Arquivo da tag: Sindivigilantes do Sul

TEMOS CONVÊNIO COM A MACA AUTOCENTER, DE SÃO JERÔNIMO

Dudu, à direita, com Bruno Marques, o Maca, e Jeferson Mogadishu

Dudu, à direita, com Jeferson Mogar, proprietário, e Bruno Marques



O Sindivigilantes do Sul firmou convênio com uma das melhores e mais completas mecânicas da Região Carbonífera, a Maca Autocenter, de São Jerônimo. “A categoria vinha pedindo muito uma alternativa de mecânica top de linha como essa”, disse Eduardo Blauth, o Dudu, representante do sindicato na região que encaminhou o convênio.

As compras e serviços podem ser pagos em até cinco vezes, com parcelas mínimas, incluindo: comércio a varejo de pneumáticos e câmaras-de-ar, comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores, serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios, serviços de lavagem, lubrificação e polimento, serviços de manutenção e reparação elétrica.

A mecânica está localizada na Rua Ramiro Barcelos, Nº 1270, telefone (51) 3651-3275. Qualquer dúvida, ligue para a subsede do sindicato: (51) 3651-1636.

Compartilhar:

CONHEÇA DIREITOS QUE VOCÊ TÊM GRAÇAS AO SINDICATO

Carteiradetrabalho-Wikipedia site



Uma parte desinformada da categoria acha que está tudo na lei e que “não ganha nada” com o sindicato. Porém, muitos direitos importantes não estão na legislação, só existem porque o Sindivigilantes garante tais benefícios nas Convenções Coletivas de Trabalho que assina.

A continuidade desses direitos depende da luta do sindicato e da categoria. Por isso é tão importante o apoio à sua entidade sindical e o comparecimento nas assembleias.

É importante, ainda, que os vigilantes denunciem as empresas que desrespeitam seus direitos, para que o sindicato fiscalize os infratores e acione a Justiça, como já aconteceu muitas vezes, se for preciso.

Também é fundamental a contribuição da cota sindical (apenas R$ 21,44) para que o sindicato tenha recursos para trabalhar pela categoria, pois o sindicato tem estrutura, funcionários e muitas contas para pagar. Pense nisso.

Veja abaixo alguns exemplos das vantagens que os vigilantes têm através do sindicato.

– Reajuste salarial: Ao contrário do que alguns pensam, não existe lei que determine a reposição obrigatória ou automática da inflação na data-base. Qualquer reposição ou aumento real de salário é conquista da categoria e seu sindicato.

– Vale-alimentação: Também não consta na legislação. O que garante o VA é a Convenção Coletiva negociada e assinada pelo sindicato. Por exemplo, na escala 12 x 36 o VA representa R$ 300,00 (15 dias) ou R$ 320,00 (16 dias) por mês, com participação de 20% do trabalhador. Só isso já cobre várias vezes o valor da cota de solidariedade sindical (R$ 21,43), por exemplo.

– Adicional de uniforme: Outro benefício de convenção coletiva assinada pelo sindicato. Na escala 12 x 36 equivale a  R$ 22,20 (15 dias) ou R$ 23,68 (16 dias).

– Adicional de risco de vida do ASP: Corresponde a 15% sobre valor do salário básico ou R$ 177,54. Também não está em lei, apenas na Convenção Coletiva negociada e assinada pelo sindicato.

– Vale-Transporte (falta ao trabalho): Pela convenção, a empresa não pode aplicar penalidade ao trabalhador que faltar ao emprego quando ela não fornecer o Vale Transporte dentro do prazo.

– Homologação da rescisão no sindicato: É uma garantia para os sócios do sindicato não terem prejuízos na hora de receber as verbas rescisórias. Quem contribui com a cota pode trazer os papeis da rescisão no sindicato para conferir os valores.

– Estabilidade pré-aposentadoria: O trabalhador não pode ser demitido quando está a próximo de se aposentar.

– Posto de serviço e local de descanso: O posto deve oferecer ao vigilante condições adequadas de conforto, higiene e segurança para seu trabalho e descanso.

– Assistência jurídica: As empresas devem fornecer assistência jurídica ao vigilante que sofrer processo ou inquérito policial em decorrência de ato praticado em serviço.

