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📢 CAMPANHA SALARIAL: SINDICATOS AGUARDAM RESPOSTA DA PATRONAL PARA INICIAR NEGOCIAÇÃO

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro



O Sindivigilantes do Sul, o Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e o Sindicato dos Vigilantes de Pelotas ainda aguardam da entidade patronal (Sindesp) a confirmação da data da primeira reunião de negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Neste ano, a CCT trata exclusivamente de cláusulas econômicas.

Lembramos que a pauta de reivindicações da categoria, aprovada em assembleias, foi entregue ao Sindesp no dia 09 de dezembro (foto), ou seja, com bastante antecedência em relação à nossa data-base, 1º de fevereiro.

Na semana passada, o Sindesp informou que estava em recesso. Mesmo assim, a expectativa é de que ainda nesta semana a patronal se manifeste e indique a data para o início das negociações, quando deverá apresentar sua resposta à proposta encaminhada.

Os sindicatos estão prontos para negociar. A definição do início da negociação depende somente da patronal.

Negociação já!
Vigilantes, juntos somos fortes!

José Airton S. Trindade
Sindivigilantes do Sul – RS

Marcelo Puccinelli Alves
Sindicato dos Vigilantes de Pelotas e Região

Gelson Camargo
Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região

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SINDICATOS ENTREGAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES AO SINDESP

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro



Presidentes e diretores dos três sindicatos

Presidentes e diretores dos três sindicatos

O Sindivigilantes do Sul, junto com os sindicatos de São Leopoldo e Pelotas, entregou na manhã desta terça-feira (09) a pauta de reivindicações da categoria ao Sindicato das Empresas de Segurança Privada do RS (Sindesp). O documento — recebido pela gerente executiva, Gabryella Machado — reúne as propostas aprovadas pelos vigilantes nas assembleias de novembro.

Na campanha salarial deste ano estão em discussão apenas as cláusulas econômicas da convenção coletiva. Os sindicatos aguardam que o Sindesp marque ainda nesta semana a primeira reunião de negociação.

A pauta apresentada reivindica:

  • Reajuste salarial com aumento real de 3% acima da inflação medida pelo INPC na data-base. Se a inflação acumulada for de 5%, por exemplo, o reajuste total seria de 8%.

  • Vale-alimentação de R$ 35,00, com redução do desconto do trabalhador de 20% para 10%.

  • Preservação do adicional de troca de uniforme e manutenção das demais cláusulas.

A expectativa é fechar um acordo antes da data-base, já que há tempo mais do que suficiente para isso.

“Estamos apresentando um pedido de aumento absolutamente justo, por isso esperamos uma resposta da patronal que seja mais favorável para os trabalhadores desta vez, porque em anos anteriores não atenderam nossa reivindicação”, afirmou José Airton Trindade, presidente do Sindivigilantes do Sul. “Mas para conquistarmos isso, precisamos da participação e do apoio dos vigilantes”, completou.

“Esperamos, com o apoio da categoria, ter uma boa negociação com a patronal, que consiga alcançar, finalmente, bom aumento tanto para os salários como para o VA”, destacou Marcelo Puccineli, do Sindicato de Pelotas. “Esperamos que o Sindesp agende a primeira reunião o quanto antes”, ressaltou.

“Queremos iniciar a negociação imediatamente para chegarmos na data-base já com o aumento garantido”, afirmou Gelson Camargo, presidente do Sindicato de São Leopoldo. “Essa é uma pauta justa para o trabalhador e deve ser atendida pela patronal”, concluiu.

Vigilante, nada cai do céu. As conquistas só vêm com união e luta.
Apoie e participe da mobilização por melhores salários.
Trabalhador e sindicato juntos: é assim que a categoria avança!

