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Sindicato faz protesto contra atrasos da Camargo & Camargo

Empresa está atrasando salários, VA e VT dos vigilantes do posto

Empresa está atrasando salários, VA e VT dos vigilantes do posto



Antes das seis horas da manhã de hoje, segunda-feira (09), uma comissão do Sindivigilantes do Sul já estava na frente do Sanatório Partenon, na capital, para protestar contra o atraso do pagamento dos salários pela Camargo & Camargo.

Os vigilantes do turno da noite aderiram à manifestação e paralisaram as suas atividades, retirando-se para a frente da instituição, onde estavam o presidente Loreni Dias e dirigentes do sindicato.

Na sexta-feira, a empresa avisou que só vai pagar na próxima quinta-feira (12), além dos atrasos que já vinham ocorrendo dos vales de alimentação e transporte. O sindicato está cobrando a regularização dos pagamentos, porém, os vigilantes que começavam o turno pela manhã engoliram a conversa da empresa e decidiram trabalhar mesmo sem receber.

“O sindicato fez a sua parte, mas os vigilantes do dia, que estão na mesma situação que os outros, assumiram as suas atividades, prejudicando os próprios colegas do turno da noite que protestaram contra mais esse atraso”, disse o presidente Dias.

Segundo ele, o Sindivigilantes vai continuar pressionando para que todos recebam logo e não aconteçam mais esses atrasos.

Um fato muito estranho foi a atitude agressiva de um médico. Aparentando idade avançada, ao sair do hospital ele parou o carro e foi discutir com o presidente e os diretores e diretoras. Disse que é servidor público e xingou o sindicato, dizendo que tinham que prender o Lula, um assunto que não tinha nada a ver com o que estava acontecendo ali. Uma coisa de louco!

 

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Comissão de Direitos Humanos aprova projeto das mulheres vigilantes

Diretoras do sindicato comemoraram resultado

Diretoras do sindicato comemoraram resultado



As mulheres vigilantes conquistaram mais uma importante vitória na tramitação do Projeto 213/2016 na Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira. Ele foi aprovado por unanimidade na Comissão de Direitos Humanos e Cidadania, decisão que foi muito comemorada pelas diretoras Rosane Schmitz, Elisa Araújo e Ana Carla Silva, que compareceram à sessão representando o Sindivigilantes do Sul.

O PL, de autoria do deputado Adão Villaverde (PT), prevê a reserva de vagas para vigilantes do sexo feminino, em percentual de no mínimo 20%, nas empresas da área de segurança, vigilância e transportes de valores, nas contratações por órgãos da Administração Pública Direta e Indireta dos três Poderes do Rio Grande do Sul. Ele também já foi votado e aprovado nas Comissões de Constituição e Justiça e Segurança e Serviços Públicos.

Agora, é possível que vá para votação em plenário ou, talvez, ainda passe por mais uma comissão da casa. Isso deverá ser definido nas próximas 24 horas. Na sessão de hoje, votaram favoravelmente os deputados Jeferson Fernandes (PT), presidente da comissão, Míriam Marroni (PT), Missionário Volnei (PR), João Reinelli (PR), Pedro Ruas (PSOL), Bombeiro Bianchini (PR) e Manuela D’Ávila (PC do B), que foi relatora e deu parecer favorável à matéria.

Clique aqui para ver a íntegra do projeto.

 

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CONSULTAS GRATUITAS ACABAM SEMANA QUE VEM

Motivo é o fim da contribuição assistencial e sindical que cobriam estes e outros custos do sindicato



Como já havíamos avisado, não teremos mais as consultas gratuítas para clínico geral, ginecologista, pediatra e dentista a partir do fim de março, devido à suspensão dos repasses da contribuição assistencial e sindical, que custeavam este e diversos outros benefícios para a categoria.

A mensalidade, no valor de R$ 28,16 para quem ganha o piso, cobre apenas a metade do valor de UMA consulta dos convênios, que está entre R$ 55,00 e 60,00 – sendo que a gratuidade também era extensiva aos dependentes dos sócios.

Por exemplo:

Se um associado e os dependentes fazem duas consultas, são mais de R$ 100,00 que o sindicato desembolsa. Quatro consultas, mais de R$ 200,00. Mas o associado paga apenas R$ 28,16 para o sindicato. A diferença disso vinha das contribuições.

