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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; reajuste</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>CAMPANHA SALARIAL: NEGOCIAÇÃO COMEÇA SEM ACORDO</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 19:09:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A primeira reunião com a patronal ocorreu na manhã desta terça-feira.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não houve acordo na primeira rodada de negociação da nova Convenção Coletiva de Trabalho 2026–2027, realizada na manhã desta terça-feira (03), na sede do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp-RS). Participaram os três sindicatos que integram a campanha salarial unificada: Sindivigilantes do Sul, Sindicato dos Vigilantes de Pelotas e Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo.</p>
<p>No entanto, o presidente do Sindesp, Sílvio Renato Medeiros Pires, não participou da reunião, e nenhum outro diretor estava presente. A entidade patronal foi representada apenas pelo  advogado Mário Farinon, assessor jurídico, que apresentou a seguinte proposta das empresas:</p>
<ul>
<li>Reajuste salarial: <strong>4,5%</strong></li>
<li>Vale-alimentação: <strong>R$ 32,00</strong></li>
<li>Novidade: prêmio de assiduidade no valor de<strong> R$ 80,00</strong></li>
</ul>
<p>Com esse índice, o piso salarial passaria a valer <strong>R$ 2.200,14</strong> e a periculosidade <strong>R$ 660,04.</strong></p>
<p>Quanto ao prêmio de assiduidade, segundo Farinon, ele deve ser pago mensalmente apenas aos trabalhadores que não tiverem <strong>qualquer tipo de falta</strong>.  Ausências ao trabalho justificadas com atestado médico também serão consideradas faltas.</p>
<p><strong>Expectativa por reajuste maior</strong></p>
<div id="attachment_16998" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2026/02/negociao-fevereiro-2026-1.jpeg"><img class="wp-image-16998 size-medium" src="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2026/02/negociao-fevereiro-2026-1-300x169.jpeg" alt="Negociação - Fevereiro 2026 1" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Comissão de negociação dos sindicatos</p></div>
<p>A categoria foi representada pelos presidentes dos três sindicatos: José Airton Trindade (Sindivigilantes do Sul), Gelson Camargo (São Leopoldo) e Marcelo Puccinelli Alves (Pelotas), além do assessor jurídico, Arthur Dias Filho, e diretores sindicais.</p>
<p>Os presidentes destacaram que a expectativa da categoria é por um reajuste maior, uma vez que a proposta aprovada nas assembleias prevê 3% de aumento real acima da inflação, que ficou em 3,90% nos últimos 12 meses.</p>
<p>Também foi ressaltado que o prêmio de assiduidade <strong>não tem repercussão </strong>sobre adicionais como as horas extras, periculosidade, adicional noturno, férias e 13º.</p>
<p>Além disso, as empresas apresentaram uma pauta com diversas cláusulas sociais, mas a convenção coletiva deste ano prevê a negociação apenas das cláusulas econômicas e, por isso, não houve sequer debate dos itens sociais nas assembleias.</p>
<p>“Todos os anos as empresas tentam nos impor novas cláusulas, mas nunca aceitam as nossas propostas”, afirmou o presidente José Airton ao representante do Sindesp.</p>
<p>Diante dos argumentos dos sindicatos, Farinon disse que levaria essas considerações aos empresários e prometeu uma resposta em breve.</p>
<p>“Achamos muito estranha a ausência do presidente do Sindesp, isso não faz bem para a negociação. Também esperamos que as empresas avancem na proposta, com um reajuste melhor para a categoria, que a essa altura já está com o salário bastante defasado”, acrescentou José Airton.</p>
<p>Cabe lembrar que os sindicatos protocolaram a pauta de reivindicações no Sindesp dia 09 de dezembro, com bastante antecedência em relação à data-base (1º de fevereiro), mas só agora foram recebidos pela patronal para negociar.</p>
<p>É fundamental que a categoria esteja preparada e unida para uma negociação que pode ser difícil. Essa luta é de todos (as).</p>
