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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; Sindesp</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>ATENÇÃO CATEGORIA: DIAS AVISA OS PATRÕES QUE NÃO VAI NEGOCIAR NADA NO PRÓXIMO ANO SEM UMA SOLUÇÃO PARA 2020</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 14:00:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É inaceitável uma proposta sem reajuste salarial e a responsabilidade pela falta de acordo é dos patrões, afirma o presidente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os representantes das empresas estão boicotando as negociações e adiando a definição da Convenção Coletiva de Trabalho de 2020. Mas o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, alerta os patrões que o final do ano está se aproximando e logo chegará a data-base da categoria (1º de fevereiro), para definição das cláusulas de  2021.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, avisa Dias, não haverá negociação nenhuma no próximo ano enquanto não se resolver a situação que está pendente: “Não vamos negociar e nem assinar nada de 2021 enquanto não tivermos solucionado </span><span style="font-weight: 400;">o reajuste salarial de 2020”, advertiu.  </span><span style="font-weight: 400;">Com isso, vão se acumular dois anos de reajuste e reposição inflacionária para serem pagos pelas empresas, acrescentou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todo o impasse atual, resulta da teimosia dos dirigentes do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), que não admitem conceder nem mesmo a reposição da inflação (4,30%). Estão se aproveitando da pandemia para tentar impor uma proposta sem nada de aumento para a categoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até agora, fizeram de tudo para impedir a concretização de um acordo. Quando o Sindivigilantes acionou a Justiça do Trabalho, inclusive, os patrões provocaram o fim da mediação armando uma briga ridícula com o Ministério Público por causa do Jovem Aprendiz e outras questões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em função disso, o sindicato encaminhou propostas de acordo coletivo às empresas, para serem negociadas com cada uma delas em separado. Segundo Dias, é um absurdo a proposta patronal de apenas repetir as cláusulas do ano passado sem aumento nenhum dos salários, enquanto o custo de vida disparou, principalmente os preços da alimentação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Aumentou tudo, os preços do arroz, do feijão e de tudo que é essencial dispararam, como é que vamos ficar sem aumento de salário? Isso é inaceitável”, disse Dias. “Os patrões que percam a esperança, essa estratégia de tentar impor um acordo sem reajuste não vai funcionar, não vamos assinar nada nessas condições e a responsabilidade é deles””, completou.  </span></p>
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		<title>PATRÕES MANDAM ULTIMATO AO SINDIVIGILANTES E AMEAÇAM CATEGORIA COM SUSPENSÃO DE PAGAMENTOS</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 14:16:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caso o sindicato não concorde com a convenção coletiva do jeito que eles querem, ameaçam suspender pagamentos de adicionais de risco, de uniforme e alimentação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Depois de terem virado a mesa e inviabilizado a negociação, mesmo com a mediação da Justiça do Trabalho, os patrões, representados pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), mandaram um ultimato ao Sindivigilantes, nesta segunda-feira (27): através DE mensagem, deram 72 horas de prazo para o sindicato assinar a Convenção Coletiva do Trabalho como eles querem, sem reajuste nenhum, nem a reposição da inflação, com a manutenção das cláusulas da convenção passada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ameaçam que as empresas “podem deixar de pagar adicional de uniforme, adicional de risco, adicional de alimentação, etc”, se o sindicato não aceitar suas condições. Alegam que, sem convenção coletiva em 2020, os tomadores de serviços não tem a obrigação de pagar esses adicionais às empresas de vigilância contratadas. E que a pandemia do coronavírus não permite aumento de salários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, só não há convenção por causa da intransigência do próprio Sindesp. Além disso, chama a atenção que um documento com essa importância não veio assinado pelo presidente do Sindesp, Sílvio Pires, e nem por outro diretor, mas sim por uma funcionária da direção. </span></p>