Porém, os sócios poderão continuar consultando nas mesmas clínicas com o desconto em folha do pagamento, como já acontecia para as demais especialidades.

MUITOS COMEMORARAM O FIM DA CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL E SINDICAL. MAS COM ISSO A ARRECADAÇÃO DO SINDICATO CAIU A MENOS DA METADE E VÁRIOS SERVIÇOS TERÃO QUE SER RESTRINGIDOS APENAS AOS ASSOCIADOS.

Após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2018, o sindicato passará a atender somente associados, ou seja, estará disponível apenas para quem contribuir com alguma coisa para a entidade.

Para que o sindicato possa custear benefícios, lutar pelos direitos da categoria e fiscalizar as condições de trabalho, é necessário o apoio e a contribuição de todos (as).

ASSOCIE-SE AO SINDIVIGILANTES DO SUL. TRABALHADOR SEM SINDICATO É TRABALHADOR INDEFESO. JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

Sindivigilantes do Sul – 20/03/2018

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CNTV alerta para risco do uso de uniforme fora do expediente

As empresa costumam punir os vigilantes que fazem uso indevido do uniforme e o trabalhador se coloca em situações de risco desnecessário



Em decorrência do aumento da violência e do crescente número de assaltos a vigilantes, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) alerta os companheiros sobre o uso do uniforme fora do seu local e horário de trabalho. Lamentavelmente um colega foi vítima, no Ceará, de um assalto em uma parada de ônibus. Ele ainda estava com a calça da farda e, segundo está sendo investigado, esse pode ter sido o motivo para os três tiros disparados contra ele – podem ter pensado que ele estava armado ou ter sido confundido com guarda municipal.

A CNTV lembra que as empresa costumam punir os vigilantes que fazem uso indevido do uniforme e, pior do que isso, o trabalhador se coloca em situações de risco desnecessário. A empregadora do funcionário em questão, por exemplo, aplica suspensão de cinco dias, mas o mais grave é a violência: foram disparados três tiros contra eles, sendo que um deles perfurou o pulmão. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde.

A CNTV lamenta o ocorrido e se coloca à disposição para auxiliar no que for necessário.

Fonte: CNTV

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Executiva da CNTV discute Campanha Salarial dos Estados

Situação pós-reforma trabalhista é difícil em todos os estados

Situação pós-reforma trabalhista é difícil em todos os estados



Neste fim de semana, a executiva da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) se reuniu em Brasilia para debater a nova realidade das campanhas salariais da categoria pós-reforma trabalhista.

Os dirigentes apontam que está se aproximando o momento da categoria implantar negociações salariais conjuntas no âmbito nacional.

O diretor da CNTV e deputado Chico Vigilante avalia que as dificuldades enfrentadas pela categoria nas negociações coletivas não se restringem a somente um Estado. Pelo contrário, são enfrentadas pelo país afora.

“Os empresários estão vindo para ferrar conosco. Ou os vigilante se unem, ou vão nos lascar”, avisa.

Para o presidente da CNTV, Boaventura Santos, os trabalhadores brasileiros enfrentam tempos difíceis nas negociações com o empresariado após a reforma trabalhista implantada pelo governo Temer.

“Os patrões não se fixaram somente dentro dos limites estabelecidos pela reforma trabalhista. Eles foram muito além”, avaliou.

Boaventura informou que, na Bahia, já estão na oitava rodada de negociações e que a categoria somente terá um reajuste de 1%. “O objetivo é esmagar a categoria”, disse.

O vice-presidente do Sindesv/DF, Regivaldo Nascimento, aponta que a categoria em Brasília teve que apelar para 13 dias de greve e que a campanha salarial será intermediada pelo Tribunal Regional do Trabalho.

Adriano Linhares, do Sindicato de Petrópolis (RJ) denuncia chantagem por parte dos patrões que condicionam a homologação em troca dos vigilantes parciais.

Amaro Pereira, de Barueri, lamentou que os resultados da negociação da data base de janeiro não foram positivos. “Necessário que permaneçamos na luta para não perder nenhum direito”, disse.

Márcio Figueiredo, do Sindforte (RN), disse que a luta pela preservação dos direitos dos trabalhadores no Estado está intensa com os patrões tentando derrubar a Súmula 444, que se refere aos feriados, e o horário de almoço.

