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ASSEMBLEIA DA MANHÃ REJEITA PROPOSTA PATRONAL POR UNANIMIDADE

Participantes decidiram lutar por uma proposta melhor

Participantes decidiram lutar por uma proposta melhor



A primeira sessão da assembleia da capital, na manhã de hoje (08), confirmou a tendência da categoria de rejeição total à última proposta da entidade patronal (Sindesp). Por unanimidade, cerca de 100 (cem) vigilantes presentes disseram NÃO e mostraram disposição de lutar por uma proposta melhor. Na noite de ontem, também a assembleia de Camaquã recusou a proposta das empresas.

Toda a assembleia, no auditório do Sindipolo, foi muito tranquila e muito esclarecedora. Vários participantes da base se manifestaram, apresentaram sua opinião, suas dúvidas, e ouviram explicações da assessoria jurídica do sindicato. A direção propôs e foram escolhidos, por votação, três representantes da base para acompanharem a negociação com os patrões. Outros três serão escolhidos à noite.

A segunda sessão acontece às 19h30 em primeira chamada e às 20 horas em segunda chamada, com qualquer quórum. O local é o mesmo, auditório do Sindipolo, à Av. Júlio de Castilhos, nº 596/8º andar. AGUARDAMOS VOCÊ. LEVE SEUS COLEGAS. PARTICIPE!

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Instituto Federal oferece vagas para cursos técnicos gratuitos

IFRS fica bem próximo do sindicato

IFRS fica bem próximo do sindicato



Quem quiser avançar nos estudos têm mais uma oportunidade no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), que tem a sua sede bem próxima do Sindivigilantes. Estão abertas, de quarta a domingo (7 a 11 de março), as inscrições para a seleção de ingresso para 27 vagas em cursos técnicos integrados à modalidade de Educação de Jovens e Adultos, nos campi do IFRS: Canoas, Porto Alegre e Restinga (Porto Alegre).

Os cursos são gratuitos e destinam-se a quem concluiu o Ensino Fundamental, não importando a modalidade. As aulas ocorrerão no turno da noite, a partir deste primeiro semestre de 2018, e darão ao estudante uma formação geral em nível de Ensino Médio integrada a uma formação profissional técnica.

Sobre as inscrições

As inscrições são via internet, no endereço ifrs.edu.br. Até sexta-feira, haverá computador e uma pessoa disponível para esclarecer dúvidas dos candidatos nos campi participantes do processo, das 9h às 21h.

ATENÇÃO: Uma das etapas para ingresso é a participação obrigatória em palestra que ocorrerá no dia 12 de março de 2018, no campus, conforme horários divulgados em documento complementar ao edital

Confira os cursos ofertados:

Campus Canoas (Rua Dra. Maria Zélia Carneiro de Figueiredo, 870-A/ Bairro Igara III)
Curso Técnico em Manutenção e Suporte em Informática Integrado à Modalidade de Educação de Jovens e Adultos: 10 vagas, turno noite, duração de três anos

Campus Porto Alegre (Rua Coronel Vicente, 281/ Bairro Centro Histórico)
Curso Técnico em Administração Integrado à Modalidade de Educação de Jovens e Adultos: 8 vagas, turno noite, duração de três anos

Campus Restinga (Rua Alberto Hoffmann, 285/ Bairro Restinga, Porto Alegre)
Curso Técnico em Comércio Integrado à Modalidade de Educação de Jovens e Adultos: 9, turno noite, duração de três anos

Critérios de seleção:

A ocupação das vagas ocorrerá nas modalidades acesso universal (para todos os candidatos) e em reservas de vagas (conforme categorias detalhadas no Edital IFRS 18/2018) e seguirá três critérios de pontuação:
Idade – 18 a 25 anos (3 pontos); 26 aos 34 anos (5 pontos); 35 aos 49 anos (7 pontos); acima de 50 anos (9 pontos).
Ano que concluiu o Ensino Fundamental – de 2017 a 2009 (5 pontos); de 2008 a 1999 (9 pontos); de 1998 a 1993 (13 pontos); anterior a 1993 (17 pontos).
Modalidade que cursou o ensino fundamental – ensino regular (5 pontos); Educação de Jovens e Adultos (9 pontos).
>> Mais informações, orientações, formulários para preenchimento e inscrições estão disponíveis no link do Edital IFRS 18/2018 e seus anexos.

