O Sindivigilantes do Sul firmou convênio com a Construleal – Material de Construção, Manutenção e Reforma. A loja de Porto Alegre vende também material elétrico, ferramentas, equipamentos e materiais de jardinagem, entre outros. As compras podem ser realizadas com desconto em folha, em até cinco vezes e parcelas mínimas de R$ 150,00. Com o orçamento, solicitar autorização do Departamento Financeiro do sindicato. A loja está localizada na Avenida A. j. Renner, 1240, no bairro Humaitá. Telefones: 3061-4717 e 98400.7985.
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VAN HATTEM IMPEDE VOTAÇÃO DE PROJETOS DOS VIGILANTES QUE SERIAM APROVADOS HOJE
A sessão desta quinta-feira (26) da Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa teve quórum (número mínimo de deputados) e havia o número suficiente de votos para serem aprovados dois projetos de lei de interesse dos vigilantes em pauta. Mas o deputado Marcel Van Hattem (PP) pediu vistas dos dois PLs e com isso impediu a votação.
O PL 96/2015, mais conhecido como projeto anticalote, e o PL 213/2016, que trata das mulheres vigilantes, são de autoria do deputado Adão Villaverde. O primeiro garante o pagamento dos direitos dos trabalhadores terceirizados pelo Estado, inclusive vigilantes, em caso de falência ou desaparecimento da empresa contratada.
Já o segundo assegura a cota de 20% das vagas para mulheres vigilantes, no mínimo, nas contratações do poder público estadual.
Provocação à direção e apoios
Van Hatten chegou na última hora, mal sentou na cadeira e pediu vistas dos dois projetos. Quando saiu, escoltado por seguranças, fez ar de deboche e provocou os vigilantes. Recebeu vaias, ouviu o que merecia, e passou a fotografar os diretores e apoios do sindicato que estavam acompanhando a sessão.
“Me bate, me bate”, disse, provocando. “Não somos burras”, respondeu uma diretora. Este é o mesmo deputado que, numa sessão anterior, chamou os vigilantes de “burgueses” e “fascistas”, em plena sessão da comissão. Com os pedidos de vistas dele, só restam mais uma ou duas sessões neste ano para os projetos serem votados, por causa dos próximos feriados.
Orientação do governo do Estado
Ele costuma ser assim, agressivo e provocador, mas cercado de seguranças, com outras categorias e até com outros deputados. Porém, também segue a orientação do governo do Estado, que é contra o projeto anticalote e instruiu os parlamentares da sua base a impedir que seja aprovado.
“Ele demonstrou sua antipatia com a nossa categoria, pediu vistas dos dois projetos e saiu fazendo deboche para nós”, criticou o diretor Marlon Costa. “Ele está fazendo o que o governo quer, esquecendo os trabalhadores e, mais uma vez, apoiando os patrões, e ainda se mostrou desrespeitoso com a nossa categoria, outra vez”, completou Ana Carla Silva, conselheira fiscal.
Único contrário
Dos deputados que compareceram à sessão desta quinta-feira, apenas Van Hattem seria voto contrário aos projetos, caso tivessem sido votados.
Além dele, estavam presentes Catarina Paladini (PSB), Ronaldo Santini (PTB), Valdeci Oliveira (PT), Nelsinho Metalúrgico (PT), Bombeiro Bianchini, Juliano Roso (PC do B), Juliana Brizola (PDT) e Altemir Tortelli (PT), suplente, que estava substituindo a deputada Estela Farias (PT), todos favoráveis.
Vitória: Justiça decide que Embrasil deve cumprir intervalo normal no Santander
Agora é definitivo: o horário de intervalo dos vigilantes da Embrasil no Banco Santander deve ser o normal, como manda a lei, a lógica e o bom senso. Terça-feira (24), a juíza da 21ª Vara do Trabalho, Fabíola Schvitz Dornelles Machado, determinou que a Empresa Brasileira de Segurança (Embrasil) deverá manter nas agências do banco “o intervalo durante a metade da jornada de trabalho, mediante rendição do vigilante… sob pena de multa de R$ 10.000,00 por dia de descumprimento”.
