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SINDICATO PERCORRE POSTOS DA BANKFORT E COBRA FIM DOS ATRASOS DE SALÁRIOS

Direção do sindicato no IGP, nesta quarta-feira

Direção do sindicato no IGP, nesta quarta-feira



Desde segunda-feira, uma comissão do sindicato está percorrendo postos da Bankfort na capital para levar apoio aos vigilantes com salários atrasados e recolher informações para providências da assessoria jurídica.

Os diretores(as) estiveram na Secretaria da Segurança Pública, Cais do Porto Mauá, Instituto Geral de Perícias (IGP), Hospital São Pedro e Mercado Público de Porto Alegre. Também há vigilantes sem receber na Secretaria Estadual da Educação e Secretaria Estadual da Agricultura.

A situação dos trabalhadores é muito difícil, todos estão emocionalmente abalados com tantos atrasos que vêm se repetindo há meses.

As consequências na vida pessoal e familiar são graves. Um vigilante chegou a dizer que foi despejado porque não conseguiu pagar o aluguel em dia por diversas vezes, pois há meses recebe o salário muito tarde, sempre depois do dia 10.

Secretaria da Segurança Pública

Na SSP, segunda-feira, alguns tinham recebido salário, VT e VA, mas vários outros não tinham recebido nada: “É como se a empresa estivesse fazendo os pagamentos por sorteio’, comentou a diretora Cristilorem Luz, indignada.

Cais do Porto e São Pedro

Porto - 2025-09-09

No Cais do Porto Mauá (foto). nenhum vigilante tinha recebido quando a fiscalização do sindicato passou por lá, pela manhã. Mas, à tarde, chegou na entidade a informação de que os salários tinham sido depositados, porém não havia confirmação ainda sobre o VA e VT.

Já no Hospital Psiquiátrico São Pedro vários ainda estavam sem receber, mas o pagamento acabou acontecendo no mesmo dia, segunda-feira (08), depois do prazo legal – dia 05, sexta-feira.

Instituto Geral de Perícias

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No final da tarde de terça-feira, o sindicato foi avisado que os vigilantes do IGP estavam muito revoltados, sem receber, e que poderiam realizar uma paralisação. O presidente José Airton Trindade, acompanhado de outros diretores(as), foi até lá para garantir apoio aos vigilantes e acabou acontecendo uma forte discussão com um supervisor da empresa.

Nesta quarta-feira, pela manhã, o sindicato voltou ao IGP, onde o presidente protocolou uma notificação aos gestores do contrato, pedindo providências urgentes do órgão no sentido de exigir da empresa o pagamento imediato dos salários. Mais tarde chegou o aviso de que tinha começado o pagamento dos vigilantes.

Mercado Público

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No Mercado Público, o presidente José Airton e o vice-presidente, Ilson Pereira, na foto, foram informados de que apenas terça-feira (09) os vigilantes do posto receberam o VA e o VT, mas nada dos salários ainda. Ali os atrasos já vem ocorrendo há sete meses, pelo menos.

O sindicato continuará fiscalizando esses atrasos e outros locais de trabalho da Bankfort ainda serão visitados.

Ao mesmo tempo, a assessoria jurídica do Sindivigilantes já providenciou novas ações visando garantir os direitos dos trabalhadores(as), além das providências tomadas anteriormente, pois nada melhorou e os problemas com a empresa continuam acontecendo. Aguarde novas informações em breve.

Chega de tanto desrespeito. Vigilante, não aceite irregularidades e prejuízos, denuncie ao sindicato. Juntos somos fortes!

 Leia também:

Prefeitura de Nova Santa Rita divulga comunicado sobre atraso da Bankfort

 

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PREFEITURA DE NOVA SANTA RITA DIVULGA COMUNICADO SOBRE ATRASO DA BANKFORT

Santa Rita 1



A Prefeitura de Nova Santa Rita divulgou um comunicado oficial para esclarecer o atraso da Bankfort no pagamento dos vigilantes que atuam na Secretaria da Educação do município. Ao todo, segundo informaram, 18 trabalhadores(as) estão sem receber os salários do mês e demais obrigações trabalhistas.

O governo municipal afirma estar em dia com a empresa e, para comprovar, publicou o comprovante do último depósito feito em favor da Bankfort, no dia 26 de agosto, no valor de R$ 80.468,77.

“A Prefeitura de Nova Santa Rita realiza todos os pagamentos à empresa de forma integral e rigorosamente em dia, não havendo qualquer justificativa para o atraso salarial por parte da prestadora de serviços”, diz a nota.

“Reforçamos que não aceitaremos prejuízos aos trabalhadores e que, se confirmada a irregularidade, a Prefeitura adotará todas as medidas legais e contratuais cabíveis, garantindo a continuidade do serviço de vigilância em nossas escolas”, acrescenta o comunicado.

