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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; privatização</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>CUT-RS E SINDICATOS CUTISTAS REFORÇAM ATO EM PORTO ALEGRE PELO FIM DA ESCALA 6&#215;1</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 14:50:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Protestos em Porto Alegre e Pelotas reuniram trabalhadores, sindicatos e juventude em defesa da qualidade de vida e pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de pessoas tomaram a Orla do Guaíba, em Porto Alegre, sexta-feira (15), em um grande ato contra a escala de trabalho 6&#215;1 e em defesa da redução da jornada semanal para 36 horas, sem redução salarial.</p>
<p>Com faixas, cartazes e bandeiras de sindicatos e partidos de esquerda, o protesto integrou uma série de manifestações nacionais convocadas pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT).</p>
<p>A concentração começou na Praça Júlio Mesquita, em frente à Usina do Gasômetro, e, por volta das 15h, os manifestantes marcharam pela Orla do Guaíba. O ato contou com a presença de importantes entidades filiadas à CUT-RS, como o Sintrajufe/RS, o Sindiserf/RS e o Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre.</p>
<p><strong>Para Marcelo Carlini, dirigente da CUT-RS, o momento é crucial:</strong></p>
<p>&#8220;Se não for no governo Lula, será quando? A energia da juventude nas ruas, junto com sindicalistas e militantes, desmente a propaganda de que &#8216;a CLT passou&#8217; ou que &#8216;os jovens não querem carteira assinada&#8217;. Esses atos contra o 6&#215;1 devem impulsionar também a luta pela revogação da reforma trabalhista. Estar nesse combate é o nosso papel.&#8221;</p>
<p><a href="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2024/11/CUTRS_protesto-6x1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14516" src="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2024/11/CUTRS_protesto-6x1-300x225.jpeg" alt="CUTRS_protesto 6x1" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>Bandeira histórica da CUT</strong></p>
<p>A CUT tem uma longa trajetória de luta pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial, uma bandeira histórica do movimento sindical no Brasil. Desde sua fundação, em 1983, a Central tem defendido que a diminuição das horas trabalhadas é fundamental para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, aumentar a geração de empregos e distribuir renda.</p>
<p>Em 1988, foi protagonista na conquista da redução da jornada de 48 para 44 horas semanais, garantida pela Constituição Federal.</p>
<p>As manifestações acontecem em meio a uma mobilização nacional por mudanças na legislação trabalhista. Durante a semana, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da jornada de 44 horas semanais, vigente desde 1943, e sua substituição por um limite de 36 horas.</p>
<p>A proposta reforça a pauta do movimento, que defende a valorização da qualidade de vida dos trabalhadores.</p>
<p>Os dirigentes cutistas presentes na manifestação, destacaram a relevância de unir forças entre juventude, sindicatos e movimentos sociais para pressionar por avanços concretos.</p>
<p>Além disso, os sindicatos reforçam que a luta pela revogação da reforma trabalhista deve caminhar lado a lado com o fim do 6&#215;1, em busca de condições dignas de trabalho e vida para a classe trabalhadora.</p>
<p><a href="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Pelotas_protesto-6x1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14517" src="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Pelotas_protesto-6x1-300x135.jpeg" alt="Pelotas_protesto 6x1" width="300" height="135" /></a></p>
<p>Em Pelotas, o ato contra a escala 6&#215;1, que teve apoio da regional sul da CUT-RS e também de sindicatos cutistas, como do Sindicato da Alimentação, reuniu cerca de 200 pessoas na tarde de sexta-feira (15), a manifestação teve início no chafariz do Calçadão, seguido de uma caminhada até o Mercado Público, onde ocorreu o encerramento.</p>
<p>Os atos no RS refletem a força de uma mobilização nacional, com protestos simultâneos em diversas capitais, como São Paulo, Brasília, Recife, Curitiba e Manaus, demonstrando a urgência de mudanças estruturais no modelo de trabalho no Brasil.</p>
<p><strong>Fonte: Matheus Piccini/CUT-RS</strong></p>
