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Vigilantes da Expointer ainda não receberam os salários da Job

Job não pagou ainda salários, VA e VT

Job foi a empresa contratada para a fazer a vigilância da Expointer 2017 (Foto: Dani Barcellos)

Os trabalhadores que prestaram serviço na Expointer ainda não receberam salários, Vale Alimentação e Vale Transporte da Job Segurança e Vigilância Patrimonial. Uma comissão de representantes dos trabalhadores compareceu no sindicato, na manhã de hoje (16).

No Departamento Jurídico, eles fizeram denúncia de próprio punho para ser protocolada junto ao processo que está tramitando no Ministério do Trabalho contra a Job e a Expointer. “A Job quarteirizou o serviço, repassando o contrato para outras empresas, que ficaram de pagar os respectivos trabalhadores mas não o fizeram”, disse o diretor Jurídico, Gérson Farias.

“Todos, efetivamente, foram contratados pela Job, que deveria ter feito o pagamento dos mesmos”, acrescentou Farias. Ele e o secretário-geral do Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo, Moisés Machado, receberam os trabalhadores.

Junto com as denúncias de cada vigilante estão sendo apresentados crachás, coletes, comprovantes de entrada e saída e outras provas do trabalho prestado à empresa. O sindicato vai pedir judicialmente o reconhecimento do vínculo empregatício e que sejam intimadas a Job e a Expointer a quitarem, com urgência, esses débitos com os trabalhadores.

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Feriado animado e com visitantes ilustres no piquete

Paim visitou o piquete com assessores, após Grito dos Excluídos (Foto: Lutiana Mott)

Paim visitou o piquete com assessores, após Grito dos Excluídos (Foto: Lutiana Mott)

Não poderia ser mais animado o feriado no Piquete Sindivigilantes do Sul, no lote 319 do Acampamento Farroupilha, neste 07 de Setembro. Desde cedo foi muito grande a presença de vigilantes e seus familiares, que foram confraternizar com os amigos e amigas, colocar a conversa em dia, tomar um chimarrão de erva boa e comer um bom churrasco no almoço.

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Também não faltaram visitantes ilustres, como o senador Paulo Paim, que veio da manifestação do Grito dos Excluídos, que aconteceu nas proximidades do acampamento. Neste ano, pela primeira vez, a já tradicional Marcha dos Excluídos, que sempre acontecia de forma pacífica após o desfile militar, foi proibida por uma atitude autoritária do governador Sartori.

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Bastante cumprimentado e convidado para fotos e selfies, o senador contou que está preparando um projeto que propõe a anulação da reforma trabalhista. Outro projeto terá como objetivo criar o Estatuto do Trabalho, em contraposição à reforma trabalhista que, segundo Paim, é “um estatuto dos empresários contra os trabalhadores”.

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O presidente do Sindivigilantes do Sul e alguns diretores também participaram do Grito dos Excluídos, durante a manhã, e depois seguiram para o piquete, onde recepcionaram o senador e sua assessoria e também diversos sindicalistas. Entre eles, o presidente da CUT, Claudir Nespolo, e a secretária de Formação, Maria Helena de Oliveira.

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“É uma honra e uma satisfação recebermos o nosso senador, tantos colegas e tantos visitantes, e para quem não veio ainda fica o nosso convite para que compareçam, ainda temos muitos dias até o dia 20”, disse o presidente Dias. O piquete fica localizado próximo à Fazendinha, com entrada pelo portão 03, no mesmo lugar dos anos anteriores. Está aberto a sócios e não sócios.

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Dias cobra cumprimento da lei da vigilância 24h em Livramento

Audiência pública teve a participação de vereadores, autoridades e vigilantes

Audiência pública teve a participação de vereadores, autoridades e vigilantes

O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, participou na noite de quinta-feira (31) de uma audiência pública na Câmara Municipal de Santana do Livramento que debateu a aplicação da lei da vigilância armada 24 horas nas agências bancárias. Como está acontecendo em várias cidades, a lei foi aprovada e sancionada no município mas não está sendo cumprida pelos bancos.

Dias foi a Livramento, acompanhado da diretora Elisa Araújo, para cobrar na audiência que o município aplique as multas previstas na lei aos bancos que desobedecerem à legislação. Ela determina que os bancos e demais instituições financeiras devem ter vigilância armada durante todo o dia e noite, inclusive nos finais de semana e feriados.

