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TRT CANCELA AUDIÊNCIA DOS SINDICATOS E PATRONAL

Sede do TRT-RS, em Porto Alegre

Sede do TRT-RS, em Porto Alegre



A audiência de mediação que deveria acontecer amanhã, sexta-feira (25), no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), reunindo os sindicatos dos vigilantes que fazem a campanha salarial unificada e representantes da entidade patronal (Sindesp), foi cancelada pelo tribunal e será remarcada para outra data, a ser confirmada.

O motivo, segundo informaram ao presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, são os transtornos e atrasos causados pela greve dos caminhoneiros. Esta seria a terceira audiência, por solicitação dos sindicatos, na busca de um entendimento em torno da Convenção Coletiva de Trabalho 2018-2019, que está em discussão.

Está coordenando as reuniões o vice-presidente do TRT4, desembargador Ricardo Carvalho Fraga, com a presença da procuradora do Ministério Público do Trabalho Beatriz de Holleben Junqueira Fialho. Na audiência, a ser confirmada, serão apresentados os resultados das últimas assembleias dos vigilantes.

Tão logo haja uma nova data, informaremos.

Última assembleia à noite

Nas assembleias realizadas até esta quinta-feira (24), a categoria aprovou a última proposta, mas com várias ressalvas, ou seja, pontos que precisam ser revistos e melhorados. O índice de aumento oferecido continua o mesmo desde o início, 2,81% para os salários e Vale Alimentação, que vai a R$ 19,23.

Ainda resta uma assembleia para ser realizada pelo Sindivigilantes do Sul, nesta noite (24), em Camaquã. Ela acontece no Sindicato do Comércio, à rua Cristóvão Gomes de Andrades 791, Centro, a partir de 19h ou 19h30, em segunda chamada.

 

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São Jerônimo, hoje (4ª ), e Camaquã, amanhã (5ª), encerram rodada de assembleias

Assembleias da capital, na foto, São Luiz e Mostardas aprovaram a proposta com várias 
ressalvas

Assembleias da capital, na foto, São Luiz e Mostardas aprovaram a proposta com várias ressalvas



Com as assembleias desta quarta-feira (23), em São Jerônimo, e a de amanhã (24), quinta-feira, em Camaquã, estará encerrada a rodada de assembleias que avalia a última proposta de convenção coletiva de trabalho colocada na mesa de negociação. Ontem (22), ela foi aprovada nas assembleias da capital, pela manhã e à noite, e Mostardas, assim como tinha acontecido em São Luiz Gonzaga,  segunda-feira (21).

Porém, a aprovação aconteceu com várias ressalvas, ou seja, há cláusulas que foram consideradas inaceitáveis e terão que ser renegociadas na reunião marcada para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), sexta-feira. Estarão presentes os sindicatos dos vigilantes que fazem a campanha unificada e os representantes das empresas.

Avanços e ressalvas

Houve importantes avanços desde a reunião anterior, ocorrida dia 14. Entre elas, foi retirada a cláusula que autorizava as empresas a criarem toda e qualquer escala de trabalho e foi garantido o pagamento dos atrasados retroativo à data base (1º de fevereiro).  Mas o índice de reajuste continua o mesmo desde o início: 2,81% para os salários e Vale Alimentação.

Entre as diversas ressalvas, a categoria não quer que esta Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) tenha validade por dois anos (até 2020), como propôs a entidade patronal (Sindesp). Os patrões chegaram a garantir um reajuste equivalente ao INPC (inflação) mais 10% do INPC para o próximo ano, mas mesmo assim não foi aceita. Pela vontade das assembleias, a CCT deve valer para 2018-2019.

Outra ressalva é a de que seja garantido o reajuste retroativo para o VA e o adicional de uniforme, que não consta na pauta. Também não foi aceito, da forma que está, o intervalo logo após a primeira hora de trabalho.  Ficou definida a reivindicação de que o intervalo seja entre 11h e 14h.

Conforme o resultado da audiência no TRT, novas assembleias poderão ser convocadas, caso os patrões rejeitem as ressalvas da categoria. “Só vamos assinar essa convenção se aceitarem o que a gente está pedindo, senão não vamos assinar”, disse o presidente Loreni  Dias. Ele estará presente nas assembleias de São Jerônimo e Camaquã.