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		<title>TRABALHADORES DOS CORREIOS DENUNCIAM FALTA DE SEGURANÇA NAS AGÊNCIAS</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 14:10:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, ameaçada de privatização, está dispensando os serviços de vigilância privada nas agências com Banco Postal]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3602" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Correios_AL-2_site.jpg"><img class="size-medium wp-image-3602" src="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Correios_AL-2_site-300x169.jpg" alt="Sindivigilantes compareceu à reunião na Assembleia Legislativa" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Sindivigilantes compareceu à reunião na Assembleia Legislativa</p></div>
<p>A insegurança no trabalho foi um dos problemas mais destacados na reunião que aconteceu segunda-feira à noite (25), na Assembleia Legislativa, para discutir a situação de crise e ameaça de privatização dos Correios. “Além da falta de efetivo, a questão da violência acomete demais a nossa categoria, hoje uma agência foi assaltada de novo, a Agência Vila Jardim, pela nona vez”, disse o Secretário Geral do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correitos e Telégrafos (Sintect), Iuri Aguiar.</p>
<p>“Quarta-feira da semana passada foi assaltada a Agência Central, quinta-feira a agência Partenon, e essa é a realidade recorrente dos nossos locais de trabalho”, completou o dirigente. Também foi mencionado que muitos carteiros têm sido assaltados quando estão fazendo entrega de compras feitas pela internet.  Ele e vários outros representantes da categoria participaram da discussão convocada pela Frente Parlamentar em Defesa dos Correios, presidida pelo deputado estadual Adão Villaverde (PT).</p>
<p><strong>Banco Postal</strong></p>
<p>Os assaltos costumam acontecer nas agências com Banco Postal, que fazem quase todas as operações de um banco normal, como recebimento de contas e empréstimos. Mas, desde o ano passado, os contratos de segurança privada destes locais não estão sendo renovados pela empresa e os vigilantes estão sendo demitidos. Foi o que aconteceu há poucas semanas com a Mobra Serviços de Vigilância, que teve encerrado o seu contrato na empresa e dispensou os vigilantes das agências.</p>
<p>Além disso o Governo Federal já declarou a intenção de privatizar a empresa, que teve seu último concurso em 2011 e sofre com falta de pessoal, sucateamento e precarização dos serviços. Por tudo isso, desde o dia 20 os correios estão em greve em todo o país. “Esta situação chegou num limite insustentável, visando a privatização da empresa pelo governo, e impedir isso requer unidade de todos para barrarmos esse processo”, disse Villaverde.</p>
<p><strong>Comissão do sindicato</strong></p>
<p>Uma comissão de diretores e apoios do Sindivigilantes do Sul compareceu à reunião, para apoiar a luta pela manutenção dos Correios como serviço público. “Somos todos solidários à luta dos trabalhadores dos Correios, que serve de exemplo a muitas categorias de nosso Estado”, afirmou Marlon Costa, secretário de Políticas Públicas e Sociais do sindicato.</p>
<p>Segundo ele, as demissões de vigilantes na empresa atingiram cerca de cem famílias e em cerca de 80% das agências não existe mais segurança privada. “Onde está a preocupação dessa empresa com a segurança dos seus trabalhadores?”, questionou. “Nada justifica os cortes de trabalhadores, principalmente na área da segurança, numa conjuntura em que o governo deveria estar preocupado em gerar empregos, mas estão mostrando que não têm preocupação com os trabalhadores, apenas com os empresários”, acrescentou.</p>
<p>O diretor Carlos Schio também interviu, enumerando várias agencias importantes que ficaram sem nenhum vigilante e estão totalmente expostas aos perigos da criminalidade.</p>
<p><strong>Carta de apoio</strong></p>
<p>O presidente da CUT, Claudir Nespolo, reforçou que neste momento é preciso unidade da classe trabalhadora para enfrentar o projeto dos golpistas que tomaram o poder no Brasil: “Estamos num momento em que a maioria da classe política está a serviço do empresariado e eles resolveram fazer negócios com os serviços públicos, querem entregar o Brasil para o estrangeiro e todos somos vítimas disso”, afirmou, ressaltando a necessidade da unidade dos trabalhadores neste momento.</p>
<p>Estavam presentes ainda representantes da central CTB, dos deputados Pedro Ruas (PSol) e Maria do Rosário. Ao final da reunião, foi combinado que será divulgada uma carta de apoio dos parlamentares da frente à greve dos trabalhadores dos correios e também será solicitada à mesa da assembleia a realização de uma audiência pública, mais ampla, para debater a situação da empresa, inclusive no que diz respeito à falta de segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
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