<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; greve nacional</title>
	<atom:link href="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/tag/greve-nacional/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br</link>
	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 00:20:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.34</generator>
	<item>
		<title>CUT E CENTRAIS REFORÇAM UNIDADE PARA A GREVE GERAL CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, DIA 14</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/cut-e-centrais-reforcam-unidade-para-a-greve-geral-contra-a-reforma-da-previdencia-dia-14/</link>
		<comments>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/cut-e-centrais-reforcam-unidade-para-a-greve-geral-contra-a-reforma-da-previdencia-dia-14/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 01:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[greve nacional]]></category>
		<category><![CDATA[plenária]]></category>
		<category><![CDATA[reforma da Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Sindivigilantes do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[vigilantes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sindivigilantesdosul.org.br/?p=5530</guid>
		<description><![CDATA[Os metroviários já decidiram que vão parar na greve geral e avisaram na plenária: “Não haverá trem dia 14”. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A CUT-RS e as centrais sindicais decidiram ampliar a mobilização no Estado para a greve geral de 14 de junho contra a reforma da Previdência, durante plenária realizada na manhã desta quarta-feira (29), que lotou o auditório do SindBancários, em Porto Alegre.</p>
<p>No encontro, também foi reafirmada a decisão de voltar às ruas com estudantes e professores, nesta quinta-feira (30), contra os cortes na educação. Haverá um ato, às 18h, na Esquina Democrática, no centro da capital gaúcha.</p>
<div id="attachment_5532" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Dias-_20190529_100235_site.jpg"><img class="size-medium wp-image-5532" src="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Dias-_20190529_100235_site-300x225.jpg" alt="Presidente Dias compareceu à plenária" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Presidente Dias participou da plenária</p></div>
<p>O encontro contou com a participação de dirigentes e entidades filiadas à CUT, CTB, Força Sindical, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical e CSB, além de movimentos sociais, como MST e Pastorais Sociais da CNBB. O presidente Loreni Dias participou, representando o Sindivigilantes do Sul.</p>
<p><strong>Fim da linha para a aposentadoria dos rodoviários</strong></p>
<p>O presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, denunciou que “a reforma da Previdência é cruel com os trabalhadores em condições insalubres”. Neste sentido, ele ressaltou que “a proposta de Bolsonaro é o fim da linha para a aposentadoria especial dos rodoviários”. Também os vigilantes perdem a sua aposentadoria especial.</p>
<p>Os metroviários decidiram que vão parar na greve geral e avisaram na plenária: “Não haverá trem dia 14”. Outros sindicatos já agendaram assembleias, como os bancários e os trabalhadores dos Correios. “Vai parar tudo”, projeta o presidente da CUT-RS.</p>
<p>As centrais também estão dialogando com os caminhoneiros, que estão igualmente se mobilizando para paralisar no dia 14. Todos saíram da plenária muito decididos a aumentar a mobilização nas próximas duas semanas, para barrar a proposta de reforma da Previdência de Bolsonaro (PEC 06/2019), que representa o fim do direito à aposentadoria de milhões de trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p>Veja por quê:</p>
<ol>
<li>Ela acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição e impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres.</li>
<li>Aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 20 anos.</li>
<li>Muda o cálculo do valor do benefício para reduzir o valor pago pelo INSS: os trabalhadores vão receber apenas 60% do valor do benefício.</li>
<li>Para ter direito à aposentadoria integral (100% do benefício), o trabalhador e a trabalhadora terão de contribuir por pelo menos 40 anos.</li>
<li>Também prejudica quem já é aposentado, porque exclui da Constituição Federal a regra da reposição anual da inflação para os benefícios acima do salário mínimo. E mais: desvincula os valores dos benefícios do salário mínimo. Isso quer dizer que o benefício vai valer cada vez menos.</li>
<li>Acaba com qualquer possibilidade de aposentadoria especial de categorias como os rodoviários e vigilantes.</li>
