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CONVENÇÃO COLETIVA: ESCLARECIMENTO SOBRE FALSA POLÊMICA

Comunicado - Aviso - Assembleia - Atenção - Urgente - 3

Comunicado - Aviso - Assembleia - Atenção - Urgente - 3



Mesmo com a nova Convenção Coletiva não tendo sido homologada no Ministério do Trabalho e Emprego, vamos fazer um esclarecimento, já que tem havido questionamentos infundados sobre a CCT que assinamos.

Primeiro, há mais de dez anos existem cláusulas específicas sobre salários profissionais e salários proporcionais nas nossas convenções e de todos os sindicatos de vigilantes do Estado, isso não é novidade.

Neste sentido, convidamos a categoria a ler, com atenção, o parágrafo segundo da cláusula terceira, da nossa convenção de 2025, que vem se repetindo há vários anos:

“§ 2o. As empresas poderão contratar empregados com horário de trabalho e cargas horárias mensais proporcionais ou reduzidas, oportunidade em que o salário correspondente será proporcional à carga horária executada, respeitado o valor do salário-hora fixado nesta Norma Coletiva.”

Agora, leia com a mesma atenção o que diz o parágrafo 8º da cláusula décima da nova CCT, que está para ser homologada:

 “§ 8o. As empresas poderão contratar empregados com horário de trabalho e cargas horárias mensais proporcionais ou reduzidas, oportunidade em que o salário correspondente será proporcional à carga horária executada, respeitado o valor do salário-hora fixado nesta Norma Coletiva.”

E aí, notaram alguma diferença? Pois é, não tem diferença alguma, nada mudou nesse item. Por que tanta discussão por algo que já existe há muitos anos?

Agora vamos ao parágrafo nono da mesma cláusula décima da nova CCT:

“§ 9o. O fato de um empregado perceber salário além das horas efetivamente laboradas não gera nenhum direito aos que perceberem salário proporcional pelas horas laboradas, mesmo que no mesmo posto. O aqui estipulado se refere tão somente a eventual discussão sobre equiparação salarial.”

Como está acima sublinhado, este parágrafo se aplica apenas aos casos de equiparação salarial. Visa evitar, por exemplo, que um trabalhador com jornada de 6 horas diárias peça equiparação com outro sujeito a 8 horas de jornada diária. Ou seja, nada mais lógico que quem trabalha mais receba mais.

Então, não há motivos para a falsa polêmica de áudios e vídeos por causa desses pontos.

Não há razão para atrasar a CCT e impedir que a categoria receba logo o seu reajuste salarial; o aumento do VA; da periculosidade; do adicional de uniforme; e o prêmio assiduidade, bem como outros benefícios.

Em compensação, graças à firmeza das nossa direções, com o trabalho cuidadoso das nossas assessorias jurídicas, retificamos, na redação da patronal, várias cláusulas que poderiam trazer prejuízos à categoria.

Como, por exemplo, no parágrafo 7º da cláusula 11ª (referente à periculosidade) que está diferente das demais convenções firmadas anteriormente por outros sindicatos.

Estamos tranquilos, pois fizemos a melhor convenção possível, com muita responsabilidade, sem nenhum direito a menos e com avanços importantes para a categoria, como o aumento de salários acima da inflação e o prêmio assiduidade.

Essa é a verdade. Quem tiver qualquer dúvida, leia as convenções anteriores ou venha no sindicato, conversar conosco e com a assessoria jurídica.

Estamos sempre juntos, a luta continua!

Sindivigilantes do Sul (Porto Alegre)
Sindicato dos Vigilantes de S. Leopoldo e Região
24/03/2026

Confira:

Fac-simile do parágrafo da CCT de 2025 e anos anteriores.

