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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; MPT</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>SINDICATO ASSEGURA APOIO JURÍDICO E PSICOLÓGICO PARA VIGILANTE DA JUMPER</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 20:11:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[audiência de mediação]]></category>
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		<category><![CDATA[vigilante]]></category>

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		<description><![CDATA[O sindicato também solicitou ao MPT uma audiência de mediação com a empresa, que será realizada online na próxima terça-feira.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindivigilantes do Sul já colocou apoio jurídico e psicológico à disposição da vigilante envolvida em um incidente com uma funcionária da Jumper Segurança e Vigilância Patrimonial, na última quarta-feira, na base da empresa em Gravataí.</p>
<p>Ao ser contatada por uma diretora, a vigilante disse que pretende vir ao sindicato na próxima semana. A direção, a assessoria jurídica e o psicólogo da entidade estão à disposição para conversar com ela e lhe prestar todo o suporte necessário.</p>
<p>Conforme o diretor jurídico, <strong>Sílvio Ravanel Jr.</strong>, esse caso se soma a várias denúncias de descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho envolvendo a Jumper.</p>
<p>O sindicato já chegou a mover ação coletiva contra a empresa, ressaltou. Na ocasião, porém, a Justiça do Trabalho entendeu que as situações relatadas deveriam ser discutidas por meio de ações individuais, e não em processo coletivo apresentado pela entidade.</p>
<p><strong>Audiência de mediação </strong></p>
<p>Diante de tantas reclamações, o sindicato solicitou em junho uma <strong>audiência de mediação ao Ministério Público do Trabalho (MPT-RS)</strong>, marcada para a próxima terça-feira (25/08), de forma online.</p>
<p>“Tanto no caso dessa vigilante como nos demais casos, o sindicato está tomando todas as medidas necessárias, com o acompanhamento da nossa assessoria jurídica”, afirmou Sílvio Ravanel Jr.</p>
<p>O diretor reforça que a participação dos trabalhadores é fundamental para que as denúncias possam ser devidamente comprovadas.</p>
<p>“Mais uma vez, é importante a colaboração da categoria, fornecendo contracheques e outros documentos que possam comprovar as irregularidades denunciadas”, completou.</p>
<p><strong>O sindicato está atuando diante de cada denúncia recebida. Com provas e a participação dos trabalhadores, as irregularidades serão levadas aos órgãos competentes para que os direitos da categoria sejam respeitados. Nossa união é nossa força!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>MPT NÃO CONSTATA IRREGULARIDADES E ARQUIVA DENÚNCIA CONTRA O SINDICATO</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:10:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[CCT]]></category>
		<category><![CDATA[convenção coletiva de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[MPT]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sindivigilantes apresentou provas ao Ministério Público do Trabalho e desmentiu as acusações feitas na denúncia sobre a Convenção Coletiva de 2026/2027.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Trabalho <strong>decidiu pelo arquivamento</strong> da denúncia apresentada contra o Sindivigilantes do Sul sobre a Convenção Coletiva de Trabalho de 2026/2027, depois de analisar a documentação e <strong>não constatar qualquer irregularidade</strong> quanto aos fatos denunciados.</p>
<p>A denúncia acusava o sindicato, de forma leviana, de ter assinado a CCT 2026/2027 sem a aprovação das assembleias da categoria.</p>
<p>Atendendo prontamente à requisição do MPT, o sindicato apresentou o edital de convocação das assembleias, além das atas e das listas de presença assinadas pelos trabalhadores participantes, desmentindo a denúncia.</p>
<p>Na decisão, a Procuradora do Trabalho<strong> Priscila Dibi Schvarcz</strong> registrou as assembleias realizadas em Porto Alegre, Charqueadas, Camaquã, Santo Augusto, Horizontina, Santo Ângelo e São Luiz Gonzaga.</p>
<p><strong>“Da análise dos documentos acostados, é possível concluir que houve aprovação dos trabalhadores nas assembleias realizadas,” afirmou a Procuradora. </strong></p>
<p>O <strong>arquivamento definitivo</strong> também representa uma resposta às graves acusações e  ataques de algumas pessoas contra o presidente José Airton e à diretoria, durante e após a negociação da Convenção Coletiva. A decisão do MPT demonstra claramente que o sindicato atuou com <strong>ética, transparência, respeito às decisões coletivas dos trabalhadores e rigor jurídico.</strong></p>