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SINDICATO CONVOCA ASSEMBLEIAS PARA A PRÓXIMA SEMANA NA CAPITAL E INTERIOR

Assembleia



Foi publicado nesta segunda-feira, no jornal Correio do Povo (p. 10), o edital de convocação das assembleias gerais que marcam o início da campanha salarial deste ano, tendo como pauta principal a definição das reivindicações que a categoria vai apresentar ao sindicato patronal (Sindesp), com vistas à negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para o período de 2025-2026.

Isto inclui o reajuste salarial, vale-alimentação e demais cláusulas que garantem vários direitos importantes dos vigilantes e Asps. Mas para uma boa negociação, com avanços, é fundamental a participação dos trabalhadores e trabalhadoras em grande número nas assembleias.

As primeiras serão realizadas em Porto Alegre e Camaquã, segunda-feira próxima, dia 25. Veja as datas e horários abaixo, convide seus colegas e participe!

Agenda das assembleias:

– Porto Alegre – 25/11/2024 (segunda-feira)
Local: Sindicato dos Ferroviários, Rua Voluntários da Pátria, nº 595, sala 505 – Bairro Centro.

Horário/Manhã: 08 horas e, em segunda chamada, às 08h30, com qualquer número de trabalhadores (as) presentes.

Horário/Noite: 19 horas e em segunda chamada às 19h30, com qualquer número de trabalhadores (as) presentes.

– Camaquã – 25/11/2024 (segunda-feira)

Local: Sindicato dos Comerciários, Rua João Brandão, nº 88 – Bairro São José.
Horário: 19 horas e, em segunda chamada, às 19h30, com qualquer número de trabalhadores (as) presentes.

– Santo Augusto – 26/11/2024 (terça-feira)
Local: Galpão Crioulo do Horacio, Rua Mal. Candido Rondon, nº 100 – Bairro São João.
Horário: 19horas e, em segunda chamada, às 19h30, com qualquer número de trabalhadores (as) presentes.

– Charqueadas – 27/11/2024 (quarta-feira)
Local: Sindicato dos Metalúrgicos, Av. Dr José Athanásio, nº 836-952, Bairro Cruz de Malta
Horário: 19 horas e, em segunda chamada, às 19h30, com qualquer número de trabalhadores (as) presentes.

– Horizontina – 27/11/2024 (quarta-feira)
Local:
Associação dos Metalúrgicos de Horizontina, RS 342, KM 20
Horário: 19 horas e, em segunda chamada, às 19h30, com qualquer número de trabalhadores (as) presentes.

– Santo Ângelo – 28/11/2024 (quinta-feira)
Local:
Sindicato dos Bancários, Rua dos Andradas, nº 1161 – Bairro Centro
Horário: 19 horas e, em segunda chamada, ás 19h30, com qualquer número de trabalhadores presentes.

– São Luiz Gonzaga – 29/11/2024
Local:
Rua Dr. Bento Boeiro de Souza, nº 2780 – Bairro Centro
Horário: 19 horas e, em segunda chamada, às 19h30, com qualquer número de trabalhadores.

É hora de lutarmos juntos por melhores salários, melhores condições de trabalho e mais direitos, nossa união é nossa força!

Edital - Assembleia - Novembro 2024

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ATENÇÃO CATEGORIA: DIAS AVISA OS PATRÕES QUE NÃO VAI NEGOCIAR NADA NO PRÓXIMO ANO SEM UMA SOLUÇÃO PARA 2020

Dias espera que haja avanço na proposta patronal

Dias espera que haja avanço na proposta patronal



Os representantes das empresas estão boicotando as negociações e adiando a definição da Convenção Coletiva de Trabalho de 2020. Mas o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, alerta os patrões que o final do ano está se aproximando e logo chegará a data-base da categoria (1º de fevereiro), para definição das cláusulas de  2021.

No entanto, avisa Dias, não haverá negociação nenhuma no próximo ano enquanto não se resolver a situação que está pendente: “Não vamos negociar e nem assinar nada de 2021 enquanto não tivermos solucionado o reajuste salarial de 2020”, advertiu.  Com isso, vão se acumular dois anos de reajuste e reposição inflacionária para serem pagos pelas empresas, acrescentou.