As próximas assembleias:

23/05 –São Jerônimo
Câmara Municipal de Vereadores de São Jerônimo
Rua : Osvaldo Aranha,175
Centro – São Jerônimo /RS
19h – 19h30 (segunda chamada)

24/05 – Camaquã
Sindicato do Comércio
Rua: Cristovão Gomes de Andrades 791
Centro – Camaquã/RS
19h – 19h30 (segunda chamada)

ESPERAMOS VOCÊ, COMPAREÇA!

 

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ATENÇÃO: TEMOS ASSEMBLEIA HOJE À NOITE NA CAPITAL, PARTICIPE!

Assessor Jurídico Arthur Dias Filho, presidente Loreni Dias, e advogado Jorge Young

Assessor Jurídico Arthur Dias Filho, presidente Loreni Dias, e advogado Jorge Young



O Sindivigilantes do Sul realizou assembleia de campanha salarial, na manhã desta terça-feira (22), em Porto Alegre. A segunda sessão acontece à noite, a partir de 19 horas, no auditório do Sindipolo. Ele está localizado na Avenida Júlio de Castilhos, 596, 8º andar, bem próximo à Estação Rodoviária.

Ontem à noite (21) foi realizada a assembleia em São Luiz Gonzaga. Está em discussão a última proposta de Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), obtida da negociação dos sindicatos dos vigilantes que fazem campanha unificada com a entidade patronal (Sindesp). Veja a íntegra clicando no link.

Assembleia em São Luiz Gonzaga, ontem à noite (21)

Assembleia em São Luiz Gonzaga, ontem à noite (21)

A assembleia da manhã aprovou a proposta mas com algumas ressalvas importantes, referentes a cláusulas que ainda precisam ser modificadas, no entendimento do sindicato e da maioria dos presentes.

O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, voltou a ressaltar as grandes dificuldades dessa negociação, devido à reforma trabalhista, e o jogo duro das empresas contra o sindicato: “Até o repasse das mensalidades dos associados as empresas cortaram”, disse.

Veja agora mais detalhes dessa proposta, conforme apresentação do advogado Arthur Dias Filho, assessor jurídico do Sindivigilantes do Sul.

– Reajuste: não houve mudança, continua sendo de 2,81% para o salário e Vale Alimentação, que passa a valer R$ 19,23. As empresas dizem que já estão pagando um valor acima da inflação.

– Retroatividade: o pagamento dos salários reatroativo à data-base 1º/02 foi garantido. Mas ainda é preciso garantir que isso valha para o VA também.

– Para os vigilantes bancários, foi assegurado o pagamento das horas extras quando a jornada semanal ultrapassar as 44 horas.

– Adicional noturno: na proposta anterior, apresentada no TRT, semana passada, a patronal havia excluído a hora prorrogada noturna (hora extra a partir das 5h). Mas isso foi negociado e acabou mantido, ou seja, será pago.

– Foi garantida a periculosidade aos ASPs, que estava sendo retirada pela patronal, uma vez que muitos trabalham em locais periculosos, como o Polo Petroquímico.

– Foi garantida a estabilidade pré-aposentadoria, pois havia uma cláusula que autorizava a demissão em caso de perda de posto pela empresa. Isso não consta mais na proposta.

– Intervalo: é um ponto em discussão, uma vez que a patronal quer manter a cláusula de intervalo após a primeira hora de trabalho. O sindicato entende que deve se garantir em convenção o intervalo diurno entre 11h e 14h. Também está em discussão a redução da pausa para 30 minutos, bem como o fracionamento.

– Também foi modificada a cláusula que autorizava o início das férias em dia de repouso ou feriado. Agora, isso só poderá ocorrer no caso da 12 x 36, quando o vigilante estiver no gozo das 36 horas. Para os demais casos não poderá acontecer.

– O adicional de troca de uniforme será mantido no cálculo da periculosidade (estava sendo excluído na outra proposta).

– Passam a ser aceitos atestados de médicos particulares.

– Foi restabelecida a multa por atraso de salários, conforme CCT passada.

– A patronal quer fechar a negociação para 2019-2020, com reajuste para o ano que vem da inflação acumulada (INPC) mais 10% do INPC. Por exemplo, se a inflação for 3%, o reajuste seria de 3,3%. O sindicato recomenda que a assembleia não aceite, pois teremos eleição e a inflação pode disparar, seria muito arriscado antecipar o valor do reajuste.

– Portanto, pedimos o corte de todas as cláusulas com referência a 2020 na proposta em discussão.