<h2>Má vontade</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">“Desde o início dessa campanha salarial, a patronal demonstrou má- vontade em negociar uma convenção coletiva minimamente aceitável”, disse o presidente do sindicato, Loreni Dias. “O tempo todo quiseram enfiar goela abaixo da categoria uma proposta sem reajuste nenhum, nem a reposição da inflação (4,30%)”, completou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira reunião de negociação, marcada para 21 de janeiro, antes da data-base (1º de fevereiro), o Sindesp cancelou na última hora. Depois, usaram como desculpa a crise e não apresentaram proposta de reajuste. Em seguida, alegaram a pandemia e, por último, armaram uma briga com o Ministério Público e melaram a mediação da Justiça do Trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Não aceitaremos nenhuma imposição e nem ameaças, mas seguimos abertos à negociação, se quiserem voltar a conversar com seriedade”, afirmou Dias. Enquanto isso, o sindicato está aguardando a resposta das empresas à proposta de acordos coletivos em separado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Sindesp-ofício-circular-2020.pdf">Clique aqui</a> para ler o ofício circular da patronal.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Veja abaixo a íntegra da resposta enviada ontem mesmo pelo Sindivigilantes do Sul.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">À diretoria do SINDESP</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">Prezada diretoria do SINDESP, o S</span><span style="font-weight: 400;">indivigilantes do Sul, por seu presidente, tendo em vista email recebido, oriundo de funcionário deste sindicato patronal, ou seja, não de dirigente do sindicato, apresenta as seguintes considerações:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">               </span> <span style="font-weight: 400;">Senhores, quanto à pandemia, é fato incontroverso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">               </span> <span style="font-weight: 400;">Quanto à “drástica” redução do efetivo da segurança privada”, não verificamos, por ora, a presença desta realidade, pois se comparado o efetivo com a pré pandemia, não visualizamos, até pelas informações que nos chegam da categoria, uma drástica redução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">A Convenção Coletiva do Trabalho, cuja data-base precede a pandemia (1º de fevereiro), não foi fechada porque a patronal impôs substituir o reajuste da inflação, de 4,3% e não 3%, conforme erroneamente referido no email, por um abono, o que foi rejeitado pela categoria, em assembleias. Aliás, nenhum sindicato do Rio Grande do Sul fechou convenção com estes termos e, é sabido, são 13 sindicatos profissionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">A alegação de que haverá desemprego não pode sustentar a ausência de reajuste salarial, até porque nos demais estados, a maioria dos sindicatos patronais fechou convenções prevendo aumento salarial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">Também não foi apresentada nenhuma proposta de parte do sindicato patronal de que, sem reajuste, seriam garantidos os postos de trabalho. Ou seja, pode não haver reajuste e, se as empresas, tomadoras dos serviços fecharem, os vigilantes serão despedidos de qualquer forma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">Quanto às audiências de mediação perante o Tribunal Regional do Trabalho, não evoluiu e foram encerradas as negociações, por intransigência do sindicato patronal, à medida que condicionou o fechamento das convenções a duas premissas inaceitáveis: que o MPT aceitasse suas condições e que os sindicatos profissionais concordassem com o aumento zero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">Os sindicatos profissionais, por sua vez, apresentaram proposta de reajuste salarial escalonado e, inclusive, com pagamento de abono pelos primeiros seis meses. Ou seja, foram sensíveis à realidade!