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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; FA Recursos Humanos</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>REPORTAGENS DO GRUPO RBS DENUNCIAM EMPRESAS DE VIGILÂNCIA ACUSADAS DE LESAR TRABALHADORES E CONTRATANTES</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Nov 2019 18:22:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Juntas, 19 empresas já receberam, em 10 anos, R$ 1 bilhão em contratos com organismos federais, estaduais e 25 prefeituras gaúchas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo RBS divulgou hoje, nas suas emissoras de TV, rádio e jornal Zero Hora, longas reportagens sobre 19 empresas de um mesmo grupo que, há muitos anos, vencem licitações públicas para vigilância e outros serviços, mesmo com inúmeros processos judiciais, condenações e denúncias contra elas.</p>
<p>“Nas últimas três décadas, um grupo de prestadores de serviços se habituou a vencer licitações em áreas de limpeza predial, vigilância, portaria, ascensorista, bilheteria, entre outras atividades”, diz a <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/grupo-de-investigacao/noticia/2019/11/grupo-de-empresas-que-atende-orgaos-publicos-e-investigado-por-suspeita-de-lesar-trabalhadores-e-contratantes-ck2p5ohd6006501o0s93q4z8y.html">reportagem de Zero Hora</a>, assinada pelos jornalistas José Luis Costa e Jennifer Gularte.</p>
<p>“Juntas, 19 empresas já receberam, em 10 anos, R$ 1 bilhão em contratos com organismos federais, estaduais e 25 prefeituras gaúchas. Ao mesmo tempo, em que sobrevive com dinheiro público, a maioria delas pode estar lesando o fisco e os empregados, e parcela dessa conta ficam para o contribuinte pagar”, acrescenta o texto.</p>
<p>A reportagem cita algumas empresas já extintas e outras que se mantém no mercado, ligadas a um mesmo grupo familiar e de amigos. Eles fecham umas enquanto abrem outras, para continuar atuando no setor, vencendo licitações e acumulando novas dívidas em tributos, salários e obrigações trabalhistas.</p>
<h2>Irmãs Job: portas fechadas</h2>
<p>São mencionadas a FA Recursos Humanos, Multiágil Limpeza Portaria e Serviços, Forte Sul Serviços Terceirizados, Alerta Vigilância, Abrasul e as “Irmãs Job”:  Job Recursos Humanos e Job Segurança e Vigilância, que estão com seus escritórios na capital de portas fechadas, ressalta o jornal.</p>
<p>Luiz Paulo Pereira Prates, que controlava a Alerta e a Abrasul, nos anos 1990, já foi condenado seis vezes por apropriação indébita previdenciária. <strong> </strong>“Todos os processos encerraram-se há mais de 10 anos e absolutamente todas as penas que foram impostas pela Justiça foram cumpridas. Não tenho mais nada a declarar”, disse Prates ao jornal.</p>
<p>Segundo o jornal, somente a FA, Multiágil e Forte Sul receberam R$ 369 milhões de organismos públicos, mas devem R$ 55,2 milhões à União. As três, assim como outras sete empresas do grupo, estão proibidas de participar de licitações no país por irregularidades no cumprimento de contratos e/ou atividades parcialmente interditadas a pedido do Ministério Público.</p>
<p>“Apesar disso, novas terceirizadas ligadas ao grupo estão surgindo e vencendo concorrências públicas. A tática é oferecer o menor preço para ganhar as licitações, mesmo com pequeno lucro ou o suficiente para bancar as despesas operacionais”, alerta a reportagem.</p>
<p>O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, foi um dos entrevistados pelos repórteres da Zero Hora: “Em geral, quando vai completar um ano de contrato, se aproximando o primeiro período de férias dos empregados ou de pagar o 13º salário, as empresas “esquecem” desses compromissos, embora sigam recebendo o os valores dos contratos”, afirma Dias.</p>
<p><a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/grupo-de-investigacao/noticia/2019/11/grupo-de-empresas-que-atende-orgaos-publicos-e-investigado-por-suspeita-de-lesar-trabalhadores-e-contratantes-ck2p5ohd6006501o0s93q4z8y.html">Clique aqui.</a> para ler a íntegra da reportagem na ZH.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos-rbs-noticias/video/grupo-de-empresas-e-acusado-de-fraudar-licitacoes-e-deixar-funcionarios-sem-pagamentos-8073297.ghtml?_gl=1*dlm6ax*_ga*OTAwNTA3MDguMTcyODQ4ODYyMg..*_ga_NWTRTWY1TF*czE3Njc3MDg4NDEkbzQkZzEkdDE3Njc3MDkxNjIkajYwJGwwJGgw">Clique aqui</a> para ver a reportagem da RBS TV &#8211; 1ª Parte.<br />
<a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos-rbs-noticias/video/grupo-de-empresas-e-acusado-de-fraudar-licitacoes-e-deixar-funcionarios-sem-pagamentos-8073297.ghtml?_gl=1*dlm6ax*_ga*OTAwNTA3MDguMTcyODQ4ODYyMg..*_ga_NWTRTWY1TF*czE3Njc3MDg4NDEkbzQkZzEkdDE3Njc3MDkxNjIkajYwJGwwJGgw">Clique aqui</a> para ver a reportagem da RBS TV &#8211; 2ª Parte.</p>
<h2><strong>Nota do Sindivigilantes do Sul</strong></h2>
<p>O Sindivigilantes do Sul cumprimenta os jornalistas José Luis Costa, Jeniffer Gularte e demais participantes da reportagem pelo seu ótimo trabalho, que revela para a sociedade o quanto o poder público, o contribuinte e os trabalhadores da área estão sendo prejudicados por empresas que não deveriam mais estar atuando nesse mercado.</p>
<p>No sindicato, temos feito tudo ao nosso alcance no sentido de alertar e denunciar essa situação às autoridades e órgãos de fiscalização. Esperamos que agora alguma solução definitiva para isso seja encaminhada por quem de direito, uma vez que provas e evidências da gravidade do problema não faltam.</p>
<p>Loreni Dias &#8211; Presidente</p>
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