Cláudio Vigilante, do Sindicato dos Vigilantes de Niterói (RJ), referiu que os patrões desejam incluir na Convenção coletiva de trabalho cláusulas da reforma trabalhista. “A convenção coletiva é para garantir direitos e não retirá-los”, cravou.

Cassiano Souza, representante do sindicato do Estado de Pernambuco, conta que as negociações começaram em novembro do ano passado, sempre com os patrões propondo a retirada dos direitos ao invés de avanços.

Para Maura Miranda, da regional de Brazilândia junto ao Sindesv/DF, atesta que em Brasília não é diferente dos outros estados. “Estamos travando uma queda de braço com os patrões”, disse.

Fonte: Ascom Chico Vigilante

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ASSEMBLEIA DE NOVA PRATA TAMBÉM REJEITA PROPOSTA PATRONAL

Vigilantes rejeitaram proposta por unanimidade

Vigilantes rejeitaram proposta por unanimidade



Realizada na noite de sexta-feira (16), na Câmara Municipal de Nova Prata, a assembleia dos vigilantes daquela região também rejeitou a proposta patronal, por unanimidade.

Uma reivindicação específica da categoria dos municípios de Veranópolis e Sarandi é a unificação da data-base com o restante da categoria, em primeiro de fevereiro, já que a deles é primeiro de abril.

Para estas cidades, a negociação do Sindivigilantes do Sul é realizada com o Sinesvino, que representa as empresas de segurança do Norte e Nordeste do Rio Grande do Sul.

A proposta da patronal foi a mesma do restante do estado, 2,81% de reajuste e R$ 19,23 o vale alimentação, além de várias cláusulas relacionadas à reforma trabalhista que trazem prejuízos aos trabalhadores.

Pelo sindicato, participaram o diretor jurídico, Gérson Farias, e o apoio Alexandre Pinto. Conforme Farias, o Sinesvino será comunicado, imediatamente, do resultado da assembleia e uma reunião de negociação deve ser marca para esta semana mesmo.

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Patrões fazem ameaças aos sindicatos e à categoria: “Se querem guerra, vão ter guerra”, afirma Dias

Presidente do sindicato, Loreni Dias

Presidente do sindicato, Loreni Dias



Na reunião de ontem (13), os patrões mostraram as garras e lançaram ameaças contra o Sindivigilantes do Sul e os sindicatos parceiros, de São Leopoldo, Lajeado e Pelotas, por não terem assinado ainda a convenção coletiva de trabalho (CCT). Eles estão propondo 2,81% de reajuste e R$ 19,23 o VA, além de várias cláusulas novas, relacionadas com a reforma trabalhista, que já foram rejeitadas nas assembleias da categoria.

Para tentar forçar os sindicatos a aceitarem sua proposta, os donos das empresas ameaçaram não repassar mais a mensalidade dos associados, que com o fim da contribuição assistencial e sindical é a única fonte de receita das entidades sindicais.

Além disso, disseram que não vão mais pagar o reajuste dos salários e outros benefícios retroativos à data-base, dia 1º de fevereiro, como sempre aconteceu. Com isso, querem intimidar também a categoria com a ameaça de perdas no bolso.

O presidente da entidade patronal (Sindesp), Sílvio Renato Medeiros Pires, foi muito claro na mesa de negociação: não vão abrir mão das vantagens que as empresas ganharam com a reforma trabalhista, ou seja, querem que os vigilantes se conformem e aceitem os prejuízos da proposta deles.

“A patronal está querendo uma guerra, então, vão ter guerra”, afirmou o presidente Loreni Dias. “Não vão nos intimidar e vamos denunciar estas ameaças contra o sindicato e a categoria em todos os órgãos competentes e para todos os meios de comunicação, rádio, jornal e TV”, acrescentou.

Dias explicou que sem repasse das mensalidades todos os benefícios que a categoria ainda tem, como os convênios e as cestas-básicas, terão que ser cortados. E solicitou que os associados cobrem das empresas a sua obrigação de repassar as mensalidades ao sindicato.

NÃO ACEITAMOS AMEAÇAS E NEM PROPOSTA INDECENTE DE PATRÃO. SE QUEREM GUERRA, VÃO TER GUERRA!