Em setembro do ano passado, por decisão do Santander, a empresa adotou no banco o horário de intervalo no início da manhã ou final da jornada. Mas em novembro, mediante processo judicial do Sindivigilantes do Sul, a mesma juíza concedeu antecipação de tutela (decisão provisória) obrigando a Embrasil a voltar atrás.
Além disso, o sindicato realizou diversos protestos na frente das agências do banco em Porto Alegre. Agora a questão foi definida pela Justiça em favor do sindicato e dos vigilantes que representou no processo.
O advogado Maurício Vieira da Silva e o diretor jurídico Gérson Farias representaram o Sindivigilantes do Sul na audiência e comemoraram o resultado. “É uma sentença que observa a saúde, a higiene e a segurança do trabalho, por ser a concessão do intervalo na metade da jornada, que é onde o trabalhador recupera a saúde física e mental, já que a a concessão no início ou final desvirtua esta finalidade”, disse o advogado.
“O sindicato, com o Departamento Jurídico, conseguiu uma importante vitória para a categoria”, completou Farias. “Com manutenção da rendição de intervalo, ao invés de diminuírem as vagas de vigilantes, vamos manter as vagas, pois, ao invés dos trabalhadores serem demitidos, serão mantidos no quadro funcional das empresas”, acrescentou.
Restam ainda as agências do Santander sob a responsabilidade da Epavi, que mantém esse horário esdrúxulo de intervalo, no início e final de expediente. O sindicato também ingressou com ação judicial neste caso, mas o processo corre em outra vara, com outro juiz. Diferentemente da outra juíza, este não concedeu antecipação de tutela, mas o sindicato aguarda o julgamento do processo, mais confiante ainda num resultado favorável aos trabalhadores.
Sindivigilantes bloqueia entrada do Itaú, agência da Andradas

Porta estava com ruído e não trancava
Uma equipe de fiscalização do Sindivigilantes do Sul interditou, segunda-feira (23), a agência do Itaú na Rua dos Andradas, no centro de Porto Alegre. A porta de entrada tinha um ruído estranho e não estava trancando, devido a um defeito no mecanismo eletrônico. O problema já vinha acontecendo há uma semana e a previsão de conserto era somente para daqui a duas semanas.
Com isso, os dirigentes que foram ao local decidiram bloquear a entrada e estenderam uma faixa explicando a situação, que colocava em risco a segurança de clientes, funcionários e vigilantes da agência. A ação teve o apoio do Sindicato dos Bancários.
Os diretores Ivo Carioca, Luiz Paulo Motta, Marlon Costa e Ubirajara Rios, membro do conselho fiscal, permaneceram no local desde o final da manhã até as 16 horas, quando a porta, finalmente, foi consertada. Durante o bloqueio da agência, funcionou apenas o autoatendimento (caixas eletrônicos), que tem a entrada separada.
Tem Feira da Mary Kay no sindicato
Começou nesta segunda-feira (23) na sede do sindicato a Feira de Produtos Mary Kay, que prossegue até sexta-feira, sempre das 08h às 17h30, com exceção da quinta-feira, que tem expediente ampliado e por isso as vendas encerra às 18h. Estão à disposição da categoria toda a linha de perfumaria e cosméticos das marcas Mary Kay e também Hinode, além de lingeries e artigos de cama, mesa e banho. As compras podem ser parceladas em até seis vezes, com parcela mínima de R$ 60,00 e desconto em folha.
Atenção vigilantes de Taquari e região: sindicato fará reunião 4ª f., na Ambacovis
Toda a categoria de Taquari e região está convidada para uma reunião com dirigentes do Sindivigilantes do Sul nesta quarta-feira, dia 25, a partir das 19h15. O local será á sede da Ambacovis – Associação dos Moradores do Bairro Colônia Vinte de Setembro, localizada na Avenida 20 de Setembro, s/n. Estarão presentes os diretores Carlos Schio, Gérson Farias, o apoio Jorge Eliezer e o advogado Maurício Vieira da Silva, do Departamento Jurídico do sindicato. Serão tratados os temas da reforma trabalhista, reforma previdenciária, lei da vigilância 24 horas e convênios, entre outros. Aguardamos você lá, compareça!