– Sobre a complementação da carga horária no final de semana, no caso do vigilante bancário fazer menos que as 44 horas semanais:  estamos pedindo que ele receba isso como horas extras e em tempo não inferior a seis horas, para que possa receber o vale-alimentação.

– Também estamos reivindicando que o vigilante bancário receba hora extra caso fique com as chaves do banco, à disposição do estabelecimento, para o atendimento de ocorrências.

– Cumprimento de aviso prévio em cliente diverso do qual está trabalhando: o sindicato está reivindicando que seja num local próximo, com uma distância mínima do posto original que seja aceitável.

– Querem tirar o descanso prévio de 15 minutos das mulheres quando o trabalho for prorrogado: o sindicato defende a manutenção.

– Estamos reivindicando que seja assegurado aos vigilantes da escolta armada o pagamento das horas extras após a jornada de trabalho.

– Na proposta patronal constava a permissão para adoção pelas empresas de toda e qualquer escala. Isso foi retirado, não consta mais.

Este é um resumo, para saber mais, esclarecer suas dúvidas e manifestar sua opinião, compareça às assembleias que ainda estão para acontecer:

CALENDÁRIO DAS ASSEMBLEIAS

22/05 – Porto Alegre
Sindipolo
Av. Júlio de Castilhos 596 8º andar
Centro – Porto Alegre/RS
19h – 19h30 (segunda chamada)

22/05 – Mostardas
Câmara Municipal de Vereadores de Mostardas
Rua: XV de Novembro,648
Centro – Mostardas /RS
19h – 19h30 (segunda chamada)

23/05 –São Jerônimo
Câmara Municipal de Vereadores de São Jerônimo
Rua : Osvaldo Aranha,175
Centro – São Jerônimo /RS
19h – 19h30 (segunda chamada)

24/05 – Camaquã
Sindicato do Comércio
Rua: Cristovão Gomes de Andrades 791
Centro – Camaquã/RS
19h – 19h30 (segunda chamada)

ESPERAMOS VOCÊ, COMPAREÇA!

 

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Em ação do sindicato, Justiça manda que a Seltec restabeleça 12 x 36 na CEF

Empresa adotou escala 4 x 1 na Caixa Econômica Federal

Empresa adotou escala 4 x 1 na Caixa Econômica Federal



A juíza Mariana Piccoli Lerina, da 5ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), acolheu os argumentos de uma ação judicial do Sindivigilantes do Sul e determinou, dia 10 de maio, que a Seltec Vigilância Especializada deixe, imediatamente, de aplicar a escala 4 x 1 no posto da Caixa Econômica Federal (CEF) e volte a adotar a escala 12 x 36, sob pena de multa.

Na ação, através do advogado Maurício Vieira da Silva, da assessoria jurídica, o sindicato denunciou que a Seltec está descumprindo uma antecipação de tutela judicial do ano passado, que determinou a suspensão da troca de escala na CEF. Antecipação de tutela é uma decisão provisória, mas que deve ser obedecida até a sentença em definitivo do processo.

Tão logo soube que  a empresa iria mudar a escala do posto para a 4 x 1, o Sindivigilantes do Sul ingressou com ação judicial pleiteando a manutenção da 12 x 36. Porém, a empresa vem descumprindo a decisão e agora, na prática, recebeu um ultimato da Justiça do Trabalho para que cumpra a antecipação de tutela.

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Após reunião no TRT, sindicato convoca assembleias na capital e interior

Audiência não resolveu algumas discordâncias, como os intervalos e as escalas

Audiência não resolveu algumas discordâncias, como os intervalos e as escalas



Na segunda audiência de mediação no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), com a participação dos representantes dos vigilantes e das empresas, na manhã desta segunda-feira (14), ficou alinhavada uma proposta para a categoria examinar em assembleia. Aconteceram alguns avanços na discussão, mas permanecem problemas importantes, como o item sobre as escalas de trabalho.

Caberá à categoria decidir se aceita ou não o que a entidade patronal (Sindesp) está propondo. Estas são as datas, aguarde a confirmação dos locais:

– Dia 21 (segunda-feira) – São Luiz Gonzaga;

– Dia 22 (terça-feira) – Mostardas;

– Dia 22 (terça-feira) – Camaquã;

– Dia 23 (quarta-feira) – Charqueadas;

– Dia 24 (quinta-feira) – Porto Alegre.

