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SINDICATO ASSEGURA APOIO JURÍDICO E PSICOLÓGICO PARA VIGILANTE DA JUMPER

Entidade está à disposição da trabalhadora

Entidade está à disposição da trabalhadora



O Sindivigilantes do Sul já colocou apoio jurídico e psicológico à disposição da vigilante envolvida em um incidente com uma funcionária da Jumper Segurança e Vigilância Patrimonial, na última quarta-feira, na base da empresa em Gravataí.

Ao ser contatada por uma diretora, a vigilante disse que pretende vir ao sindicato na próxima semana. A direção, a assessoria jurídica e o psicólogo da entidade estão à disposição para conversar com ela e lhe prestar todo o suporte necessário.

Conforme o diretor jurídico, Sílvio Ravanel Jr., esse caso se soma a várias denúncias de descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho envolvendo a Jumper.

O sindicato já chegou a mover ação coletiva contra a empresa, ressaltou. Na ocasião, porém, a Justiça do Trabalho entendeu que as situações relatadas deveriam ser discutidas por meio de ações individuais, e não em processo coletivo apresentado pela entidade.

Audiência de mediação 

Diante de tantas reclamações, o sindicato solicitou em junho uma audiência de mediação ao Ministério Público do Trabalho (MPT-RS), marcada para a próxima terça-feira (25/08), de forma online.

“Tanto no caso dessa vigilante como nos demais casos, o sindicato está tomando todas as medidas necessárias, com o acompanhamento da nossa assessoria jurídica”, afirmou Sílvio Ravanel Jr.

O diretor reforça que a participação dos trabalhadores é fundamental para que as denúncias possam ser devidamente comprovadas.

“Mais uma vez, é importante a colaboração da categoria, fornecendo contracheques e outros documentos que possam comprovar as irregularidades denunciadas”, completou.

O sindicato está atuando diante de cada denúncia recebida. Com provas e a participação dos trabalhadores, as irregularidades serão levadas aos órgãos competentes para que os direitos da categoria sejam respeitados. Nossa união é nossa força!

 

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MPT NÃO CONSTATA IRREGULARIDADES E ARQUIVA DENÚNCIA CONTRA O SINDICATO

Sede do Ministério Público do Trabalho na capital (Foto: Carlos A. Moreira / MPT-RS)

Sede do Ministério Público do Trabalho na capital (Foto: Carlos A. Moreira / MPT-RS)



O Ministério Público do Trabalho decidiu pelo arquivamento da denúncia apresentada contra o Sindivigilantes do Sul sobre a Convenção Coletiva de Trabalho de 2026/2027, depois de analisar a documentação e não constatar qualquer irregularidade quanto aos fatos denunciados.

A denúncia acusava o sindicato, de forma leviana, de ter assinado a CCT 2026/2027 sem a aprovação das assembleias da categoria.

Atendendo prontamente à requisição do MPT, o sindicato apresentou o edital de convocação das assembleias, além das atas e das listas de presença assinadas pelos trabalhadores participantes, desmentindo a denúncia.

Na decisão, a Procuradora do Trabalho Priscila Dibi Schvarcz registrou as assembleias realizadas em Porto Alegre, Charqueadas, Camaquã, Santo Augusto, Horizontina, Santo Ângelo e São Luiz Gonzaga.

“Da análise dos documentos acostados, é possível concluir que houve aprovação dos trabalhadores nas assembleias realizadas,” afirmou a Procuradora. 

O arquivamento definitivo também representa uma resposta às graves acusações e  ataques de algumas pessoas contra o presidente José Airton e à diretoria, durante e após a negociação da Convenção Coletiva. A decisão do MPT demonstra claramente que o sindicato atuou com ética, transparência, respeito às decisões coletivas dos trabalhadores e rigor jurídico.

Trecho da decisão:

“Diante do conjunto documental apresentado, não há, neste momento, elementos suficientes para confirmar a irregularidade noticiada. A prova documental juntada enfrenta diretamente o objeto da denúncia […]. Ausentes, assim, indícios de irregularidade trabalhista ou interesse público a amparar a continuidade da investigação, promovo […] o arquivamento do presente procedimento preparatório.”

Foi aberto prazo de dez dias para recurso contra a decisão, mas não houve recurso algum.

O sindicato reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores(as) e a busca por melhores condições de trabalho e remuneração para toda a categoria.

A verdade prevaleceu. Juntos somos mais fortes!

A Diretoria

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SEIS SINDICATOS ASSINARAM DENÚNCIA AO MPT CONTRA EMPRESAS E SINDESP

MPT logo



Com a assinatura dos presidentes de seis sindicatos de vigilantes do Rio Grande do sul, foi protocolada no MInistério Público do Trabalho (MPT), nesta quinta-feira (06), a denúncia contra as empresas Rudder, Epavi e a entidade patronal (Sindesp). Elas estão pressionando seus trabalhadores a concordarem com um suposto acordo coletivo sem reajuste nenhum, além de conduta antissindical. Assinam o documento o Sindivigilantes do Sul e mais os sindicatos de São Leopoldo, Pelotas, Uruguaiana, Alegrete e Alto Uruguai.

A denúncia decorre das mensagens enviadas por essas empresas aos vigilantes, nas quais mencionam a possibilidade de demissões, cortes dos adicionais de risco, de uniforme e de alimentação, para intimidar os trabalhadores e forçá-los a votar num questionário se aceitam ou não tal acordo, que seria firmado por essas empresas com o sindicato.  Os trabalhadores devem se identificar ao responder – imaginem quem vai ser contra. 

O sindicato, inclusive, recebeu denúncias de que os vigilantes da Epavi não estão conseguindo acessar e receber o contracheque online se não votarem antes nessa pesquisa.

Além disso, as empresas e o Sindesp tentam jogar para os sindicatos a responsabilidade por não ter havido convenção coletiva esse ano, ainda. Mas nenhum destes sindicatos e, ao que se saiba, nenhum outro sindicato do Rio Grande do Sul assinou convenção, todos pelo mesmo motivo: a intransigência das empresas, que não querem nem sequer repor as perdas inflacionárias (4,30%). 

“A cada rodada de negociação os representantes do Sindesp inventavam uma desculpa para apresentar propostas sem reajuste nenhum, antes mesmo da pandemia começar”, afirmou o o presidente do Sindiviglantes doSul, Loreni Dias.

“Para completar, chegaram a propor a redução de 12% dos salário, quando aconteceu a mediação da Justiça Trabalhista, e depois inventaram uma briga com o Ministério Público do Trabalho, por causa do jovem aprendiz, que acabou sendo encerrada, por causa disso, pelo desembargador Francisco Rossal, fizeram de tudo para melar a convenção”, acrescentou.

Segundo ele, esse questionário das empresas não tem validade nenhuma, pois quem tem legitimidade para representar e ouvir os trabalhadores são os sindicatos. E os vigilantes foram claros nas assembleias realizadas, ao decidirem não abrir mão do reajuste dos salários. “Esperamos uma atitude firme do Ministério Público contra esse comportamento inaceitável dos patrões de tentarem forçar os vigilantes a aceitar o que é inaceitável”, concluiu o presidente. 

 

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