por patrocinadores. “Todos gostaram, foi um grande sucesso e a ideia é repetir e ampliar o número de componentes no próximo ano”, completou Dias.

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Cesta básica de Porto Alegre registra alta de 4,67% em janeiro e é a mais cara do país

Custo dos alimentos essenciais aumentou nas 20 capitais pesquisadas

Custo dos alimentos essenciais aumentou nas 20 capitais pesquisadas



Em janeiro de 2018, a Cesta Básica de Porto Alegre calculada pelo DIEESE registrou alta de 4,67%. Ela passou de R$ 426,74 em dezembro de 2017 para os atuais R$ 446,69. Mas, nos últimos 12 meses, registrou queda de 1,54%.

A cesta mais cara do mês foi a de Porto Alegre (R$ 446,69), seguida do Rio de Janeiro (R$ 443,81) e São Paulo (R$ 439,20). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 333,98) e Aracaju (R$ 349,97).

Valor do salário-mínimo

Com base na cesta mais cara do mês passado, que foi a de Porto Alegre,
o DIEESE calcula que o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.752,65, ou 3,93 vezes o mínimo atual, já reajustado abaixo da inflação, no valor de R$ 954,00.

Em janeiro de 2018, o valor da Cesta Básica representou 50,89% do salário mínimo líquido, contra 49,50% em dezembro de 2017 e 52,63% em janeiro de 2017.

Aumento em todas as capitais

O custo do conjunto de alimentos essenciais aumentou nas 20 capitais em que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

As altas mais expressivas ocorreram em João Pessoa (11,91%), Brasília (9,67%), Natal (8,85%), Vitória (8,45%) e Recife (7,32%). As menores taxas de aumento foram anotadas nas cidades de Goiânia (0,42%) e Manaus (2,59%).

Variação em 12 meses

Em 12 meses, entre janeiro de 2017 e janeiro de 2018, 14 cidades acumularam diminuição na cesta básica. Merecem destaque as reduções anotadas em Manaus (-9,93%), Belém (-9,70%) e Salvador (-7,16%). As altas foram registradas em seis cidades e as mais expressivas ocorreram em Natal (3,11%) e Recife (2,90%).

Preços dos produtos

Dos treze produtos que compõem o conjunto de gêneros
alimentícios essenciais previstos, cinco subiram de preço: o tomate (34,84%), a banana (5,90%), a carne (4,39%), a batata (2,52%) e o óleo de soja (1,26%). Em sentido inverso, sete itens ficaram mais baratos: o feijão (-5,27%), o leite (-4,55%) o açúcar (-3,28%), o café (-2,75%), o arroz (-2,62%), o pão (-1,88%) e a manteiga (-1,46%). A farinha de trigo foi o único item que não registrou variação no mês.

Em 12 meses, oito produtos ficaram mais baratos: o feijão (-34,18%), a banana (-27,48%), o açúcar (-25,55%), óleo de soja (-15,22%), o arroz (-12,75%), a farinha de trigo (-6,21%), o leite (-4,55%) e o pão (-0,71%). Por outro lado, cinco itens
registraram alta: o tomate (50,89%), a batata (41,79%), a manteiga (16,06%), o café (4,03%) e a carne (0,90%).

FONTE: DIEESE

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ATENÇÃO: SALÁRIO É IRREDUTÍVEL

Constituição Federal



O sindicato está atento para que nenhuma empresa alegue mudanças da reforma trabalhista como pretexto para redução de salário dos seus trabalhadores. O diretor Jurídico, Gérson Farias, alerta que em hipótese alguma pode ser aceito pagamento inferior ao piso salarial, por exemplo. A nossa Constituição Federal garante a irredutibilidade dos salários, conforme o Artigo 07 Inciso VI, onde consta que o salário é irredutível, “salvo o disposto em Convenção ou Acordo Coletivo”, ou seja, é proibido ao empregador diminuir o salário do empregado. Uma vez estipulado um valor no contrato de trabalho, este não poderá sofrer redução.