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URGENTE: NENHUM AVANÇO NA REUNIÃO COM A PATRONAL

Negociação dos sindicatos dos vigilantes com a direção do Sindesp foi nesta terça-feira

Negociação dos sindicatos dos vigilantes com a direção do Sindesp foi nesta terça-feira



Os patrões radicalizaram e não houve avanço algum, em nenhum tópico, na negociação da tarde desta terça-feira (13) do Sindivigilantes do Sul e dos sindicatos dos vigilantes de São Leopoldo, Pelotas e Lajeado com a entidade patronal (Sindesp). As empresas não ofereceram nada além do que já estava na proposta deles em relação aos índices de reajuste dos salários (2,81%) e do VA (R$ 19,23).

Também não modificaram nada do que já apresentaram sobre as cláusulas relacionadas com a reforma trabalhista, que causam sérios prejuízos à categoria.

Além disso, surpreendentemente, não aceitaram a presença dos membros da comissão eleita pela categoria nas assembleias para acompanhar a negociação. O sindicato lamenta e repudia essa atitude, já que nunca antes tinha acontecido de alguém ser barrado nessas reuniões e nunca foi necessário avisar com antecedência quem estaria presente. Em toda reunião sempre há alguém diferente participando pelos sindicatos, sem necessidade de aviso prévio.

Ainda fizeram ameaças contra os sindicatos, pressionando para que a convenção coletiva seja assinada logo, assim como está. Entre outras coisas, disseram que não vão mais repassar as mensalidades dos associados aos sindicatos e que a categoria não vai receber os reajustes de forma retroativa à data base, como sempre foi. Mas os sindicatos foram firmes e repetiram a posição da categoria contra a proposta da patronal.

Por fim, os dirigentes do Sindesp repassaram cópia da convenção que já foi assinada pelo Sindicato de Santa Maria e de Santa Cruz do Sul para ser examinada pelo nosso Departamento Jurídico. Disseram ainda que mais quatro sindicatos estão em vias de assinar. Eles garantiram que é exatamente a mesma pauta que nos ofereceram, embora dirigentes da Federação tenham dito, na nossa assembleia, que a Convenção Coletiva de 2016 tinha sido mantida na íntegra em Santa Maria e Santa Cruz.

Numa rápida olhada, já deu para perceber que não foi bem assim, algumas mudanças aconteceram. Aguarde mais detalhes em breve. Lembre-se, o momento é sério, difícil, mas juntos somos mais fortes!

Sindivigilantes do Sul – 13/03/2018

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ASSEMBLEIAS DE PORTO ALEGRE CONFIRMAM O “NÃO” AOS PATRÕES

Decisão foi unânime também à noite

Decisão foi unânime também à noite



À noite e pela manhã o resultado foi o mesmo nas assembleias realizadas quinta-feira (08), na capital, para avaliar a proposta patronal de 2,81% de reajuste e R$ 19,23 no vale-refeição, além das cláusulas sociais. Por unanimidade, a categoria disse NÃO e decidiu continuar lutando para conquistar uma pauta melhor na negociação com as empresas.

Em São Jerônimo e Camaquã os vigilantes já tinham tomado a mesma decisão, de recusar a proposta, faltando apenas se realizar as assembleias de São Luiz Gonzaga, nesta sexta-feira (09), e Santo Ângelo amanhã (10). Semana que vem deve acontecer nova reunião na entidade patronal, adiantou o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias.

“A proposta não é boa, é ruim, temos que melhorar essa proposta, o vale-alimentação não vale nem o preço de um cacetinho e não podemos ser ingênuos de aceitar o que a patronal quer”, disse o presidente. Ele acrescentou que estão juntos nessa negociação com o Sindivigilantes do Sul os sindicatos de São Leopoldo, Lajeado e Pelotas. Também informou que os sindicatos de Santa Cruz do Sul e Santa Maria já fecharam acordo com os patrões, mas ainda não se sabe os detalhes da proposta que eles aceitaram.

Assembleia 2 08032018 N (1)

O advogado Arthur Dias Filho, da assessoria jurídica do sindicato, ressaltou que “estamos vivendo uma nova era no país, porque desde o dia 11 de novembro está em vigor uma nova CLT”, que foi implementada pela reforma trabalhista. Ela complica muito a vida dos trabalhadores porque retira uma série de direitos, como a hora extra a partir das 5 horas na 12×36, o pagamento do feriado em dobro, admite o contrato parcial, o contrato intermitente, enfim, permite quase tudo.