– Assistência médica e psicológica: As empresas devem fornecer assistência médica e psicológica ao vigilante que sofrer assalto durante sua jornada de trabalho.

– Auxílio-funeral: É pago aos dependentes do funcionário que falecer por acidente de trabalho ou com mais de dois anos de trabalho na empresa, no valor de um salário mensal, caso isso não esteja previsto no seguro de vida.

Viram quantos direitos são conquistados através do sindicato? O mesmo acontece nas outras categorias, por isso os empresários e o governo querem tanto destruir o movimento sindical. Querem liquidar todos os nossos direitos e escravizar os trabalhadores. Seja um trabalhador consciente, apoie seu sindicato, participe da nossa luta. Juntos somos fortes!

 

 

Compartilhar:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

No que se refere ao processo 0129700-64.2008-5.04.0017, já foi firmado acordo com o Banco do Brasil e os pagamentos aos beneficiários transcorrem normalmente.



Sobre o recebimento de um termo de revogação de poderes, assinado por alguns trabalhadores, referente ao processo 0129700-64.2008-5.04.0017, o sindicato tem a dizer, primeiramente, que estes trabalhadores não assinaram termo de procuração outorgando poderes aos atuais advogados do sindicato, tampouco a este sindicato, razão pela qual fica prejudicada a pretendida revogação. Recordamos, ainda, que este processo foi ajuizado pelos antigos advogados do sindicato, sendo que, se eventualmente estes trabalhadores firmaram procuração, foi em favor de outro escritório, que não é o atual que representa o sindicato. Soma-se ainda o fato de que, no referido processo, já foi firmado acordo com o Banco do Brasil, sendo que os pagamentos aos beneficiários transcorrem normalmente. Eventuais contrariedades dos trabalhadores que não foram contemplados pelo acordo deverão ser protocoladas diretamente nos autos do processo  0129700-64.2008-5.04.0017, onde poderão ser equacionadas todas as eventuais dúvidas ainda pendentes.

Atenciosamente,

Loreni dos Santos Dias
Presidente

Compartilhar:

SINDICATO FIRMA CONVÊNIO COM LIVRARIA E PAPELARIA DE HORIZONTINA

vigilante Abel Gomes Alves, com a família e o nodo da loja, à direita

vigilante Abel Gomes Alves, com a família e o nodo da loja, à direita



Vigilantes de Horizontina e arredores ganharam uma ótima opção de compras de material escolar, através do convênio firmado há poucos dias pelo Sindivigilantes do Sul com a Livraria e Papelaria Fecopel. Ela fica no centro da cidade, na Rua Uruguai, número 1341. As compras podem ser realizadas com o parcelamento dos pagamentos em até quatro vezes, sendo a parcela mínima de R$ 60,00. O vigilante Abel Gomes Alves, com as sacolas na foto, já aproveitou a oportunidade e foi às compras, com a esposa e filhos. À direita, está o proprietário da loja, sr. Genésio. Para mais informações, entrar em contato com o diretor José Airton de Souza Trindade, que atua na região e encaminhou o convênio, pelo telefone (55) 9- 9958-7038.

Compartilhar:

VIGILANTES DA CORSAN-ETA DE CAMAQUÃ TRABALHAM EXPOSTOS A PRODUTOS QUÍMICOS

Vigilantes ficam num cubículo, próximo aos produtos químicos

Vigilantes ficam num cubículo, próximo aos produtos químicos



Na noite desta quarta-feira (05), um dos vigilantes do Posto da Corsan em Camaquã passou mais de duas horas em atendimento na emergência do Hospital Nossa Senhora Aparecida. Ele passou mal ao inalar produtos químicos que a empresa utiliza na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade.

A fiscalização do Sindivigilantes do Sul compareceu na região, foi ao local e constatou várias irregularidades. O vigilante está melhor, mas contou que não é a primeira vez que se sente mal e vai parar no hospital, assim como seu colega do posto, pelas péssimas condições de trabalho. Os vigilantes, da Seltec, não têm uma guarita e nem local adequado para refeições, que são feitas num cubículo junto aos produtos químicos como carvão, cloro, flúor e outras substâncias.