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">A ameaça de que “os empregados do segmento, as empresas podem deixar de pagar adicional de uniforme, adicional de risco e adicional de alimentação, etc&#8230;”, há que se dizer que, é sabido que, sendo ilegal a ultratividade dos instrumentos normativos, neste momento, qualquer corte no pagamento de verba que já se incorporou aos contratos de trabalho dos trabalhadores implica em violação legal, em especial, ao art.  468 da CLT</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">Caso as empresas venham a suspender o pagamento das parcelas antes referidas, o farão por conta e risco, como um ato unilateral e, como já dito, atualmente, ilegal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">As propostas do sindicato e de sua categoria estão lançadas nos autos do processo de mediação, as quais continuam presentes, mas sem as condicionantes do sindicato patronal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">Quanto à redução de salários e jornadas, as empresas conhecem a legislação e devem cumpri-la</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">Atenciosamente</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">                </span> <span style="font-weight: 400;">Loreni dos Santos Dias<br />
Presidente</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>DESEMBARGADOR SUSPENDE MEDIAÇÃO DEVIDO ÀS DIVERGÊNCIAS DAS EMPRESAS COM O MINISTÉRIO PÚBLICO</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 18:43:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vice-presidente do TRT-RS disse que não poderia aceitar exigências das empresas ao Ministério Público sobre jovem aprendiz e outras questões.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A mediação da negociação da Convenção Coletiva &#8211; 2020 dos vigilantes na Justiça do Trabalho foi suspensa pelo desembargador Francisco Rossal de Araújo, vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RS), na manhã desta terça-feira. Ele não aceitou a exigência da entidade patronal (Sindesp) de que sejam resolvidas suas divergências com o Ministério Público do Trabalho (MPT), em torno do jovem aprendiz e outras questões, para continuar negociando. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nesses termos não prossigo, vou encerrar a mediação”, anunciou o desembargador, diante das condicionantes apresentadas pelos representantes das empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participaram, por videoconferência, os presidentes do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, do sindicato de São Leopoldo e Região, Moisés Machado, o assessor jurídico Arthur Dias Filho, e também o presidente do sindicato de Pelotas, Marcelo Puccineli Alves e sua assessora jurídica, além das representantes do MPT, procuradoras Beatriz Junqueira Fialho e Mônica Delgado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a entidade patronal (Sindesp), foi representada pelo seu presidente, Sílvio Pires, e o assessor jurídico, Mário Farinon.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desembargador tentou conduzir a discussão para os temas que interessam aos vigilantes, como o reajuste salarial e manutenção dos empregos, já que a reunião passada foi toda consumida pelo debate entre Sindesp e Ministério Público. “Temos que andar para a frente, escolher os temas principais, mas se não der encerramos a mediação”, avisou Francisco Rossal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas não adiantou, os representantes das empresas só quiseram tratar das suas divergências com o MPT, ou seja, as contratações para o jovem aprendiz, pessoas com deficiência, a prorrogação de jornada, os intervalos e a guarda de chaves de bancos públicos por vigilantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Farinon, o Ministério Público abriu processos contra algumas empresas para anular cláusulas sobre esses temas que foram firmadas nas convenções coletivas de trabalho.</span></p>
<p>O assessor jurídico dos sindicatos manifestou-se dizendo que o intervalo de 30 minutos está previsto em lei, mas se for indenizado deve ser pago o valor de uma hora inteira, argumentou. Arthur também disse que o gozo do intervalo não pode ser na primeira ou na última hora da jornada, como tem acontecido em alguns postos de trabalho.</p>
<p><strong>Problema externo</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, o assessor jurídico do Sindesp voltou a questionar o Ministério Público que, segundo ele, estaria interferindo indevidamente nas convenções coletivas negociadas. “O problema é externo”, afirmou Farinon, referindo-se ao MPT. “Com os sindicatos profissionais não há problema, sempre negociamos, mas enquanto o problema externo (MPT) não for resolvido, não fecharemos nenhuma negociação coletiva”, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste momento, o desembargador disse que não poderia aceitar esse tipo de condicionamento sobre o MPT e que estava encerrada a mediação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A atuação do MPT deriva de atribuição constitucional e legal e é seu dever fiscalizar a legalidade das cláusulas derivadas de uma negociação coletiva e, dentro do devido processo legal, quem dará a última palavra sobre tal atuação é o Poder Judiciário”, acrescentou o vice-presidente do TRT-RS, na ata da audiência.</span></p>