Parágrafo_Anotação 2026-03-24 142014

Link da convenção de 2025
https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2025/03/icregistrado1710233765.pdf

Link da Convenção de 2024
https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2024/02/CCT-2024-2025-ICRegistrado1541071578.pdf

Link de todas as convenções coletivas:
https://www.sindivigilantesdosul.org.br/convencoes-coletivas/

 

 

 

 

 

 

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CONVENÇÃO FOI ASSINADA. JÁ TEMOS NOVOS SALÁRIOS

Presidente José Airton assinou a CCT nesta segunda-feira

Presidente José Airton assinou a CCT nesta segunda-feira



O presidente José Airton Trindade assinou, nesta segunda-feira (23), a nova Convenção Coletiva de Trabalho, válida até 31 de janeiro de 2027, com importantes conquistas para a categoria, como o reajuste salarial acima da inflação, prêmio assiduidade e a gratificação para quem trabalha em aeroportos.

A CCT assinada foi entregue na sede da entidade patronal (Sindesp), juntamente com o sindicato de São Leopoldo, para ser encaminhada ao Ministério do Trabalho e Emprego para registro.

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Entrega da CCT assinada no Sindesp

Na prática, com o prêmio, o aumento dos vencimentos da categoria chega a 4,90% acima da inflação (3,90%):

“Foi o melhor acordo possível, com avanços importantes, tendo em vista que conseguimos um aumento real acima da inflação para os salários, como há muito tempo a categoria não tinha. Ainda não é tudo que a gente esperava, mas precisaríamos de mais mobilização da categoria para irmos mais longe”, disse o presidente.

Sempre foi objetivo do sindicato fechar e assinar a CCT antes da data-base – 1º de fevereiro, mas os patrões retardaram a negociação. A pauta da categoria, aprovada nas assembleias, foi entregue à entidade patronal (Sindesp) dia 09 de dezembro.

Porém, os patrões só responderam no final de janeiro, com uma contraproposta inaceitável. Complicaram mais ainda incluindo cláusulas sociais que não tinham previsão de serem discutidas nesse ano, pois são válidas até 31/01/2027.

Queriam modificar diversos itens, como escalas, reciclagens e até o pagamento da periculosidade.

Mas, com o apoio da assessoria jurídica, excluímos o que era prejudicial e temos uma CCT com conquistas e nenhum direito a menos.

Veja como ficaram os itens econômicos:

  • Reajuste salarial: 5,02%
  • Piso salarial de Vigilante: R$ 2.211,00
  • Periculosidade: R$ 663,93
  • Piso salarial de ASP: R$ 1.751,20
  • Risco de vida: R$ 350,24
  • Vale-alimentação: R$ 33,00 (aumento de 10%)

Novidades importantes

Mais dinheiro no bolso:

  1. Prêmio assiduidade: R$ 80,00 para todos(as) – vigilantes, ASPs e demais funcionários – que não tiverem faltas no mês, proporcional à jornada de trabalho. Ausências justificadas com atestado médico serão consideradas faltas.
  2. Trabalho em aeroportos: gratificação de 20% sobre o salário para vigilantes e ASPs que atuam em aeroportos.

Retroatividade

Todos esses valores serão pagos retroativos à data-base de 1º de fevereiro: a cada mês, será paga a diferença de um mês atrasado.

Índices da negociação

Na proposta inicial, os patrões ofereceram apenas a reposição da inflação (3,90%) e VA de R# 31,17 , que foi recusada. Depois subiram o índice para 4,5%, que também foi rejeitado, até chegarmos na mesa de negociação a 5,02% e VA de R$ 33,00 , aprovados em assembleia.

Atrapalhou também, mais uma vez, o fato da Federação e seus sindicatos terem aceitado antes  a proposta patronal.

Pagamento do prêmio assiduidade

Inicialmente, os patrões disseram que pagariam em dinheiro, com valor igual para todos. Depois, mudaram a proposta, o que atrasou ainda mais a assinatura da CCT.

Ficou definido que o prêmio poderá ser pago em vale-alimentação, vale-combustível ou cartão de benefícios, de forma proporcional à jornada, mas sem descontos sobre o valor.

Também queriam incluir pagamento em cesta básica, mas isso foi retirado na negociação.

Cláusulas antigas

Diante de alguns comentários irresponsáveis, esclarecemos que as cláusulas referentes a Salários Profissionais e Salários Proporcionais existem há muitos anos nas nossas convenções e dos demais sindicatos, inclusive um parágrafo que está sendo citado.

