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PROCESSO DA PEDROZO: ASSESSORIA JURÍDICA PROCURA FAMILIARES DE TRABALHADORES FALECIDOS

Aviso IMPORTANTE - 2



A assessoria jurídica do sindicato precisa encontrar familiares ou sucessores legais de trabalhadores falecidos que integram o processo coletivo nº 0301000-91.2008.5.04.0018, movido contra a empresa Pedrozo – Massa Falida, referente ao posto de trabalho da União – Ministério do Trabalho e Emprego.

São eles:

Edgar Faustino Fonseca Emanoell
João Ferreira de Oliveira
João Pedro Leal Ribeiro
Francisco Ayres dos Santos
Valmir Ferreira de Lima

O processo trata do pagamento de verbas rescisórias. A assessoria jurídica precisa localizar com urgência os sucessores desses trabalhadores falecidos, pois estão sendo expedidas Requisições de Pequeno Valor (RPVs) ou precatórios para o pagamento, pela União, das quantias reconhecidas no processo.

Como não há informações sobre os familiares no sistema, solicitamos que parentes ou pessoas que conheçam os familiares dos trabalhadores relacionados entrem em contato com o sindicato ou com a assessoria jurídica:

O contato é necessário para que seja realizada a regularização da sucessão e adotadas as providências para o recebimento dos valores devidos.

Pedimos também que esta informação seja compartilhada, para ajudar na localização dos familiares.

Sindicato:
Telefones: (51) 3225-5070 / (51) 3024-5114
WhatsApp: (51) 3225-5070

Assessoria Jurídica (Young, Dias, Lauxen & Advogados Associados):
Telefone: (51) 3589-5507
WhatsApp: (51) 98422-8007

Ajude a localizar, repasse e compartilhe com seus colegas.

 

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REPORTAGENS DO GRUPO RBS DENUNCIAM EMPRESAS DE VIGILÂNCIA ACUSADAS DE LESAR TRABALHADORES E CONTRATANTES

Juntas, 19 empresas já receberam, em 10 anos, R$ 1 bilhão em contratos com organismos federais, estaduais e 25 prefeituras gaúchas.



O Grupo RBS divulgou hoje, nas suas emissoras de TV, rádio e jornal Zero Hora, longas reportagens sobre 19 empresas de um mesmo grupo que, há muitos anos, vencem licitações públicas para vigilância e outros serviços, mesmo com inúmeros processos judiciais, condenações e denúncias contra elas.

“Nas últimas três décadas, um grupo de prestadores de serviços se habituou a vencer licitações em áreas de limpeza predial, vigilância, portaria, ascensorista, bilheteria, entre outras atividades”, diz a reportagem de Zero Hora, assinada pelos jornalistas José Luis Costa e Jennifer Gularte.

“Juntas, 19 empresas já receberam, em 10 anos, R$ 1 bilhão em contratos com organismos federais, estaduais e 25 prefeituras gaúchas. Ao mesmo tempo, em que sobrevive com dinheiro público, a maioria delas pode estar lesando o fisco e os empregados, e parcela dessa conta ficam para o contribuinte pagar”, acrescenta o texto.

A reportagem cita algumas empresas já extintas e outras que se mantém no mercado, ligadas a um mesmo grupo familiar e de amigos. Eles fecham umas enquanto abrem outras, para continuar atuando no setor, vencendo licitações e acumulando novas dívidas em tributos, salários e obrigações trabalhistas.

Irmãs Job: portas fechadas

São mencionadas a FA Recursos Humanos, Multiágil Limpeza Portaria e Serviços, Forte Sul Serviços Terceirizados, Alerta Vigilância, Abrasul e as “Irmãs Job”:  Job Recursos Humanos e Job Segurança e Vigilância, que estão com seus escritórios na capital de portas fechadas, ressalta o jornal.

Luiz Paulo Pereira Prates, que controlava a Alerta e a Abrasul, nos anos 1990, já foi condenado seis vezes por apropriação indébita previdenciária.  “Todos os processos encerraram-se há mais de 10 anos e absolutamente todas as penas que foram impostas pela Justiça foram cumpridas. Não tenho mais nada a declarar”, disse Prates ao jornal.

Segundo o jornal, somente a FA, Multiágil e Forte Sul receberam R$ 369 milhões de organismos públicos, mas devem R$ 55,2 milhões à União. As três, assim como outras sete empresas do grupo, estão proibidas de participar de licitações no país por irregularidades no cumprimento de contratos e/ou atividades parcialmente interditadas a pedido do Ministério Público.

“Apesar disso, novas terceirizadas ligadas ao grupo estão surgindo e vencendo concorrências públicas. A tática é oferecer o menor preço para ganhar as licitações, mesmo com pequeno lucro ou o suficiente para bancar as despesas operacionais”, alerta a reportagem.

O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, foi um dos entrevistados pelos repórteres da Zero Hora: “Em geral, quando vai completar um ano de contrato, se aproximando o primeiro período de férias dos empregados ou de pagar o 13º salário, as empresas “esquecem” desses compromissos, embora sigam recebendo o os valores dos contratos”, afirma Dias.

Clique aqui. para ler a íntegra da reportagem na ZH.

Clique aqui para ver a reportagem da RBS TV – 1ª Parte.
Clique aqui para ver a reportagem da RBS TV – 2ª Parte.

Nota do Sindivigilantes do Sul

O Sindivigilantes do Sul cumprimenta os jornalistas José Luis Costa, Jeniffer Gularte e demais participantes da reportagem pelo seu ótimo trabalho, que revela para a sociedade o quanto o poder público, o contribuinte e os trabalhadores da área estão sendo prejudicados por empresas que não deveriam mais estar atuando nesse mercado.

No sindicato, temos feito tudo ao nosso alcance no sentido de alertar e denunciar essa situação às autoridades e órgãos de fiscalização. Esperamos que agora alguma solução definitiva para isso seja encaminhada por quem de direito, uma vez que provas e evidências da gravidade do problema não faltam.

Loreni Dias – Presidente

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