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SINDICATO NO PLANETA ATLÂNTIDA

Comissão foi realizar fiscalização no evento

Comissão foi realizar fiscalização no evento



Os diretores Carlos Schio, Gérson Farias e o apoio Jorge Elieser Jesus foram ao Planeta Atlântida neste sábado (03), na Praia de Atlântida, onde realizaram um trabalho de fiscalização quanto ao cumprimento da exigência do curso de grandes eventos dos contratados para o serviço de segurança no local. Na foto, a equipe do sindicato e, ao centro, Valdecir, dono da Escola Prontto, uma das empresas que faz o curso de grandes eventos e também atua na segurança de festividades e espetáculos.

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Sindicatos do nordeste sinalizam para a greve

 

Se os patrões querem luta, vão ter luta, avisa Boaventura

Se os patrões querem luta, vão ter luta, avisa Boaventura

As negociações estão sendo muito difíceis em todo o país porque os patrões querem aproveitar a reforma trabalhista para retirar direitos dos vigilantes. Na negociação coletiva dos estados do Nordeste, as empresas querem retirar feriado, intervalo intrajornada, além de criar a função de horista e vários outros ataques aos trabalhadores. Por isso, já se fala em greve.

Participam da campanha salarial unificada a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), a Federação Interestadual do Nordeste (FivesNE) e a Federação Interestadual dos Vigilantes de Alagoas, Bahia e Sergipe (Fivabs), mais representantes dos sindicatos do Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Bahia, Pernambuco e Sergipe.

“Mais uma vez, os patrões estão brincando com a categoria e querem tirar dinheiro do bolso do trabalhador”, afirmou o presidente da CNTV, José Boaventura, presidente do Sindicato dos Vigilantes da Bahia. “Se os patrões querem luta, eles vão ter luta. Não aceitaremos humilhação. Lá na frente, se necessário, vamos fazer a grande greve dos vigilantes do nordeste”, avisou.

Fonte: CNTV

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Mercado fechou vagas em 2017 e pagou menos aos contratados

O corte atingiu, principalmente, mulheres e pessoas de menor escolaridade

O corte de vagas atingiu, principalmente, mulheres e pessoas de menor escolaridade

O país fechou 2017 com menos 20.832 postos formais de trabalho, redução de -0,05% no estoque, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (26) pelo Ministério do Trabalho. Embora em ritmo menor, é o terceiro ano negativo. Indústria, construção civil e administração pública fecharam empregos com carteira, enquanto comércio, serviços e agropecuária tiveram crescimento. O estoque de empregos com carteira é agora de 38,3 milhões.

O corte atingiu, principalmente, mulheres e pessoas de menor escolaridade. De acordo com o Caged, entre os demitidos estão quase 189 mil trabalhadores com fundamental incompleto e 140 mil completo, enquanto o número de empregados com ensino médio aumentou em 303 mil. O mercado de trabalho tem 21.694 homens a mais e 42.526 mulheres a menos.

Como tem acontecido há algum tempo, o salário dos contratados é menor do que a remuneração dos demitidos. Em dezembro, o salário médio de admissão, conforme o Caged, foi de R$ 1.476,35, ante R$ 1.701,51 recebido pelos trabalhadores dispensados.

As funções que tiveram mais contratação em 2017 foram de alimentador de linha de produção, faxineiro, atendente de loja, embalador à mão e auxiliar de escritório. E as que mais tiveram corte foram pedreiro, supervisor e gerente administrativo, vigilante e gerente de loja/supermercado.

O setor que mais eliminou vagas foi a construção civil: 103.968 (-4,63%). A indústria de transformação fechou 19.900 (-0,27%), enquanto a administração pública, praticamente estável, perdeu 575 (-0,07%). O comércio abriu 40.087 (0,44%) e os serviços, 36.945 (0,22%). A maior alta foi da agropecuária, com 37.004 (2,41%).

Apenas no último mês do ano, como historicamente ocorre, houve redução do número de empregos: foram fechados 328.539 postos de trabalho (-0,85%). Só houve pequeno aumento no comércio, com 6.285 (0,07%). A indústria cortou 110.255 (-1,50%) e os serviços, 107.535 (-0,64%). Percentualmente, as maiores quedas foram apuradas na agropecuária (-2,76%, com menos 44.339 trabalhadores formais) e na construção (-2,39%, menos 52.157).

Fonte: Sul21/RBA

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