Talvez alguém não tenha lido ou não lembre dessas cláusulas, mas é uma polêmica sem sentido, porque isso já existe há muito tempo nas CCTs.

Também não é verdade que vai ter diminuição de salário, isso seria ilegal, pois a própria Constituição Federal assegura que os salários são irredutíveis (CF: artigo 7º, inciso 6º).

Publicação da CCT

A CCT será publicada integralmente no site do sindicato assim que for registrada no sistema Mediador do MTE, como sempre.

O sindicato segue firme na defesa dos direitos dos trabalhadores (as) e na busca de novas conquistas para a categoria.

Estamos sempre juntos, a luta continua!

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📢 CAMPANHA SALARIAL: SINDICATOS AGUARDAM RESPOSTA DA PATRONAL PARA INICIAR NEGOCIAÇÃO

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro



O Sindivigilantes do Sul, o Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e o Sindicato dos Vigilantes de Pelotas ainda aguardam da entidade patronal (Sindesp) a confirmação da data da primeira reunião de negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Neste ano, a CCT trata exclusivamente de cláusulas econômicas.

Lembramos que a pauta de reivindicações da categoria, aprovada em assembleias, foi entregue ao Sindesp no dia 09 de dezembro (foto), ou seja, com bastante antecedência em relação à nossa data-base, 1º de fevereiro.

Na semana passada, o Sindesp informou que estava em recesso. Mesmo assim, a expectativa é de que ainda nesta semana a patronal se manifeste e indique a data para o início das negociações, quando deverá apresentar sua resposta à proposta encaminhada.

Os sindicatos estão prontos para negociar. A definição do início da negociação depende somente da patronal.

Negociação já!
Vigilantes, juntos somos fortes!

José Airton S. Trindade
Sindivigilantes do Sul – RS

Marcelo Puccinelli Alves
Sindicato dos Vigilantes de Pelotas e Região

Gelson Camargo
Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região

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SINDICATOS ENTREGAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES AO SINDESP

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro

Presidentes protocolaram a proposta da categoria dia 09 de dezembro



Presidentes e diretores dos três sindicatos

Presidentes e diretores dos três sindicatos

O Sindivigilantes do Sul, junto com os sindicatos de São Leopoldo e Pelotas, entregou na manhã desta terça-feira (09) a pauta de reivindicações da categoria ao Sindicato das Empresas de Segurança Privada do RS (Sindesp). O documento — recebido pela gerente executiva, Gabryella Machado — reúne as propostas aprovadas pelos vigilantes nas assembleias de novembro.

Na campanha salarial deste ano estão em discussão apenas as cláusulas econômicas da convenção coletiva. Os sindicatos aguardam que o Sindesp marque ainda nesta semana a primeira reunião de negociação.

A pauta apresentada reivindica:

  • Reajuste salarial com aumento real de 3% acima da inflação medida pelo INPC na data-base. Se a inflação acumulada for de 5%, por exemplo, o reajuste total seria de 8%.

  • Vale-alimentação de R$ 35,00, com redução do desconto do trabalhador de 20% para 10%.

  • Preservação do adicional de troca de uniforme e manutenção das demais cláusulas.

A expectativa é fechar um acordo antes da data-base, já que há tempo mais do que suficiente para isso.

“Estamos apresentando um pedido de aumento absolutamente justo, por isso esperamos uma resposta da patronal que seja mais favorável para os trabalhadores desta vez, porque em anos anteriores não atenderam nossa reivindicação”, afirmou José Airton Trindade, presidente do Sindivigilantes do Sul. “Mas para conquistarmos isso, precisamos da participação e do apoio dos vigilantes”, completou.

“Esperamos, com o apoio da categoria, ter uma boa negociação com a patronal, que consiga alcançar, finalmente, bom aumento tanto para os salários como para o VA”, destacou Marcelo Puccineli, do Sindicato de Pelotas. “Esperamos que o Sindesp agende a primeira reunião o quanto antes”, ressaltou.

“Queremos iniciar a negociação imediatamente para chegarmos na data-base já com o aumento garantido”, afirmou Gelson Camargo, presidente do Sindicato de São Leopoldo. “Essa é uma pauta justa para o trabalhador e deve ser atendida pela patronal”, concluiu.

