FAMÍLIA DO EX-DIRETOR MARLON COSTA PRECISA DE APOIO

Marlon e a esposa, Miriete

Marlon e a esposa, Miriete



Miriete dos Santos Silva, 45 anos, viúva de Marlon Celso da Costa, ex-diretor do Sindivigilantes do Sul, encontra-se internada em estado grave na CTI do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Ela sofreu um aneurisma cerebral há cerca de uma semana e permanece inconsciente, ainda com risco de vida.

Marlon foi assassinado em maio do ano passado, em um crime que chocou a categoria. Desde então, Miriete vinha recebendo apenas uma pensão de um salário mínimo e cuidava da filha mais nova, Ana, de 9 anos.

As filhas Naiele, 26 anos, e Karoline, 28 anos, visitaram o sindicato na manhã desta quarta-feira, e informaram que há expectativa de estabilização e recuperação da mãe nos próximos dias. Elas tem outro irmão ainda, Nicolas, de 22 anos.

No entanto, a família enfrenta sérias dificuldades financeiras. Além da renda limitada, há gastos diários com deslocamento até o hospital e com materiais de higiene que não são fornecidos pela instituição.

Também haverá despesas extras com os cuidados especiais que Miriete vai necessitar após a alta hospitalar. Diante dessa situação, o sindicato inicia uma campanha de arrecadação de doações em dinheiro para auxiliar a família, que enfrenta mais esta adversidade em tão pouco tempo.

As doações podem ser feitas via Pix (CPF): 04708372094.

Qualquer valor é bem-vindo.

Sobre o caso

Marlon foi diretor do sindicato em duas gestões

Marlon foi diretor do sindicato em duas gestões

Marlon foi morto na Estação Anchieta da Trensurb, em maio do ano passado, por um grupo que o atacou de forma covarde, após sair do trabalho na Ceasa. Dos cinco acusados, quatro já foram presos e um segue foragido. O processo está em fase de audiências e o julgamento deve ocorrer ainda este ano.

Segundo as filhas, Miriete vinha enfrentando um quadro de depressão, agravado pela participação nas audiências do caso, pela preocupação com dívidas e pelos custos com a educação da filha menor. A família acredita que tudo isso contribuiu para o agravamento de sua saúde.

“Estamos reorganizando toda a nossa vida para podermos cuidar da nossa mãe quando ela tiver alta do hospital”, relatou Naiele, emocionada. Ela e a irmã foram recebidas no sindicato pelo diretor Luiz Henrique Aguiar.

Marlon foi um diretor muito atuante, por duas gestões, sempre presente nas lutas da categoria. Sua família, certamente, pode contar com a solidariedade da direção do Sindivigilantes e dos demais colegas.

Todos juntos, por Marlon e sua família.
Marlon, presente!

Foto: Arquivo da família

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