Pelo Sindivigilantes do Sul, compareceram o presidente, Loreni Dias, e o assessor jurídico, advogado, Arthur Dias Filho. Anteriormente, semana passada, tinha havido uma reunião dos advogados das partes.

Eles ressaltam que a categoria precisa ter em conta que a negociação salarial mudou completamente a partir da reforma trabalhista. Além do reajuste salarial, é preciso muita atenção para as demais cláusulas, pois podem trazer mais perdas que o aumento que for conseguido.

Proposta de CCT ATÉ 2020

Na proposta patronal, os índices continuam os mesmos que estavam na mesa de negociação até agora, para a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2018-2019: 2,81% de reajuste dos salários e vale-alimentação (R$ 19,23).

Porém, surgiu uma novidade: os patrões querem fazer uma CCCT para dois anos – até 2020, ou seja, eles querem ADIANTAR a negociação do próximo ano.

Eles garantem para 2019-2020 o reajuste do índice do INPC (inflação dos 12 meses) mais 10% do INPC. E as demais cláusulas ficariam as mesmas que forem aprovadas agora.

Por exemplo (tendo em conta que os índices de inflação estão sendo baixos), numa hipótese, SE o índice do INPC for 3%, o cálculo seria assim:

3% (INPC) + 0,3% (que é 10% do INPC) = 3,3% seria o índice de aumento por essa proposta patronal NO PRÓXIMO ANO.

Retroativo faz parte do “pacote”

A audiência de hoje também foi dirigida pelo desembargador Ricardo Carvalho Fraga, vice-presidente do TRT4, com a presença da Procuradora do Ministério Público do Trabalho  Beatriz de Holleben Junqueira Fialho.

Os representantes da entidade patronal (Sindesp), Sílvio Renato Medeiros Pires e Mário Farinon, disseram que concordam em pagar o reajuste retroativo à data-base, desde que os sindicatos da categoria aceitam assinar a proposta na íntegra, tal como está: “É tudo um pacote”, disse Farinon.

Eles ainda aceitam manter o pagamento da hora prorrogada noturna, após as cinco horas, bem como o adicional de troca de uniforme. Mas isso também está condicionado a aceitar as demais cláusulas do tal “pacote”.

Divergências que permanecem

Mas existem questões que ainda provocam discordâncias.

Entre elas:

– Intervalo de 30 minutos, com possibilidade de fracionamento (por exemplo, 15 + 15, 10 + 10 + 10, etc);

– Liberação de diretores (as) para atuar no sindicato: os patrões não querem ceder nem um ou dois, que seja.

– Liberdade total para as empresas criarem toda e qualquer escala, conforme a proposta, que diz: “Fica autorizada a adoção, além da escala 12 x 36, de toda e qualquer escala, em regime de compensação ou não, com carga horária diária de até 720´ (setecentos e vinte minutos) , desde que as horas excedentes ao limite mensal de 190h40´ sejam pagas como extras.”

Com isso os vigilantes podem perder até o Vale Alimentação, se forem criadas escalas com menos de seis horas de jornada, por exemplo.

Fique atento, podemos ter novidades ainda

Esses são pontos importantes de divergência. No entanto, até a assembleia é possível que isso evolua e surjam novidades. Fique atento, informaremos sobre qualquer mudança importante.

Estavam presentes na reunião o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, o presidente do Sindicato de Pelotas, Marcelo Puccineli Alves, e o diretor Sérgio Coelho, o presidente do Sindicato de São Leopoldo, Moisés Machado, o presidente e o tesoureiro do sindicato de Novo Hamburgo, João Alfredo e João Brizola, e o presidente da Federação dos Vigilantes, Claudiomir Brum.

Também compareceram os assessores jurídicos dos sindicatos, Arthur Dias, Eleonora Galant Martins e Kenia do Amaral, além dos integrantes da comissão do Sindivigilantes do Sul que acompanha a negociação: Carlos Alexandre de Andrades, José Carlos Foleto e Sandro Carey.

Tão logo haja confirmação, informaremos locais e horários das assembleias. Aguardamos vocês, compareçam, talvez tudo seja decidido agora!

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AUDIÊNCIA DOS SINDICATOS E PATRÕES NO TRT FOI ADIADA PARA SEGUNDA-FEIRA (14)

Sede do TRT-RS, em Porto Alegre

Sede do TRT-RS, em Porto Alegre



A audiência de mediação que foi solicitada ao Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT) pelo Sindivigilantes do Sul e outros sindicatos, marcada inicialmente para quinta-feira (10), foi adiada para o dia 14, segunda-feira, às 09 horas.