Ao sair para o pátio ficam expostos ao relento do sol e à chuva, além do matagal que toma conta do lugar, sem iluminação e tomado de mosquitos. Tudo que dispõem é de uma mesinha e uma cadeira próximo às pilhas de produtos químicos e um compressor que, se explodir, coloca suas vidas em risco.

Corsan_ETA_IMG-20200206-WA0036 site

No entanto, existe um projeto da Corsan para a guarita, que já foi visto há vários meses pelos vigilantes, mas até agora a obra não foi executada. Um técnico do trabalho da Corsan também esteve lá vistoriando o local. Mas nada foi feito pela direção da companhia para resolver essa situação, enquanto os trabalhadores seguidamente passam mal.

Um deles diz que sente dores nos pulmões, tontura, e apareceram manchas na sua pele, provavelmente por causa dos produtos químicos. É uma situação completamente irregular e o sindicato já está tomando providências para que os trabalhadores tenham a sua segurança e sua saúde preservadas.

O Sindivigilantes do Sul está notificando a direção da Corsan para que, em 72 horas, a empresa apresente uma solução definitiva para o problema. Também será encaminhada uma denúncia ao Ministério Público de Trabalho para que realize a fiscalização do local.

Compartilhar:

ATENÇÃO VIGILANTES DA JOB/CAFF



A assessoria jurídica do Sindivigilantes do Sul solicita que os vigilantes da lista abaixo, caso tenham trabalhado na JOB, no posto do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) no final do contrato em dezembro/2018 e nos meses anteriores, enviem provas de que efetivamente tenham laborado nesse posto. Podem ser, por exemplo, contracheques, cópia dos livros de ocorrência ou outras provas que tenham. Encaminhar para o sindicato, de segunda a quarta-feira, ou para o whatsapp do escritório Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados Associados: (51) 9-9581-5548.

SUELI INACIO DE MENEZES

ANDRE LUIS LINO

ANDREIA SILVA DE SOUZA SILVA

FERNANDO ANTAO SILVEIRA LIMA

MAURICIO DE OLIVEIRA PEREIRA

FERNANDO DOS SANTOS DA SILVA

GUILHERME MARQUES

GIORDANA ALTNETTER BORGES

IZABELLA CIRIO BITTENCOURT

LUIS FERNANDO DOS PASSOS CALABREZA

MARCELO DA CONCEIÇÃO NASCIMENTO

MARCIO PRUSH ALMEIDA

RICARDO FIGUEIREDO SILVEIRA

RUI RAMOS DA ROSA

EDISON OLIVER BORGES

EMERSON LEANDRO CARDOSO BARCELLOS

ROMUALDO SEDREZ ATIENSE

ARMANDO VIDAL OLIVEIRA FILHO

CRISTIANE NOVAIS DE SOUZA

CARLOS MICHEL BENZ DA SILVA

MAIKEL DOUGLAS GOMES

 

Compartilhar:

A CAMPANHA SALARIAL CONTINUA, NADA ESTÁ DEFINIDO

Nota de Esclarecimento site



Informamos que o sr. Jaqueson Fernandes continua sendo diretor do Sindivigilantes do Sul apenas no papel, pois há vários meses não comparece no sindicato. Ele também não participou de nenhuma das assembleias gerais realizadas para discussão das propostas para a Convenção Coletiva de 2020-2021. Portanto, está completamente alheio à campanha salarial deste ano, não sabe nada do que está acontecendo e foi muito infeliz num comentário no whatsapp (se é que foi ele mesmo), dando a entender que a convenção coletiva já está homologada. Isso não é verdade, é totalmente impossível, pois a homologação só acontece no Ministério do Trabalho depois de encerrada a negociação com as empresas e após a proposta final ser aprovada pelos vigilantes em assembleia. Quem anda espalhando esse boato e se diz doutor no assunto deveria saber disso. A negociação recém começou, aconteceu apenas uma reunião com a patronal e não tem nada definido ainda. Quem quiser comprovar, basta entrar no site do Ministério do Trabalho e conferir se tem lá a homologação recente de alguma convenção nossa. Fiquem tranquilos, aqui se trabalha com seriedade e transparência, nada será assinado sem o conhecimento de todos (as). E parem de querer fazer campanha salarial por Whatsapp e Facebook, ouvindo conversa-fiada, isso não ajuda nada, só atrapalha. Campanha salarial de verdade se faz com participação e mobilização, porque só com a luta se conquista algum avanço. Compareça, participe das assembleias, juntos somos fortes!