Vigilante, nada cai do céu. As conquistas só vêm com união e luta.
Apoie e participe da mobilização por melhores salários.
Trabalhador e sindicato juntos: é assim que a categoria avança!

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NOVA CONVENÇÃO COLETIVA JÁ TEM REGISTRO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO

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A nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria foi registrada (homologada) na manhã desta quinta-feira (27), no Ministério do Trabalho e Emprego, com validade da data-base, primeiro de fevereiro, até 31 de janeiro de 2026 para as cláusulas econômicas, e até 31 de janeiro de 2027 para as cláusulas sociais.

Ela determina o reajuste salarial de 6,50% para os vigilantes, que passam a ter o piso de R$ 2.105,40. O piso dos ASPs subiu para R$ 1.667,60. Já o vale-alimentação passou de R$ 27,00 para R$ 30,00, um aumento de 11%.

Tanto a íntegra da convenção como as novas tabelas salariais estão disponíveis no nosso site na aba: Convenções (clique aqui).

Desde 14 de março, quando foi fechado o acordo, as empresas já sabiam que a CCT tinha sido assinada pelo sindicato patronal (Sindesp) e pelo Sindivigilantes, portanto, os trabalhadores já podem receber o próximo salário reajustado, não há justificativa para adiarem isso.

As diferenças salariais e dos adicionais (periculosidade, horas extras, VA, troca de uniforme, adicional noturno) serão pagas retroativas à data-base, 1º de fevereiro, parceladamente: a cada pagamento, as diferenças de um mês passado.

Patrões atrasaram acordo

A conclusão da negociação da CCT não ocorreu antes por responsabilidade total da entidade patronal, o Sindesp. A categoria já havia aprovado a proposta de reajuste em fevereiro, bastava manter as mesmas demais cláusulas, já que os patrões não aceitaram as sugestões de avanços da categoria.

Em vez disso, o Sindesp tentou impor mais de uma dúzia de alterações, incluindo novas cláusulas, modificando ou excluindo outras, todas prejudiciais aos trabalhadores.

Por exemplo, uma das mudanças pretendidas pelo Sindesp previa a transferência do horário de almoço para o início ou o fim da jornada, além da exclusão do adicional noturno do cálculo das horas intervalares.

Além disso, as multas por descumprimento da CCT e por atraso de salários (mora salarial) haviam sido retiradas da pauta pela patronal, entre outras mudanças. Foi preciso muita negociação e o trabalho intenso da nossa assessoria jurídica para fazer as correções necessárias e impedir que a categoria tivesse perda de direitos.

Irresponsabilidade

O presidente Dias ressalta que “também colaborou para isso a irresponsabilidade do grupo da Federação dos Vigilantes, que aceitou a proposta patronal de imediato, em janeiro, inclusive um índice menor (6,37%)”. Os patrões chegaram a dizer que, por isso, não aceitariam negociar uma CCT diferente, nem mesmo o reajuste, lembrou.

Depois, como sempre, os sindicatos da Federação pegaram carona nas nossas conquistas e ganharam dos patrões o mesmo aumento de 6,50%. “Mais uma vez, dividiram e enfraqueceram a campanha salarial da categoria, como fazem todos os anos”, afirmou Dias.

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URGENTE: NOVA CONVENÇÃO COLETIVA FOI ASSINADA NESTA SEGUNDA-FEIRA

Presidente Dias assinou hoje a nova convenção

Presidente Dias assinou hoje a nova convenção



O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, assinou, na tarde desta segunda-feira (17), a nova Convenção Coletiva de Trabalho, negociada com a entidade patronal (Sindesp). O acordo estabelece um reajuste salarial de 6,50% para os vigilantes e 6,91% para os ASPs, além de definir as cláusulas sociais para os próximos dois anos (2025-2027).

Ficou garantida a reposição das perdas da inflação e ainda um aumento real. O vale-alimentação passou de R$ 27,00 para R$ 30,00 – aumento de 11,11%.

Agora, falta apenas registrar o documento no Ministério do Trabalho e Emprego, o que deve ocorrer ainda esta semana.

