<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; rescisão contratual</title>
	<atom:link href="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/tag/rescisao-contratual/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br</link>
	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 20:26:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.34</generator>
	<item>
		<title>Empresários comemoram: não tem mais quem fiscalize os cálculos na hora da rescisão</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/empresarios-comemoram-nao-tem-mais-quem-fiscalize-os-calculos-na-hora-da-rescisao/</link>
		<comments>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/empresarios-comemoram-nao-tem-mais-quem-fiscalize-os-calculos-na-hora-da-rescisao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2018 17:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[reforma trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[rescisão contratual]]></category>
		<category><![CDATA[rescisões]]></category>
		<category><![CDATA[Sindivigilantes]]></category>
		<category><![CDATA[Sindivigilantes do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[vigilantes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sindivigilantesdosul.org.br/?p=4216</guid>
		<description><![CDATA[Reforma trabalhista acabou com a obrigatoriedade da homologação das rescisões no sindicato ou Ministério do Trabalho]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O fim da obrigatoriedade de rescisões de contrato e homologação de  demissões de trabalhadores e trabalhadoras com carteira assinada serem feitos nos  sindicatos das categorias ou no Ministério do Trabalho e Emprego é mais uma das perversidades da nova legislação Trabalhista, em vigor desde 11 de novembro.</p>
<p>Conforme apurado pelo Portal CUT, nos três primeiros meses de vigência da Lei 13.467/2017, a classe patronal buscou rapidamente soluções nada convencionais para encerrar as relações trabalhistas. A mais recorrente até agora é realizar a homologação em cartórios que oferecem o serviço por meio de escrituras públicas e que podem ser emitidas via correio eletrônico, sem a necessidade da presença física do trabalhador. </p>
<p>Também já existem multinacionais contratando serviços especializados – uma espécie de centro de demissões – com advogados atuando em favor do empregador e, ainda, patrões que recorrem à Justiça do Trabalho para que um juiz avalize o contrato de encerramento, judicializando a rescisão. Além, é claro, da temida negociação direta entre empregado e empregador que, em geral, coloca o funcionário à mercê de eventuais constrangimentos.</p>
<p>Para a economista e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade de Campinas (Cesit/Unicamp), Marilane Oliveira Teixeira, essa lei abriu a porteira da barbárie ao promover uma difusão nas formas de homologação de contrato. “A esmagadora maioria dos empresários está comemorando porque não precisa mais de fiscalização para averiguar os termos e valores da rescisão”.</p>
<p>Segundo Marilane, numa situação em que o profissional demitido precisa entender de leis trabalhistas – e não é um assunto simples – esse formato está dando margem para muita falcatrua. “O trabalhador tem aceitado a imposição do empregador e assinado documentos sem questionar valores com receio de ter de assumir custas na Justiça do Trabalho, caso recorra à Justiça para garantir seus direitos”, denuncia a pesquisadora, referindo-se a outro item da nova lei que limita o benefício da justiça gratuita e estabelece o pagamento de honorários periciais, entre outros itens.</p>
<p>A CUT orienta as trabalhadoras e os trabalhadores que se sentirem prejudicados ou tiverem dúvidas em relação ao acordo de término de contrato, que procure seu sindicato para buscar auxílio jurídico especializado.</p>
<p><strong>Desemprego avassalador</strong></p>
<p>Completamente diferente do prometido pelos parlamentares que aprovaram com maioria de votos a reforma nas leis trabalhistas, os últimos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados dia 23/02 pelo IBGE, são assustadores. Em 2017, o número de trabalhadores e trabalhadoras sem carteira assinada, aumentou 5,7% e o de trabalhadores formais caiu 2%.</p>
<p>Observação: Na campanha salarial do Sindivigilantes do Sul deste ano, a continuidade da obrigatoriedade das rescisões com a presença do sindicato é um dos itens da nossa pauta de reivindicações.</p>
<p>Fonte: CUT Nacional</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/empresarios-comemoram-nao-tem-mais-quem-fiscalize-os-calculos-na-hora-da-rescisao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Negociação do sindicato deu resultado: vigilantes da DPU e Eletrosul receberam</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/negociacao-do-sindicato-deu-certo-vigilantes-da-dpu-e-eletrosul-receberam/</link>
		<comments>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/negociacao-do-sindicato-deu-certo-vigilantes-da-dpu-e-eletrosul-receberam/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 19:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[rescisão contratual]]></category>
		<category><![CDATA[Sindivigilantes do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[vigilantes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sindivigilantesdosul.org.br/?p=3874</guid>
		<description><![CDATA[A direção do sindicato tem agido para que, nos casos onde os trabalhadores ficaram sem receber seus direitos da rescisão contratual, o dinheiro seja repassado pelo contratante diretamente para os vigilantes, após o bloqueio das faturas, a fim de garantir que recebam o mais rapidamente possível. Foi o que acabou de acontecer com os vigilantes [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3616" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/09/dinheiro-no-bolso_site.jpg"><img class="size-medium wp-image-3616" src="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/09/dinheiro-no-bolso_site-300x143.jpg" alt="Pagamento das rescisões foi direto na conta dos trabalhadores" width="300" height="143" /></a><p class="wp-caption-text">Pagamento das rescisões foi direto na conta dos trabalhadores</p></div>
<p>A direção do sindicato tem agido para que, nos casos onde os trabalhadores ficaram sem receber seus direitos da rescisão contratual, o dinheiro seja repassado pelo contratante diretamente para os vigilantes, após o bloqueio das faturas, a fim de garantir que recebam o mais rapidamente possível.</p>
<p>Foi o que acabou de acontecer com os vigilantes da Defensoria Pública da União que tiveram o contrato rescindido quando a Código abandonou o posto em julho. O sindicato pediu o bloqueio das faturas e negociou com a DPU, solicitando o pagamento direto na conta dos trabalhadores.</p>
<p>Nesta terça-feira (28), a diretora Mariza Abrão foi informada pela DPU de que todos os vigilantes receberam as verbas rescisórias. Além disso, 11 dos 13 vigilantes que trabalhavam no posto para a Código permaneceram trabalhando na instituição, pela Vigitec.</p>
<p><strong>Grande esforço</strong></p>
<p>“Foi um grande esforço da nossa diretoria e do dr. Maurício Vieira da Silva (advogado), dos representantes da DPU, Eliane Zabiela e Mateus Arsand, que negociaram para que fosse feito o pagamento direto das verbas rescisórias,”, disse Mariza.</p>
<p>“A gente faz o que pode, nem sempre é tão rápido como gostaríamos, mas temos tido bons resultados nessas negociações, porque se o caso vai para a Justiça a solução demora mais e ainda tem os encargos a serem pagos, enquanto desta forma o vigilante recebe o valor integral e de forma mais rápida”, completou a diretora.</p>
<p><strong>Laboral/Eletrosul</strong></p>
<p>Conforme o sindicato havia anunciado, também os vigilantes da Eletrosul receberam, segunda-feira, diretamente da empresa os valores relativos a 68% da rescisão com a Laboral (Zorya), ficando o restante na dependência da liberação do seguro feito pela empresa.</p>
<p>Depois de muitos atrasos de salários, a Eletrosul rompeu contrato com a Laboral e, com a negociação do sindicato, concordou em pagar diretamente as rescisões dos trabalhadores com o dinheiro das faturas bloqueadas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/negociacao-do-sindicato-deu-certo-vigilantes-da-dpu-e-eletrosul-receberam/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
