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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; Rudder</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>SINDICATO EXIGE MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO PARA VIGILANTES DA GPS (RUDDER) NO BARRA SHOPPING</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 15:11:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vigilantes não têm assentos para descanso e são obrigados (as) a ficar 11 horas em pé. Supervisor se recusou a resolver o problema, enquanto no Pontal Shopping a situação é bem diferente. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindivigilantes do Sul recebeu denúncias anônimas muito sérias sobre irregularidades nas condições de trabalho, desrespeito e intimidação contra os vigilantes da GPS (Rudder) que trabalham no Barra Shopping.</p>
<p>O que mais incomoda os trabalhadores e trabalhadoras é a falta de <a href="https://www.ergotriade.com.br/single-post/2016/07/29/como-utilizar-corretamente-o-banco-semisentado">assentos para descanso</a>, sendo obrigados a fazer toda a jornada e 11 horas em pé.</p>
<p>“Não aguento mais isso,” foi uma das afirmações que o sindicato recebeu nas denúncias, de vigilantes submetidos a essa condição de trabalho que chega a ser desumana. Ninguém, nenhum dos vigilantes, tem o banco para aliviar um pouco o cansaço, que com o tempo vira dores nas pernas e na coluna.</p>
<p>A diretora Cristiloren Luz e o diretor Sílvio Ravanel Júnior foram ao shopping para tentar resolver esta situação com o supervisor de segurança, Alexandre (não foi informado o sobrenome), mas a resposta foi a pior possível.</p>
<p>Segundo a diretora, o supervisor simplesmente descartou qualquer possibilidade de implementação dos bancos para descanso no shopping, dizendo que o equipamento não é obrigatório: “Aqui não vai ter banco”, disse ele, equivocadamente, aos diretores.</p>
<p>Já os vigilantes, estavam intimidados, com medo de represálias, e quando eram indagados sobre a situação mal respondiam e se afastavam dos representantes do sindicato. No entanto, anonimamente os relatos são dramáticos, com alguns inclusive dispostos a pedir demissão se isto não for solucionado logo.</p>
<p><strong>Assessoria jurídica tomará providências</strong></p>
<p>Neste sentido, o assunto já foi encaminhado para a assessoria jurídica do sindicato, que tomará as providências necessárias a fim de que seja cumprida a legislação e garantidas as condições de trabalho dignas e seguras para esses vigilantes, que estão tendo a sua saúde física e emocional prejudicada.</p>
<p>A convenção coletiva de trabalho vigente (2023/2024) garante o direito dos trabalhadores (as) aos assentos para descanso no local de trabalho, conforme a cláusula 77ª (septuagésima sétima):</p>
<p>&#8220;As empresas ficam obrigadas a providenciar a colocação de assentos adequados para serem utilizados durante os intervalos para repouso e alimentação, mantida a proporção da NR 17, da Portaria MTE Nº 3.214/78&#8243;, diz a CCT.</p>
<p><strong>Pontal Shopping</strong></p>
<p>A diretora Cristiloren e o diretor Sílvio Jr. também foram ao Pontal Shopping e lá encontraram uma situação muito diferente, tudo em conformidade com a legislação, embora o contrato seja da mesma empresa, a GPS (Rudder).</p>
<p>O sindicato havia notificado o Pontal Shopping, inaugurado há dois meses, pois ali havia problemas também, mas rapidamente tudo foi resolvido e o supervisor de segurança, Jorge Henrique Pizzuti, fez questão de mostrar que todos os vigilantes já têm assentos individuais de descanso.</p>
<p>Além disso, segundo a diretora Cristilorem, há um bom refeitório para os vigilantes, assim como banheiro masculino e feminino , local de troca de uniforme e sala de descanso par todos.</p>
<p>“Há uma diferença muito grande de tratamento e respeito com os trabalhadores no Pontal Shopping, bem diferente do que vimos no Barra Shopping”, afirmou a diretora.</p>
<p>Como a direção da GPS (Rudder) no Rio Grande do Sul explica isso? Sem esquecer que o contratante do serviço, o Barra Shopping, tem responsabilidade pelo bem estar dos seus contratados também deverá responder por esta situação.</p>
<p>Veja vídeo sobre o tema <a href="https://www.tiktok.com/@cynthiahossadv/video/7205365183366106374?is_from_webapp=1&amp;sender_device=pc">clicando aqui no link.</a></p>
<p><a href="https://www.ergotriade.com.br/single-post/2016/07/29/como-utilizar-corretamente-o-banco-semisentado">Foto apenas ilustrativa / Ergotríade</a></p>