<p><strong>Juntos somos fortes! Juntos vamos vencer!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>NOVA CONVENÇÃO COLETIVA JÁ TEM REGISTRO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/nova-convencao-coletiva-ja-tem-registro-no-ministerio-do-trabalho/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 15:05:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[salários]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela tem validade até 31 de janeiro de 2026 para as cláusulas econômicas, e até 31 de janeiro de 2027 para as cláusulas sociais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria foi registrada (homologada) na manhã desta quinta-feira (27), no Ministério do Trabalho e Emprego, com validade da data-base, primeiro de fevereiro, até 31 de janeiro de 2026 para as cláusulas econômicas, e até 31 de janeiro de 2027 para as cláusulas sociais.</p>
<p>Ela determina o reajuste salarial de 6,50% para os vigilantes, que passam a ter o piso de <strong>R$ 2.105,40. </strong>O piso dos ASPs subiu para<strong> R$ 1.667,60. </strong>Já o vale-alimentação passou de R$ 27,00 para <strong>R$ 30,00</strong>, um aumento de<strong> 11%</strong>.</p>
<p>Tanto a íntegra da convenção como as novas <strong>tabelas salariais</strong> estão disponíveis no nosso site na aba: <strong><a href="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/convencoes-coletivas/">Convenções (clique aqui)</a>.</strong></p>
<p>Desde 14 de março, quando foi fechado o acordo, as empresas já sabiam que a CCT tinha sido assinada pelo sindicato patronal (Sindesp) e pelo Sindivigilantes, portanto, os trabalhadores já podem receber o próximo salário reajustado, não há justificativa para adiarem isso.</p>
<p>As diferenças salariais e dos adicionais (periculosidade, horas extras, VA, troca de uniforme, adicional noturno) serão pagas retroativas à data-base, 1º de fevereiro, parceladamente: a cada pagamento, as diferenças de um mês passado.</p>
<p><strong>Patrões atrasaram acordo</strong></p>
<p>A conclusão da negociação da CCT não ocorreu antes por responsabilidade total da entidade patronal, o Sindesp. A categoria já havia aprovado a proposta de reajuste em fevereiro,<strong> bastava manter as mesmas demais cláusulas,</strong> já que os patrões não aceitaram as sugestões de avanços da categoria.</p>
<p>Em vez disso, o Sindesp tentou impor<strong> mais de uma dúzia de alterações</strong>, incluindo novas cláusulas, modificando ou excluindo outras, todas prejudiciais aos trabalhadores.</p>
<p>Por exemplo, uma das mudanças pretendidas pelo Sindesp previa a transferência do horário de almoço para o início ou o fim da jornada, além da exclusão do adicional noturno do cálculo das horas intervalares.</p>
<p data-start="2611" data-end="2785">Além disso, as multas por descumprimento da CCT e por atraso de salários (mora salarial) <strong>haviam sido retiradas</strong> da pauta pela patronal, entre outras mudanças. Foi preciso muita negociação e o trabalho intenso da nossa assessoria jurídica para fazer as correções necessárias e impedir que a categoria tivesse perda de direitos.</p>
<p data-start="2611" data-end="2785"><strong>Irresponsabilidade</strong></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">O presidente Dias ressalta que &#8220;também colaborou para isso a irresponsabilidade do grupo da Federação dos Vigilantes, que aceitou a proposta patronal de imediato, em janeiro, inclusive um índice menor (6,37%)&#8221;. Os patrões chegaram a dizer que, por isso, não aceitariam negociar uma CCT diferente, nem mesmo o reajuste, lembrou.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Depois, como sempre, os sindicatos da Federação pegaram carona nas nossas conquistas e ganharam dos patrões o mesmo aumento de 6,50%. &#8220;Mais uma vez, dividiram e enfraqueceram a campanha salarial da categoria, como fazem todos os anos&#8221;, afirmou Dias.</span></p>
<p>_________________</p>
