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📢 CAMPANHA SALARIAL: SINDICATOS AGUARDAM RESPOSTA DA PATRONAL PARA INICIAR NEGOCIAÇÃO

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro



O Sindivigilantes do Sul, o Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e o Sindicato dos Vigilantes de Pelotas ainda aguardam da entidade patronal (Sindesp) a confirmação da data da primeira reunião de negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Neste ano, a CCT trata exclusivamente de cláusulas econômicas.

Lembramos que a pauta de reivindicações da categoria, aprovada em assembleias, foi entregue ao Sindesp no dia 09 de dezembro (foto), ou seja, com bastante antecedência em relação à nossa data-base, 1º de fevereiro.

Na semana passada, o Sindesp informou que estava em recesso. Mesmo assim, a expectativa é de que ainda nesta semana a patronal se manifeste e indique a data para o início das negociações, quando deverá apresentar sua resposta à proposta encaminhada.

Os sindicatos estão prontos para negociar. A definição do início da negociação depende somente da patronal.

Negociação já!
Vigilantes, juntos somos fortes!

José Airton S. Trindade
Sindivigilantes do Sul – RS

Marcelo Puccinelli Alves
Sindicato dos Vigilantes de Pelotas e Região

Gelson Camargo
Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região

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JUSTIÇA DO TRABALHO MARCA AUDIÊNCIA DE MEDIAÇÃO DO SINDICATO E PATRONAL PARA DIA 09

TRT-e em Porto Alegre - RS

TRT-e em Porto Alegre - RS



A Justiça do Trabalho aceitou o pedido do Sindivigilantes do Sul de fazer a mediação da negociação do sindicato com os empresários do setor, representados pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp). A primeira audiência foi marcada para o dia 09 de junho, próxima terça-feira, às 10 horas, por videoconferência.

Essa negociação chegou num impasse, porque a entidade patronal quer forçar o sindicato a assinar uma proposta de Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que já foi recusada pelos vigilantes nas assembleias. A proposta das empresas não prevê índice de reajuste nenhum, nem sequer a reposição da inflação, que chegou a 4,30% (INPC) na data-base, em 1º de fevereiro.

Os empresários querem pagar apenas o “prêmio de assiduidade”, um abono de cerca de 100 reais por mês, para quem tiver no máximo duas faltas ao trabalho no ano, sem repercussão sobre o salário e demais valores da folha de pagamento. O salário-base e as cláusulas remuneratórias, como periculosidade e adicional de uniforme, continuariam todas com os mesmos valores atuais. Para o vale-alimentação, oferecem R$ 21,00. 

Mas, desde que a categoria decidiu nas assembleias, por unanimidade, que não aceita essa proposta, não houve mais avanço nenhum, o Sindesp manteve sempre a mesma proposta e não aconteceram mais reuniões de negociação.  Por isso, a assessoria jurídica do sindicato encaminhou um pedido de mediação à Justiça do Trabalho, que agora respondeu e marcou a primeira audiência para a próxima semana.

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