Participaram também o delegado da Polícia Federal em Sant’Ana do Livramento, Alessandro Lopes, e o secretário de Cultura, Airton Costa, que representou o prefeito, Solimar Gonçalves.. O secretário adiantou que o prefeito vai convocar os representantes dos bancos para tomar as providências necessárias.

“Precisamos ter consciência de que o povo precisa de mais segurança e o trabalhador precisa de emprego”, disse Dias aos vereadores e público presente, ressaltando que diariamente acontecem explosões de agências bancárias no Estado. O evento aconteceu por iniciativa dos vereadores Germano Camacho (PTB), autor do projeto de lei, e Marco Monteiro (Rede).

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Paim anuncia projetos contra a reforma trabalhista e diz que mudança da Previdência não passa no Congresso

Senador Paim, com vigilantes, palestrantes e dirigentes de outras categorias

Senador Paim, com vigilantes, palestrantes e dirigentes de outras categorias que participaram do evento

Na tarde de sábado, que é um dia de descanso para muitos, cerca de cem trabalhadores e trabalhadoras, entre vigilantes e representantes de outras categorias, compareceram no seminário sobre reforma trabalhista e da Previdência promovido pelo Sindivigilantes do Sul. Como palestrante, o senador Paulo Paim (PT) anunciou que vai apresentar 30 projetos suprimindo os principais artigos da Lei 13.467 que atacam os direitos dos trabalhadores: “O primeiro vai dizer que revoga-se na íntegra a dita reforma do Temer, vamos derrubar essa isso aí”  avisou.

Para o senador, não se trata de uma reforma, mas de um estatuto do empregador contra o trabalhador, uma vez que foi toda ela elaborada pelos advogados da Febraban (Federação dos Bancos), Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) e CNI (Confederação Nacional das Indústrias). Não foi aceita pelo Congresso uma única emenda dos trabalhadores, criticou: “Esse projeto (a reforma) é uma bomba contra os trabalhadores”.

Quanto à mudança na Previdência Social, que está para ser votada em Brasília, Paim disse que não se trata de uma simples reforma, na verdade “acaba com a Previdência e entrega tudo na mão dos banqueiros”, para obrigar as pessoas a aderirem aos fundos de pensão privada, como aconteceu no Chile, na Argentina e nos Estados Unidos: “O fundo depois quebra e as pessoas ficam sem nada”, alertou.

Porém, ao contrário da reforma trabalhista que foi aprovada com folga, ele não acredita que o projeto da Previdência passe no Congresso: “ “Por ser uma emenda constitucional a situação é bem diferente, na Câmara serão necessários 309 votos e 49 no Senado e esses números o Temer não tem, se tivesse já teriam colocado em votação”, garantiu.

Também ressaltou que a mudança na configuração do Congresso, que hoje é muito mais favorável aos empresários, está nas mãos dos eleitores em 2018, através do voto: “Não posso contar com 80% daquele Congresso que está lá, mas sei que posso contar com o povo brasileiro”, finalizou.

Hipocrisia do governo

O presidente da CUT estadual, Claudir Nespolo, disse que o governo implementou a reforma trabalhista em cima de uma grande hipocrisia, alegando a geração de empregos quando, na verdade, há dois anos o Brasil estava no pleno emprego e as empresas pediam gente para contratar: “O que gera emprego é estabilidade econômica, taxa de juro baixa e crédito, que permitem aos empresários planejarem o seu negócio, não precisa fazer a reforma trabalhista”, afirmou.

Já o presidente da Confederação dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, reforçou que a situação é muito grave, pois os sindicato não vão mais homologar rescisões e os patrões vão chamar os vigilantes e demais trabalhadores para negociar individualmente a jornada intermitente, entre outras coisas.

“Nós estamos diante de um roubo, a reforma trabalhista é roubo de direitos. Mas não gosto de espalhar pessimism, tenho esperança porque nesse cenário de desemprego dos trabalhadores, de medo, fizemos 15 dias de greve na Bahia”, ressaltou Boaventura.

Segundo ele, muitos sindicatos já estão substituindo festas e comemorações por atividades preparatórias de mobilizações e greves: “O momento é de resistir, é de combater o roubo de direitos, e nós os vigilantes do Brasil vamos travar o bom combate”, completou.

Alternativas jurídicas

Outro painelista foi o advogado Arthur Dias Filho, do departamento jurídico do Sindivigilantes do Sul, destacando que “essa reforma não ataca apenas a CLT, ataca também um conjunto de súmulas do Judiciário que vinham beneficiando os trabalhadores”. Citou como exemplo a súmula 444, relativa à jornada 12 x 36, que não precisa mais de convenção coletiva, basta acordo individual com os patrões, mas não vai mais pagar os feriados e a hora noturna à partir das cinco horas da madrugada.

