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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; Luis Marinho</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>BRASIL CRIA UM MILHÃO DE VAGAS COM CARTEIRA ASSINADA NOS PRIMEIROS CINCO MESES DO ANO</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 15:13:36 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Apenas o Rio Grande do Sul teve uma grande queda na geração de empregos, devido às enchentes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil gerou, nos cinco primeiros meses de 2024, um milhão de empregos com carteira assinada. A marca  foi estabelecida com o saldo positivo de 131.811 novos postos formais criados em maio. Com isso, o país chegou, entre janeiro e maio deste ano, a um saldo de positivo de 1.088.955 empregos formais. O total de pessoas trabalhando no Brasil com carteira assinada, alcançou 46,6 milhões, um recorde na série histórica.</p>
<p>Os dados relativos do Novo Caged foram divulgados na tarde desta quinta-feira (27), pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O ministro da Pasta, Luiz Marinho, em coletiva à imprensa, salientou a geração de 2,54 milhões de vagas de trabalho com carteira assinada nos 17 meses do governo Lula.</p>
<p><strong>Número de empregos gerados </strong></p>
<p>No acumulado de janeiro a maio, o emprego ficou positivo em todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas.</p>
<p>O maior crescimento foi registrado no setor de Serviços, com saldo de 623.920 postos formais, totalizando 57,3% dos empregos gerados no ano, com destaque para atividades de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que geraram 244.444 postos e para as atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com geração de 230.689 postos formais.</p>
<p>O setor da Indústria apresentou saldo de 209.575 postos de trabalho no ano, com destaque para a fabricação de produtos alimentícios (19.388) e fabricação de veículos automotores (19.267).</p>
<p>A Construção Civil também foi outro gerador de empregos, com saldo de 159.203 postos. A geração de vagas também foi positiva no Comércio (50.374) e na Agropecuária (45.888).</p>
<p><strong>Setores que mais geraram empregos no mês de maio, por ordem</strong></p>
<ul>
<li>Serviços 69.309 vagas;</li>
<li>Agropecuária (19.836),</li>
<li>Construção (18.149),</li>
<li>Indústria (18.145) e</li>
<li>Comércio (6.375).</li>
</ul>
<p><strong>Por estados</strong></p>
<p>Entre os estados, com exceção do Rio Grande do Sul, que teve uma grande queda na geração de postos (-22.180) em razão das enchentes ocorridas, todos os estados apresentaram saldo positivo.</p>
<p>A maior geração ocorreu em São Paulo, com saldo de 42.355 postos (+0,3%), destaque para serviços (18.781) e agropecuária (14.476).</p>
<p>Em seguida, vem Minas Gerais, que teve saldo positivo de 19.340 postos (+0,4%) e o Rio de Janeiro, com geração de 15.627 postos (+0,4%).</p>
<p><strong>Renda estável</strong></p>
<p>A renda do trabalhador se manteve estável sendo o valor médio real de admissão, em maio, de R$2.132,64. No mês anterior (abril) o salário médio foi de R$2.135,94.</p>
<p>Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o ganho real foi de R$61,20 (+3,0%).</p>
<p><strong>Com informações do Ministério do Trabalho e Emprego<br />
Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil<br />
</strong></p>
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