Loreni Dias – Presidente
Sindivigilantes do Sul

Compartilhar:

EM ÉPOCA DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA, ABRA O OLHO COM OS EMBUSTEIROS

Os embusteiros nunca atacam a patronal e suas propostas, pelo contrario, seu foco não é a proposta imoral feita pela patronal, mas sim atacar a direção do sindicato



Todos os anos é a mesma coisa, aproxima-se a data de negociação da Convenção Coletiva e levantam-se as vozes, dos mesmos embusteiros de sempre, para propagarem ataques ao sindicato e sua direção, com a única intenção de colocar a categoria contra o sindicato no momento em que mais se precisa de mobilização e união da categoria para mostrarmos força contra a patronal.

Esses embusteiros usam da divulgação de noticias falsas, as chamadas “fake news” além de calunias, mentiras e ataques à pessoa do presidente do Sindicato e sua direção, com única intenção de enfraquecer o Sindicato para que a negociação NÃO traga avanços e benefícios a toda a categoria. E POR QUE FAZEM ISSO?

A resposta é simples, na cabeça dos embusteiros, se a diretoria não conseguir uma boa Convenção Coletiva levaria desvantagem em uma nova eleição sindical, ou seja, esses opositores à direção do sindicato fazem o diabo para tentar alcançar seus objetivos, mesmo que isso cause prejuízos a toda a categoria, pois não estão preocupados com os vigilantes e sim com seus interesses políticos e de poder.

Importa destacar que em suas falas os embusteiros nunca atacam a patronal e suas propostas, pelo contrario, seu foco não é a proposta imoral feita pela patronal, mas sim atacar a direção do sindicato usando o mesmo e velho discurso: “que não é possível falarem nas assembléias”; “que a convenção já estava assinada mesmo antes de aprovação pela categoria”; “que há cláusulas que não foram levadas a conhecimento da assembléia”.

Sem contar que adoram usar do discurso de serem contra qualquer proposta de custeio do sindicato pois usam dessa bandeira para tentar induzir a categoria a não contribuir com seu sindicato, como se fosse possível qualquer entidade se manter sem qualquer fonte de custeio.

Não da mais para se deixar ser enganados(as) por esses embusteiros, a categoria tem que dar um basta a eles.

Nas próximas assembléias usem seu senso crítico e não se deixem enganar por quem fica divulgando noticias e ataques contra a direção do sindicato em grupos de Whatsapp e/ou Facebook. Compareçam às assembleias e se mobilizem para mostrar à patronal que somos uma categoria unida e forte, pois somente assim poderemos avançar nas conquistas de melhores condições de trabalho.

Loreni Dias – Presidente
Sindivigilantes do Sul

 

Compartilhar:

INTERNET E REDES SOCIAIS NÃO SÃO TERRA SEM LEI – COMPARTILHAR OFENSAS E MENTIRAS TAMBÉM É CRIME

Quem não tem o cuidado de averiguar se a notícia/postagem ou áudio é verdadeiro corre o risco real de ser responsabilizado criminalmente!



A liberdade de expressão é um direito constitucional e deve ser garantida a todos. Todavia, a lei prevê limites e punições a quem usa de mentiras e ataques mascarados de “liberdade de expressão”.

É cada vez mais comum e crescente, dentro da nossa categoria, o uso das mídias sociais, a exemplo do Whatsapp e Facebook. É muito saudável quando tais meios são utilizados para compartilhar e divulgar informações.

Contudo, temos observado que algumas poucas pessoas passaram a usar dessas mídias para fins escusos, tais como ofender, caluniar, difamar e atacar a honra de colegas e até mesmo de membros da direção do sindicato, valendo-se de noticias falsas.

Ocorre que, quem não tem o cuidado para averiguar se a notícia/postagem ou áudio é verdadeiro; se a mesma não se trata de “fofoca” caluniosa, saiba que já comete um grande erro em dar prosseguimento ao seu compartilhamento, passando a correr o risco real de ser responsabilizado criminalmente!