Ele relatou que participou de um encontro de dois dias em São Paulo com 80 advogados trabalhistas do setor da indústria, onde discutiram alternativa jurídicas para combater “essa grosseira e infame reforma”. “Não é o momento de nós sermos pessimistas, mesmo que muitos não tenham entendido ainda o tamanho do golpe, então, precisamos nos unir e combater essa reforma com unidade, atitude e inteligência”, aconselhou.

Ótimos palestrantes

Também participaram do seminário, como painelistas, o deputado estadual Adão Villaverde, e a economista do Dieese Anelise Manganelli.  “O seminário foi ótimo, de acordo com a grandeza da discussão, com ótimos palestrantes”, avaliou o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias. “Queremos agradecer a todos que vieram e também a presença dos representantes de outros sindicatos, como o Sindicato dos Vigilantes de Santa Cruz, de Alegrete, São Leopoldo, e os dirigente dos metalúrgicos, jornalistas, agentes penitenciários, entre outros que compareceram, m as esperávamos uma presença mais massiva da categoria”, acrescentou.

Apesar de todas as informações que o sindicato tem repassado diariamente aos vigilantes, muitos ainda não entenderam a gravidade da situação, lamentou Dias. Para ele, “a categoria vai tomar consciência do quanto foi prejudicada pela reforma quando ela entrar em vigor, dia 11 de novembro, e as empresas começarem a se aproveitar das mudanças na lei para explorar ainda mais os trabalhadores. As empresas do ramo terceirizado, como do setor da vigilância privada, inclusive, já começaram a modificar as cargas horárias”, concluiu.

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Sindicato trata de fiscalização e CNV na Polícia Federal

Direção foi recebida pelo delegado Marcelo Picarelli

Direção foi recebida pelo delegado Marcelo Picarelli, à esquerda

O presidente Loreni Dias teve uma reunião na manhã desta sexta-feira na Polícia Federal com o delegado Marcelo Picarelli. Eles trataram de questões relacionadas à fiscalização de empresas irregulares e a Carteira Nacional de Vigilante (CNV). Estavam juntos os diretores Carlos Schio, Ivo Carioca e Elisa Araújo, mais o assessor jurídico Maurício Vieira da Silva.

Titular da Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp), PIcarelli informou que a permissão para o sindicato fazer a segunda via da CNV precisa vir de Brasília. Ele se mostrou favorável à ideia, mas solicitou mais informações sobre os sindicatos que já receberam essa autorização, como é o caso do Distrito Federal.

Segundo o delegado, a direção da PF deverá orientar como fazer a carteira, o modelo do documento e quem vai poder acessar o sistema da Gestão Eletrônica de Segurança Privada (Gesp), que tem o cadastro de vigilantes na ativa e empresas de vigilância.

Também informou que a PF está notificando as prefeituras do interior para que cumpram a legislação nas licitações e contratem apenas empresas em situação regular. “Estamos alertando (as prefeituras) que têm descumprido a legislação que elas poderão se complicar com a lei da responsabilidade fiscal, inclusive”, disse o delegado.

 

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O que você ganha ou perde com a reforma trabalhista e da previdência?

Mais de cem artigos da CLT foram alterados

Mais de cem artigos da CLT foram alterados

É amanhã, sábado (26), à tarde, o seminário promovido pelo sindicato que vai apresentar à categoria as mudanças provocadas pela reforma trabalhista, que entra em vigor em novembro, e a perspectiva para as aposentadorias com a reforma da previdência, que está para ser votada.

O seminário acontece na Paróquia da Pompeia, na Rua Barros Cassal, 220, no centro de Porto Alegre, a partir das 14 horas. É a oportunidade para todos e todas saberem o que ganham e, principalmente, o que perdem com as alterações em mais de cem artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Serão duas rodadas de intervenções: a mesa de abertura e uma mesa com especialistas no tema, entre eles o senador Paulo Paim, que acompanha bem de perto todas essas discussões em Brasília e pode antecipar algumas coisas do que ainda está por vir.