<li>A proposta adota o sistema de capitalização, que seria uma espécie de poupança individual de cada trabalhador para sua futura aposentadoria. Porém, atualmente, o sistema é solidário: o trabalhador, o governo e as empresas contribuem para cobrir os benefícios de quem está aposentado. Mas, no sistema de capitalização, empresas e governo não vão contribuir com mais NADA.</li>
<li>Ainda sobre a capitalização, nela o dinheiro dos depósitos dos trabalhadores vai para os bancos, que cobram taxas de administração. Na prática, isso rende menos que a poupança, como já se viu em outros países.</li>
<li>Conforme relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), dos 30 países que adotaram o tal sistema de capitalização, 18 já desistiram dele, voltaram atrás porque foi um fracasso. E outros estão tentando modificá-lo, como no Chile, Mèxico, Colômbia e Peru, pois deixa os aposentados na miséria.</li>
<li>No Chile, com esse sistema implantado na ditadura de Pinochet, mais de 80% dos aposentados recebem apenas meio salário mínimo ou até menos. Por isso, o país tem hoje o maior número de suicídios na América Latina, principalmente de idosos.</li>
<li>Assim como aconteceu no Chile, aqui os militares também não vão ser atingidos pela reforma. Se é mesmo boa, porque não vale para todos?</li>
</ol>
<p>Para saber mais sobre o modelo de capitalização, <a href="https://reajaagora.org.br/capitalizacao/">clique aqui</a>.</p>
<p>Para saber mais sobre a Reforma da Previdência, <a href="http://uniaogaucha.org/?fbclid=IwAR2qgrYCxQIpdl6SUzB1KnpXIa82lcMGzVoepb9Ot074HGrLuf-QKobulcA">clique aqui</a>.</p>
<p>Fontes: CUT Nacional, CUT-RS, União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública.</p>
<p>REAJA, PARTICIPE, LUTE POR SUA APOSENTADORIA!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/cut-e-centrais-reforcam-unidade-para-a-greve-geral-contra-a-reforma-da-previdencia-dia-14/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Greve Nacional dia 5/12 será para defender aposentadoria</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/greve-nacional-dia-512-sera-para-defender-aposentadoria/</link>
		<comments>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/greve-nacional-dia-512-sera-para-defender-aposentadoria/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 12:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadorias]]></category>
		<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[greve nacional]]></category>
		<category><![CDATA[reforma da presidência]]></category>
		<category><![CDATA[Sindivigilantes do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[vigilantes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sindivigilantesdosul.org.br/?p=3879</guid>
		<description><![CDATA[“Só conseguiremos derrubar a Reforma da Previdência nas RUAS”, diz presidente da CUT]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3880" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Greve-nacional-site.jpg"><img class="size-medium wp-image-3880" src="http://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Greve-nacional-site-300x169.jpg" alt="Proposta de mudanças de regras das aposentadorias deve ser  dia 6 de dezembro" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Proposta de mudanças de regras das aposentadorias deve ser votada dia 6 de dezembro</p></div>
<p>A direção executiva da CUT orientou todos os dirigentes da Central, de sindicatos, confederações, federações e ramos a priorizar a organização da Greve Nacional contra a Reforma da Previdência, que será realizada no próximo dia 5 de dezembro.</p>
<p>E a resposta está sendo positiva. O setor de transportes já está organizando paralisações em vários Estados e grandes cidades. Na Bahia, Alagoas, Natal, Pernambuco, Uberlândia, Juiz de Fora, Vale do Paraíba e Distrito Federal já foram marcadas assembleias nos locais de trabalho para esta quinta (30). Em assembleia nesta terça (28), os metroviários de São Paulo já confirmaram a adesão à greve nacional.</p>
<p>A nova proposta de mudanças de regras para concessão de aposentadorias encaminhada pelo governo ilegítimo e golpista Michel Temer (PMDB-SP) ao Congresso Nacional deve ser votada no dia 6 de dezembro na Câmara dos Deputados e só a mobilização dos trabalhadores e das trabalhadores pode impedir essas mudanças, acredita o presidente da CUT, Vagner Freitas.</p>
<p>Se as novas regras forem aprovadas, os trabalhadores e as trabalhadoras de empresas privadas terão de contribuir durante 15 anos e receber 60% do salário benefício, que é uma média de todos os salários recebidos ao longo da vida – hoje, o beneficio se baseia em 80% da média dos maiores salários. Se quiser receber 100% do salário beneficio tem de contribuir durante 40 anos.</p>