Diante das denúncias que chegaram ao sindicato, o presidente José Airton Trindade entrou em contato com a Prefeitura, na manhã desta terça-feira (09), e foi informado de que estão sendo avaliadas medidas como a retenção da próxima fatura, o pagamento direto dos vigilantes pela Secretaria da Educação e, talvez, até o rompimento do contrato com a empresa.

“Vamos tentar medidas (com a assessoria jurídica) para desclassificar a empresa e chamar outra”, disse a responsável pelas licitações da Prefeitura. Em seguida enviou ao presidente cópia do comunicado e comprovante do depósito, abaixo.

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MW ENVIOU PLANILHAS AO TRIBUNAL NO FINAL DA TARDE DE SEXTA-FEIRA

Vigilantes trabalhavam nos prédios da Justiça Estadual

Vigilantes trabalhavam nos prédios da Justiça Estadual



O Departamento de Gerenciamento de Contratos do Tribunal de Justiça (TJRS) informou, nesta segunda-feira, que recebeu as planilhas de salários e rescisões de 249 vigilantes da MW, que prestavam serviços nos prédios do órgão na capital, às 17h45 de sexta-feira. Agora, a documentação segue para a Diretoria Geral para que autorize os pagamentos, ainda esta semana.

Mas, para isso, a empresa ainda deve fornecer também as guias de rescisão do FGTS de cada um dos trabalhadores, disse o analista administrativo do TJRS, Marcelo Soares. Segundo ele, não é possível antecipar o pagamento dos salários porque esses valores vêm somados com as verbas rescisórias, não vêm separados, e será pago tudo de uma vez só: salários e rescisões.

Na Diretoria Geral o prazo é de um dois dias para analisarem e decidirem a autorização. Quando isso acontecer, a MW será avisada para acessar as contas do Fundo e repassar as guias ao TJRS para que os trabalhadores possam receber esses valores também. O sindicato já pediu ao Tribunal a máxima agilidade possível nessa tramitação, pois todos esses vigilantes estão sem receber.

A MW assumiu a vigilância dos prédios do TJRS na capital em junho, mas teve o contrato rompido devido a diversos problemas que ocorreram, como falta de uniformes e até armamento para todos. A pedido da própria empresa, o Tribunal teve que se encarregar do pagamento direto dos salários dos vigilantes. A Betron assumiu o contrato dia 1º de setembro.

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LANÇADA CAMPANHA PARA ACELERAR VOTAÇÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL: PARTICIPE!

Plenário da Câmara dos Deputados

Plenário da Câmara dos Deputados



No dia 27 de agosto, a Comissão de Previdência da Câmara Federal aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Complementar (PLP) 42/2023, que garante aposentadoria especial aos vigilantes. O texto seguiu para a Comissão de Finanças e Tributação (CFT), onde ainda aguarda a designação de relator.

Para que o projeto avance mais rápido, o autor da proposta, deputado Alberto Fraga, informou que é preciso aprovar um requerimento de urgência. Assim, o PLP 42/2023 poderia ir direto ao Plenário, sem passar pela CFT e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O problema é que esse requerimento precisa de 277 assinaturas de deputados(as) federais. Até agora, foram confirmadas 178 — ainda faltam 99. Por isso, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) lançou uma campanha para os sindicatos e a categoria ajudarem a buscar essas assinaturas junto aos parlamentares.

A urgência é fundamental porque a tramitação nas comissões é lenta: o texto levou 10 meses na Comissão de Trabalho e 16 meses na Comissão de Previdência.

A aprovação direta em Plenário pode significar um ganho de tempo de quase dois anos no processo, o que é fundamental diante da proximidade das eleições de 2026. E o projeto ainda precisa voltar ao Senado após a Câmara.

Agora, a pressão dos  trabalhadores da vigilância faz toda a diferença. É hora de cobrar que os  deputadas(os) assinem o requerimento de urgência. Cada mensagem, ligação ou e-mail da categoria conta.

Como participar da mobilização:

Localize deputadas(os) do seu estado e telefone ou mande mensagem pedindo que assinem o requerimento de urgência, se ainda não assinaram. Veja um modelo de mensagem:

“Deputado(a), a categoria de vigilantes precisa do seu apoio: o senhor(a) já assinou o requerimento de urgência do PLP 42/2023 (aposentadoria especial dos vigilantes)? Se ainda não, pedimos sua assinatura. Faltam 99 assinaturas. Contamos com sua adesão.”

Só com mobilização vamos conquistar a tão sonhada aposentadoria especial dos vigilantes. A  luta é de todos(as). Participe dessa campanha.