<p><strong>Trecho da decisão:</strong></p>
<p>“Diante do conjunto documental apresentado, não há, neste momento, elementos suficientes para confirmar a irregularidade noticiada. A prova documental juntada enfrenta diretamente o objeto da denúncia <span data-placeholder-token="true">[&#8230;]</span>. <strong>Ausentes, assim, indícios de irregularidade trabalhista</strong> ou interesse público a amparar a continuidade da investigação, promovo <span data-placeholder-token="true">[&#8230;]</span> <strong>o arquivamento</strong> do presente procedimento preparatório.”</p>
<p>Foi aberto prazo de dez dias para recurso contra a decisão, mas <strong>não houve recurso algum</strong>.</p>
<p>O sindicato reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores(as) e a busca por melhores condições de trabalho e remuneração para toda a categoria.</p>
<p><strong data-start="646" data-end="699">A verdade prevaleceu. Juntos somos mais fortes!</strong></p>
<p><strong>A Diretoria</strong></p>
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		<title>SEIS SINDICATOS ASSINARAM DENÚNCIA AO MPT CONTRA EMPRESAS E SINDESP</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 14:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[MPT]]></category>
		<category><![CDATA[Sindivigilantes]]></category>
		<category><![CDATA[vigilantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Vigilantes estão sendo até mesmo impedidos de receber seus contracheques se não votarem na tal pesquisa sobre um suposto acordo coletivo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com a assinatura dos presidentes de seis sindicatos de vigilantes do Rio Grande do sul, foi protocolada no MInistério Público do Trabalho (MPT), nesta quinta-feira (06), a denúncia contra as empresas Rudder, Epavi e a entidade patronal (Sindesp). Elas estão pressionando seus trabalhadores a concordarem com um suposto acordo coletivo sem reajuste nenhum, além de conduta antissindical. Assinam o documento o Sindivigilantes do Sul e mais os sindicatos de São Leopoldo, Pelotas, Uruguaiana, Alegrete e Alto Uruguai.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A denúncia decorre das mensagens enviadas por essas empresas aos vigilantes, nas quais mencionam a possibilidade de demissões, cortes dos adicionais de risco, de uniforme e de alimentação, para intimidar os trabalhadores e forçá-los a votar num questionário se aceitam ou não tal acordo, que seria firmado por essas empresas com o sindicato.  O</span><span style="font-weight: 400;">s trabalhadores devem se identificar ao responder &#8211; imaginem quem vai ser contra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sindicato, inclusive, recebeu denúncias de que os vigilantes da Epavi não estão conseguindo acessar e receber o contracheque online se não votarem antes nessa pesquisa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, as empresas e o Sindesp tentam jogar para os sindicatos a responsabilidade por não ter havido convenção coletiva esse ano, ainda. Mas nenhum destes sindicatos e, ao que se saiba, nenhum outro sindicato do Rio Grande do Sul assinou convenção, todos pelo mesmo motivo: a intransigência das empresas, que não querem nem sequer repor as perdas inflacionárias (4,30%). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A cada rodada de negociação os representantes do Sindesp inventavam uma desculpa para apresentar propostas sem reajuste nenhum, antes mesmo da pandemia começar”, afirmou o o presidente do Sindiviglantes doSul, Loreni Dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Para completar, chegaram a propor a redução de 12% dos salário, quando aconteceu a mediação da Justiça Trabalhista, e depois inventaram uma briga com o Ministério Público do Trabalho, por causa do jovem aprendiz, que acabou sendo encerrada, por causa disso, pelo desembargador Francisco Rossal, fizeram de tudo para melar a convenção”, acrescentou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo ele, esse questionário das empresas não tem validade nenhuma, pois quem tem legitimidade para representar e ouvir os trabalhadores são os sindicatos. E os vigilantes foram claros nas assembleias realizadas, ao decidirem não abrir mão do reajuste dos salários. “Esperamos uma atitude firme do Ministério Público contra esse comportamento inaceitável dos patrões de tentarem forçar os vigilantes a aceitar o que é inaceitável”, concluiu o presidente. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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