TODOS NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, NESTA 5ª FEIRA, PARA APOIAR O PROJETO ANTICALOTE
Está programada para esta quinta-feira (19) a análise do projeto anticalote pela Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa. Ele é o primeiro da pauta da sessão, que começa às 09 horas, na Sala Maurício Cardoso, 4º andar.
Se não houver nenhum novo pedido de vistas pelos deputados e deputadas, o PL 96/2015, de autoria do deputado Adão Villaverde (PT), deve ser votado pelos parlamentares.
Por isso, a direção do Sindivigilantes do Sul pede o comparecimento de todos (as) que puderem ir à sessão para , juntamente com a direção do sindicato, pressionar cada deputado pela aprovação do projeto.
A proposta determina que as empresas contratadas pelo Estado depositem em uma conta vinculada os valores das obrigações trabalhistas, como garantia do pagamento dos seus trabalhadores e trabalhadoras em caso de falência ou mesmo desaparecimento da empresa.
Na penúltima sessão o deputado Tiago Simon (PMDB) pediu vistas do projeto e na última não houve quórum (número mínimo de deputados) para realização da sessão.
Comissão do Senado aprova Estatuto da Segurança Privada, que agora vai a Plenário
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou, na manhã desta quarta-feira (11), o projeto do Estatuto da Segurança Privada. Agora o projeto segue para votação no Plenário. Esse é o último passo para o projeto virar lei.
Para o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura, o projeto atualiza a lei de 1983 e vai gerar empregos.
“O projeto atualiza uma legislação de quase 35 anos, valorizando nossa profissão. Ela legitima e regulariza a atuação dos vigilantes em estádios de futebol, eventos e outras áreas gerando mais empregos para a categoria”, afirmou.
Boaventura conta que o projeto chegou da Câmara com alguns equívocos que coibiam ao trabalho dos vigilantes, como um artigo que praticamente proibiria o direito à greve. “Nós atuamos para que houvesse a supressão de alguns artigos e fomos acatados pelo relator do projeto”, lembrou.
Regime de urgência
“Foi mais um avanço graças à nossa luta em conjunto com a Confederação Nacional dos Vigilantes. Para colocar toda a vigilância sobre a égide da legalidade. E a obrigatoriedade para a fiscalização por parte da Polícia Federal”, afirmou o deputado Chico Vigilante na saída da sessão.
A comissão também aprovou o regime de urgência ao projeto. Chico Vigilante explica que, agora, o Estatuto da Segurança Privada tem prioridade para votação em relação a outras propostas em tramitação na Casa.
“Iremos conversar com o presidente da Casa, senador Eunício Oliveira, para que ele paute o projeto para votação pelo plenário ainda este ano e possa virar lei, o que é fundamental para a segurança privada do Brasil”, afirmou
O distrital reconheceu os esforços de parlamentares das duas casas para o avanço da matéria. “Importante agradecer ao deputado Wellington Roberto (PR/PB) e aos senadores Vicentinho Alves (PR/TO) e Paulo Paim (PT/RS) que foram gigantes na defesa dos interesses dos vigilantes”, afirmou.
O Projeto
O Estatuto da Segurança Privada estabelece normas que deverão ser seguidas pelas empresas de segurança, remetendo à Polícia Federal a atribuição de autorizar seu funcionamento e de controlar e fiscalizar a atuação delas com a cobrança de taxas.
O estatuto irá disciplinar as atividades de segurança de eventos, segurança pessoal privada, escolta armada, monitoramento, dentre outros serviços relativos ao setor.
A proposta prevê que o Ministério da Justiça poderá instituir um conselho nacional de segurança privada, de caráter consultivo, com o objetivo de assessorar o ministro da Justiça em assuntos de segurança privada e elaborar políticas para o setor.
