O sindicato e representantes da Prefeitura se reuniram nesta terça-feira (14) para definir os procedimentos para o pagamento direto aos vigilantes que atuavam pela empresa Bankfort no Mercado Público e que estão sem receber salários e verbas rescisórias.
Os atrasos começaram em dezembro/2025, com a suspensão dos pagamentos em janeiro/2026. No fim de março, o contrato com a empresa foi rescindido pela Secretaria Municipal de Administração e Patrimônio, sendo substituída a empresa pela Lince Segurança Patrimonial.
Segundo a Prefeitura, desde janeiro a Bankfort deixou de apresentar a documentação obrigatória, não prestava informações e não respondia às notificações e mensagens. Por isso, as faturas da empresa foram bloqueadas.
Agora, os responsáveis pelo contrato buscam meios de viabilizar o pagamento direto aos trabalhadores com esses créditos.
O tema foi discutido na reunião com o presidente do sindicato, José Airton Trindade, o vice-presidente, Ilson Pereira, e a assessora jurídica, Paula Rossi.
A Prefeitura deverá comunicar formalmente essa situação ao sindicato, que ingressará na Justiça para solicitar o depósito dos valores retidos em conta judicial.
A assessoria jurídica também pedirá a liberação dos recursos e autorização para que o próprio sindicato efetue o pagamento aos vigilantes.
A expectativa é de que os trâmites sejam concluídos até o final do mês, pois há formalidades, prazos e um feriado à frente. Atualmente, 54 vigilantes atuam em 45 postos no Mercado Público.
Pela Prefeitura, participaram da reunião o coordenador do Mercado Público, Gustavo Bitencourt; a gestora do contrato, Semadar Marques; a fiscal de serviço, Josiane Gasperin; e o fiscal de contrato, Édison Boenavides Pereira.
Após a reunião, os representantes do sindicato e da Prefeitura conversaram com vigilantes no MP para explicar a situação.
Eles ficaram animados com a possibilidade de finalmente receber o que têm direito. Todos serão informados assim que houver uma definição neste sentido.