Todo o impasse atual, resulta da teimosia dos dirigentes do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), que não admitem conceder nem mesmo a reposição da inflação (4,30%). Estão se aproveitando da pandemia para tentar impor uma proposta sem nada de aumento para a categoria.

Até agora, fizeram de tudo para impedir a concretização de um acordo. Quando o Sindivigilantes acionou a Justiça do Trabalho, inclusive, os patrões provocaram o fim da mediação armando uma briga ridícula com o Ministério Público por causa do Jovem Aprendiz e outras questões. 

Em função disso, o sindicato encaminhou propostas de acordo coletivo às empresas, para serem negociadas com cada uma delas em separado. Segundo Dias, é um absurdo a proposta patronal de apenas repetir as cláusulas do ano passado sem aumento nenhum dos salários, enquanto o custo de vida disparou, principalmente os preços da alimentação.

“Aumentou tudo, os preços do arroz, do feijão e de tudo que é essencial dispararam, como é que vamos ficar sem aumento de salário? Isso é inaceitável”, disse Dias. “Os patrões que percam a esperança, essa estratégia de tentar impor um acordo sem reajuste não vai funcionar, não vamos assinar nada nessas condições e a responsabilidade é deles””, completou.  

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CONHEÇA DIREITOS QUE VOCÊ TÊM GRAÇAS AO SINDICATO

Carteiradetrabalho-Wikipedia site



Uma parte desinformada da categoria acha que está tudo na lei e que “não ganha nada” com o sindicato. Porém, muitos direitos importantes não estão na legislação, só existem porque o Sindivigilantes garante tais benefícios nas Convenções Coletivas de Trabalho que assina.

A continuidade desses direitos depende da luta do sindicato e da categoria. Por isso é tão importante o apoio à sua entidade sindical e o comparecimento nas assembleias.

É importante, ainda, que os vigilantes denunciem as empresas que desrespeitam seus direitos, para que o sindicato fiscalize os infratores e acione a Justiça, como já aconteceu muitas vezes, se for preciso.

Também é fundamental a contribuição da cota sindical (apenas R$ 21,44) para que o sindicato tenha recursos para trabalhar pela categoria, pois o sindicato tem estrutura, funcionários e muitas contas para pagar. Pense nisso.

Veja abaixo alguns exemplos das vantagens que os vigilantes têm através do sindicato.

– Reajuste salarial: Ao contrário do que alguns pensam, não existe lei que determine a reposição obrigatória ou automática da inflação na data-base. Qualquer reposição ou aumento real de salário é conquista da categoria e seu sindicato.

– Vale-alimentação: Também não consta na legislação. O que garante o VA é a Convenção Coletiva negociada e assinada pelo sindicato. Por exemplo, na escala 12 x 36 o VA representa R$ 300,00 (15 dias) ou R$ 320,00 (16 dias) por mês, com participação de 20% do trabalhador. Só isso já cobre várias vezes o valor da cota de solidariedade sindical (R$ 21,43), por exemplo.

– Adicional de uniforme: Outro benefício de convenção coletiva assinada pelo sindicato. Na escala 12 x 36 equivale a  R$ 22,20 (15 dias) ou R$ 23,68 (16 dias).

– Adicional de risco de vida do ASP: Corresponde a 15% sobre valor do salário básico ou R$ 177,54. Também não está em lei, apenas na Convenção Coletiva negociada e assinada pelo sindicato.

– Vale-Transporte (falta ao trabalho): Pela convenção, a empresa não pode aplicar penalidade ao trabalhador que faltar ao emprego quando ela não fornecer o Vale Transporte dentro do prazo.

– Homologação da rescisão no sindicato: É uma garantia para os sócios do sindicato não terem prejuízos na hora de receber as verbas rescisórias. Quem contribui com a cota pode trazer os papeis da rescisão no sindicato para conferir os valores.