O próximo pagamento já deverá vir com os novos valores dos salários. As diferenças remuneratórias dos meses de fevereiro e março serão pagas parceladas, na razão de um mês a cada mês, retroativas à data-base, 1º de fevereiro.

Os índices foram aprovados em todas as assembleias realizadas pelo sindicato em Porto Alegre, Camaquã, Santo Augusto, Horizontina, Charqueadas, Santo Ângelo e São Luiz Gonzaga.

Salários

  1. Vigilante
  • Piso salarial: R$ 2.105,40
  • Com adicional de periculosidade (30%): R$ 2.737,02
  • Vale-alimentação: R$ 30,00
  1. ASP
  • Piso salarial: R$ 1.667,60
  • Com adicional de risco (20%): R$ 2.001,12
  • Vale-alimentação: R$ 30,00

Nosso sindicato e os sindicatos dos vigilantes de São Leopoldo e Pelotas encaminharam ao Sindesp uma proposta de reajuste salarial igual para todos, como de costume. No entanto, a decisão de conceder um aumento diferenciado aos ASPs e elevar o risco de vida deles de 15% para 20% partiu exclusivamente da entidade patronal.

Os empregadores justificaram a medida alegando que os ASPs estavam recebendo bem menos que os porteiros, o que gerava dificuldades para as empresas de vigilância competirem com o setor de asseio e conservação, que também presta serviços de portaria.

Cláusulas sociais

A conclusão da negociação da CCT só não ocorreu antes por responsabilidade do Sindesp. A categoria já havia aprovado a proposta de reajuste em fevereiro, bastando a manutenção das cláusulas sociais da convenção anterior.

No entanto, a entidade patronal tentou impor mais de uma dúzia de alterações, incluindo a criação de novas cláusulas e a supressão de outras, todas prejudiciais à categoria.

Por exemplo, uma das mudanças pretendidas pelo Sindesp previa a transferência do horário de almoço para o início ou o fim da jornada, além da exclusão do adicional noturno do cálculo das horas intervalares.

Além disso, as multas por descumprimento da CCT e por atraso de salários haviam sido retiradas da pauta pela patronal, entre outras mudanças prejudiciais aos trabalhadores.

Por esses e outros motivos, a negociação demorou mais do que deveria, como já ocorreu em anos anteriores. No entanto, resistimos firmemente, junto com os sindicatos de São Leopoldo e Pelotas, até garantir a preservação dos direitos da categoria.

Assim que a nova CCT for registrada (homologada), sua íntegra será publicada em nosso site. Mais uma campanha salarial foi vencida, com muita determinação do nosso sindicato na defesa dos trabalhadores e trabalhadoras da segurança privada.

Nota: assim que a CCT for registrada no Ministério do Trabalho publicaremos as tabelas salariais, junto com a íntegra do documento.

 

 

 

 

 

 

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VEJA A ÍNTEGRA DA PROPOSTA INDECENTE DOS PATRÕES

Eles querem reduzir os salários dos vigilantes em 12%, sem nenhuma garantia de manutenção dos empregos, ainda por cima.



Alguém está repassando uma mentira deslavada nos grupos de Whatsapp, numa nota anônima, como se o sindicato tivesse apresentado ou aceito uma proposta de redução dos salários dos vigilantes, na audiência de mediação da Justiça do Trabalho, terça-feira (09). 

Quem apresentou essa proposta indecente e inaceitável foram os patrões, que são representados pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp). Ainda por cima, sem nenhuma garantia de manutenção dos empregos.

Clique aqui para ler a íntegra da proposta patronal entregue na Justiça do Trabalho.

Além disso, para uma proposta valer como Convenção Coletiva de Trabalho precisa antes ser aprovada pelas assembleias da categoria, não tem como ser diferente.

Veja abaixo o principal trecho da proposta dos patrões:

“09. Acreditamos que o momento é de tentar manter o maior número de empregos possíveis e, para tanto, torna-se necessário falarmos em redução salarial.
10. A redução salarial torna-se necessária diante da retração da economia e como tentativa de manutenção de postos de emprego.
11. A redução salarial necessária é de dois aspectos.
12. A primeira é a direta, reduzindo-se o valor da unidade hora em 12%.
13. A segunda é a proporcional, reduzindo-se a carga horária contratada porque as reduções de carga horária permitidas pela MP 936 está com seu prazo de 90 dias se esgotando.
14. Se não houver a possibilidade de redução da carga horária contratada a consequência será o aumento das demissões.”