Estarão presentes os representantes dos sindicatos da categoria que ainda não assinaram a convenção coletiva deste ano e a entidade patronal (Sindesp).

Estas reuniões, com a participação também do Ministério Público do Trabalho, estão acontecendo por solicitação dos sindicatos dos vigilantes, diante do impasse na negociação com as empresas.

Nenhuma proposta nova

Uma audiência já aconteceu, dia 26 de abril, mas o Sindesp não apresentou no tribunal NENHUMA PROPOSTA NOVA, não houve avanço algum, em relação à proposta que as empresas já ofereceram aos sindicatos nas reuniões anteriores. Ela contém inúmeros prejuízos aos trabalhadores, que a categoria já considerou inaceitáveis em assembleias na capital e interior.

Além disso, a entidade patronal foi intimada pelo desembargador Ricardo Carvalho Fraga, que presidiu a sessão, a se manifestar no prazo de dez dias (já encerrado) a respeito das mensalidades e convênios dos vigilantes, que estão sendo descontados dos salários mas não estão sendo repassados pelas empresas.

Até agora, os patrões foram intransigentes e mantiveram a mesma proposta das últimas reuniões: 2,81% de reajuste dos salários e vale-alimentação, que iria para R$ 19,23, e nenhum avanço em outras cláusulas, como a questão dos intervalos.

Veja aí alguns exemplos de prejuízos da categoria contidos na proposta patronal que estão provocando o impasse nas negociações.

1- A vigência da Convenção Coletiva será somente após o registro no Ministério do Trabalho, ou seja, os valores não serão pagos retroativos à data-base (1º de fevereiro).

2- Intervalo reduzido para 30 minutos, com a possibilidade de que seja fracionado em duas vezes.

3- Início do intervalo uma hora após o início da jornada ou antes do final da mesma.

4- O vigilante bancário e da escala 12×36 terão que trabalhar no fim de semana para complementar jornada.

5- As férias poderão iniciar em dia de feriado ou domingo.

6- Poderá ser adotada toda e qualquer escala de trabalho, à livre escolha do patrão

7- Se for assinada essa convenção, daqui para frente, não vale mais a lei, a jurisprudência, as decisões judiciais que já foram tomadas, mas só o que estiver na convenção DELES!

ALÉM DISSO, PELA REFORMA TRABALHISTA:

1- O pagamento de adicional noturno, na 12×36, será computado das 22 horas até as 5 horas, após isso é considerado horário normal para fins de pagamento.

2- Termina o pagamento em dobro do feriado trabalhado para a escala 12×36.

Foto: Prédio TRT da 4ª Região, em Porto Alegre (TRT4/Divulgação)

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SINDICATO ENCERRA NO INTERIOR ASSEMBLEIAS DE MOBILIZAÇÃO

Em São Luiz, compareceram também vigilantes de cidades vizinhas

Em São Luiz, compareceram também vigilantes de cidades vizinhas



Com as presenças do presidente Loreni Dia, da diretora Elisa Araújo e o diretor José Trindade, o Sindivigilantes do Sul encerrou a rodada de assembleias de mobilização esta semana, em São Luiz Gonzaga, terça-feira (24) e Santo Ângelo quarta-feira (25), à noite. Assim como nas anteriores, os vigilantes que compareceram reafirmaram a posição de rejeitar a proposta patronal.

“O pessoal está apreensivo, mas estão todos firmes com a posição do sindicato, de que não podemos aceitar essa proposta para não perdermos direitos”, disse José. Em São Luiz, participaram também vigilantesde Cerro Largo, Roque Gonzales e Santo Antônio das Missões, que compareceram para reforçar a decisão de não assinar o que os patrões estã propondo.

Antes, foram realizadas assembleias em Mostardas, São Jerônimo, Camaquã e Porto Alegre (manhã e noite). Apesar de representantes da comissão que acompanha a negociação terem dito que a patronal teria avanços para apresentar, o fato é que nenhuma proposta nova do Sindesp chegou ao Sindivigilantes do Sul e aos demais sindicatos até agora.

“As empresas não estão mudando nada, estão só repetindo as mesmas coisas que vêm dizendo desde o início da negociação”, disse o presidente Dias. Como reajuste, o Sindesp oferece 2,81% para os salários e o Vale Alimentação. Mas o principal problema está nas demais cláusulas da proposta, que trazem muitos prejuízos aos vigilantes.