<p>Chantagem da entidade patronal</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a procuradora Beatriz, “não é a primeira vez que acontece esse tipo de chantagem” da parte da entidade patronal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O Ministério Público lamenta a atitude do sindicato patronal e causa estranheza que seja o único a agir dessa forma, prejudicando a negociação coletiva devido a ações com relação ao jovem aprendiz. Essa questão é seguidamente tratada no segmento de asseio e transporte e nunca chegou a este estado de ruptura entre categoria econômica e profissional”, afirmou a procuradora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, por enquanto, estão encerradas as negociações com a mediação da Justiça do Trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas os sindicatos profissionais esperam que o Sindesp pense nas consequências, no clima de insatisfação que isso vai gerar entre os vigilantes, e volte atrás: “Na verdade não teve negociação, é lamentável que os empresários tenham tido esse posicionamento, provocando o rompimento de uma negociação na Justiça do Trabalho devido a uma questão que diz respeito a eles e ao Ministério Público, esperamos que repensem e voltem a negociar”, ressaltou o presidente Dias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que na primeira reunião de mediação o Sindesp apresentou como proposta, em vez de reajuste, uma redução salarial de 12 por cento. Nas duas audiências seguintes  não se voltou a tratar disso, pois as discussões ficaram restritas ao impasse da entidade patronal com o Ministério Público. </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>VEJA A ÍNTEGRA DA PROPOSTA INDECENTE DOS PATRÕES</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 13:56:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eles querem reduzir os salários dos vigilantes em 12%, sem nenhuma garantia de manutenção dos empregos, ainda por cima.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Alguém está repassando uma mentira deslavada nos grupos de Whatsapp, numa nota </span><span style="font-weight: 400;">anônima, como se o sindicato tivesse apresentado ou aceito</span><span style="font-weight: 400;"> uma proposta de redução dos salários dos vigilantes, na audiência de mediação da Justiça do Trabalho, terça-feira (09). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem apresentou essa proposta indecente e inaceitável foram os patrões, que são representados pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp). Ainda por cima, sem nenhuma garantia de manutenção dos empregos.</span></p>
<p><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Mediação-Vigilantes-TRT-Sindesp.pdf">Clique aqui</a> para ler a íntegra da proposta patronal entregue na Justiça do Trabalho.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, para uma proposta valer como Convenção Coletiva de Trabalho precisa antes ser aprovada pelas assembleias da categoria, não tem como ser diferente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">V</span>eja abaixo o principal trecho da proposta dos patrões:</p>
<p>&#8220;09. Acreditamos que o momento é de tentar manter o maior número de empregos possíveis e, para tanto, torna-se necessário falarmos em redução salarial.<br />
10. A redução salarial torna-se necessária diante da retração da economia e como tentativa de manutenção de postos de emprego.<br />
11. A redução salarial necessária é de dois aspectos.<br />
12. A primeira é a direta, reduzindo-se o valor da unidade hora em 12%.<br />
13. A segunda é a proporcional, reduzindo-se a carga horária contratada porque as reduções de carga horária permitidas pela MP 936 está com seu prazo de 90 dias se esgotando.<br />
14. Se não houver a possibilidade de redução da carga horária contratada a consequência será o aumento das demissões.”</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto o Sindivigilantes do Sul como o Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo e Região, que também participou da reunião de mediação, já responderam que não há acordo nestas condições. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O presidente Loreni Dias ressaltou que as convenções coletivas que foram assinadas em outros estados preveem a reposição da inflação, pelo menos. </span></p>