Ele pediu que todos procurem conhecer a nova CLT. “Precisamos ter clareza do momento que vivemos no país, este é o momento de união da categoria, de deixar as divergências de lado, focando no que realmente é preciso”, completou o advogado.

Estava o presente na assembleia o presidente da central Conlutas, Érico Corrêa, que reforçou que os vigilantes precisam deixar as disputas políticas de lado e se concentrar na mobilização da campanha salarial: “Agora é hora de enfrentar o patrão, o nosso inimigo é o patrão e o governo, que querem achatar nossos salários e tirar os nossos direitos”, afirmou.

Todos que se manifestaram na sequência falaram no mesmo sentido, de que é preciso consciência e união da categoria. “O que o patrão está nos oferecendo é uma vergonha, não tem aumento com esse índice, somos chefes de família, vamos lutar por um salário melhor e um futuro melhor para nossos fihos”, conclamou um dos participantes da assembleia.

Assembleia 2 08032018 N (3)

Também foi bastante destacado que é preciso priorizar a manutenção das conquistas das convenções coletivas anteriores, evitando-se as perdas decorrentes da reforma trabalhista, mais até que o reajuste.

Antes da votação que rejeitou a proposta patronal, foram escolhidos quatro representantes da base, três titulares e um suplentes, que vão acompanhar a negociação do sindicato com a patronal, juntamente com outros três, escolhidos pela manhã. São eles: Sebastião Resoli dos Santos, André Machado, Deiwide Ramos, Sandro Carey, José Carlos Foleto, Carlos Alexandre Vargas de Andrades e Marco Couto.

Assembleia 2 08032018 N (6)

Assembleia 2 08032018 N (5)

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URGENTE – EM AÇÃO DO SINDICATO, JUSTIÇA PROÍBE SELTEC DE MUDAR A ESCALA NA CAIXA

Decisão foi da juíza da substituta da 5ª Vara do Trabalho

Decisão foi da juíza da substituta da 5ª Vara do Trabalho



Num despacho de terça-feira (06), a juíza substituta Mariana Piccoli Lerina, da 5ª Vara do Trabalho, determinou que a Seltec Vigilância cumpra a decisão de tutela antecipada (liminar) do ano passado, no sentido de que sejam mantidas as escalas que vinham sendo praticadas na Caixa Econômica Federal, Lojas Claro e Secretaria da Saúde de Porto Alegre.

“Notifique-se a reclamada para, no prazo de 5 (cinco) dias, cumprir a decisão de tutela antecipada, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00”, decidiu a juíza. Com isso, a Seltec fica proibida, liminarmente, de adotar a escala 4×1 na Caixa, conforme havia avisado aos vigilantes do posto. Inclusive, havia publicado anúncio para a contratação de 40 vigilantes para essa jornada.

“Como já dissemos por diversas vezes, o sindicato está atento e sempre tomamos as providências necessárias, mas é preciso aguardar a decisão da Justiça, que neste caso, até o momento, tem sido favorável aos vigilantes”, disse o presidente Loreni Dias. “A categoria pode ter certeza que vamos continuar lutando contra qualquer mudança nas escalas que prejudique os trabalhadores, na Seltec ou em qualquer outra empresa”, acrescentou o diretor Marlon Costa.

Assim que o sindicato tomou conhecimento da intenção da empresa, o Departamento Jurídico acionou a Justiça do Trabalho pedindo o cumprimento da antecipação de tutela. Ela foi concedida pelo juiz Jorge Alberto Araújo, da mesma vara, que determinou a suspensão da mudança nas escalas, em abril de 2017.

O juiz considerou que, embora a empresa tenha “poder diretivo”, a alteração poderia causar maiores transtornos aos vigilantes: “Neste quadro, entendo configurado o fundado receio de dano irreparável (aos vigilantes) e defiro a antecipação de tutela para que a empresa se abstenha de proceder na alteração do seu regime de escalas, em relação aos postos específicos indicados na inicial, observados os termos dos contratos com os respectivos tomadores de serviço”, determinou.

Conforme a advogada Kátia Oliveira de Ávila, da assessoria jurídica do sindicato – escritório Young, Dias, Luxen & Lima – a empresa foi notificada nesta quinta-feira e, assim, tem até o dia 15 para o cumprimento da decisão, contando-se apenas os dias úteis. Ainda cabe recurso da empresa.

Sindivigilantes do Sul – 08/03/2018

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