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		<title>JUSTIÇA DECIDE QUE EPAVI E SELTEC DEVEM  REGULARIZAR PAGAMENTOS AO SINDICATO</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2020 15:57:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[MD e Rudder também estão obrigadas por decisões judiciais a colocar em dia repasses devidos ao Sindivigilantes do Sul.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Duas decisões da Justiça do Trabalho, publicadas nesta quinta-feira (08), obrigam a Epavi Segurança Ltda. e a Seltec Vigilância Especializada a regularizar, imediatamente, os repasses ao Sindivigilantes do Sul dos pagamentos das mensalidades e convênios dos sócios (no caso da Epavi) e dos convênios (no caso da Seltec).</p>
<p>Essas e outras empresas cortaram desde agosto os repasses de todos os pagamentos ou parte deles, numa retaliação porque o Sindivigilantes não aceitou assinar a convenção coletiva de 2020 sem reajuste dos salários. Essa, aliás, é uma decisão das assembleias gerais da categoria realizadas antes da pandemia.</p>
<p>Os empresários alegam que não podem continuar efetuando os descontos em folha e os repasses sem a convenção coletiva. Porém, a assessoria jurídica do sindicato &#8211; Young, Dias, Lauxen &amp; Lima &#8211; ingressou com ações judiciais e comprovou que os descontos são autorizados pelos vigilantes e que as empresas fizeram os repasses até agosto, mesmo sem a convenção.</p>
<p>Quanto à Epavi, a assessoria jurídica encaminhou mandado de segurança recorrendo da decisão da 2ª Vara do Trabalho que indeferiu os pedidos do sindicato. O recurso foi acolhido pelo desembargador Marcos Fagundes Salomão, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RS), que deferiu uma liminar ordenando à empresa efetivar os descontos em folha das mensalidades sociais e dos convênios autorizados pelos vigilantes.</p>
<p>Da mesma forma, a juíza substituta da 9ª Vara do Trabalho, Bárbara Fagundes, apontou que bastam a autorização da assembleia geral da categoria assim como autorizações individuais para a Seltec fazer o desconto em folha dos convênios. Ela deferiu a liminar para que a empresa encaminhe os pagamentos ao sindicato até o dia 10 de cada mês.</p>
<p>A Justiça do Trabalho também determinou o repasse imediato dos pagamentos devidos ao sindicato pela MD (convênios e mensalidades) e Rudder (mensalidades). “Está cada vez mais evidente que foram totalmente ilegais e descabidas essas atitudes das empresas contra a entidade representativa dos vigilantes”, afirmou o presidente do sindicato, Loreni Dias.</p>
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		<title>EMPRESAS SUSPENDEM REPASSES COMO RETALIAÇÃO CONTRA O SINDICATO</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 19:35:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[MD e Rudder suspenderam os repasses do mês das mensalidades de sócios, das cotas e convênios, em represália porque o sindicato não aceita a proposta patronal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A MD e a Rudder, sem avisar nada, suspenderam os repasses do mês ao Sindivigilantes das mensalidades de sócios, das cotas e convênios. É uma retaliação dos patrões porque o sindicato não aceita a convenção coletiva de trabalho como eles querem, sem reajuste nenhum., nem mesmo a reposição da inflação (4,30%). Até agora, confirmou-se que apenas essas duas não fizeram a transferência dos valores à entidade,  mas está sendo verificado se outras empresas adotaram a mesma atitude.</p>
<p>“Se os patrões pensam que com essa represália vão nos intimidar e forçar o sindicato a ceder estão muito enganados, não vamos nos dobrar por uma proposta inaceitável, que a categoria inclusive recusou nas assembleias”, disse o presidente Loreni Dias. &#8220;Com isso eles só vão conseguir provocar mais indignação na categoria contra as empresas&#8221;, completou.</p>
<p>A assessoria jurídica do sindicato já foi acionada para tomar medidas legais contra a truculência da MD e Rudder. Os maiores prejudicados, na verdade, são os trabalhadores das empresas, que ficam sem poder usar o cartão e os convênios do sindicato que muitos precisam. Alguns são até essenciais,  como as cestas básicas, o vale-gás, os convênios com clínicas médicas e o cartão de crédito.</p>
<p>Tudo isso só está acontecendo porque os empresários estão intransigentes. Desde a primeira reunião de negociação, em janeiro (antes da data-base, 1º de fevereiro, e antes da pandemia), o sindicato patronal (Sindesp) vem tentando impor na marra essa proposta que não repõe nem a inflação. Na mediação na Justiça do Trabalho, que foi encerrada sem acordo, tiveram até o peito de propor uma redução de 12% dos salários.</p>