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Vigilantes de S. Jerônimo rejeitam proposta patronal por unanimidade

Todos votaram pela rejeição

Todos votaram pela rejeição



Na assembleia realizada em São Jerônimo, na noite de terça-feira (06), a rejeição da proposta patronal foi unânime. Com cerca de 50 vigilantes presentes, ninguém defendeu a oferta dos donos das empresas, todos votaram “não”. Estiveram presentes também o presidente Loreni Dias e a diretora Elisa Araújo, mais o apoio do sindicato na região, Eduardo Blauth.

Hoje à noite, é a vez da categoria se reunir em Camaquã, para discutir e votar a mesma proposta. A assembleia está marcada para começar às 19h30, na subsede, à Rua Cristóvão Gomes de Andrade, 919 B, Centro. A entidade patronal (Sindesp) apresentou como proposta 2,81% de reajuste, piso salarial de R$ 1.447,60 e R$ 19,23 o valor do Vale Alimentação (VA).

Mais detalhes serão apresentados no local. Amanhã, quinta-feira (08), a assembleia será em Porto Alegre, sexta-feira (09) em São Luiz Gonzaga e sábado (10) em Santo Ângelo:
– Porto Alegre: dia 08, quinta-feira, com 1ª Sessão às 7h30, em primeira chamada, e 08h em segunda chamada. 2ª Sessão às 19h30 em primeira chamada e 20h em segunda chamada. Local: Sindipolo, à Avenida Júlio de Castilhos, nº 596/8º andar.
– São Luiz Gonzaga: dia 09, sexta-feira, às 19h30. Local: Sindicato da Alimentação, à Rua Rui Ramos, 1322, Centro.
– Santo Ângelo: dia 10, sábado, às 10h. Local: Sindicato dos Bancários, à Rua dos Andradas, 1161, Centro.

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SINDICATO TEVE NOVA REUNIÃO DE NEGOCIAÇÃO COM A PATRONAL E ASSEMBLEIAS SERÃO MARCADAS PARA A PRÓXIMA SEMANA

As empresas apresentaram uma nova proposta, de 2,81% de reajuste e R$ 19,23 o VA e algumas mudanças nas demais cláusulas



– O Sindivigilantes do Sul e os sindicatos dos vigilantes de São Leopoldo, Lajeado e Pelotas tiveram nova reunião de negociação com a entidade patronal (Sindesp), na tarde desta quinta-feira (1º/03).
– Os patrões apresentaram uma nova proposta, de 2,81% de reajuste e R$ 19,23 o VA.
– Eles acreditavam que já tinham enviado essa proposta aos sindicatos, há alguns dias, mas por alguma falha não tinham enviado, por isso estávamos trabalhando, ainda, com a primeira proposta de 1,87% de reajuste (índice da inflação)
– Com esta outra proposta em mãos, teremos assembleias da categoria na próxima semana, na capital e interior, para discussão e votação pela categoria. Aguarde confirmação de locais e datas amanhã, sexta-feira (02).
OUTRAS CLÁUSULAS
– Na discussão que houve, com o contraponto dos sindicatos, algumas cláusulas consideradas prejudiciais aos vigilantes, muitas delas relacionadas com a reforma trabalhista, foram retiradas, mas outras foram mantidas pelos donos das empresas.
– Entre os itens que eles disseram aceitar retirar do documento, estão aquelas várias escalas que apresentaram antes.
– No entanto, outros itens danosos à categoria continuam na proposta deles, como a vigência da Convenção Coletiva somente após o registro no Ministério do Trabalho, ou seja, caso haja demora na assinatura da CCT, os valores não serão pagos retroativos à data-base.
– Também mantiveram o intervalo reduzido para 30 minutos, a possibilidade de que seja fracionado em duas vezes e o início do intervalo uma hora após o início da jornada ou antes do final da mesma.
– Concordam que as homologações das rescisões continuem sendo feitas no sindicato, mas apenas as dos associados.
– Concordam em retirar a obrigatoriedade da quitação anual de débitos trabalhistas.
ATENÇÃO: Estes são apenas alguns exemplos extraídos da discussão na reunião, mas para mais detalhes precisamos da confirmação por escrito dessa proposta do Sindesp, que a patronal ficou de enviar em breve. Aguarde novas informações, tão logo seja possível, e prepare-se para participar das assembleias. Sindivigilantes do Sul – 1º/03/2018

