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ESPORTE ESPETACULAR EXPLICA COMO FUNCIONA A SEGURANÇA EM JOGOS (COM VÍDEO)

Vigilantes devem ter curso de grandes eventos

Vigilantes devem ter curso de grandes eventos

O programa Esporte Espetacular de domingo (23), na Globo, apresentou reportagem onde explicou a norma do serviço de segurança privada nos estádios. Para atuar nestes locais os profissionais devem ser formados numa escola para vigilantes, além de fazer o curso de extensão de grandes eventos, disse o programa.

A reportagem veio em decorrência das recentes brigas nos estádios que chamaram a atenção do país todo, pela proporção da violência entre os torcedores. “A responsabilidade pela contratação das empresas é dos clubes. Mas, segundo a Polícia Federal, alguns deles ainda cometem irregularidades”, disse o programa.

Clique aqui para ver o trecho da reportagem que trata do assunto.

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Ufrgs consulta o Sindivigilantes para qualificação do serviço

Vigilância da universidade é feita pela Lince, atualmente

Vigilância da universidade é feita pela Lince, atualmente

A diretora da Divisão de Contratação de Serviços Terceirizados da Ufrgs, Alice Schäffer da Rosa, convidou o sindicato a participar do grupo de estudos que visa qualificar o serviço de vigilância da universidade. Existe a possibilidade de uma licitação no próximo ano, a ser confirmada, após o vencimento do contrato atual. A instituição está preocupada em garantir a qualidade do serviço, conforme a legislação da segurança privada. Também pretende evitar futuros problemas com processos trabalhistas. Estão participando da discussão o diretor Leandro Benini, segundo secretário de Assuntos Jurídicos, e a conselheira Ana Carla Silva, suplente do Conselho Fiscal. Poderão ser criadas novas vagas para a categoria, caso venha ocorrer essa licitação, adiantou Benini. A vigilância na universidade é feita pela empresa Lince, atualmente.

(Texto modificado às 09:31 de 06/07 para correção)

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COMPARECER URGENTE NO SINDICATO: PROCESSO ASGARRAS/DMAE

Justiça

O Sindivigilantes do Sul solicita o comparecimento urgente dos (as) vigilantes abaixo para tratar de assunto de seu interesse, relacionado ao processo da Asgarras, posto do Dmae. Falar com a funcionária Jaqueline Mendes, no Departamento Jurídico:

Antonio Marcos da Silva

Benites Bahia da Silveira

Claudio Luiz Saldanha Moreira

Claudiomar Schwartz da Rosa

Diego da Silva Lemes

Emerson Amaral de Castro

Gérson Farias de Souza

Gilmar Martins Gonçalves

Júlio Cesar Ribeiro Coitinho

Milton Machado dos Santos

Paulo Ozeias da Silva Terra

Paulo Ricardo Nunes Moreira

Jacques da Silva Pinto

João Francisco Neves Dias

Josué da Silva Nunes

Luciano Bandeira da Rosa

Tarciso Nunes Bernardes

Roberto Isaias da Silva Boardaman

Adão Ilton Marques Martins

Adriana Disconsi

Afranio Robaina dos Santos

Andrews Rodrigues Gomes

Claudoir Souza da Silva

Davi Alves Lopes

Diógenes da Rosa Canoff

Jamilson Assis de Souza

Jeferson Barres Gomes

Joeci Silva Barboza

Luciano Antonio Camargo

Luis Fabiano Anchete dos Santos

Magali Sá Brito

Márcio Rogério Quintana Gularte

Maurício Gomes de Morais

Neuri Rodrigues Soares

Reni da Silva dos Santos

Roseli Garcia de Mello

Sérgio Luiz Longara Batista

Reginaldo Silveira dos Santos

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SINDIVIGILANTES FISCALIZA IRREGULARIDADES NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

Dias e Benini (6)

O Sindivigilantes do Sul encaminhou ofício a mais de 60 estabelecimentos particulares da capital, entre farmácias, lojas, escolas, faculdades, galerias, minishoppings, rodoviária, camelódromo, clubes sociais, supermercados e casas noturnas, entre outros, solicitando informações sobre  o serviço de segurança de segurança nestes locais.

A finalidade, segundo o diretor Professor Leandro Benini (suplente), 2º secretário de Assuntos Jurídicos, é verificar indícios de irregularidades para adequar estes locais, se for o caso, à legislação da segurança privada.

“Talvez por desconhecimento, alguns estabelecimentos estão empregando fiscais de loja, porteiros e vigias, para executar atividades que são privativas de vigilantes, conforme a lei 7.102 e a portaria 3233 da DPF, combinado com as atividades previstas no Código Brasileiro de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego”, diz Benini.

Confirmada a irregularidade, o sindicato tentará resolver a questão administrativamente, por notificação, ou, se não for possível, via denúncia no Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho e naDelegacia de Controle de Segurança Privada da Polícia Federal (Delesp/PF). Além de regularizar a situação, a medida visa proporcionar mais segurança aos estabelecimentos e, ainda, gerar muitos empregos à categoria.

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