<p>Os patrões dizem que não oferecem reajuste para evitar demissões, mas também NÃO DÃO NENHUMA GARANTIA DE MANUTENÇÃO DOS EMPREGOS, &#8220;Vão demitir do mesmo jeito, se não tivessem essa intenção pelo menos dariam alguma garantia dos empregos”, disse Dias. A direção do sindicato está analisando a situação, vendo alternativas, enquanto a assessoria jurídica encaminha suas providências.</p>
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		<title>FISCALIZAÇÃO DO SINDICATO ENCONTRA DIVERSAS IRREGULARIDADES EM POSTOS DE CAMAQUÃ</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 14:51:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Seguindo denúncias anônimas, foram confirmados problemas na IFSUL, Santander, Camil, Corsan e Banrisul.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em visita a Camaquã, atendendo a denúncias anônimas, a fiscalização do Sindivigilantes do Sul confirmou diversas irregularidades, nesta quarta-feira. O presidente, Loreni Dias, e a diretora Elisa Araújo encontraram problemas principalmente na empresa MW Segurança, que atende o posto do <a href="http://www.ifsul.edu.br/">Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense</a> (IFSUL).</p>
<p>A empresa está descontando no contracheque dos trabalhadores, irregularmente, um valor correspondente ao pagamento de um “seguro mensal”, que é uma obrigação da própria empresa. Além disso, não estão pagando a troca de uniforme e nem o intervalo de uma hora, os vigilantes estão recebendo apenas 30 minutos, sendo que trabalham sozinhos, sem rendição, e fazem suas refeições no próprio posto.</p>
<p>Também está fazendo um desconto indevido sobre o contrato de 220 horas, alegando que a escala 12 x 36 não completa a carga horária mensal prevista. No entanto, o contrato de trabalho prevê o pagamento integral das 220 horas.</p>
<p>Por fim, o presidente e a diretora tomaram conhecimento que a MW estaria pressionando seus trabalhadores para que não se associem no sindicato. Inclusive, há uma publicação antissindical na página da empresa no Faceook.</p>
<p>Como a MW já foi notificada diversas vezes, por denúncias parecidas, estas questões serão todas encaminhadas à Assessoria Jurídica, para análise e providências junto à Justiça do Trabalho. “Já estamos atuando para corrigir essas irregularidades, eles são reincidentes, por isso vão receber uma atenção especial da nossa Assessoria Jurídica”.</p>
<p>Outras irregularidades</p>
<p>Camil &#8211; Na Camil Alimentos, também em Camaquã, posto da Rudder, trabalha um vigilante por turno, realizando tarefas além das suas funções, como controlar a entrada e saída de caminhões e conferir planilhas.</p>
<p>Os trabalhadores ainda cumprem várias escalas, como 5 x 1 das 06h às 13h e das 15h às 19h, 4 x 2 das 13 às 15 e das 17h até meia-noite e 6 x 1 da meia-noite às seis da manhã.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Dias-e-Elisa_Santander_site.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5592" src="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Dias-e-Elisa_Santander_site-300x225.jpg" alt="Dias e Elisa_Santander_site" width="300" height="225" /><br />
</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Santander – No Santander, atendido pela Epavi, trabalham apenas dois vigilantes que são obrigados a fazer almoço às 09h ou após 16h. O presidente Dias teve uma forte discussão com o gerente da agência, que não vê problema nenhum nisso, embora a convenção coletiva de trabalho estipule claramente o intervalo de almoço entre 10h e 15h.</p>
<p>Sem contar que, como são apenas dois vigilantes, nenhum pode se afastar do posto sequer para ir ao banheiro, já que a legislação determina um mínimo de dois presentes nas agências o tempo todo.</p>
<p>Corsan – Neste posto da Seltec os vigilantes não têm guaritas, ficam ao relento.</p>
<p>Banrisul – Os vigilantes da Mobra no banco ainda não receberam o retroativo, valores que ficaram para trás, da convenção coletiva, que tem data-base em 1º de fevereiro.</p>
<p>Com exceção da MW, que terá sua situação encaminhada diretamente para a Assessoria Jurídica, nos demais casos o sindicato vai fazer contato com a direção das empresas, buscando resolver os problemas mais rapidamente. Se isso não for possível, outras providências serão tomadas, disse o presidente.</p>
<p>Foto: Presidente Dias e Elisa no IFSUL</p>
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