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Empresários comemoram: não tem mais quem fiscalize os cálculos na hora da rescisão

CUT orienta quem se sentir prejudicado ou tiver dúvidas em relação ao acordo de término de contrato, que procure seu sindicato

CUT orienta quem se sentir prejudicado ou tiver dúvidas em relação ao acordo de término de contrato, que procure seu sindicato



O fim da obrigatoriedade de rescisões de contrato e homologação de demissões de trabalhadores e trabalhadoras com carteira assinada serem feitos nos sindicatos das categorias ou no Ministério do Trabalho e Emprego é mais uma das perversidades da nova legislação Trabalhista, em vigor desde 11 de novembro.

Conforme apurado pelo Portal CUT, nos três primeiros meses de vigência da Lei 13.467/2017, a classe patronal buscou rapidamente soluções nada convencionais para encerrar as relações trabalhistas. A mais recorrente até agora é realizar a homologação em cartórios que oferecem o serviço por meio de escrituras públicas e que podem ser emitidas via correio eletrônico, sem a necessidade da presença física do trabalhador.

Também já existem multinacionais contratando serviços especializados – uma espécie de centro de demissões – com advogados atuando em favor do empregador e, ainda, patrões que recorrem à Justiça do Trabalho para que um juiz avalize o contrato de encerramento, judicializando a rescisão. Além, é claro, da temida negociação direta entre empregado e empregador que, em geral, coloca o funcionário à mercê de eventuais constrangimentos.

Para a economista e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade de Campinas (Cesit/Unicamp), Marilane Oliveira Teixeira, essa lei abriu a porteira da barbárie ao promover uma difusão nas formas de homologação de contrato. “A esmagadora maioria dos empresários está comemorando porque não precisa mais de fiscalização para averiguar os termos e valores da rescisão”.

Segundo Marilane, numa situação em que o profissional demitido precisa entender de leis trabalhistas – e não é um assunto simples – esse formato está dando margem para muita falcatrua. “O trabalhador tem aceitado a imposição do empregador e assinado documentos sem questionar valores com receio de ter de assumir custas na Justiça do Trabalho, caso recorra à Justiça para garantir seus direitos”, denuncia a pesquisadora, referindo-se a outro item da nova lei que limita o benefício da justiça gratuita e estabelece o pagamento de honorários periciais, entre outros itens.

A CUT orienta as trabalhadoras e os trabalhadores que se sentirem prejudicados ou tiverem dúvidas em relação ao acordo de término de contrato, que procure seu sindicato para buscar auxílio jurídico especializado.

Desemprego avassalador

Completamente diferente do prometido pelos parlamentares que aprovaram com maioria de votos a reforma nas leis trabalhistas, os últimos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados dia 23/02 pelo IBGE, são assustadores. Em 2017, o número de trabalhadores e trabalhadoras sem carteira assinada, aumentou 5,7% e o de trabalhadores formais caiu 2%.

Observação: Na campanha salarial do Sindivigilantes do Sul deste ano, a continuidade da obrigatoriedade das rescisões com a presença do sindicato é um dos itens da nossa pauta de reivindicações.

Fonte: CUT Nacional

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SINDICATO FECHA AGÊNCIA DO BANRISUL COM DEFEITO NA PORTA ELETRÔNICA

Diretoras permaneceram no local até o conserto, por volta de meio-dia

Diretoras permaneceram no local até o conserto, por volta de meio-dia



O sindicato recebeu uma denúncia, na manhã desta quarta-feira (28), de que a porta eletrônica de uma agência do Banrisul, na Avenida do Forte, nº 1128, na capital, estava com defeito. As diretoras Elisa Araújo e Rosane Schmittz foram ao local e, em conversa com o gerente, determinaram o fechamento da agência, por medida de segurança para os vigilantes, clientes e funcionários.

A falha no detector de metais surgiu na tarde de terça-feira e o responsável pela manutenção não conseguiu efetuar o conserto. A gerência, então, determinou que um dos vigilantes ficasse do lado de fora, passando a raquete nos clientes, o que não é função do profissional, além de ficar exposto ao perigo de um ataque.