Veja alguns exemplos:

1- A vigência da Convenção Coletiva será somente após o registro no Ministério do Trabalho, ou seja, os valores não serão pagos retroativos à data-base (1º de fevereiro).

2- Intervalo reduzido para 30 minutos, com a possibilidade de que seja fracionado em duas vezes.

3- Início do intervalo uma hora após o início da jornada ou antes do final da mesma.

4- O vigilante bancário e da escala 12×36 terão que trabalhar no fim de semana para complementar jornada.

5- As férias poderão iniciar em dia de feriado ou domingo.

6- Poderá ser adotada toda e qualquer escala de trabalho, à livre escolha do patrão

7- Se for assinada essa convenção, daqui para frente, não vale mais a lei, a jurisprudência, as decisões judiciais que já foram tomadas, mas só o que estiver na convenção DELES!

ALÉM DISSO, PELA REFORMA TRABALHISTA:

1- O pagamento de adicional noturno, na 12×36, será computado das 22 horas até as 5 horas, após isso é considerado horário normal para fins de pagamento.
2- Termina o pagamento em dobro do feriado trabalhado para a escala 12×36.

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Vigilantes da capital decidem continuar lutando por avanços e contra a perda de direitos

Assembleias foram no auditório do Sindipolo, pela manhã e noite

Assembleias foram no auditório do Sindipolo, pela manhã e noite



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Nas assembleias realizadas na capital pelo Sindivigilantes do Sul nesta segunda-feira (23), pela manhã e à noite, no auditório do Sindipolo, a categoria reafirmou sua total rejeição à proposta patronal. Também manifestou a disposição de continuar lutando contra a perda de direitos que os patrões pretendem impor ao tentar enxertar várias cláusulas com conteúdo da reforma trabalhista na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

A proposta das empresas cria vários tipos de jornadas novas, prejudiciais aos trabalhadores, inclusive redução e fracionamento de intervalos, prejuízo nas férias, entre outros problemas. Quanto aos valores, continua tudo na mesma: 2,81% de reajuste dos salários e R$ 19,23 o vale-alimentação. Veja a íntegra no link.

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Empresas não estão fazendo os repasses

O presidente Loreni Dias, pela manhã, denunciou que a maioria das empresas descontou mensalidades, contribuição assistencial e convênios dos trabalhadores e não estão repassando ao sindicato: “Estamos atrasando todas nossas obrigações porque as empresas não estão fazendo os repasses”, afirmou. É uma forma que o patronato encontrou de pressionar o Sindivigilantes a assinar a convenção como eles querem.

Mas o sindicato não vai ceder, garantiu Dias: “Eu não vendo dissídio coletivo, essa direção (do sindicato) não tem preço, quando eu assinar é porque vocês autorizaram”, disse o presidente. O advogado Arthur Dias Filho, da assessoria jurídica, explicou que última proposta recebida oficialmente, por escrito, da entidade patronal (Sindesp) não trouxe nenhum avanço em relação à anterior, rejeitada pela categoria em assembleia.

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Denúncia ao Ministério Público do Trabalho

Ele acrescentou que o Sindivigilantes do Sul e os demais sindicatos do estado que se uniram na campanha salarial, 12 no total, já denunciaram esta situação no Ministério Público do Trabalho, sexta-feira. Todos estão com a mesma posição, de não aceitar perda de direitos. Ao mesmo tempo, estão sofrendo retaliações das empresas que não repassam as mensalidades que descontam dos vigilantes. Apenas os sindicatos de Santa Maria e Santa Cruz do Sul aceitaram assinar a proposta patronal.

À noite, a assembleia foi dirigida pelo diretor jurídico, Gérson Farias, uma vez que o presidente Dias precisou viajar para São Luiz, onde tem assembleia hoje. O presidente da Conlutas, Érico Corrêa, e o presidente do Sindicato dos Vigilantes de São Leopoldo, Moisés Machado, falaram no início, trazendo seu apoio aos vigilantes da capital.

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Participação da Comissão

Membros da comissão eleita para acompanhar as negociações disseram que querem colaborar participando das próximas reuniões que acontecerem com a patronal. Neste sentido, o presidente informou que já foi protocolado um documento no Sindesp comunicando a presença do grupo no próximo encontro.