– Estabilidade pré-aposentadoria: O trabalhador não pode ser demitido quando está a próximo de se aposentar.

– Posto de serviço e local de descanso: O posto deve oferecer ao vigilante condições adequadas de conforto, higiene e segurança para seu trabalho e descanso.

– Assistência jurídica: As empresas devem fornecer assistência jurídica ao vigilante que sofrer processo ou inquérito policial em decorrência de ato praticado em serviço.

– Assistência médica e psicológica: As empresas devem fornecer assistência médica e psicológica ao vigilante que sofrer assalto durante sua jornada de trabalho.

– Auxílio-funeral: É pago aos dependentes do funcionário que falecer por acidente de trabalho ou com mais de dois anos de trabalho na empresa, no valor de um salário mensal, caso isso não esteja previsto no seguro de vida.

Viram quantos direitos são conquistados através do sindicato? O mesmo acontece nas outras categorias, por isso os empresários e o governo querem tanto destruir o movimento sindical. Querem liquidar todos os nossos direitos e escravizar os trabalhadores. Seja um trabalhador consciente, apoie seu sindicato, participe da nossa luta. Juntos somos fortes!

 

 

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ATENÇÃO VIGILANTES: SINDICATO CONVOCA AS PRIMEIRAS ASSEMBLEIAS DA CAMPANHA SALARIAL – 2020

vem pra assembleia geral SITE



Vai ter início a campanha salarial de 2020 dos vigilantesl, com a realização das primeiras assembleias gerais. Elas começam por Três Passos, dia 09 de dezembro, próxima segunda-feira.  

Na capital, a assembleia será na segunda-feira seguinte, dia 16,  pela manhã e noite. 

O edital com todas as datas e locais foi publicado nesta quarta-feira (04), no jornal Correio do Povo, tendo como pauta a discussão da proposta para a nova Convenção Coletiva de Trabalho. 

A participação é livre, para vigilantes sócios e não sócios (as). Veja abaixo a relação completa das assembleias e ajude a divulgar, repasse, convide seus colegas e compareça. Precisamos da tua participação. 

  • Três Passos: dia 09/12 (segunda-feira), às 19 horas. Local: Sindicato dos Bancários – Rua Gaspar Silveira Martins, 713, Bairro Santa Inês.
  • São Luiz Gonzaga: dia 11/12 (quarta-feira), às 19 horas. Local: Sindicato dos Bancários – Rua Bento Soeiro de Souza, 2780, Bairro Centro. 
  • Porto Alegre: dia 16/12 (segunda-feira) – Primeira sessão: 1ª chamada às 08 horas e 2ª chamada às 08h30. Segunda sessão: 1ª chamada às 19h30 e 2ª chamada às 20 horas. Local: Sindicato dos Ferroviários – Rua Voluntários da Pátria, 595, sala 505, Bairro Centro. 
  • Camaquã: dia 19/12 (quinta-feira) – 1ª chamada às 19 horas e 2ª chamada às 19h30. Local: Sindicato do Comércio – Rua Cristóvão Gomes de Andrade, 791, Bairro Centro. 
  • São Jerônimo: dia 20/12 (sexta-feira) – 1ª chamada às 19 horas e 2ª chamada às 19h30. Local: Câmara Municipal de Vereadores – Rua Osvaldo Aranha, 175, Bairro Centro. 
  • Mostardas: dia 23/12 (segunda-feira), às 19 horas. Local: Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Rua Onze de Abril, 356. 
  • Pauta:
    01- Apresentação, debates e deliberações sobre as propostas relativas à Convenção Coletiva de Trabalho 2020-2021 – Campanha Salarial
    02 – Assuntos Gerais. 

PARTICIPE, LUTE, JUNTOS SOMOS FORTES!

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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM REAJUSTE FOI HOMOLOGADA

O reajuste de 3,65% para os vigilantes ficou um pouco acima da inflação, que foi 3,57% na data-base.



