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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; seminário</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>Paim anuncia projetos contra a reforma trabalhista e diz que mudança da Previdência não passa no Congresso</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Aug 2017 15:51:55 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
		<category><![CDATA[senador Paulo Paim]]></category>
		<category><![CDATA[Sindivigilantes do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Senador gaúcho foi um dos palestrantes no seminário sobre as reformas promovido pelo sindicato, sábado, em Porto Alegre]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3473" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Paim-foto-coletiva.jpg"><img class="size-medium wp-image-3473" src="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Paim-foto-coletiva-300x169.jpg" alt="Senador Paim, com vigilantes, palestrantes e dirigentes de outras categorias" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Senador Paim, com vigilantes, palestrantes e dirigentes de outras categorias que participaram do evento</p></div>
<p>Na tarde de sábado, que é um dia de descanso para muitos, cerca de cem trabalhadores e trabalhadoras, entre vigilantes e representantes de outras categorias, compareceram no seminário sobre reforma trabalhista e da Previdência promovido pelo Sindivigilantes do Sul. Como palestrante, o senador Paulo Paim (PT) anunciou que vai apresentar 30 projetos suprimindo os principais artigos da Lei 13.467 que atacam os direitos dos trabalhadores: “O primeiro vai dizer que revoga-se na íntegra a dita reforma do Temer, vamos derrubar essa isso aí”  avisou.</p>
<p>Para o senador, não se trata de uma reforma, mas de um estatuto do empregador contra o trabalhador, uma vez que foi toda ela elaborada pelos advogados da Febraban (Federação dos Bancos), Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) e CNI (Confederação Nacional das Indústrias). Não foi aceita pelo Congresso uma única emenda dos trabalhadores, criticou: “Esse projeto (a reforma) é uma bomba contra os trabalhadores”.</p>
<p>Quanto à mudança na Previdência Social, que está para ser votada em Brasília, Paim disse que não se trata de uma simples reforma, na verdade “acaba com a Previdência e entrega tudo na mão dos banqueiros”, para obrigar as pessoas a aderirem aos fundos de pensão privada, como aconteceu no Chile, na Argentina e nos Estados Unidos: “O fundo depois quebra e as pessoas ficam sem nada”, alertou.</p>
<p>Porém, ao contrário da reforma trabalhista que foi aprovada com folga, ele não acredita que o projeto da Previdência passe no Congresso: “ “Por ser uma emenda constitucional a situação é bem diferente, na Câmara serão necessários 309 votos e 49 no Senado e esses números o Temer não tem, se tivesse já teriam colocado em votação”, garantiu.</p>
<p>Também ressaltou que a mudança na configuração do Congresso, que hoje é muito mais favorável aos empresários, está nas mãos dos eleitores em 2018, através do voto: “Não posso contar com 80% daquele Congresso que está lá, mas sei que posso contar com o povo brasileiro”, finalizou.</p>
<p><strong>Hipocrisia do governo</strong></p>
<p>O presidente da CUT estadual, Claudir Nespolo, disse que o governo implementou a reforma trabalhista em cima de uma grande hipocrisia, alegando a geração de empregos quando, na verdade, há dois anos o Brasil estava no pleno emprego e as empresas pediam gente para contratar: “O que gera emprego é estabilidade econômica, taxa de juro baixa e crédito, que permitem aos empresários planejarem o seu negócio, não precisa fazer a reforma trabalhista”, afirmou.</p>
<p>Já o presidente da Confederação dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, reforçou que a situação é muito grave, pois os sindicato não vão mais homologar rescisões e os patrões vão chamar os vigilantes e demais trabalhadores para negociar individualmente a jornada intermitente, entre outras coisas.</p>
<p>“Nós estamos diante de um roubo, a reforma trabalhista é roubo de direitos. Mas não gosto de espalhar pessimism, tenho esperança porque nesse cenário de desemprego dos trabalhadores, de medo, fizemos 15 dias de greve na Bahia”, ressaltou Boaventura.</p>
<p>Segundo ele, muitos sindicatos já estão substituindo festas e comemorações por atividades preparatórias de mobilizações e greves: “O momento é de resistir, é de combater o roubo de direitos, e nós os vigilantes do Brasil vamos travar o bom combate”, completou.</p>
<p><strong>Alternativas jurídicas</strong></p>
<p>Outro painelista foi o advogado Arthur Dias Filho, do departamento jurídico do Sindivigilantes do Sul, destacando que “essa reforma não ataca apenas a CLT, ataca também um conjunto de súmulas do Judiciário que vinham beneficiando os trabalhadores”. Citou como exemplo a súmula 444, relativa à jornada 12 x 36, que não precisa mais de convenção coletiva, basta acordo individual com os patrões, mas não vai mais pagar os feriados e a hora noturna à partir das cinco horas da madrugada.</p>