Veja a programação completa:

Seminário Sobre os Impactos da Reforma Trabalhista e da Previdência

Dia: 26 de agosto
Local: Igreja Pompeia – Rua Barros Cassal, 220 – Porto Alegre
Horário: 14h às 18h

Abertura: 14h

– Loreni Dias – Presidente do Sindivigilantes do Sul

– Adão Villaverde – Deputado Estadual

– Claudir Nespolo – Presidente da CUT (RS)

– José Boaventura – Presidente da CNTV

Painel: 15h – Reformas Trabalhista e da Previdência

– Paulo Paim – Senador

– Graça Costa – Secretária de Relações do Trabalho – CUT Nacional

– Arthur Dias Filho – Depto. Jurídico – Sindivigilantes do Sul

– Anelise Manganelli – Economista – Dieese (RS)

Encerramento: 18h

“A reforma trabalhista é cruel… Com essa reforma, o trabalhador fica totalmente desprotegido e somente quem ganha é o empregador”. –  Senador Paulo Paim

É uma reforma feita sob medida para empresários gananciosos, que desrespeitam as leis e querem se livrar de ações trabalhistas.
Claudir Nespolo – presidente da CUT/RS

“Como vínhamos avisando, estava a caminho uma verdadeira tempestade contra os direitos dos trabalhadores”.
Arthur Dias Filho, advogado e assessor jurídico do sindicato

 

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Sindivigilantes e Sindicato dos Correios somam forças para impedir novas demissões

Dirigentes dos dois sindicatos tiveram reunião

Dirigentes dos dois sindicatos tiveram reunião terça-feira

O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, e a diretora Elisa Araújo estiveram reunidos terça-feira (21) com dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores de Correios e Telégrafos (Sintect/RS) para tratar da ameaça aos empregos dos vigilantes que trabalham nos postos bancários da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT). Além disso, conversaram sobre a ameaça de privatização da estatal.

Em 2016, quando se encerraram vários contratos de segurança privada com a empresa, eles não foram renovados e muitos vigilantes foram demitidos. Há boatos de que logo outros contratos serão encerrados, com mais demissões. “É em nível nacional que isso está acontecendo e precisamos fazer um movimento nacional, em todos os Estados, unindo as categorias contra isso”, afirmou Dias.

A última contratação de servidores por concurso público nos correios foi em 2011. Desde lá, já ocorreram quatro levas de saídas de trabalhadores concursados pelo Programa de Demissão Voluntária (PDV) do governo federal, relatou Iuri Aguiar, secretário geral do Sintect. A categoria que já teve 8.800 trabalhadores hoje tem 6.100, com as cidades crescendo, o que traz grandes dificuldades na prestação dos serviços, explicou.

Além disso, cada agência tem um banco postal, que presta serviço ao Banco do Brasil, fazendo operações de empréstimos, abertura de contas e outras operações normais de um banco. Eles relataram que são cada vez mais frequentes os assaltos a estes postos e aos carteiros que fazem entregas de produtos comprados via internet, o que é cada vez mais comum.

Para terem mais segurança nas agências, o Sintect já ingressou com uma ação judicial pedindo a reintegração dos vigilantes demitidos ano passado. Ficou marcada para segunda-feira uma nova reunião dos dois sindicatos com o seu departamento jurídico, que é do mesmo escritório, para decidir uma ação comum visando impedir que ocorram novas demissões. O Sindicato dos Bancários será convidado a participar das mobilizações que vierem a acontecer com esse objetivo.

Também participaram do encontro Luciano Medeiros, secretário Jurídico, Evandro Leonir, secretário de Finanças, e Ronaldo Ramos, secretário de Saúde do Sintect.

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Câmara de Farroupilha aprova PL 24 horas por unanimidade

Representantes do sindicato e MoviCut estiveram presentes

Representantes do sindicato e MoviCut estiveram presentes

Farroupilha é o mais novo município com o projeto da vigilância 24 horas nas agências bancárias aprovado. Ele recebeu o voto favorável de todos os vereadores da Câmara Municipal, ontem à noite, com a presença de um grupo de dirigentes do Sindivigilantes do Sul, que foram apoiar a iniciativa do MoviCut Serra. Agora ele vai para sanção (assinatura) do prefeito para ser publicado e se tornar lei.

O movimento de oposição à direção do Sindicato dos Vigilantes de Caxias do Sul entregou cópia do projeto ao vereador Fabiano Picolli (PT), em abril do ano passado (foto abaixo), que apresentou-o na Câmara de Farroupilha em junho último.