Finalmente, foi homologada pelo Ministério do Trabalho a Convenção Coletiva de Trabalho, negociada com a entidade patronal (Sindesp) e que fixa os reajustes dos salários de 2019.

O aumento é retroativo à data-base (1º de fevereiro), ou seja, a diferença que ficou para trás deverá ser reposta. As empresas que ainda não fecharam a sua folha de pagamento ainda poderão incluir os novos valores já no próximo contracheque.

O reajuste de 3,65% para os vigilantes ficou um pouco acima da inflação, que foi 3,57% na data-base. Em todo o País e nas demais categorias também, os aumentos têm ficado próximos do índice da inflação, com poucas variações.

Na mesma data-base que a nossa, o Paraná e o Maranhão tiveram reajuste igual à inflação (3,57%) e o Rio Grande do Norte 4%. Outro estado dessa data-base, a Bahia, ainda não assinou a convenção coletiva. A crise da economia, o alto desemprego e a inflação baixa dificultam ganhos maiores para os trabalhadores.

Estes são os novos valores:

Vigilantes:
– Salário: R$ 1.500,40
– R$ 6,82 por hora
– Peric.: R$ 450,12
– Reajuste de 3,65%

ASPs
– R$ 1.183,60
– R$ 5,38 por hora
– Risco de Vida: R$ 177,54
– Reajuste de 3,66%

Vale-alimentação
– R$ 20,00

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HOMOLOGADA A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DOS VIGILANTES

Empresas que ainda não fecharam suas folhas de pagamentos devem pagar o reajuste em julho, mas quem fechou a folha deverá pagar em agosto



Foi homologada nesta quinta-feira (28) no Ministério do Trabalho a Convenção Coletiva de Trabalho deste ano dos vigilantes da base territorial do Sindivigilantes do Sul (clique no link).

As empresas que ainda não fecharam suas folhas de pagamentos devem pagar o reajuste (2,81%) agora em julho. Quem já fechou a folha, contudo, deverá pagar em agosto.

O salário dos vigilantes passa a ser R$ 1.447,60, do ASP, R$ 1.141,80, e o VA , R$ 19,23. O pagamento do retroativo à partir data-base (1º/02) será feito um mês atrasado a cada pagamento de salário.

Com a negociação que aconteceu, foram mantidos vários direitos que a patronal queria retirar. O prejuízo da categoria seria de mais de R$ 200,00 se o sindicato tivesse assinado a proposta que inicial das empresas.

A patronal queria, por exemplo, liberar a implantação de “toda e qualquer escala”, sempre que quisesse. Isso não foi aceito e não consta da CCT. Por outro lado, foi garantida a rescisão de contratos no sindicato para os sócios, uma vez que a patronal não aceitou estender isso para toda a categoria.

Cota de Solidariedade

Sobre a cota de solidariedade, temos esclarecimentos importantes a fazer:

1- NÃO FOI CRIADA MAIS UMA TAXA do sindicato, é mais uma MENTIRA de quem diz isso.

2- Pelo contrário, DIMINUIU uma taxa, os vigilantes ESTÃO PAGANDO MENOS para o sindicato, porque o imposto sindical acabou. Era cobrado de todos um dia de trabalho, em março. Agora não existe mais, acabou!

3- Foi apenas modificado o nome da Contribuição Assistencial, que agora se chama COTA DE SOLIDARIEDADE SINDICAL. Continua a mesma coisa.

4- O valor do desconto continua sendo 1,099% do piso salarial e periculosidade.

5- Isso representa apenas R$ 20,68/mês para os vigilantes que recebem o novo piso de R$ 1.447,60.

6- A cota é FUNDAMENTAL para manter o sindicato, funcionários, sede, subsedes, estrutura (telefones, internet, copiadoras, água, luz, IPTU, etc,), viaturas, assessoria jurídica, convênios, colônia de férias, etc, pois só as mensalidades dos sócios não cobrem nem os salários dos funcionários.