Hoje a agência foi aberta do mesmo jeito, com a falha no equipamento, mas após a intervenção do sindicato o técnico foi chamado e o conserto realizado, por volta do meio-dia. O sindicato está de sobreaviso e, caso retorne o problema, voltará à agência para nova fiscalização.

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NÓS AVISAMOS, COM MUITA ANTECEDÊNCIA, SOBRE OS PREJUÍZOS DA REFORMA TRABALHISTA

Sindicato realizou seminário sobre o tema, inclusive, dia 26 de agosto

Sindicato realizou seminário sobre o tema, inclusive, dia 26 de agosto



Estamos vendo muita preocupação na categoria com o impacto da reforma trabalhista no bolso. E é pra estar preocupado, mesmo. Mas é preciso lembrar que NÓS AVISAMOS, desde o final de 2016, que isso iria acontecer. Fizemos, inclusive, um seminário para a categoria, dia 26 de agosto do ano passado, para explicar as mudanças da CLT e o projeto de mudança da Previdência. Tinha lugar para 500 participantes, mas apareceram menos de 50 vigilantes. Também participamos de todos os protestos, da greve geral, enfrentamos até as bombas de gás da polícia, junto com a CUT, outros sindicatos e centrais, nas manifestações contra as tais reformas.

Porém, ouvimos muitas críticas e desaforos de pessoas da própria categoria, que não acreditaram no nosso alerta. Inclusive, de muitos que agora estão apavorados e pedindo “posição” do sindicato. Ora, o sindicato sempre foi contra essa reforma, mas muitos preferiram acreditar no discurso do governo golpista, da “modernização trabalhista”, e nas mentiras da Globo e RBS, de que o problema era com o imposto sindical.

É muito mais que isso: são 117 artigos mudando a CLT, imposto sindical é só um deles. Só sendo muito INGÊNUO OU PELEGO pra acreditar que uma reforma apoiada pelos grandes empresários, a Fiesp, a Globo, a RBS, poderia ser boa para os trabalhadores. Mas teve quem acreditou. Que isso sirva de lição, quem é trabalhador precisa ouvir mais o seu sindicato. Os traíras que espalham boatos e intrigas contra o sindicato querem nos dividir e quem ganha com isso é o patrão.

Estamos atentos às cláusulas que provocam perdas na negociação da Convenção Coletiva. Mas se preparem, os patrões vão insistir e eles têm a nova lei do lado deles. Em todos os estados a campanha salarial está sendo muito difícil por esse mesmo motivo. Tão logo tenhamos uma nova proposta da patronal, seja qual for, vamos chamar a assembleia para discutirmos a situação. Participe, compareça. O momento é muito sério, vamos lutar juntos e resistir, porque juntos somos mais fortes.

A DIREÇÃO – Sindivigilantes do Sul – 28/02/2018

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CONSULTAS COM DESCONTO EM FOLHA E A PREÇOS MAIS BARATOS CONTINUAM

médico



A partir de abril, vai acabar apenas a gratuidade das consultas de médicos e dos dentistas para os associados do sindicato, na capital e interior. Lembrando que ela existia apenas para algumas especialidades. Mas continuará existindo a consulta paga com desconto em folha, nas mesmas clínicas, a preços muito mais baratos.

Nos convênios que temos para o desconto em folha o preço é menos da metade que num consultório particular, com o desconto em folha. Na Central de Consultas, por exemplo, o valor é entre R$ 60,00 e R$ 65,00 e na Doctor Med R$ 50,00. Na Sorrir Bem é R$ 60,00.

Esta é uma situação que decorre do fim das contribuições assistencial e sindical, que custeavam as consultas. Como já dissemos, caiu a menos da metade a arrecadação do sindicato e elas têm um custo altíssimo. Outras medidas de economia já estão sendo tomadas, com cortes de gastos.

É um momento difícil que todos os sindicatos estão passando, sem exceção. Mas contamos com o apoio de todos e todas, para que o sindicato continue firme e forte, para poder continuar defendendo os direitos e conquistas dos vigilantes.

Observação: para marcar a consulta com desconta em folha, agendar na clínica e comparecer no Departamento Financeiro (o titular) para assinar a autorização. Qualquer dúvida, ligar para (51) 3224-4545 ou 3225-5070 e pedir para falar com o DF.