Fonte: CNTV

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PAMPA: PAGAMENTO DOS VIGILANTES ESTÁ MAIS PRÓXIMO

Assessor jurídico Jorge Young atenderá os vigilantes dia 25, em Canoas

Assessor jurídico Jorge Young atenderá os vigilantes dia 25, em Canoas



Em relação ao processo coletivo do Sindivigilantes contra a empresa Pampa, a assessoria jurídica informa que a perita judicial já fez os cálculos atualizados dos valores de cada vigilante com valores a receber. O sindicato tem o prazo até dia 16 próximo para se manifestar a respeito disso.

Depois desse prazo, o sindicato vai solicitar a expedição do ofício de RPV (repasse de pequeno valor, abaixo de R$ 15 mil) ou precatório (para valores maiores), para a liberação dos pagamentos, que será feito com recurso da Prefeitura de Canoas, envolvida no processo.

Atenção: dia 25 de setembro o advogado Jorge Young, da assessoria jurídica, estará na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas, às 10 horas, para prestar eventuais esclarecimentos aos beneficiados do processo – cerca de 200. O Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas fica na Rua Caramuru, número 330.

Assessoria Jurídica - 1

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SINDICATO FISCALIZA AGÊNCIA DA CAIXA EM GRAVATAÍ

Agência fica Av. Ely Corrêa

Agência fica Av. Ely Corrêa



O Sindivigilantes recebeu, na manhã de quarta-feira (03), uma denúncia anônima de um cliente de uma agência da Caixa Econômica Federal, em Gravataí. Ele relatou que se sentiu constrangido por ter sido submetido a uma abordagem por um vigilante na entrada do banco,

Um diretor do sindicato, Jefferson Benites, foi até a agência na Avenida Ely Corrêa, 881, na Vila Cledi, e constatou que a porta giratória não estava funcionando e um vigilante se encontrava do lado de fora, realmente, na área de autoatendimento, passando a raquete nos clientes, antes de entrarem.

A gerente havia determinado que os vigilantes se revezassem naquela tarefa, desde as 10 horas, quando abriu a agência, mas o diretor logo advertiu que isso é irregular e não poderia acontecer, pois estava expondo os trabalhadores a risco de vida naquela situação, além do constrangimento reclamado pelo cliente.

O banco  já tinha providenciado o conserto da porta, que foi concluído às 13h30, e tudo voltou ao normal, por isso não foi necessária uma ação mais forte do sindicato. Mas o Sindivigilantes vai encaminhar uma correspondência oficial ao setor responsável da caixa, para que oriente suas agências, já que a gerente alegou desconhecer essa norma de segurança.

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA AGUARDA PLANILHAS DA MW PARA AS RESCISÕES

Vigilantes trabalhavam nos prédios da Justiça Estadual

Vigilantes trabalhavam nos prédios da Justiça Estadual



O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul respondeu a um questionamento do sindicato sobre as rescisões e o vale-alimentação dos vigilantes da MW Segurança, cujo contrato foi rompido pela instituição. A chefe da Seção de Contratos de Vigilância do TJRS, Luana Antunes de Oliveira, confirmou que o Tribunal vai pagar esses valores, da mesma forma como já vinha pagando diretamente seus salários, sem repasse à empresa.

“O processo de pagamento direto de VA e Rescisórias, referente a empresa MW, será encaminhado assim que a empresa protocolar a planilha com todos os valores e Guias de FGTS para pagamento”.disse a chefe de Seção.

“Sem a planilha com todos os dados corretos, o TJ não em como efetuar o pagamento”, completou.

O Tribunal confirmou ainda que o mesmo vale para os salários: a empresa deve informar o valor consolidado que cada trabalhador têm a receber para poder efetuar as transferências, como nos meses anteriores.

A MW teve a extinção unilateral do contrato oficializada pelo TJRS no dia 1º de setembro, assumindo a Betron Tecnologia em Segurança a prestação do serviço de vigilância armada nos prédios do Poder Judiciário Estadual em Porto Alegre.

Contrato definitivo

Também informou que a Betron está sendo contratada de forma definitiva: “A Betron não vai assumir contrato emergencial, e sim de forma definitiva”, disse.

“O contrato tem vigência de 12 (doze) meses, com início em 01/09/2024, após a publicação da respectiva súmula no Diário da Justiça Eletrônico, podendo ser prorrogado, a critério da Administração, respeitada a vigência máxima decenal”.

O sindicato vem acompanhando esta situação desde que a MW assumiu os foros e demais prédios do TJRS na capital, em julho, denunciando ao próprio Tribunal e à Polícia Federal vários problemas, como a falta de uniformes, EPIs e armamentos para todos. O TJRS teve ainda que assumir o pagamento direto dos salários.