7- Dos sócios do sindicato NÃO SERÁ COBRADO nenhum valor retroativo da cota de solidariedade.

8- O retroativo da cota só será cobrado DOS NÃO-SÓCIOS. Destes, serão cobrados apenas dois meses, abril e maio, que serão descontados parceladamente, em duas vezes.

Quem quer um sindicato forte e combativo precisa contribuir com alguma coisa para que ele continue existindo, ou o sindicato vai quebrar. Para lutar pelos vigilantes, o sindicato precisa do apoio da categoria. Vigilante consciente, sindicato forte!

Obs. – Texto modificado para inserção do link do arquivo com a  íntegra da CCT.

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Vigilantes têm assembleias decisivas segunda e terça-feira (11 e 12)

Sede do TRT-RS, em Porto Alegre

Sede do TRT-RS, em Porto Alegre



O Sindivigilantes do Sul está convocando assembleias para segunda e terça-feira (dias 11 e 12) a fim de que a categoria decida se aceita ou não a proposta alinhavada na audiência de mediação que aconteceu nesta quinta-feira (07), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O sindicato está confirmando os locais e amanhã, sexta-feira, serão divulgados os endereços, datas e horários de cada uma. 

Porém, é certo que a assembleia da capital será terça-feira (12). Na audiência, que começou no final da manhã, foram discutidas com a entidade patronal as cláusulas pendentes, onde não havia acordo, e aconteceram mudanças importantes. Mas o reajuste continua o mesmo, 2,81% para os salários e VA, retroativos à data-base, 1º de fevereiro.  

A patronal deixou claro, porém, que o pacote é completo, ou seja, para que o pagamento seja retroativo, todas as cláusulas precisam ser aceitas tal como ficaram ao final da reunião. Amanhã (sexta-feira), os advogados dos sindicatos e da patronal se reúnem para ajustar a redação dessa proposta. Tão logo isso esteja pronto, faremos a sua divulgação na íntegra. 

Podemos adiantar, como exemplo, que a patronal aceitou definir o horário de intervalo para a vigilância bancária, no turno diurno, entre as 10h e 15h, e não mais a partir da primeira hora de trabalho, como estava anteriormente.  

Também, se o vigilante bancário tiver que complementar a jornada no final de semana, receberá como hora extra. No entanto, aceitam retirar a escala 2×1 da convenção, mas querem manter a 4×2. 

Vale ressaltar que não foram discutidas, em quase três horas de reunião, nem a liberação de dirigentes sindicais e nem a contribuição assistencial. Ou seja, não era isso que estava impedindo um acordo, como chegou a dizer o Sindesp, falsamente, há poucos dias. 

Aguarde mais detalhes para amanhã, após a reunião dos advogados que fará a redação definitiva da proposta a ser debatida e votada nas assembleias.  

Além disso, ficou agendada uma nova audiência no TRT para a próxima quarta-feira (13), quando os sindicatos deverão informar se aceitam ou não o que está sendo oferecido.  

A audiência, que durou quase três horas, foi coordenada pelo vice-presidente do TRT, desembargador Ricardo Fraga. Pelo Sindivigilantes do Sul, participaram o presidente, Loreni Dias, e o assessor jurídico, Arthur Dias Filho. Estavam presentes também os dirigentes dos sindicatos dos vigilantes de São Leopoldo, Pelotas, Lajeado, bem como os representantes da Federação dos Vigilantes. Pela Comissão que acompanha as negociações em Porto Alegre, participaram Sandro Carey e José Carlos Foleto.  

Observação: Tivemos uma queda na rede de internet da sede do sindicato que dificultou nossa divulgação desse informe mais cedo. Permanecemos com alguns problemas técnicos.