Movicut Serra Farroupilha 1

A nota negativa da sessão de votação foi o FIASCO e oportunismo do presidente do sindicato de Caxias e da Federação (Fepsp-RS), Claudiomiro Brum. Ele ocupou a tribuna para falar do projeto, mas mostrou que estava completamente despreparado para isso. Como a Federação não tem feito nada pelo projeto, ele também não sabia NADA sobre o andamento das votações no Estado e se atrapalhou todo ao repassar informações aos vereadores.

Depois disso, nem sequer acompanhou a votação. Embarcou no seu carro e foi embora. “Ele tentou se apoderar de um projeto que não é dele, que nunca defendeu, e também não mobilizou os vigilantes da região pra votação, só quis aparecer pras fotos”, criticou Hugo Silva, um dos militantes do MoviCut Serra.

“Ele quase ‘melou’ a aprovação do projeto, não soube explicar nada”, afirmou Elisa Araújo, diretora do Sindivigilantes do Sul. Ela foi a Farroupilha acompanhada das diretoras Eni Severo, Ana Carla Silva e do apoio Alexandre Pinto. No fim, a presença da representação de Porto Alegre, com faixas e bandeiras, foi fundamental para pressionar os vereadores a votar ontem mesmo, pois alguns queriam adiar a apreciação da matéria para depois.

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Direção, apoios e funcionários tiveram reunião sobre reforma trabalhista

Advogado do Departamento Jurídico explicou mudanças na CLT

Advogado do Departamento Jurídico explicou mudanças na CLT

A direção, apoios e funcionários (as) do sindicato tiveram uma importante reunião, sábado (12), para tratar do tema da reforma trabalhista. Foi palestrante o advogado Maurício Vieira da Silva, do Departamento Jurídico do Sindivigilantes do Sul. Ele apresentou as mudanças trazidas pela Lei nº 13.467, que altera a CLT em mais de 100 artigos, e explicou suas repercussões para a categoria e trabalhadores em geral.

“Estão acabando com os direitos que muita gente lutou para conquistar, durante muito tempo, a duras penas, com o suor e até o sangue de muitos trabalhadores e de muitos sindicalistas”, disse o advogado. Quanto aos sindicatos, ele disse que, talvez não num primeiro momento, mas logo, “finalmente, os trabalhadores vão perceber a importância de ter um sindicato forte e uma diretoria na rua, lutando por seus direitos”.

O presidente Loreni Dias explicou que o objetivo da reunião foi esclarecer as dúvidas de quem, no contato com a categoria, precisa estar bem informado sobre estas mudanças. Ele lamentou a aprovação de uma legislação que modifica tão radicalmente a CLT: “No Brasil, estão querendo matar o povo de fome, infelizmente temos um (senador) Lasier Martins e a (senadora) Ana Amélia Lemos, e outros como eles, que estão lá no Congresso só para votar contra os trabalhadores”, afirmou.

Seminário dia 26

Dia 26 de agosto, sábado, a partir das 14 horas, na Igreja Pompeia, na capital, o sindicato promove um seminário para toda a categoria e convidados de outros sindicatos sobre o mesmo tema – reforma trabalhista – e reforma da Previdência. Não precisa inscrição, basta comparecer ao local e participar. Horas extras, rescisões, escala 12 x 36, férias, intervalo, feriados e repouso semanal, aposentadorias, serão alguns dos temas tratados.

Clique aqui para ver a íntegra da Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017.

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Eletrosul vai fazer pagamento direto das rescisões dos vigilantes

Contrato com a Laboral foi rescindido após sucessivos atrasos
Contrato com a Laboral foi rescindido após sucessivos atrasos

Após seguidos atrasos de salários e outros benefícios dos vigilantes da Laboral, a Eletrosul rompeu o contrato com a empresa e, com a mediação do sindicato, vai pagar diretamente as rescisões dos trabalhadores com o dinheiro das faturas que foram bloqueadas. Os termos de rescisão estão sendo encaminhados a Florianópolis, onde fica a sede da empresa. Ontem ela pagou os salários de junho para 101 vigilantes.

Hoje à tarde, os diretores do sindicato Marisa Abrão, Ivo Carioca e o advogado Maurício Vieira da Silva, do Departamento Jurídico têm reunião na Laboral, para discutir uma maneira de acompanhar as rescisões: “Queremos continuar acompanhando para verificar se os cálculos estão corretos e possíveis irregularidades”, ressalta Mariza.

O dinheiro dos trabalhadores deve ser liberado na próxima semana, referente ao saldo dos salários, 13º, Fundo de Garantia assim como a liberação do seguro desemprego. A Job assumiu o posto.

Observação: matéria modificada às 11:13 para correção.

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