“Nós votamos numa comissão para acompanhar a negociação e para dar transparência à negociação, não para negociar sozinha com o Sindesp”, ressaltou o vigilante Paulo Éverton, na assembleia da noite.

“Não podemos aceitar essa proposta que querem nos impor goela abaixo, estamos tendo um retrocesso muito grande com essa reforma trabalhista que o Paulinho da Força e outros políticos aprovaram”, disse um dos integrantes da comissão, Sebastião Resoli dos Santos.

“A hora é agora, se nós não lutarmos vamor ter um grande prejuízo e vamos sentir muito isso”, completou. Depois, vários vigilantes que compareceram elogiaram o debate produtivo, os esclarecimentos feitos e o espírito democrático das assembleias. A rodada de encontros continua hoje com assembleia em São Luiz Gonzaga e termina amanhã em Santo Ângelo, com a presença do presidente Dias e a diretora Elisa Araújo.

– São Luiz Gonzaga -24/04 (3ª f.) – 19h
Local: Sind. da Alimentação – R. Rui Ramos, 1322 – Centro

– Santo Ângelo – 25/04 (4ª f.) – 19h
Local: R. Andradas, 1611, Centro

Esclarecimento sobre atraso

A secretária do Sindipolo, senhora Raquel, pediu desculpas pelo atraso na abertura do auditório pela manhã, que estava marcada para as oito horas. Segundo ela, seu esposo teve um problema de saúde e precisou ser levado a uma emergência, no início da manhã.

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NÃO ASSINAREMOS CONVENÇÃO QUE TIRE DIREITOS

A proposta patronal cria várias jornadas novas, prejudiciais aos trabalhadores, redução e fracionamento de intervalos, prejuízo nas férias, entre outros



Vigilantes, estamos aqui para informar e esclarecer aspectos sobre a nossa campanha salarial. Como todos sabem, em novembro do ano passado tiramos, nas assembleias da categoria, a nossa pauta de reivindicação. Nesta pauta, entregue à patronal, como não poderia ser diferente, pedimos avanços e, fundamentalmente, a manutenção de nossos direitos.

Mas, já na primeira resposta da patronal, veio chumbo grosso. Foram as empresas, através do Sindesp, que quiseram impor a sua própria pauta, com mais de 90 cláusulas, que na sua maioria atacam os nossos direitos.

Desde a primeira rodada de negociações com o Sindesp, deixamos claro à categoria que a proposta da patronal era MUITO RUIM, porque acaba com direitos importantes, cria vários tipos de jornadas novas, prejudiciais aos trabalhadores, inclusive redução e fracionamento de intervalos, prejuízo nas férias, entre outros. E, talvez o mais grave, a patronal quer que o sindicato assine uma convenção onde este concorde que, daqui para frente, não vale mais a lei, a jurisprudência, as decisões judiciais, mas só o que estiver na convenção, na convenção DELES!

É do conhecimento de todos que já tivemos assembleias onde a proposta patronal foi rechaçada, por unanimidade. Se não fechamos a CCT até hoje, é porque, obviamente, não concordamos com ela! Nossa assessoria jurídica, inclusive, deu parecer contrariando 85% das cláusulas apresentadas pelo Sindesp. Aliás, recentemente recebemos mais uma contraproposta da patronal que não alterou EM NADA a proposta anterior.

Porém, o mais lamentável, digníssima categoria, é que alguns opositores da atual direção, alguns dissidentes, alguns que nem fazem mais parte da categoria, estão aproveitando a campanha salarial para entupir as redes sociais de intrigas, de maldades, de boatos e de mentiras. Um deles chegou a dizer, em dezembro ou janeiro, que a convenção já estava assinada pelo sindicato. Pra que essas mentiras? Com qual objetivo? Deixamos que a inteligência de cada membro da categoria responda a essa pergunta!

Mas não nos assustamos com estes maldosos, dissidentes, rábulas que querem protagonismo político neste delicado momento do nosso pais. Confiamos na inteligência, na sensibilidade do vigilante, dos membros da categoria, que certamente não cairão no conto destes impostores, oportunistas e irresponsáveis, que ainda não admitem a derrota de suas ideias.

É momento de união, mas o que se vê, numa minoria esquizofrênica, é o ódio, a disputa política a qualquer preço, até na campanha salarial. Não sucumbiremos às maldades desta minoria. Seguiremos firmes em nossa campanha salarial e NÃO ASSINAREMOS uma convenção que tire direitos da categoria. Denunciaremos ao Ministério Público as práticas ilegais, iremos à Justiça se necessário for, para defender a nossa categoria, o que, aliás, é o nosso fundamental papel.