 

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VEJA A RESPOSTA DA PATRONAL AO QUE FOI DECIDIDO NAS ASSEMBLEIAS

Categoria aprovou contraproposta nas assembleias apresentada ao Sindesp

Categoria aprovou contraproposta nas assembleias apresentada ao Sindesp



Não teve a reunião no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que estava marcada para sexta-feira, devido às dificuldades causadas pela greve dos caminhoneiros. Mesmo assim, a patronal respondeu à contraproposta da categoria que foi aprovada nas assembleias da semana passada. Foram muito poucas as mudanças que aceitaram. Leia a íntegra do documento neste link.

Veja abaixo:

  1. As cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) pendentes na negociação, ou seja, aquelas onde não houve acordo ainda;
  2. As propostas que o Sindivigilantes apresentou, aprovadas nas últimas assembleias;
  3. A resposta da entidade patronal (Sindesp).

Lembramos que os índices de reajuste continuam os mesmos: 2,81% de aumento para os salários e VA (R$ 19,23).

1 – Cláusula 02 – Validade da CCT

  • O que diz: Validade das cláusulas econômicas (reajuste) por dois anos, até 2020.
  • O que queremos: Validade por um ano, até 2019
  • Resposta: O Sindesp concordou em retirar a validade até 2020 de todas as cláusulas onde constava isso: clausula 02; clausula 07, parágrafo 5º; clausula 08,  parágrafo 11º; clausula 29, parágrafo 9º. A validade das cláusulas econômicas será apenas até 31-01-2019.

2- Cláusula 42 – Parágrafo 1º

  • O que diz: Que o vigilante que tiver carga horária menor que as 44 horas semanais, como o vigilante bancário, fica obrigado a complementar as horas faltantes sempre que for chamado para isso pelo empregador, sem receber horas extras.
  • O que queremos: Pagamento de horas extras, no caso do (a) vigilante ser chamado para complementar a jornada, em tempo não inferior a seis horas para receber também o Vale Alimentação.
  • Resposta: Os patrões não aceitaram, mantém o parágrafo como está, sem horas extras e sem VA em caso de complemento de jornada.

3- Cláusula 42 – Parágrafo 2º

  • O que diz: Os vigilantes de estabelecimentos bancários, que executam a escala 5×2, devem prestar serviço sábados ou domingos, de forma intercalada, em outros postos, para complementar a carga horária contratual.
  • O que queremos: Não aceitamos esse item
  • Resposta: O Sindesp não concorda em modificar esse parágrafo

4- Cláusula 42 – Parágrafo 5º

  • O que diz/O que queremos: Vigilante bancário que ficar com as chaves das agências poderá receber horas extras.
  • Resposta: O Sindesp não concorda em modificar este parágrafo

5- Cláusula 47 – Parágrafo 6º

  • O que diz: O aviso prévio, quando trabalhado, poderá ser cumprido em local diverso de onde o vigilante vinha trabalhando.
  • O que queremos: Se for em outro posto, que seja pelo menos a uma distância próxima do posto original (30 quilômetros).
  • Resposta: O Sindesp não concorda com a modificação da cláusula.

6- Cláusula 59 – Parágrafo 5º

  • O que diz: O trabalho da mulher vigilante poderá ser prorrogado sem o descanso prévio de 15 (quinze) minutos, e sem qualquer outro direito além do pagamento do período efetivamente trabalhado.
  • O que queremos: Garantir o descanso de 15 minutos ou retirar o parágrafo.
  • Resposta: O Sindesp não concorda com nenhuma modificação do parágrafo.

7- Cláusula 59 – Parágrafo 6º

  • O que diz/O que queremos: Garantia do pagamento da hora extra após a jornada contratada para o pessoal das escoltas
  • Resposta: O Sindesp concorda.

8- Cláusula 61 – Parágrafo 4º

  • O que diz: Considera-se compensado o trabalho eventualmente realizado em dia de domingo, repouso semanal remunerado ou feriado quando o número de dias não trabalhados no mês for igual ou superior ao número de domingos e feriados do mesmo mês.
  • O que queremos: Limitar-se a cláusula à escala 12 x 36
  • Resposta: O Sindesp não concorda em modificar a cláusula.