<p>Ele relatou que participou de um encontro de dois dias em São Paulo com 80 advogados trabalhistas do setor da indústria, onde discutiram alternativa jurídicas para combater “essa grosseira e infame reforma”. “Não é o momento de nós sermos pessimistas, mesmo que muitos não tenham entendido ainda o tamanho do golpe, então, precisamos nos unir e combater essa reforma com unidade, atitude e inteligência”, aconselhou.</p>
<p><strong>Ótimos palestrantes</strong></p>
<p>Também participaram do seminário, como painelistas, o deputado estadual Adão Villaverde, e a economista do Dieese Anelise Manganelli.  “O seminário foi ótimo, de acordo com a grandeza da discussão, com ótimos palestrantes”, avaliou o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias. “Queremos agradecer a todos que vieram e também a presença dos representantes de outros sindicatos, como o Sindicato dos Vigilantes de Santa Cruz, de Alegrete, São Leopoldo, e os dirigente dos metalúrgicos, jornalistas, agentes penitenciários, entre outros que compareceram, m as esperávamos uma presença mais massiva da categoria”, acrescentou.</p>
<p>Apesar de todas as informações que o sindicato tem repassado diariamente aos vigilantes, muitos ainda não entenderam a gravidade da situação, lamentou Dias. Para ele, “a categoria vai tomar consciência do quanto foi prejudicada pela reforma quando ela entrar em vigor, dia 11 de novembro, e as empresas começarem a se aproveitar das mudanças na lei para explorar ainda mais os trabalhadores. As empresas do ramo terceirizado, como do setor da vigilância privada, inclusive, já começaram a modificar as cargas horárias”, concluiu.</p>
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		<title>O que você ganha ou perde com a reforma trabalhista e da previdência?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 17:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[previdência]]></category>
		<category><![CDATA[reforma trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[Sindivigilantes do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Seminário do Sindivigilantes do Sul acontece neste sábado na Paróquia da Pompeia, na Rua Barros Cassal, 220, a partir das 14 horas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3467" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Capa_carteira_de_trabalho1.jpg"><img class="size-medium wp-image-3467" src="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Capa_carteira_de_trabalho1-300x200.jpg" alt="Mais de cem artigos da CLT foram alterados" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Mais de cem artigos da CLT foram alterados</p></div>
<p>É amanhã, sábado (26), à tarde, o seminário promovido pelo sindicato que vai apresentar à categoria as mudanças provocadas pela reforma trabalhista, que entra em vigor em novembro, e a perspectiva para as aposentadorias com a reforma da previdência, que está para ser votada.</p>
<p>O seminário acontece na Paróquia da Pompeia, na Rua Barros Cassal, 220, no centro de Porto Alegre, a partir das 14 horas. É a oportunidade para todos e todas saberem o que ganham e, principalmente, o que perdem com as alterações em mais de cem artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p>Serão duas rodadas de intervenções: a mesa de abertura e uma mesa com especialistas no tema, entre eles o senador Paulo Paim, que acompanha bem de perto todas essas discussões em Brasília e pode antecipar algumas coisas do que ainda está por vir.</p>
<p>Veja a programação completa:</p>
<p><strong>Seminário Sobre os Impactos da Reforma Trabalhista e da Previdência</strong></p>
<p>Dia: 26 de agosto<br />
Local: Igreja Pompeia – Rua Barros Cassal, 220 – Porto Alegre<br />
Horário: 14h às 18h</p>
<p><strong>Abertura: 14h </strong></p>
<p>&#8211; Loreni Dias – Presidente do Sindivigilantes do Sul</p>
<p>&#8211; Adão Villaverde – Deputado Estadual</p>
<p>&#8211; Claudir Nespolo – Presidente da CUT (RS)</p>
<p>&#8211; José Boaventura – Presidente da CNTV</p>
<p><strong>Painel: 15h &#8211; Reformas Trabalhista e da Previdência</strong></p>
<p>&#8211; Paulo Paim – Senador</p>
<p>&#8211; Graça Costa – Secretária de Relações do Trabalho &#8211; CUT Nacional</p>
<p>&#8211; Arthur Dias Filho – Depto. Jurídico – Sindivigilantes do Sul</p>
<p>&#8211; Anelise Manganelli – Economista – Dieese (RS)</p>
<p><strong>Encerramento: 18h</strong></p>
<p><em>“A reforma trabalhista é cruel&#8230; Com essa reforma, o trabalhador fica totalmente desprotegido e somente quem ganha é o empregador”. &#8211;</em>  <strong>Senador Paulo Paim</strong></p>
<p><em>“</em><em>É uma reforma feita sob medida para empresários gananciosos, que desrespeitam as leis e querem se livrar de ações trabalhistas</em><em>”</em><em>.<br />
</em><strong>Claudir Nespolo – presidente da CUT/RS</strong></p>
<p><em>“Como vínhamos avisando, estava a caminho uma verdadeira tempestade contra os direitos dos trabalhadores”.<br />
</em><strong>Arthur Dias Filho, advogado e assessor jurídico do sindicato</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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