<p>A entidade patronal alega dificuldades causadas pela pandemia da Covid-19. No entanto, as empresas já foram muito beneficiadas com as Medidas provisórias 927 e 936, que possibilitam a redução de salários e de jornada, mas mesmo assim continuam demitindo.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os patrões também dizem que não aconteceram novas reuniões de negociação a partir de março.  Porém, quando </span><span style="font-weight: 400;">foram procurados para marcarmos nova negociação, responderam que só aceitariam se reunir outra vez se o sindicato assinasse a proposta do &#8220;prêmio de assiduidade&#8221;, que a categoria já tinha rejeitado nas assembleias. </span></p>
<p>Aliás, o pedido do Sindivigilantes do Sul para o início das negociações foi encaminhado para eles bem cedo, em dezembro, mas só aceitaram começar a negociar após a data-base, em 1º de fevereiro.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, pela intransigência patronal, pedimos a mediação da Justiça do Trabalho. </span><span style="font-weight: 400;">No nosso site, pelo Facebook e Whatsapp, divulgamos  o resultado da reunião de mediação no mesmo dia, informando com todas as letras que não houve acordo. Uma nova audiência ficou marcada para o dia 17 de junho, quarta-feira. </span></p>
<p>Veja a notícia aqui no link: <a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/sindicatos-e-patroes-nao-chegam-a-acordo-na-reuniao-de-mediacao/"><span style="font-weight: 400;">Sindicatos e patrões não chegam a acordo na reunião de mediação</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não acredite em fake news, não se deixe enganar por mentirosos, confira sempre as informações no nosso site, assine a nossa lista de Whatsapp ou telefone para o sindicato para ficar bem informado. </span></p>
<p><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br"><span style="font-weight: 400;">www.sindivigilantesdosul.org.br<br />
</span></a><span style="font-weight: 400;">Telefone: (51) 3224-4545<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Whatsapp: (51) 3225-5070<br />
www.facebook.com/sindicatodosvigilantesrs<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>JUSTIÇA DO TRABALHO MARCA AUDIÊNCIA DE MEDIAÇÃO DO SINDICATO E PATRONAL PARA DIA 09</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 15:31:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Negociação chegou num impasse porque a entidade patronal quer impor a proposta que a categoria já recusou nas assembleias.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Justiça do Trabalho aceitou o pedido do Sindivigilantes do Sul de fazer a mediação da negociação do sindicato com os empresários do setor, representados pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp). A primeira audiência foi marcada para o dia 09 de junho, próxima terça-feira, às 10 horas, por videoconferência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa negociação chegou num impasse, porque a entidade patronal quer forçar o sindicato a assinar uma proposta de Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que já foi recusada pelos vigilantes nas assembleias. A proposta das empresas não prevê índice de reajuste nenhum, nem sequer a reposição da inflação, que chegou a 4,30% (INPC) na data-base, em 1º de fevereiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os empresários querem pagar apenas o “prêmio de assiduidade”, um abono de cerca de 100 reais por mês, para quem tiver no máximo duas faltas ao trabalho no ano, sem repercussão sobre o salário e demais valores da folha de pagamento. O salário-base e as cláusulas remuneratórias, como periculosidade e adicional de uniforme, continuariam todas com os mesmos valores atuais. Para o vale-alimentação, oferecem R$ 21,00. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, desde que a categoria decidiu nas assembleias, por unanimidade, que não aceita essa proposta, não houve mais avanço nenhum, o Sindesp manteve sempre a mesma proposta e não aconteceram mais reuniões de negociação.  </span><span style="font-weight: 400;">Por isso, a assessoria jurídica do sindicato encaminhou um pedido de mediação à Justiça do Trabalho, que agora respondeu e marcou a primeira audiência para a próxima semana.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>ASSEMBLEIA DE PORTO ALEGRE SERÁ TERÇA-FEIRA (10). É HORA DE PARTICIPAR!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 18:50:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assembleia da capital terá duas sessões, nos turnos da manhã e noite, abrindo a nova rodada de assembleias da Campanha Salarial de 2020-2021.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Está confirmada para a próxima terça-feira, dia 10 de março, a assembleia de Porto Alegre, em duas sessões, nos turnos da manhã e noite, abrindo a nova rodada de assembleias da Campanha Salarial de 2020-2021.</p>
