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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; Vagner Freitas</title>
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		<title>PRESIDENTE DA CUT, VAGNER FREITAS: “A NOSSA LUTA CONTINUA, AGORA É NO SENADO&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jul 2019 19:48:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O governo liberou mais de R$ 2,5 bilhões em emendas parlamentares distribuídas para beneficiar os deputados que votaram à favor da reforma da Previdência.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“A luta agora é no Senado. Vamos pressionar os 81 senadores e senadoras a dizer não a esse texto da reforma da Previdência. Lutaremos até o fim para impedir essa crueldade com as trabalhadoras e os trabalhadores brasileiros”, convocou Vagner Freitas. O presidente da CUT está em Brasília, onde acompanha, com críticas e protestos, a votação da reforma da Previdência.</p>
<p>A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (10), em primeiro turno, o texto principal da proposta da reforma por 379 votos a favor e 131 contra. Eram necessários pelo menos 308 votos (3/5 dos deputados). O texto será agora submetido ao segundo turno de votação.</p>
<p>Bolsonaro usou muito dinheiro dos cofres públicos para garantir os votos favoráveis. Somente em julho e às vésperas da votação, o governo liberou mais de R$ 2,5 bilhões em emendas parlamentares distribuídas para beneficiar os deputados aliados, segundo apuração da ONG Contas abertas e dados oficiais.</p>
<p>O presidente também gastou R$ 40 milhões em propaganda enganosa e maciça veiculada nos horários nobres de rádio e televisão para convencer a população de que essa proposta é necessária para “promover justiça social, ampliar a capacidade de investimento e gerar empregos”. Mentira.</p>
<p>Vagner Freitas lembra que o mesmo ocorreu com a aprovação da reforma trabalhista, em novembro de 2017, quando o governo seguiu igual roteiro de distribuir verbas e mentir que a mudança da CLT levaria ao crescimento econômico e à geração de empregos.</p>
<p>“Falaram, à época, que seriam gerados 2 milhões de empregos. Passados quase dois anos, o que temos são 13 milhões de desempregados, mais de 26 milhões de desalentados e o aumento da informalidade, da precarização do emprego, a redução da renda e o País em crise, estagnado. O mesmo acontecerá com essa reforma da previdência”, afirma Vagner Freitas</p>
<p>Por isso, o presidente da CUT convoca: “Vamos marcar o nome de cada um desses deputados e deputadas que votaram a favor dessa reforma, vamos denunciá-los nas redes sociais, nas bases eleitorais deles como traidores da classe trabalhadora. É nosso dever”.</p>
<p>Vagner também convocou os sindicatos, os movimentos sociais a prosseguir e intensificar a resistência, o enfrentamento e a luta contra a reforma da Previdência. “Nós sabemos o jogo que há por trás de tudo isso, mas ainda não acabou. Tem a votação no Senado. Vamos fazer tudo que tiver de ser feito, até o fim, contra essa reforma”</p>
<p>Ele recordou que a CUT e demais centrais sindicais, com o apoio das Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e movimentos sociais fizeram duas greves gerais, manifestações gigantescas e diversas formas de enfrentamento para barrar a reforma da Previdência.</p>
<p>&#8220;Essas mobilizações conseguiram retirar da proposta itens caros ao governo Bolsonaro, como a capitalização, a aposentadoria dos trabalhadores rurais e de uma série de outros trabalhadores. Foram vitórias da nossa mobilização permanente, das ações e da greve geral. Vamos lutar muito por mais vitórias como essas.”</p>
<p>Fonte: CUT Nacional</p>
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