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TABELAS SALARIAIS 2019 – VIGILANTE E ASP

Estão prontas e estamos divulgando hoje, segunda-feira (1º/04) as tabelas com os novos salários de vigilantes e ASPs.



Estão prontas e estamos divulgando hoje, segunda-feira (1º/04) as tabelas com os novos salários dos vigilantes e dos ASPs, reajustados conforme a Convenção Coletiva de Trabalho de 2019.  O reajuste de 3,65% para os vigilantes ficou um pouco acima da inflação, que foi 3,57% na data-base. Em todo o País e nas demais categorias também, os aumentos têm ficado próximos do índice da inflação, com poucas variações. Na mesma data-base que a nossa, o Paraná e o Maranhão tiveram reajuste igual à inflação (3,57%) e o Rio Grande do Norte 4%. Outro estado dessa data-base, a Bahia, ainda não assinou a convenção coletiva.

Para ver as tabelas clique no link:

Tabela Salarial 2019 – VIGILANTE

Tabela Salarial 2019 – ASP

 

 

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TEMOS CONVÊNIO COM A CASA DO CONSTRUTOR, DE CHARQUEADAS

Dudu, de boné, com representantes da loja

Dudu, de boné, com representantes da loja



Um grande convênio foi firmado pelo Sindivigilantes do Sul em Charqueadas, desta vez com uma das maiores lojas de material de construção da Região Carbonífera, a Casa do Construtor.

Lá você pode comprar tudo que precisa para a sua obra, desde areia, brita, argamassa, madeira, telhas, cerâmicas, fiação elétrica e o que mais for necessário.

Os pagamentos podem ser feitos em até seis vezes, com parcela mínima de R$ 60,00 e desconto em folha.  O contrato foi negociado pelo Eduardo Blauth, o Dudu, que representa o sindicato na região.

É mais um benefício para os vigilantes da Região Carbonífera, onde o sindicato já tem mais de 30 estabelecimentos conveniados.

Casa do Construtor
– Endereço: Av. Senador Salgado Filho n° 40 – Charqueadas/RS.
– Telefone: (51) 3658-1190
– Horários: de Segunda a Quinta-feira das 08h às 12h e das 13h30 às 18h30. Sextas das 08h às 12h e das 13h30 às 17h30 e aos Domingos das 08h às 12h.

Charqueadas Dudu Casa do Construtor 1

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CARTEIRA NACIONAL DE VIGILANTE PARA RETIRAR NO SINDICATO

Presidente Dias com a nova carteira, feita em PVC

Presidente Dias com a nova carteira, feita em PVC



Estão prontas e podem ser retiradas no sindicato as carteiras dos vigilantes abaixo, em PVC, para substituição das carteiras em papel, que continuam sendo fornecidas pelas empresas. Para quem já é sócio, a nova carteira é gratuita. Novos sócios podem fazê-la também de graça, após seis meses de associado. Os cotistas pagam R$ 50,00 à vista e precisam apresentar os três últimos contracheques com o desconto da cota de solidariedade sindical.
 
Mais informações: (51) 3224-4545 ou 3225-5070.
 
• Ademir Rosa Selau
• Alex Sandro Nunes Duarte
• Almir Quiroga Rodrigues
• Ana Paula Maciel
• Anderson Machado Silverio
• Carlos Alberto Pereira Gomes
• Carlos Alex Bandeira Machado
• Carlos Andre Gonçalves dos Santos
• Cilon Maciel Mancilia
• Clemerson Luis Ravanel Rodrigues
• Deividi Leandro Gois de Melo
• Edi Noel da Silva Sanches
• Elizandro Silva da Silva
• Fabio Maia Rodrigues
• Ildemar Alves da Cruz
• Italo Vital Ferreira
• Jairo Cardoso Pinto
• João Alexandre Rodrigues de Rodrigues
• João Batista Souza dos Santos
• Joao Pedro de Castro
• Jonatha da Silva Nunes
• Jorge Augusto dos Santos Alves
• Jose Elissandro Silveira Brasil
• José Everton Figueira Lacerda
• Jose Valteron Lemos
• Josue Mello da Silva
• Julia Graciella da Rosa Oliveira
• Juliano da Silva Gomes
• Junior de Oliveira Vieira
• Luciana Pereira da Silva
• Marco Aurelio dos Santos
• Paulo Ricardo da Silva Borges
• Rafael Borges de Lima
• Roberto Carlos Silveira Nogueira
• Rosangela Nunes
• Silvio Cesar Machado Dutra
• Vilmar da Rosa
• Volnei Teixeira

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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO COM REAJUSTE FOI HOMOLOGADA

O reajuste de 3,65% para os vigilantes ficou um pouco acima da inflação, que foi 3,57% na data-base.