Tanto o Sindivigilantes do Sul como o Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região, que também participou da reunião de mediação, já responderam que não há acordo nestas condições. 

O presidente Loreni Dias ressaltou que as convenções coletivas que foram assinadas em outros estados preveem a reposição da inflação, pelo menos. 

A entidade patronal alega dificuldades causadas pela pandemia da Covid-19. No entanto, as empresas já foram muito beneficiadas com as Medidas provisórias 927 e 936, que possibilitam a redução de salários e de jornada, mas mesmo assim continuam demitindo.

Os patrões também dizem que não aconteceram novas reuniões de negociação a partir de março.  Porém, quando foram procurados para marcarmos nova negociação, responderam que só aceitariam se reunir outra vez se o sindicato assinasse a proposta do “prêmio de assiduidade”, que a categoria já tinha rejeitado nas assembleias. 

Aliás, o pedido do Sindivigilantes do Sul para o início das negociações foi encaminhado para eles bem cedo, em dezembro, mas só aceitaram começar a negociar após a data-base, em 1º de fevereiro.

Por isso, pela intransigência patronal, pedimos a mediação da Justiça do Trabalho. No nosso site, pelo Facebook e Whatsapp, divulgamos  o resultado da reunião de mediação no mesmo dia, informando com todas as letras que não houve acordo. Uma nova audiência ficou marcada para o dia 17 de junho, quarta-feira. 

Veja a notícia aqui no link: Sindicatos e patrões não chegam a acordo na reunião de mediação

Não acredite em fake news, não se deixe enganar por mentirosos, confira sempre as informações no nosso site, assine a nossa lista de Whatsapp ou telefone para o sindicato para ficar bem informado. 

www.sindivigilantesdosul.org.br
Telefone: (51) 3224-4545
Whatsapp: (51) 3225-5070
www.facebook.com/sindicatodosvigilantesrs

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CONHEÇA DIREITOS QUE VOCÊ TÊM GRAÇAS AO SINDICATO

Carteiradetrabalho-Wikipedia site



Uma parte desinformada da categoria acha que está tudo na lei e que “não ganha nada” com o sindicato. Porém, muitos direitos importantes não estão na legislação, só existem porque o Sindivigilantes garante tais benefícios nas Convenções Coletivas de Trabalho que assina.

A continuidade desses direitos depende da luta do sindicato e da categoria. Por isso é tão importante o apoio à sua entidade sindical e o comparecimento nas assembleias.

É importante, ainda, que os vigilantes denunciem as empresas que desrespeitam seus direitos, para que o sindicato fiscalize os infratores e acione a Justiça, como já aconteceu muitas vezes, se for preciso.

Também é fundamental a contribuição da cota sindical (apenas R$ 21,44) para que o sindicato tenha recursos para trabalhar pela categoria, pois o sindicato tem estrutura, funcionários e muitas contas para pagar. Pense nisso.

Veja abaixo alguns exemplos das vantagens que os vigilantes têm através do sindicato.

– Reajuste salarial: Ao contrário do que alguns pensam, não existe lei que determine a reposição obrigatória ou automática da inflação na data-base. Qualquer reposição ou aumento real de salário é conquista da categoria e seu sindicato.

– Vale-alimentação: Também não consta na legislação. O que garante o VA é a Convenção Coletiva negociada e assinada pelo sindicato. Por exemplo, na escala 12 x 36 o VA representa R$ 300,00 (15 dias) ou R$ 320,00 (16 dias) por mês, com participação de 20% do trabalhador. Só isso já cobre várias vezes o valor da cota de solidariedade sindical (R$ 21,43), por exemplo.

– Adicional de uniforme: Outro benefício de convenção coletiva assinada pelo sindicato. Na escala 12 x 36 equivale a  R$ 22,20 (15 dias) ou R$ 23,68 (16 dias).