As primeiras informações são de que a transição para a Betron está ocorrendo sem esses problemas, por enquanto. O sindicato vai seguir atento, fiscalizando, para garantir que todos tenham condições de trabalho adequadas e recebam tudo que têm direito.

Com o sindicato ninguém está sozinho: conte sempre com o sindicato para lutar por seus direitos!

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JUSTIÇA LIBERA PAGAMENTO DOS VIGILANTES DA VM/FASC

Protesto do sindicato e vigilantes na Fasc, em janeiro

Protesto do sindicato e vigilantes na Fasc, em janeiro



Os vigilantes que trabalhavam para a VM Vigilância e Segurança na Secretaria de Assistência Social (antiga FASC) receberam valores a que tinham direito, nesta segunda-feira (1º/9), com o dinheiro das faturas da empresa que tinham sido bloqueadas por solicitação do sindicato.

Ao todo, a 18ª Vara da Justiça do Trabalho de Porto Alegre liberou R$ 183.713,22 para quitar salários e vales-alimentação atrasados.

Segundo o advogado Jorge Young, da assessoria jurídica do sindicato, o processo teve alguma demora porque a Justiça aguardava o parecer da prefeitura: “A prefeitura não se opôs ao pagamento direto, mas foi preciso esperar o prazo de recursos”, explicou.

Assessor jurídico Jorge Young disse que pagamento será feito no sindicato

Assessor jurídico Jorge Young

Dos 24 trabalhadores da lista, apenas dois ainda não receberam devido a erros de identificação, que já estão sendo corrigidos.

Os depósitos cobriram salários e vales de janeiro a abril. Já outras pendências – como salários de novembro e dezembro, vales, férias, 13º e verbas rescisórias – precisarão ser buscadas agora em ações individuais.

“Na terça-feira (09) pela manhã, estarei no sindicato para prestar esclarecimentos”, informou o advogado.

O sindicato esteve à frente dessa conquista: organizou protestos com os trabalhadores, participou de reuniões com a direção da FASC e solicitou oficialmente a retenção dos créditos da VM, medida que garantiu a liberação deste pagamento.

Com essa vitória, os vigilantes recebem parte importante do que lhes é devido. A luta, porém, continua para assegurar o restante dos direitos.

Com essa vitória, os vigilantes recebem parte importante do que lhes é devido. A luta, porém, continua para assegurar o restante dos direitos.

O sindicato segue firme ao lado da categoria: com o sindicato, ninguém fica sozinho – estamos juntos na luta!

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COMISSÃO DE PREVIDÊNCIA APROVA APOSENTADORIA ESPECIAL PARA VIGILANTES

Câmara dos Deputados, em Brasília

Câmara dos Deputados, em Brasília



A Comissão da Previdência da Câmara dos Deputados aprovou, quarta-feira (27), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 42/2023, que concede aposentadoria especial aos vigilantes. A proposta segue agora para análise na Comissão de Finanças.

O projeto busca corrigir a injustiça da Reforma da Previdência de 2019, que havia retirado o direito da categoria ao benefício. A aprovação ocorreu por unanimidade.

A aposentadoria especial dos vigilantes não é um privilégio, mas um direito e uma reparação necessária diante das condições de risco e exposição enfrentadas diariamente por esses trabalhadores.

Categorias contempladas

Entre as categorias contempladas pelo projeto estão:

  • Mineradores (especialmente em minas subterrâneas)

  • Profissionais da saúde

  • Metalúrgicos e ceramistas

  • Aeronautas (pela exposição à altitude e pressão atmosférica)

  • Profissionais de radiologia

  • Trabalhadores agropecuários (expostos a produtos químicos)

  • Vigilantes

  • Guardas municipais

  • Agentes de trânsito (pelo risco de vida e violência)

  • Eletricitários (exposição à alta tensão)

  • Condutores de SAMU e ambulâncias (transporte de pacientes, órgãos e insumos da saúde)

Idade mínima

A aposentadoria especial é concedida a trabalhadores expostos a agentes nocivos por 15, 20 ou 25 anos, com idades mínimas de 40, 45 e 48 anos, de acordo com o grau de risco.

Além disso, o cálculo do benefício passa a garantir 100% da média salarial, corrigindo a regra atual que limitava a 60% mais acréscimos.

A proposta ainda precisa passar pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça antes de ir a Plenário.

No entanto, um grupo de deputados articula a votação de um pedido de urgência para acelerar a tramitação da proposta, de forma que ela possa ir ao Plenário diretamente.

Existe ainda a pendência do julgamento do Tema 1209 no Supremo Tribunal Federal (STF), que trata da aposentadoria especial também – e está trancando o julgamento de muitos processos – mas não tem data marcada ainda  para acontecer.

Clique aqui para ver o vídeo do presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura, comentando mais essa vitória.

Fontes: CNTV / Câmara Federal

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