Finalmente, foi homologada pelo Ministério do Trabalho a Convenção Coletiva de Trabalho, negociada com a entidade patronal (Sindesp) e que fixa os reajustes dos salários de 2019.

O aumento é retroativo à data-base (1º de fevereiro), ou seja, a diferença que ficou para trás deverá ser reposta. As empresas que ainda não fecharam a sua folha de pagamento ainda poderão incluir os novos valores já no próximo contracheque.

O reajuste de 3,65% para os vigilantes ficou um pouco acima da inflação, que foi 3,57% na data-base. Em todo o País e nas demais categorias também, os aumentos têm ficado próximos do índice da inflação, com poucas variações.

Na mesma data-base que a nossa, o Paraná e o Maranhão tiveram reajuste igual à inflação (3,57%) e o Rio Grande do Norte 4%. Outro estado dessa data-base, a Bahia, ainda não assinou a convenção coletiva. A crise da economia, o alto desemprego e a inflação baixa dificultam ganhos maiores para os trabalhadores.

Estes são os novos valores:

Vigilantes:
– Salário: R$ 1.500,40
– R$ 6,82 por hora
– Peric.: R$ 450,12
– Reajuste de 3,65%

ASPs
– R$ 1.183,60
– R$ 5,38 por hora
– Risco de Vida: R$ 177,54
– Reajuste de 3,66%

Vale-alimentação
– R$ 20,00

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SINDICATO NEGOCIA COM IPHAN E IBRAM SOLUÇÃO PARA VIGILANTES DA JOB

Vigilantes do Ibram, em São Miguel das Missões

Vigilantes do Ibram, em São Miguel das Missões



O presidente do Sinvigilantes do Sul, Loreni Dias, esteve terça-feira (27) em São Miguel das Missões, onde reuniu-se com os vigilantes da JOB e os gestores dos contratos do Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural (Iphan) e do Instituto Brasíleiro de Museus (Ibram).
 
Os trabalhadores estão com salários, vale-alimentação e vale-transporte atrasados. As reciclagens estão vencidas, com alguns pagando reciclagem do próprio bolso, outros não tem CNV em dia, ninguém tem colete balístico e há vários casos de férias vencidas e sem receber.
 
Três trabalhadores tiraram extrato analítico na Caixa Econômica Federal (CEF) e o último depósito de FGTS da empresa nas contas deles foi em março de 2017.
 
Acompanhado da diretora Elisa Araújo e do diretor na região, José Airton de Souza Trindade, Dias discutiu com os vigilantes a possibilidade do bloqueio das faturas da JOB e o pagamento direto do Iphan e Ibram aos trabalhadores.

Vigilantes do Iphan

 
Além disso, os vigilantes podem pedir a rescisão indireta de contrato, que acontece quando a empresa deixa de cumprir suas obrigações contratuais, como os salários em dia.
 
Nesta situação, o trabalhador rescinde o contrato mas mantém o seu direito de receber todas as verbas rescisórias, entre elas, saldo de salários, aviso prévio, saldo do Fundo de Garantia, multa sobre o Fundo, e encaminhamento para o seguro-desemprego.
 
Iphan e Ibram receberam do presidente e dos diretores um prazo de quatro dias, até sexta-feira, para encaminharem o pagamento direto, enquanto os vigilantes também vão decidir se fazem a rescisão indireta.
 
Seja como for, o sindicato continua apoiando e à disposição dos trabalhadores.

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SINDIVIGILANTES DENUNCIA PARA DEPUTADA ATRASOS DE SALÁRIOS E DESRESPEITO AOS VIGILANTES

Sofia Cavedon, quarta da direita para esquerda, foi vereadora da capital por diversos mandatos

Sofia Cavedon, quarta da direita para esquerda, foi vereadora da capital por diversos mandatos



O Sindivigilantes do Sul recebeu, nesta sexta-feira à tarde (24), a visita da deputada Estadual Sofia Cavedon (PT), que veio acompanhada do assessor Rosalino Mello. Na reunião com o presidente Loreni Dias e as diretoras Eni Severo Benites, Elisa Araújo e Rosane Schmitt, a parlamentar demonstrou grande preocupação com a situação dos trabalhadores terceirizados, como a maioria dos vigilantes, que não têm seus direitos respeitados pelas empresas.

A deputada foi vereadora em Porto Alegre durante quatro mandatos e meio, período no qual acompanhou muito de perto o drama dos terceirizados da Prefeitura. “Hoje vivemos um problemão nessa área da terceirização, inclusive com os frequentes atrasos de salários”, ressaltou.

Neste sentido, Sofia apresentou e conseguiu a aprovação de uma Lei Municipal que obriga a empresa terceirizada a comprovar, mensalmente, o pagamento em dia dos seus trabalhadores para poder receber a próxima fatura. “As empresas têm que apresentar comprovante de que está tudo em dia, ou não recebem do município”, ressaltou.

Dias e as diretoras denunciaram que a categoria enfrenta inúmeros atrasos de salários, de vale-alimentação e transporte, além dos frequentes calotes nas rescisões de diversas empresas. Citaram, entre outros exemplos, o caso recente da JOB, que tem deixado os vigilantes sem receber, sistematicamente, nos seus postos. “É um total desrespeito aos vigilantes”, disse Dias.

Também apresentaram à deputada as dificuldades que as mulheres encontram na profissão devido à discriminação, tanto que ocupam menos de dois por cento do mercado de trabalho, informaram. Ela ficou surpresa com este dado, levando em conta que não se trata de um problema de qualificação ou competência, uma vez que todas as vigilantes têm a mesma formação e cumprem as mesmas exigências para o exercício da profissão que os vigilantes homens.

Ela ainda foi informada sobre o projeto da vigilância 24 horas obrigatória nas agências bancárias, que foi aprovado e virou lei em 37 municípios, mas não está sendo cumprida em nenhuma cidade. Isto se deve, principalmente, à ação do Sicredi, que embora tenha todas as características de um banco, inclusive com um faturamento altíssimo, se apresenta como cooperativa e pressiona para que a lei não seja cumprida, informou Dias.

“Estou muito satisfeita de encontrar aqui no Sindivigilantes as mesmas preocupações que trago há muitos anos e com este novo espaço de deputada, na Assembleia Legislativa, pretendo contribuir para que haja respeito aos direitos dos trabalhadores terceirizados no Estado e para a valorização da mulher vigilante. É uma parceria que vai prosseguir e prosperar”, afirmou a deputada.

O presidente e as diretoras agradeceram a visita, colocando-se à disposição para novas reuniões e para mais informações sobre as dificuldades da categoria: “É importante sabermos que temos o apoio da deputada, esperamos o apoio da sua bancada também, para que os projetos de nosso interesse consigam tramitar e ser aprovados na Assembleia Legislativa”, concluiu Dias.

 

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SINDICATO COBRA DA EMBRASIL SOLUÇÃO PARA VÁRIAS IRREGULARIDADES



A Embrasil Segurança voltou a ser cobrada pelo sindicato para que solucione várias denúncias de irregularidades quanto aos direitos trabalhistas dos vigilantes que fazem o serviço de escolta da empresa. Ela vai ser notificada, pela segunda vez, com um prazo para que resolva logo tais situações ou sofrerá processo na Justiça do Trabalho.

Desde que a fiscalização do sindicato entrou em ação, pela primeira vez, a empresa resolveu uma única situação referente à escolta no Aeroporto Salgado Filho que era obrigada a ficar do lado de fora do pátio das cargas, numa viatura em uma rua lateral.

A diretora Elisa Araújo ressalta que isso só foi solucionado quando o sindicato notificou a Embrasil e a Infraero, alertando que os vigilantes estavam expostos a riscos daquela maneira, poderiam ser presos por porte ilegal de arma, inclusive, e que a fiscalização da Polícia Federal e a mídia seriam avisados dessa situação.