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		<title>URGENTE: NOVA CONVENÇÃO COLETIVA FOI ASSINADA NESTA SEGUNDA-FEIRA</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/urgente-nova-convencao-coletiva-foi-assinada-nesta-segunda-feira/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 18:22:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Só falta registrar no Ministério do Trabalho a CCT 2025-2027, que estabelece o reajuste salarial e as cláusulas sociais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p data-start="108" data-end="459">O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, assinou, na tarde desta segunda-feira (17), a nova Convenção Coletiva de Trabalho, negociada com a entidade patronal (Sindesp). O acordo estabelece um reajuste salarial de 6,50% para os vigilantes e 6,91% para os ASPs, além de definir as cláusulas sociais para os próximos dois anos (2025-2027).</p>
<p data-start="461" data-end="614">Ficou garantida a reposição das perdas da inflação e ainda um aumento real. O vale-alimentação passou de R$ 27,00 para R$ 30,00 – aumento de 11,11%.</p>
<p data-start="616" data-end="734">Agora, falta apenas registrar o documento no Ministério do Trabalho e Emprego, o que deve ocorrer ainda esta semana.</p>
<p data-start="736" data-end="914">O próximo pagamento já deverá vir com os novos valores dos salários. As diferenças remuneratórias dos meses de fevereiro e março serão pagas parceladas, na razão de um mês a cada mês, retroativas à data-base, 1º de fevereiro.</p>
<p data-start="916" data-end="1094">Os índices foram aprovados<strong> em todas as assembleias</strong> realizadas pelo sindicato em Porto Alegre, Camaquã, Santo Augusto, Horizontina, Charqueadas, Santo Ângelo e São Luiz Gonzaga.</p>
<h3 data-start="1096" data-end="1110">Salários</h3>
<ol data-start="1112" data-end="1130">
<li data-start="1112" data-end="1130"><strong data-start="1115" data-end="1128">Vigilante</strong></li>
</ol>
<ul data-start="1131" data-end="1259">
<li data-start="1131" data-end="1165">Piso salarial: <strong data-start="1148" data-end="1163">R$ 2.105,40</strong></li>
<li data-start="1166" data-end="1224">Com adicional de periculosidade (30%): <strong data-start="1207" data-end="1222">R$ 2.737,02</strong></li>
<li data-start="1225" data-end="1259">Vale-alimentação: <strong data-start="1245" data-end="1257">R$ 30,00</strong></li>
</ul>
<ol start="2" data-start="1261" data-end="1273">
<li data-start="1261" data-end="1273"><strong data-start="1264" data-end="1271">ASP</strong></li>
</ol>
<ul data-start="1274" data-end="1393">
<li data-start="1274" data-end="1308">Piso salarial: <strong data-start="1291" data-end="1306">R$ 1.667,60</strong></li>
<li data-start="1309" data-end="1358">Com adicional de risco (20%): <strong data-start="1341" data-end="1356">R$ 2.001,12</strong></li>
<li data-start="1359" data-end="1393">Vale-alimentação: <strong data-start="1379" data-end="1391">R$ 30,00</strong></li>
</ul>
<p data-start="1395" data-end="1720">Nosso sindicato e os sindicatos dos vigilantes de São Leopoldo e Pelotas encaminharam ao Sindesp uma proposta de reajuste salarial<strong> igual para todos</strong>, como de costume. No entanto, a decisão de conceder um aumento diferenciado aos ASPs e elevar o risco de vida deles de 15% para 20% partiu exclusivamente da entidade patronal.</p>
<p data-start="1722" data-end="1973">Os empregadores justificaram a medida alegando que os ASPs estavam recebendo bem menos que os porteiros, o que gerava dificuldades para as empresas de vigilância competirem com o setor de asseio e conservação, que também presta serviços de portaria.</p>
<h3 data-start="1975" data-end="1998">Cláusulas sociais</h3>
<p data-start="2000" data-end="2222">A conclusão da negociação da CCT só não ocorreu antes por responsabilidade do Sindesp. A categoria já havia aprovado a proposta de reajuste em fevereiro,<strong> bastando a manutenção das cláusulas sociais</strong> da convenção anterior.</p>
<p data-start="2224" data-end="2399">No entanto, a entidade patronal tentou impor<strong> mais de uma dúzia de alterações</strong>, incluindo a criação de novas cláusulas e a supressão de outras, todas prejudiciais à categoria.</p>
<p data-start="2401" data-end="2609">Por exemplo, uma das mudanças pretendidas pelo Sindesp previa a transferência do horário de almoço para o início ou o fim da jornada, além da exclusão do adicional noturno do cálculo das horas intervalares.</p>
<p data-start="2611" data-end="2785">Além disso, as multas por descumprimento da CCT e por atraso de salários haviam sido <strong>retiradas</strong> da pauta pela patronal, entre outras mudanças prejudiciais aos trabalhadores.</p>