Fonte: Chico Vigilante, deputado distrital (PT/DF)
Comissão de Segurança deve votar anticalote amanhã (5ª feira)
Na sessão de amanhã, quinta-feira (05), a partir das 09 horas, deve acontecer a votação do Projeto de Lei 096/2015, mais conhecido como Lei Anticalote, de autoria do deputado Adão Villaverde (PT). O sindicato pede o comparecimento da categoria para acompanhar essa votação que é muito importante para todos os vigilantes do Rio Grande do Sul.
O objetivo da proposta é garantir que os trabalhadores terceirizados dos órgãos públicos do Estado possam receber seus direitos em caso de fechamento, falência ou outro contratempo das empresas contratadas. Seria depositado por elas, mensalmente, em uma conta vinculada, o valor correspondente ao Fundo de Garantia e as demais verbas rescisórias.
Na última quinta-feira, quando se esperava que a matéria fosse votada, o deputado Tiago Simon (PMDB) pediu vistas do PL, adiando a decisão dos deputados. Ainda houve um incidente, quando o deputado Marcel Van Hatten (PP) dirigiu desaforos aos vigilantes que acompanhavam a sessão, chamando-os de “burgueses” e “fascistas”.
Este projeto já tramita há dois anos pela casa e o sindicato espera que finalmente ele seja aprovado nesta comissão, para poder ir à votação em plenário pelo conjunto dos deputados.
SINDICATO FISCALIZA E ESCOLTA ARMADA VOLTA AO NORMAL
A portaria 3233 de 10 de dezembro de 2012 determina que a escolta armada deve ser exercida por trabalhadores locais, da própria região. Mas uma empresa de Porto Alegre estava trazendo pessoal de Curitiba para o serviço, conforme denúncia que o sindicato recebeu de alguns vigilantes.
O presidente Loreni Dias e a diretora Elisa Araújo procuraram e notificaram a empresa, cobrando o cumprimento da legislação e o fim dessa irregularidade. Em 48 horas a situação foi normalizada e o trabalho voltou a ser realizado com escolta de funcionários da capital.
A divulgação disso não aconteceu por uma opção do sindicato, para não expor as pessoas que denunciaram a represálias. Mas um indivíduo fez uma postagem nas redes sobre o caso para atacar o sindicato, dizendo que a direção não tinha resolvido nada.
“Bem pelo contrário, com a nossa presença o assunto foi rapidamente solucionado e a escolta voltou a ser feita com pessoal da região”, diz a diretora. “Esperamos que essa divulgação irresponsável que essa pessoa fez não prejudique os colegas”, completa.
Não é de hoje que esse sujeito publica boatos e mentiras, irresponsavelmente, porque pretende ser candidato numa das próximas eleições. Mas dessa maneira não vai se criar, pois os vigilantes são inteligentes e não caem na conversa de gente assim.
O sindicato trabalha com seriedade, com o sindicato os vigilantes podem contar.
Veja abaixo o que diz a portaria 3233 sobre a escolta armada:
Art. 66 – Os vigilantes empenhados na atividade de escolta armada deverão compor uma guarnição mínima de quatro vigilantes, por veículo, já incluído o condutor, todos especialmente habilitados.
- 1º – Nos casos de transporte de cargas ou valores de pequena monta, a critério do contratante, a guarnição referida no caputpoderá ser reduzida até a metade.
- 2º – O disposto no art. 52 aplica-se também ao serviço de escolta no que for pertinente.
- 3º – O serviço de escolta pode ser apoiado por outros veículos, desde que autorizados pela Delesp ou CV da circunscrição onde se inicie o serviço e mediante a informação prévia, com pelo menos vinte e quatro horas de antecedência.
Art. 67 – A execução da escolta armada iniciar-se-á, obrigatoriamente, no âmbito da unidade da federação em que a empresa possua autorização.
Parágrafo único – Inclui-se no serviço de escolta o retorno da guarnição com o respectivo armamento e demais equipamentos, com os pernoites estritamente necessários.
Art. 68 – As empresas que exercerem a escolta armada cujos veículos necessitarem, no exercício das atividades, transitar por outras unidades da federação, deverão comunicar a operação, previamente, às unidades do DPF e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal – DPRF, e às Secretarias de Segurança Pública respectivas.
(Foto ilustrativa)


















