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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; assédio no trabalho</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>DÉCIMO ENCONTRO ENCERRA OFICINAS SOBRE TRABALHO SEM ASSÉDIO</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:42:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ciclo começou em maio, promovido pela Assecad e AGTS, com o apoio do Sindivigilantes do Sul. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma discussão sobre estratégias de enfrentamento e plano de ação, foi encerrada, nesta terça-feira à noite (18), a série de oficinas sobre <strong>Trabalho Sem Assédio</strong>, realizada no Sindivigilantes do Sul.</p>
<p>Promovidas pela Associação Estadual Carlos Dorneles (Assecad) e pela Associação Gaúcha dos Trabalhadores na Saúde (AGTS), com apoio do sindicato, as atividades tiveram dez encontros desde maio, abertos a dirigentes das entidades e trabalhadores(as) em geral.</p>
<p>Nas oficinas, o psicólogo Fabrício Rocha abordou o conceito de assédio no trabalho e as diferentes situações em que isso pode ocorrer. Segundo ele, o assédio envolve condutas insistentes e persistentes que extrapolam as exigências normais do trabalho e podem provocar sofrimento à saúde mental do trabalhador ou trabalhadora.</p>
<p>Entre os exemplos estão situações abusivas, regras de trabalho pouco claras e condutas que exponham o trabalhador a situações vexatórias ou constrangedoras.</p>
<p>Neste sentido, Fabrício e outros participantes ressaltaram a importância da conscientização e da sensibilização para o problema. Muitas situações de assédio acabam sendo naturalizadas no ambiente de trabalho e até tratadas como normais, o que pode dificultar seu reconhecimento e a busca por proteção.</p>
<p>“A pessoa pode estar exposta a uma situação de assédio e não saber e, com isso, não consegue buscar os seus direitos e a sua defesa”, explicou o psicólogo.</p>
<p>O enfrentamento do problema, segundo ele, passa também pela implementação da <strong>NR-1 nos locais de trabalho</strong>, especialmente no que diz respeito aos fatores de risco psicossociais e seus possíveis impactos sobre a saúde dos trabalhadores.</p>
<p>“A exigência da <a href="https://www.migalhas.com.br/quentes/456649/nr-1-entra-em-vigor-nesta-terca-feira-entenda-o-que-muda">NR-1</a> é a grande novidade e é um ponto de enfrentamento que pode, de alguma maneira, melhorar a qualidade das relações de trabalho e dos ambientes de trabalho para os trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou Fabrício.</p>
<p>Por fim, ele destacou que um sistema de proteção contra o assédio deve estar apoiado em três bases. A primeira é a <strong>prevenção</strong>, para evitar que essas situações ocorram ou se repitam no ambiente de trabalho.</p>
<p>A segunda é o <strong>acolhimento</strong>, com atendimento à vítima e os devidos encaminhamentos, que podem envolver assistência médica, psicológica ou jurídica.</p>
<p>E a terceira é a <strong>responsabilização</strong>, para que o agressor, quando comprovada a prática de assédio, seja devidamente responsabilizado.</p>
<p>Participantes do encontro também reforçaram a importância de se identificar situações de assédio, prevenir sua ocorrência e buscar os meios adequados de proteção e defesa dos trabalhadores e trabalhadoras.</p>
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