<p>A direção executiva da CUT orientou todos os dirigentes da Central, de sindicatos, confederações, federações e ramos a priorizar a organização da Greve Nacional contra a Reforma da Previdência, que será realizada no próximo dia 5 de dezembro.</p>
<p>E a resposta está sendo positiva. O setor de transportes já está organizando paralisações em vários Estados e grandes cidades. Na Bahia, Alagoas, Natal, Pernambuco, Uberlândia, Juiz de Fora, Vale do Paraíba e Distrito Federal já foram marcadas assembleias nos locais de trabalho para esta quinta (30). Em assembleia nesta terça (28), os metroviários de São Paulo já confirmaram a adesão à greve nacional.</p>
<p>A nova proposta de mudanças de regras para concessão de aposentadorias encaminhada pelo governo ilegítimo e golpista Michel Temer (PMDB-SP) ao Congresso Nacional deve ser votada no dia 6 de dezembro na Câmara dos Deputados e só a mobilização dos trabalhadores e das trabalhadores pode impedir essas mudanças, acredita o presidente da CUT, Vagner Freitas.</p>
<p>Se as novas regras forem aprovadas, os trabalhadores e as trabalhadoras de empresas privadas terão de contribuir durante 15 anos e receber 60% do salário benefício, que é uma média de todos os salários recebidos ao longo da vida – hoje, o beneficio se baseia em 80% da média dos maiores salários. Se quiser receber 100% do salário beneficio tem de contribuir durante 40 anos.</p>
<p>Em conversa com o presidente da Câmara, Deputado Rodrigo Maia, na tarde desta quarta-feira, Vagner, Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT e representantes das demais centrais, exigiram a retirada da proposta da pauta.</p>
<p>Independentemente da resposta de Maia, Vagner afirma que é preciso fazer uma grande mobilização no dia 5/12. Segundo ele, “só conseguiremos derrubar  a Reforma da Previdência com negociação e muita mobilização <strong>NAS RUAS”</strong>.</p>
<p><strong>Vagner convoca jovens a aderirem e mobilizarem o povo para a greve nacional</strong></p>
<p>“Todos nós trabalhadores e trabalhadoras somos responsáveis pelo nosso futuro. O Temer quer acabar com a sua aposentadoria, mas ele quer fazer mais que isso, quer acabar com a aposentadoria do seu filho e do seu neto também. A juventude corre sérios riscos de não se aposentar, porque não terá como cumprir todas as exigências que o golpista quer para a aposentadoria”, explicou Freitas para os jovens CUTistas no Seminário “Ocupa CUT: juventude fazendo história”, que termina na próxima sexta (30).</p>
<p><strong>Ocupa CUT: juventude fazendo história</strong></p>
<p>Para marcar os 20 anos do Coletivo da Juventude, o “Ocupa CUT: juventude fazendo história” acontece entre os dias 28 e 30 de novembro, em São Paulo. O encontro que reúne jovens de mais de 22 estados e 18 ramos discute o papel da juventude em tempos de retrocessos.</p>
<p>Na manhã do primeiro dia aconteceu a reunião do Coletivo Nacional de Juventude na parte da manhã, onde foi exposto o projeto “Organizar, sindicalizar e formar a juventude brasileira para garantir direitos” em parceria com a O DGB Bildungswerk BUND, um dos maiores organizadores de licença educacional na Alemanha.</p>
<p>O projeto prevê uma pesquisa para que os sindicatos dialoguem nas bases, nos locais de trabalho, tanto rural como nos urbanos, conhecendo e discutindo com a juventude e trazer as perspectivas dos trabalhadores e das trabalhadoras e uma campanha de sindicalização de jovens.</p>
<p>“O movimento sindical precisa ser além do instrumento de luta a favor dos direitos da classe trabalhadora, precisa ser um instrumento que possa refletir na vida das pessoas , nos sonhos das pessoas, no anseio das pessoas, naquilo que as pessoas acreditam. Nós precisamos disputar a ideologia e principalmente desta juventude que dará continuidade a esse projeto”, explicou a secretária Nacional da Juventude da CUT, Edjane Rodrigues.</p>
<p>“Estamos apostando muito neste projeto, que foi pensado através da realidade dos jovens hoje, da necessidade que o movimento sindical tem em sindicalizar mais jovens e em reconhecer a importância dos jovens nos espaços políticos como estratégia de fortalecer o movimento sindical, principalmente neste momento que a gente tá vivendo de retrocesso, no qual a juventude será mais impactada”, destacou Edjane.</p>
<p>O encontro termina na próxima quinta (30) com um ato contra os desmontes em SP na praça da Sé às 9h.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/greve-nacional-dia-512-sera-para-defender-aposentadoria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