– Adicional de risco de vida do ASP: Corresponde a 15% sobre valor do salário básico ou R$ 177,54. Também não está em lei, apenas na Convenção Coletiva negociada e assinada pelo sindicato.

– Vale-Transporte (falta ao trabalho): Pela convenção, a empresa não pode aplicar penalidade ao trabalhador que faltar ao emprego quando ela não fornecer o Vale Transporte dentro do prazo.

– Homologação da rescisão no sindicato: É uma garantia para os sócios do sindicato não terem prejuízos na hora de receber as verbas rescisórias. Quem contribui com a cota pode trazer os papeis da rescisão no sindicato para conferir os valores.

– Estabilidade pré-aposentadoria: O trabalhador não pode ser demitido quando está a próximo de se aposentar.

– Posto de serviço e local de descanso: O posto deve oferecer ao vigilante condições adequadas de conforto, higiene e segurança para seu trabalho e descanso.

– Assistência jurídica: As empresas devem fornecer assistência jurídica ao vigilante que sofrer processo ou inquérito policial em decorrência de ato praticado em serviço.

– Assistência médica e psicológica: As empresas devem fornecer assistência médica e psicológica ao vigilante que sofrer assalto durante sua jornada de trabalho.

– Auxílio-funeral: É pago aos dependentes do funcionário que falecer por acidente de trabalho ou com mais de dois anos de trabalho na empresa, no valor de um salário mensal, caso isso não esteja previsto no seguro de vida.

Viram quantos direitos são conquistados através do sindicato? O mesmo acontece nas outras categorias, por isso os empresários e o governo querem tanto destruir o movimento sindical. Querem liquidar todos os nossos direitos e escravizar os trabalhadores. Seja um trabalhador consciente, apoie seu sindicato, participe da nossa luta. Juntos somos fortes!

 

 

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NA PRIMEIRA REUNIÃO, EMPRESAS OFERECEM 80 REAIS DE “PRÊMIO ASSIDUIDADE”

Na reunião desta terça-feira, empresas não apresentaram índice de reajuste

Na reunião desta terça-feira, empresas não apresentaram índice de reajuste



Na primeira reunião de negociação da Convenção Coletiva 2020-2021, nesta terça-feira (28), no Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), em vez de um índice de reajuste salarial, os empresários ofereceram R$ 80 reais mensais de “prêmio assiduidade” aos vigilantes. 

Participaram da reunião, representando a categoria, o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, a diretora Elisa Araújo, o advogado Maurício Vieira da Silva, da assessoria jurídica, o presidente do Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região, Moisés Machado, e o diretor João Fernando da Silva.

Um detalhe importante é que, para receber o “prêmio-assiduidade” o vigilante não poderá faltar mais de duas vezes ao trabalho no ano todo. Além disso, não há repercussão alguma desse valor sobre os cálculos de horas extras, férias, Fundo de Garantia e periculosidade. 

Os empresários dizem ter aplicado o reajuste de São Paulo, que foi de 3,27%, sobre o piso da categoria e a periculosidade. Somaram a isso férias e décimo-terceiro. Fazendo um arredondamento dos números, chegaram aos R$ 80,00.

Porém, o índice que usaram como base para o cálculo é menor que a inflação de dezembro, que chegou a 4,48% medida pelo INPC. E deverá ser menor que a inflação de janeiro, que incide sobre a data-base da categoria (primeiro de fevereiro).

Para o vale-alimentação, seguindo o mesmo raciocínio, as empresas oferecem R$ 21,00. 

Empresas picaretas

O presidente do Sindesp, Sílvio Renato Medeiros Pires, alegou que existe uma grande crise no setor, devido à recessão econômica. 

Centenas de agências bancárias estão fechando e órgãos públicos estão trocando a vigilância privada por portaria ou monitoramento eletrônico, apontou.

Também reclamou bastante da concorrência de empresas “picaretas”, que não cumprem a legislação trabalhista mas ganham muitas concorrências praticando preços abaixo da média do mercado.

O presidente Loreni Dias ressaltou que o Sindivigilantes do Sul combate permanentemente as empresas que lesam os trabalhadores, movendo muitas ações judiciais contra elas, inclusive. Ele acrescentou que a proposta do Sindesp ficou aquém do esperado. 