O compartilhamento de falsas notícias, boatos e outras calúnias, sobre qualquer pessoa, é uma forma de linchamento moral, devendo diferenciar-se o que é liberdade de expressão que em nada se confunde com a falsa perspectiva de “liberdade para caluniar”

Não é raro ver pessoas que inclusive cometeram suicídio em razão de terem sua honra e moral atacadas por postagem caluniosas.

Esse tipo de postagem só desconstrói a democracia e leva à ignorância.

Não seja veículo da propagação da inverdade, do mal! Use a liberdade de expressão para defender a verdade, não a mentira.

Maurício Vieira da Silva – Advogado
Assessoria Jurídica do Sindivigilantes do Sul
(Young Dias Lauxen & Lima Advogados Associados)

Compartilhar:

NA PRIMEIRA REUNIÃO, EMPRESAS OFERECEM 80 REAIS DE “PRÊMIO ASSIDUIDADE”

Na reunião desta terça-feira, empresas não apresentaram índice de reajuste

Na reunião desta terça-feira, empresas não apresentaram índice de reajuste



Na primeira reunião de negociação da Convenção Coletiva 2020-2021, nesta terça-feira (28), no Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), em vez de um índice de reajuste salarial, os empresários ofereceram R$ 80 reais mensais de “prêmio assiduidade” aos vigilantes. 

Participaram da reunião, representando a categoria, o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, a diretora Elisa Araújo, o advogado Maurício Vieira da Silva, da assessoria jurídica, o presidente do Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região, Moisés Machado, e o diretor João Fernando da Silva.

Um detalhe importante é que, para receber o “prêmio-assiduidade” o vigilante não poderá faltar mais de duas vezes ao trabalho no ano todo. Além disso, não há repercussão alguma desse valor sobre os cálculos de horas extras, férias, Fundo de Garantia e periculosidade. 

Os empresários dizem ter aplicado o reajuste de São Paulo, que foi de 3,27%, sobre o piso da categoria e a periculosidade. Somaram a isso férias e décimo-terceiro. Fazendo um arredondamento dos números, chegaram aos R$ 80,00.

Porém, o índice que usaram como base para o cálculo é menor que a inflação de dezembro, que chegou a 4,48% medida pelo INPC. E deverá ser menor que a inflação de janeiro, que incide sobre a data-base da categoria (primeiro de fevereiro).

Para o vale-alimentação, seguindo o mesmo raciocínio, as empresas oferecem R$ 21,00. 

Empresas picaretas

O presidente do Sindesp, Sílvio Renato Medeiros Pires, alegou que existe uma grande crise no setor, devido à recessão econômica. 

Centenas de agências bancárias estão fechando e órgãos públicos estão trocando a vigilância privada por portaria ou monitoramento eletrônico, apontou.

Também reclamou bastante da concorrência de empresas “picaretas”, que não cumprem a legislação trabalhista mas ganham muitas concorrências praticando preços abaixo da média do mercado.

O presidente Loreni Dias ressaltou que o Sindivigilantes do Sul combate permanentemente as empresas que lesam os trabalhadores, movendo muitas ações judiciais contra elas, inclusive. Ele acrescentou que a proposta do Sindesp ficou aquém do esperado. 

“Esperávamos mais do que isso das empresas, conforme as expectativas da categoria”, disse Dias. “Vamos nos reunir com a assessoria jurídica e avaliar qual vai ser nossa postura daqui pra frente, se vamos chamar uma assembleia ou tomar outras medidas”, completou. 

“A reunião foi produtiva mas a proposta patronal não é boa, esperávamos avançar mais nessa negociação de hoje”, afirmou Moisés. 

Ele sugeriu que, em vez do vale-transporte, vigilantes que usam veículo próprio para se deslocar possam optar por receber um auxílio-transporte para custear a gasolina. Mas a ideia foi recusada pelas empresas.

Como já se esperava, essa não deve ser uma negociação fácil. Mais do que nunca é preciso união e mobilização da categoria. 

Lembrem-se: Juntos somos fortes!

 

Compartilhar: