A direção do Sindivigilantes do Sul está acompanhando com atenção as previsões meteorológicas e já começa a adotar medidas preventivas para apoiar a categoria, diante do risco de novos episódios de chuvas intensas e enchentes no Rio Grande do Sul.
“Esperamos que nenhuma família volte a passar pelo sofrimento vivido em 2024, mas o Sindicato não ficará de braços cruzados, vamos nos preparar com antecedência para estar ao lado da categoria se a nossa ajuda for necessária”, afirmou o presidente José Airton Trindade.
Segundo a meteorologia, o fenômeno chamado El Niño já começou em junho e poderá ganhar muita força ao longo do segundo semestre – por isso está sendo chamado de Super El Niño pelos meios de comunicação.
No nosso Estado, esse fenômeno costuma aumentar a possibilidade de chuvas acima da média, com tempestades e inundações. Não existe ainda certeza absoluta que uma nova grande enchente vai acontecer, mas a situação exige preparação e prevenção.
Pensando nisso, o sindicato está organizando um plano de emergência para prestar socorro e acolhimento caso vigilantes, ASPs e seus familiares sejam atingidos pelas águas e precisem deixar suas casas.
Colônia de Férias
A primeira medida será preparar a Colônia de Férias do sindicato, na Praia de Magistério, para oferecer uma alternativa às famílias da categoria que ficarem desabrigadas.
A estrutura já foi utilizada com essa finalidade durante a grande enchente de 2024, quando cerca de 30 famílias de trabalhadores foram acolhidas lá.
Diante das previsões para os próximos meses, a intenção é deixar as instalações prontas para utilização na sua capacidade máxima durante o período de maior risco.
Atualmente, a Colônia de Férias conta com 54 apartamentos, todos equipados com banheiro, cozinha com fogão, geladeira, camas e mobília básica.
Esquema de emergência
O Sindicato também está preparando um esquema de emergência para garantir a continuidade do atendimento à categoria por trabalho remoto, caso as condições impeçam o atendimento presencial na sede – como em 2024.
Os veículos da entidade também deverão estar revisados e prontos para atender necessidades emergenciais da categoria.
Em contatos com a Defesa Civil, o sindicato vai buscar informações sobre áreas de risco, sistemas de alerta, abrigos, rotas seguras e orientações para o período de chuvas mais intensas. Outras medidas ainda estão sendo estudadas pela direção.
Prevenir, acolher e proteger também fazem parte da luta sindical. Juntos somos fortes!
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