<p>Será apresentada pelo Sindivigilantes do Sul, para discussão e votação, a proposta salarial que resultou da negociação com os empresários, representados pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Rio Grande do Sul (Sindesp).</p>
<p>Os vigilantes de Porto Alegre e cidades vizinhas têm duas opções para participar dessa importantíssima assembleia, que será decisiva para a definição da próxim a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que tem a data base em 1º de fevereiro. Veja abaixo.</p>
<p><strong>Assembleia Geral de Porto Alegre:</strong></p>
<p>Horários: Primeira sessão &#8211; 1ª chamada às 08h e 2ª chamada às 08h30, com qualquer quórum. Segunda sessão &#8211; 1ª chamada às 19h30 e 2ª chamada às 20h, com qualquer quórum.</p>
<p>&#8211; Local: Sindicato dos Ferroviários, Rua Voluntários da Pátria, 595, sala 505, Centro, no mesmo prédio e andar da sede do Sindivigilantes do Sul.</p>
<p>Estão sendo negociadas neste ano as cláusulas sociais e econômicas, mas a negociação girou toda, até agora, em torno do reajuste salarial, diante da posição das empresas de não apresentarem um índice de aumento.</p>
<p>Em vez disso, vieram com a proposta de um “prêmio de assiduidade”, uma bonificação em dinheiro que não tem repercussão no salário básico, horas extras, adicional de periculosidade, FGTS e outros itens da remuneração, que continuariam os mesmos.</p>
<p>Inicialmente, eles propuseram R$ 80,00 por mês, para quem tiver até duas faltas no ano, no máximo. Isso será melhor explicado na assembleia, com os novos valores que foram oferecidos nas últimas reuniões.</p>
<p><strong>Assembleias no interior</strong></p>
<p>Para o interior já temos as datas, todas elas em março, mas ainda precisamos confirmar os locais: Charqueadas, dia 11, Camaquã, dia 12, Horizontina, dia 17, São Luiz Gonzaga, dia 18 e Mostardas, dia 23.</p>
<p>Como sempre acontece, nessa gestão, qualquer decisão será tomada pela categoria nas assembleias e a vontade dos vigilantes sempre será respeitada.</p>
<p>Este é o momento mais importante do ano, é hora de cada um assumir a sua responsabilidade e comparecer na sua assembleia, pois as consequências serão para todos e todas.</p>
<p>Vamos dar uma grande demonstração de união e de mobilização da categoria nessa assembleia. Aguardamos vocês, temos que estar juntos nessa luta, porque juntos somos fortes!</p>
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		<title>CAMPANHA SALARIAL: PREPAREM-SE PARA NOVA RODADA DE ASSEMBLEIAS</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 19:03:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na última reunião de negociação, terça-feira (03), os donos das empresas reafirmaram que não vão apresentar um índice de reajuste, mas um prêmio de assiduidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A agenda completa da nova rodada de assembleias que o Sindivigilantes do Sul vai realizar, em breve, na capital e no interior, será divulgada assim que forem confirmados os locais onde elas vão acontecer. Estará em discussão a proposta a que se chegou na negociação com a entidade patronal (Sindesp) para a Convenção Coletiva de Trabalho 2020-2021.</p>
<p>Na reunião que aconteceu nesta terça-feira (03) os donos das empresas reafirmaram que não vão apresentar um índice de reajuste salarial, nem mesmo a inflação, que ficou em 4,30 % pelo INPC na data-base da categoria (1º de fevereiro).</p>
<p>Em vez disso, eles mantiveram como proposta uma espécie de bônus, que estão chamando de “prêmio assiduidade”, no lugar do percentual.</p>
<p>Inicialmente, ofereceram R$ 80,00, mas um valor maior está em discussão e será apresentado nas assembleias. Para o Vale Alimentação a proposta é de R$ 21,00.</p>
<p>Prêmio assiduidade</p>
<p>Esse “prêmio assiduidade” seria recebido pelos vigilantes que tiverem, no máximo, duas faltas ao serviço no decorrer do ano. Quando ultrapassar esse limite o vigilante perderia a bonificação daquele mês.</p>
<p>O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, considera a situação muito preocupante, pois esta forma de pagar o aumento muda completamente a lógica das negociações até hoje. “Sempre houve um percentual sobre os salários e demais itens remuneratórios, pelo menos o índice da inflação”, lembrou.</p>