Logo em seguida, a escolta passou para dentro do pátio, próximo das cargas, como manda a norma.  No entanto, continua acontecendo o descumprimento de diversos itens da legislação trabalhista e da Convenção Coletiva de Trabalho.

Sobreaviso nos finais de semana

Por exemplo, a escala de trabalho é a 5 x 2, mas os trabalhadores são obrigados a permanecer de sobreaviso nos fins de semana, as 24 horas do dia, sem receber por isso.

Também, quando a escola sofre multa, mesmo sem estar contratado para ser motorista, o vigilante não tem a oportunidade de assumir a pontuação na carteira de habilitação e acaba pagando a multa em duplicidade.

Além disso, as reciclagens não são pagas como horas extras, entre várias outras irregularidades: “A Embrasil está deixando muito a desejar nos quesitos trabalhistas e não vamos deixar por isso mesmo, vamos cobrar o que é direito dos trabalhadores”, afirmou Elisa.

Reunião no sindicato

Numa reunião na última sexta-feira, no sindicato, diretores da empresa foram avisados que terão mais um prazo, após a notificação, para sanar com urgência estes problemas ou terão que responder judicialmente por descumprimento das leis trabalhistas e da Convenção Coletiva.

Outro problema que trataram na reunião foi quanto aos atrasos nos repasses das mensalidades dos vigilantes associados ao sindicato, mas a proposta da empresa para quitar o seu débito com a entidade foi inaceitável e também será notificada sobre isso.

Infelizmente, os vigilantes acabam prejudicados, sem poder usar benefícios como a cesta-básica e cartão de crédito, o que deve levar o sindicato a tomar providências na área jurídica também, caso a Embrasil não pague o que deve e regularize os repasses.

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CONVENÇÃO COLETIVA SÓ PRECISA DA HOMOLOGAÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO

O aumento é retroativo à data-base, dia 1º de fevereiro, ou seja, o salário terá que vir com as diferenças do aumento que ficaram para trás.



Estão todos muito ansiosos com o pagamento do aumento dos salários e é normal que seja assim. Qualquer valor a mais no contracheque é bem vindo, todos estão precisando de um dinheiro a mais na conta. Mas falta a homologação da Convenção Coletiva de 2019, que desde o início de março o documento está no Ministério do Trabalho para isso, estamos aguardando a resposta para qualquer momento.
 
A homologação é o atestado de que está tudo certo no acordo firmado entre o Sindivigilantes e a entidade patronal (Sindesp). Esperamos que a homologação saia logo para que o reajuste seja incluído na próxima folha de pagamento, mas isso só depende da agilidade do Ministério do Trabalho.
 
O aumento é retroativo à data-base, dia 1º de fevereiro, ou seja, o salário terá que vir com as diferenças do aumento que ficaram para trás. Tivemos um aumento real, pouco acima da inflação do período. Veja como ficaram os valores dos salários:
 
Vigilantes:
– Salário: R$ 1.500,50
– R$ 6,82 por hora
– Peric.: R$ 450,00
– Reajuste de 3,64% (inflação: 3,57%)
 
ASPs
– R$ 1.183,60
– R$ 5,38 por hora
– Risco de Vida: R$ 177,54
– Reajuste de 3,66% (inflação: 3,57%)
 
Vale-Alimentação
– R$ 20,00

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CONFIRMADA A TROCA DA EMPRESA DE VIGILÂNCIA NA CEASA: UNIVIG ASSUMIU

Posto seria assumido pela Univig, domingo

Posto seria assumido pela Univig, domingo



A liminar que suspendia a troca da empresa de vigilância na Ceasa, em Porto Alegre, foi cassada na Justiça e a Univig Vigilância e Segurança assumiu o posto, no lugar da Seltec.

Após algumas informações desencontradas, a confirmação disso veio hoje (27), pelo gestor do posto, tenente Silva, por telefone, para um dos diretores do sindicato.

Uma liminar judicial havia sido concedida para uma das empresas perdedoras da licitação e até as férias de 49 vigilantes da Seltec chegaram a ser suspensas, pois a empresa teria que permanecer no posto por mais algum tempo.

Mas a nova decisão da Justiça, cassando a liminar, veio logo, a mudança foi efetivada e a nova empresa já está operando com sua equipe no local.

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