Mas precisamos que você, membro da categoria, vigilante, também faça o seu papel, vindo às assembleias, participando, protestando contra todo este ataque aos direitos trabalhistas e previdenciário que os governos, parlamentares e até mesmo alguns setores do poder judiciário têm promovido.

Aos opositores do sindicato, mesmo aqueles que sequer trabalham mais na categoria, aqueles que tiram licenças para ter tempo de atacar a entidade, aqueles que só estão fazendo política por que têm a pretensão de se candidatar a vereador, temos um recado: PAREM e olhem para a realidade, pois aí constatarão quanta pobreza e mentira há em suas palavras, em suas atuações. A categoria é inteligente, a categoria está vendo isso!

Muita coisa, de tão absurda, nem nos damos o trabalho de responder, porque o foco do sindicato não são estes impostores e sim, você, VIGILANTE, que acorda cedo e dorme tarde, que luta diariamente pelo sustento da família. Na semana que vem teremos novas notícias para vocês, pois segunda-feira (16) haverá uma reunião, da qual participarão vários sindicatos e advogados, quando tiraremos uma grande agenda de mobilizações e de estratégias para alcançarmos uma convenção de trabalho DIGNA. Aguarde novas notícias e participe das assembleias. Avante na luta e sempre VIGILANTES!

Sindivigilantes do Sul – 13/04/2018

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ATENÇÃO PARA ASSEMBLEIA DE MOBILIZAÇÃO NA PRÓXIMA SEMANA!

Presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias

Presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias



Desde a última reunião de negociação, dia 13 de março, a entidade patronal (Sindesp) enrolou muito e não avançou nada, nenhum milímetro, na sua proposta aos sindicatos que participam da campanha salarial unificada. Diante disso, o Sindivigilantes do Sul decidiu não esperar mais e está convocando assembleia de mobilização da categoria na próxima semana na capital e interior. Veja as datas ao final.

“Não teve avanço nenhum na pauta patronal e nós já avisamos às empresas que não vamos nos curvar para uma proposta que só tira direitos dos trabalhadores”, afirma o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias. “O Sindivigilantes do Sul não assina, de forma alguma, uma convenção coletiva nos moldes que já foi assinado pelos sindicatos de Santa Maria e Santa Cruz do Sul, que venderam os direitos da categoria”, acrescenta Dias.

Ele denuncia que, para tentar quebrar a resistência do sindicato, as empresas estão cumprindo as ameaças que tinham feito, ou seja, não estão repassando as contribuições que já descontaram dos vigilantes e nem sequer as mensalidades dos sócios. Por isso, frente à truculência e às cláusulas abusivas que as empresas estão tentando impor à categoria, outra medida do sindicato será solicitar a mediação do Ministério Público para expor toda essa situação.

Por exemplo, entre as cláusulas consideradas inaceitáveis está o intervalo reduzido para 30 minutos, com a possibilidade de que seja fracionado em duas vezes e, ainda por cima, com início do intervalo uma hora após o início da jornada ou antes do final da mesma. Quanto aos índices, na última reunião de negociação a patronal havia apresentado 2,81% de reajuste dos salários e R$ 19,23 o vale-alimentação. Nada disso mudou.

Um dado positivo é que outros sindicatos estão se juntando ao grupo que está fazendo a negociação unificada. Agora, além do Sindivigilantes do Sul, Pelotas, São Leopoldo, Lajeado e Uruguaiana, também os sindicatos de Alegrete, Alto Uruguai e Guaíba estão juntos nessa que é a mais importante campanha salarial da história dos vigilantes. Seus dirigentes estarão reunidos na próxima segunda-feira para decidir medidas conjuntas a serem tomadas.

Estas são as datas já definidas das assembleias, aguarde para amanhã mais informações sobre locais e horários.

18/04 – Camaquã
19/04 – São Jerônimo
20/04 – Mostardas
23/04 – Porto Alegre (manhã e noite)
24/04 – São Luis ou são Borja
15/04 – Santo Ângelo

A situação é muito delicada e é fundamental a união e mobilização da categoria. Temos decisões muito importantes a tomar.  Mobilize seus colegas e compareça!

 

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