<p>Dias afirma que uma decisão tão importante exige um grande comparecimento da categoria nas assembleias, para dizer se aceita proposta a nestas condições. “Contamos com uma grande presença dos vigilantes, essas assembleias vão ser decisivas”, concluiu Dias.</p>
<p>Quem quiser saber mais detalhes, compareça na assembleia!</p>
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		<title>TRT CANCELA AUDIÊNCIA DOS SINDICATOS E PATRONAL</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/trt-cancela-audiencia-dos-sindicatos-e-patronal/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2018 20:08:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esta seria a terceira audiência, por solicitação dos sindicatos, na busca de um entendimento em torno da CCT 2018-2019]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A audiência de mediação que deveria acontecer amanhã, sexta-feira (25), no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), reunindo os sindicatos dos vigilantes que fazem a campanha salarial unificada e representantes da entidade patronal (Sindesp), foi cancelada pelo tribunal e será remarcada para outra data, a ser confirmada.</p>
<p>O motivo, segundo informaram ao presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, são os tr<span class="text_exposed_show">anstornos e atrasos causados pela greve dos caminhoneiros. Esta seria a terceira audiência, por solicitação dos sindicatos, na busca de um entendimento em torno da Convenção Coletiva de Trabalho 2018-2019, que está em discussão.</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Está coordenando as reuniões o vice-presidente do TRT4, desembargador Ricardo Carvalho Fraga, com a presença da procuradora do Ministério Público do Trabalho Beatriz de Holleben Junqueira Fialho. Na audiência, a ser confirmada, serão apresentados os resultados das últimas assembleias dos vigilantes.</p>
<p>Tão logo haja uma nova data, informaremos.</p>
<p><strong>Última assembleia à noite</strong></p>
<p>Nas assembleias realizadas até esta quinta-feira (24), a categoria aprovou a última proposta, mas com várias ressalvas, ou seja, pontos que precisam ser revistos e melhorados. O índice de aumento oferecido continua o mesmo desde o início, 2,81% para os salários e Vale Alimentação, que vai a R$ 19,23.</p>
<p>Ainda resta uma assembleia para ser realizada pelo Sindivigilantes do Sul, nesta noite (24), em Camaquã. Ela acontece no Sindicato do Comércio, à rua Cristóvão Gomes de Andrades 791, Centro, a partir de 19h ou 19h30, em segunda chamada.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>AUDIÊNCIA DOS SINDICATOS E PATRÕES NO TRT FOI ADIADA PARA SEGUNDA-FEIRA (14)</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/audiencia-dos-sindicatos-e-patroes-no-trt-foi-adiada-para-segunda-feira-14/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2018 19:57:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Audiências estão acontecendo por solicitação dos sindicatos dos vigilantes, diante do impasse na negociação com as empresas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A audiência de mediação que foi solicitada ao Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT) pelo Sindivigilantes do Sul e outros sindicatos, marcada inicialmente para quinta-feira (10), foi adiada para o dia 14, segunda-feira, às 09 horas.</p>
<p>Estarão presentes os representantes dos sindicatos da categoria que ainda não assinaram a convenção coletiva deste ano e a entidade patronal (Sindesp).</p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Estas reuniões, com a participação também do Ministério Público do Trabalho, estão acontecendo por solicitação dos sindicatos dos vigilantes, diante do impasse na negociação com as empresas.</p>
<p><strong>Nenhuma proposta nova</strong></p>
<p>Uma audiência já aconteceu, dia 26 de abril, mas o Sindesp não apresentou no tribunal NENHUMA PROPOSTA NOVA, não houve avanço algum, em relação à proposta que as empresas já ofereceram aos sindicatos nas reuniões anteriores. Ela contém inúmeros prejuízos aos trabalhadores, que a categoria já considerou inaceitáveis em assembleias na capital e interior.</p>
<p>Além disso, a entidade patronal foi intimada pelo desembargador Ricardo Carvalho Fraga, que presidiu a sessão, a se manifestar no prazo de dez dias (já encerrado) a respeito das mensalidades e convênios dos vigilantes, que estão sendo descontados dos salários mas não estão sendo repassados pelas empresas.</p>