“Esperávamos mais do que isso das empresas, conforme as expectativas da categoria”, disse Dias. “Vamos nos reunir com a assessoria jurídica e avaliar qual vai ser nossa postura daqui pra frente, se vamos chamar uma assembleia ou tomar outras medidas”, completou. 

“A reunião foi produtiva mas a proposta patronal não é boa, esperávamos avançar mais nessa negociação de hoje”, afirmou Moisés. 

Ele sugeriu que, em vez do vale-transporte, vigilantes que usam veículo próprio para se deslocar possam optar por receber um auxílio-transporte para custear a gasolina. Mas a ideia foi recusada pelas empresas.

Como já se esperava, essa não deve ser uma negociação fácil. Mais do que nunca é preciso união e mobilização da categoria. 

Lembrem-se: Juntos somos fortes!

 

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SEGUNDA-FEIRA É DIA DE PARTICIPAR DAS ASSEMBLEIAS DE PORTO ALEGRE

Presidente Dias estará presente na assembleia

Presidente Dias estará presente na assembleia



Os vigilantes de Porto Alegre e cidades vizinhas têm um compromisso importantíssimo nesta segunda-feira, dia 16: a primeira assembleia da Campanha Salarial de 2020 na capital.

Há duas opções para participar:
Primeira sessão: 1ª chamada às 08h e 2ª chamada às 08h30.
– Segunda sessão: 1ª chamada às 19h30 e 2ª chamada às 20h.
– Local: Sindicato dos Ferroviários, R. Voluntários da Pátria, 595, sala 505, Centro, no mesmo prédio e andar da sede do Sindivigilantes do Sul.

Cláusulas sociais e econômicas

A assembleia vai discutir as cláusulas sociais e econômicas que devem constar na pauta de reivindicações que será entregue à entidade patronal (Sindesp), para negociação da próxima Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

“Os vigilantes têm que se conscientizar que essa vai ser a campanha salarial mais importante e mais difícil da história do sindicato”, afirma o presidente do sindicato, Loreni Dias. 

Segundo ele, além das dificuldades que já existiam devido à crise, o desemprego, a reforma trabalhista e a reforma da Previdência, a situação piorou ainda mais com a MP 905, que traz mais prejuízos para o bolso dos trabalhadores e trabalhadoras.

MP 905

A MP 905 de Bolsonaro cria o contrato verde e amarelo, com menos direitos para os trabalhadores mais jovens,  mexe em mais de 130 artigos da CLT e extingue outros 40. É uma nova reforma trabalhista, na verdade.

Assim como a reforma anterior, ela favorece MUITO os patrões, inclusive com a diminuição dos tributos das empresas, enquanto os trabalhadores amargam novas perdas.

Até o seguro-desemprego essa MP taxou em 7,5%, a partir de março. “Tem muita coisa importante para conversarmos nesta assembleia, por isso esperamos um grande comparecimento da categoria”, acrescenta Dias

Redução de postos de trabalho

Na realidade, é um momento muito crítico para a categoria. Nas assembleias do interior, em São Luiz Gonzaga e Três Passos os vigilantes já manifestaram grande preocupação com a situação atual.

 “O que mais está preocupando o pessoal é a redução de postos de trabalho na região devido à crise que está se desenrolando no país e que parece que não vai ter fim”, disse o diretor do sindicato na região das Missões, José Airton Trindade.

“A Caixa Econômica Federal está cortando vigilantes, a Eletrosul também e nas Ruínas de São Miguel dez vigilantes do Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) estão desempregados porque venceu o contrato da JOB há mais de 30 dias e os vigilantes ainda não receberam”, disse. 

Sem contar problemas que já vinham ocorrendo, como o trabalho intermitente, escalas, pagamento da hora intervalar e o impasse da aposentadoria especial dos vigilantes, que ainda não foi votada no Senado Federal.

“É hora da categoria se unir e pegar junto, interior e capital, para não entregarmos nossos direitos”, disse Moisés Araújo de Melo, representante do sindicato em Três Passos e região.

Vigilante, vem pra luta, vem pra assembleia!

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