9- Cláusula 61 – Parágrafo 7º

  • O que diz: Autoriza as escalas 4 x 2 ou 2 x 1, com pelo menos 30 minutos de intervalo, durante jornada que não pode ultrapassar 690 minutos de trabalho (11,5 horas).
  • O que queremos: Retirar as escalas
  • Resposta: O Sindesp concorda em tirar a 2 x 1

10- Cláusula 62 – Parágrafo 2º

  • O que diz: Ficam as empresas autorizadas a adotarem regime de compensação horária (semanal ou mensal), em quaisquer escalas e/ou jornadas de trabalho, em todas ou em algumas semanas, em todos ou em alguns meses, de forma que o excesso de horas de um dia seja compensado pela correspondente diminuição de horas em outro dia, ou, a diminuição de dias úteis trabalhados no mês, mais folgas.
  • O que queremos: Retirar a expressão “em qualquer escala.
  • Resposta: Foi mantida a redação como estava.

11- Cláusula 63 – Parágrafo 5º

  • O que diz: Determina o início do intervalo após a primeira hora e na última hora para o trabalho noturno e na segunda hora e penúltima para trabalho diurno.
  • O que queremos: Intervalo entre 11h e 14h
  • Resposta: O Sindesp diz que “pode” aceitar intervalo entre 10h e 15h, mas precisam ver com o restante da diretoria deles.

12- Cláusula 63 – Parágrafo 8º

  • O que diz: Suprime os 15 minutos de intervalo na jornada de seis horas. A Resposta diz que, na prática, os vigilantes já fazem esse intervalo indo ao banheiro, etc.
  • O que queremos: Que seja mantido o intervalo.
  • Resposta: O Sindesp não concorda, argumenta que se tiver o intervalo de 15 minutos o vigilante vai trabalhar menos de seis horas (5h45min) e não terá o VA. Garantem o VA, mas não querem que fique expresso o intervalo de 15 minutos.

13- Clásula 63 – Parágrafo 9º

  • O que diz: Trabalhadores podem permanecer no posto durante o intervalo, mas isso não será computado na duração do trabalho por não ficar à disposição do empregador.
  • O que queremos: Se o vigilante trabalhar durante o intervalo, deve receber as horas extras.
  • Resposta: O Sindesp não concorda em modificar o parágrafo.

14) Cláusula 63 – Parágrafo 10º

  • a) O que diz: Autoriza a adoção de jornadas de trabalho sem gozo de intervalo intrajornada, desde que não haja oposição por escrito do trabalhador.
  • b) O que queremos: Ajuste conforme a CLT, para pagamento de hora extra
  • c) Resposta: O Sindesp aceitou e redação do artigo foi ajustada, conforme solicitação, nos termos do artigo 71, parágrafo 4º da CLT

15) Incluir novas cláusulas sobre o pagamento retroativo

  • a) O que diz: O reajuste/aumento salarial será retroativo à data-base (1º/02)
  • b) O que queremos: Incluir cláusulas que garantam o pagamento retroativo também do VA e adicional de uniforme, desde a data-base (1º/02/2018)
  • c) Resposta: O Sindesp concorda.

O presidente Loreni Dias ressalta que continua com a mesma posição tirada em assembleia, ou seja, que “não assina convenção coletiva colocando no lixo os direitos da categoria”. O Sindivigilantes vai aguardar a audiência de mediação com a patronal no Tribunal Regional de Trabalho (TRT), a ser marcada, na expectativa de que haja avanços nessa proposta: “Fora disso, assim como está, não tem acordo”, declarou.

Pedimos que todos leiam e façam as suas observações ou mesmo correções que acharem necessárias à direção. Não vamos esquecer: Juntos somos fortes!

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