<p>Até agora, os patrões foram intransigentes e mantiveram a mesma proposta das últimas reuniões: 2,81% de reajuste dos salários e vale-alimentação, que iria para R$ 19,23, e nenhum avanço em outras cláusulas, como a questão dos intervalos.</p>
<p>Veja aí alguns exemplos de prejuízos da categoria contidos na proposta patronal que estão provocando o impasse nas negociações.</p>
<p>1- A vigência da Convenção Coletiva será somente após o registro no Ministério do Trabalho, ou seja, os valores não serão pagos retroativos à data-base (1º de fevereiro).</p>
<p>2- Intervalo reduzido para 30 minutos, com a possibilidade de que seja fracionado em duas vezes.</p>
<p>3- Início do intervalo uma hora após o início da jornada ou antes do final da mesma.</p>
<p>4- O vigilante bancário e da escala 12×36 terão que trabalhar no fim de semana para complementar jornada.</p>
<p>5- As férias poderão iniciar em dia de feriado ou domingo.</p>
<p>6- Poderá ser adotada toda e qualquer escala de trabalho, à livre escolha do patrão</p>
<p>7- Se for assinada essa convenção, daqui para frente, não vale mais a lei, a jurisprudência, as decisões judiciais que já foram tomadas, mas só o que estiver na convenção DELES!</p>
<p>ALÉM DISSO, PELA REFORMA TRABALHISTA:</p>
<p>1- O pagamento de adicional noturno, na 12×36, será computado das 22 horas até as 5 horas, após isso é considerado horário normal para fins de pagamento.</p>
<p>2- Termina o pagamento em dobro do feriado trabalhado para a escala 12×36.</p>
<p>Foto: Prédio TRT da 4ª Região, em Porto Alegre (TRT4/Divulgação)</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Patrões fazem ameaças aos sindicatos e à categoria: “Se querem guerra, vão ter guerra”, afirma Dias</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/patroes-fazem-ameacas-aos-sindicatos-e-a-categoria-se-querem-guerra-vao-ter-guerra-afirma-dias/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2018 19:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[campanha salarial]]></category>
		<category><![CDATA[reforma trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Sindesp]]></category>
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		<category><![CDATA[Sindivigilantes do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[vigilantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Disseram que não vão repassar as mensalidades dos sindicatos e não vão pagar o reajuste dos vigilantes retroativo à data-base]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na reunião de ontem (13), os patrões mostraram as garras e lançaram ameaças contra o Sindivigilantes do Sul e os sindicatos parceiros, de São Leopoldo, Lajeado e Pelotas, por não terem assinado ainda a convenção coletiva de trabalho (CCT). Eles estão propondo 2,81% de reajuste e R$ 19,23 o VA, além de várias cláusulas novas, relacionadas com a reforma trabalhista, que já foram rejeitadas nas assembleias da categoria.</p>
<p>Para tentar forçar os sindicatos a aceitarem sua proposta, os donos das empresas ameaçaram não repassar mais a mensalidade dos associados, que com o fim da contribuição assistencial e sindical é a única fonte de receita das entidades sindicais.</p>
<p>Além disso, disseram que não vão mais pagar o reajuste dos salários e outros benefícios retroativos à data-base, dia 1º de fevereiro, como sempre aconteceu. Com isso, querem intimidar também a categoria com a ameaça de perdas no bolso.</p>
<p>O presidente da entidade patronal (Sindesp), Sílvio Renato Medeiros Pires, foi muito claro na mesa de negociação: não vão abrir mão das vantagens que as empresas ganharam com a reforma trabalhista, ou seja, querem que os vigilantes se conformem e aceitem os prejuízos da proposta deles.</p>
<p>“A patronal está querendo uma guerra, então, vão ter guerra”, afirmou o presidente Loreni Dias. “Não vão nos intimidar e vamos denunciar estas ameaças contra o sindicato e a categoria em todos os órgãos competentes e para todos os meios de comunicação, rádio, jornal e TV”, acrescentou.</p>
<p>Dias explicou que sem repasse das mensalidades todos os benefícios que a categoria ainda tem, como os convênios e as cestas-básicas, terão que ser cortados. E solicitou que os associados cobrem das empresas a sua obrigação de repassar as mensalidades ao sindicato.</p>
<p>NÃO ACEITAMOS AMEAÇAS E NEM PROPOSTA INDECENTE DE PATRÃO. SE QUEREM GUERRA, VÃO TER GUERRA!</p>
]]></content:encoded>
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