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Juíza intima Seltec a se explicar sobre implantação da 4×1 na Caixa

Sindicato tem atendimento trabalhista, cível e previdenciário

Sindicato tem atendimento trabalhista, cível e previdenciário



Em despacho nesta quinta-feira (22), a juíza Mariana Piccoli Lerina, da 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, intimou a empresa Seltec Vigilância Especializada a dar explicações sobre a sua intenção de implantar a escala 4×1 na Caixa Econômica Federal – Monitoramento.
O despacho da juíza atende a uma petição do Sindivigilantes do Sul, que comunicou à Justiça do Trabalho o descumprimento pela Seltec de uma antecipação de tutela obtida pelo sindicato, em 2016, proibindo a vigência desta escala na Caixa, Lojas da Claro e Secretaria da Saúde de Porto Alegre.

“Mesmo com decisão liminar para que não aplique a 4×1 no posto da Caixa Econômica Federal – Monitoramento, a Seltec tenta passar por cima da Justiça e avisou os trabalhadores que dia primeiro de março vai aplicar essa escala”, disse Marlon Costa, diretor do sindicato.

Segundo ele, vigilantes informaram que representantes da empresa teriam ameaçado com demissão quem não quiser trocar de escala. A Seltec, ainda, chegou a publicar um anúncio de vagas para quem quiser trabalhar na CEF como forma de pressão. Para Marlon, isso é uma forma de assédio moral.

Logo que o sindicato soube dessa intenção da empresa, o Departamento Jurídico foi acionado e, a pedido da direção, informou à Justiça que a empresa está descumprindo aquela decisão liminar. Por isso, nesta quinta-feira, a Seltec foi intimada a confirmar ou desmentir que vai efetuar a modificação na escala.

“Não importa os argumentos que a empresa utilizar, somos contrários à escala 4×1 por ser uma escala que prejudica o trabalhador, estaremos sempre atentos à Seltec ou qualquer outra empresa que queira impor algo que seja prejudicial aos trabalhadores”, ressaltou Marlon. “Temos plena convicção que essa mudança não vai acontecer, porque está passando por cima de uma decisão judicial”, concluiu.

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Convênios com clínicas não terão mais consultas gratuitas

Com o fim das contribuições sindical e assistencial, o sindicato não poderá continuar pagando consultas de associados com médicos e dentistas



Com o fim das contribuições assistencial e sindical determinada pela reforma trabalhista, os recursos do sindicato caíram a menos da metade. Desta forma, o Sindivigilantes do Sul se vê obrigado a tomar providências para se adequar à nova situação financeira. Uma delas é a suspensão, a partir do início de abril, das consultas gratuitas que existiam através de convênios com clínicas médicas e odontológicas. Todas as consultas autorizadas pelo sindicato passam a ser com desconto em folha.

Assim, não existirão mais as consultas gratuitas, que eram pagas pelo sindicato com o recurso das contribuições, com clínico geral, pediatra e ginecologista na Central de Consultas, DocctorMed e Clinicentro. Também fica suspensa a gratuidade da avaliação, limpeza simples, restauração pequena e extração simples nas clínicas odontológicas Sorrir Bem, Oral Dents e RGR.

Cabe o registro, lamentável, de que era muito grande o número dos que marcavam consulta e não compareciam, sem avisar com antecedência, causando grande prejuízo às clínicas e às pessoas que deixavam de ser atendidas porque o horário estava ocupado.

Houve também quem ficasse contente com a reforma trabalhista, porque ela acaba com as contribuições que era repassadas aos sindicatos. Mas, agora, trabalhadores e trabalhadoras terão que pensar seriamente como manter suas entidades encarregadas de lutar para defender seus direitos. Apenas as mensalidades não são suficientes, de maneira nenhuma, para manter os mesmos serviços a que todos já estão acostumados.

Entre eles, assistência jurídica permanente, no próprio sindicato, convênios médicos, colônia de férias, plantões diários de diretores e diretoras para atendimento à categoria, viaturas para os deslocamentos ao interior e fiscalização nos locais de trabalho, entre outros gastos que o sindicato tem. Como manter tudo isso, de agora em diante? Teremos que encontrar, juntos, uma solução. Pense nisso.

Observação: com referência aos convênios nas sub-sedes que são gratuitos, também serão pagos integralmente pelo sócio, a partir de abril.

A DIREÇÃO
Sindivigilantes do Sul – 22/01/2018

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