<p data-start="2787" data-end="3034">Por esses e outros motivos, a negociação demorou mais do que deveria, como já ocorreu em anos anteriores. No entanto, resistimos firmemente, junto com os sindicatos de São Leopoldo e Pelotas, até garantir a preservação dos direitos da categoria.</p>
<p data-start="3036" data-end="3277">Assim que a nova CCT for registrada (homologada), sua íntegra será publicada em nosso site. Mais uma campanha salarial foi vencida, com muita determinação do nosso sindicato na defesa dos trabalhadores e trabalhadoras da segurança privada.</p>
<p data-start="3036" data-end="3277">Nota: assim que a CCT for registrada no Ministério do Trabalho publicaremos as tabelas salariais, junto com a íntegra do documento.</p>
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		<title>CAMPANHA SALARIAL: DISCUSSÃO CONTINUA EM TORNO DAS CLÁUSULAS SOCIAIS</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 15:02:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A proposta salarial, após a intervenção do Sindivigilantes, subiu para 6,50%. Mas ainda há questões importantes a serem ser resolvidas com a patronal antes que as assembleias ocorram, porque este sindicato, ao contrário de alguns outros, não assina convenção coletiva sem a aprovação da categoria.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindivigilantes do Sul, o Sindicato dos Vigilantes de Pelotas e o Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo insistiram em uma proposta melhor para a categoria, e por isso o reajuste dos vigilantes aumentou para 6,50%, ou seja, a patronal aceitou elevar a proposta anterior (6,37%).</p>
<p>Como sempre, o sindicato convocará assembleias para que a categoria decida se aceita ou rejeita essa proposta. No entanto, além das cláusulas econômicas, neste ano também estão em discussão cláusulas sociais importantes.</p>
<p>Nesse sentido, a redação da patronal apresenta alguns problemas sérios nas cláusulas sociais que podem prejudicar a categoria e, portanto, precisam ser resolvidos antes de qualquer decisão. &#8220;Da forma como está, não há como aprovar&#8221;, afirmou o presidente do sindicato, Loreni Dias.</p>
<p>Um dos pontos críticos é a questão do horário de almoço, que os patrões pretendem alterar. &#8220;O sindicato não aceita que o almoço ocorra no horário do café da manhã ou no café da tarde. Será que os dirigentes do Sindesp almoçam nesse horário?&#8221;, questionou Dias.</p>
<p>Os sindicatos, juntamente com a assessoria jurídica, estão analisando detalhadamente a proposta patronal, revisando todas as cláusulas. Segundo Dias, “seria uma irresponsabilidade levar uma nova convenção coletiva para a categoria votar sem antes esclarecer completamente essas questões”.</p>
<p><strong>Proposta salarial<br />
</strong><br />
Vale ressaltar que os sindicatos apresentaram ao Sindesp um pedido de reajuste IGUAL para todos na data-base, primeiro de fevereiro, conforme foi aprovado em assembleia (índice da inflação e mais 3%).</p>
<p>Entretanto, a entidade patronal, por conta própria, preocupada em não perder trabalhadores para a categoria do asseio e conservação, ofereceu um aumento diferenciado aos ASPs, alegando que esses profissionais recebem salários inferiores ao dos porteiros.</p>
<p><strong>Vigilantes:</strong><br />
* Piso (6,50%): R$ 2.105,40<br />
* Periculosidade: R$ 631,62<br />
* Total: R$ 2.737,02</p>
<p><strong>ASPs:</strong><br />
* Piso (6,91%): R$ 1.667,58<br />
* Adicional de risco ou ajuda de custo (passou de 15% para 20%): R$ 333,52<br />
* Total: R$ 2.001,10</p>
<p>O reajuste de Vigilantes e ASPs inclui duas parcelas de 0,76% referentes à recuperação de perdas passadas: uma desse ano e a antecipação da parcela de 2026.</p>
<p><strong>Vale-alimentação:</strong><br />
* Reajuste de 11,11%, passando de R$ 27,00 para R$ 30,00</p>
<p>Avisaremos assim que forem definidas as datas das assembleias, aguardem.</p>
<p><strong>Não aceitamos pressão da patronal para resolver as coisas na pressa, em especial quando a pressa pode comprometer direitos da categoria. Nenhum direito a menos, juntos somos fortes!<br />
</strong></p>
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