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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; AFL-CIO</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>CRESCEM APOIO E FILIAÇÃO AOS SINDICATOS NOS ESTADOS UNIDOS</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:42:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos últimos dois anos, sindicatos ligados à central AFL-CIO conquistaram meio milhão de novos sindicalizados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que desejam o presidente estadunidense Donald Trump e seu discípulo Jair Bolsonaro, a população dos Estados Unidos apoia cada vez mais a existência dos sindicatos.</p>
<p>Segundo pesquisa divulgada no final de agosto deste ano pelo instituto Gallup, 64% das pessoas em idade economicamente ativa naquele país aprovam e apoiam a ação sindical.</p>
<p>Já segundo levantamento realizado no final de 2018 pelo prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT), 48% das pessoas em idade economicamente ativa se filiariam a um sindicato, caso tivessem a oportunidade.</p>
<p>A representação sindical nos Estados Unidos é por empresa e para criar um sindicato é preciso a assinatura expressa de 50% mais um do total de empregados. O medo da retaliação dos patrões deixa vários locais sem sindicato.</p>
<h2>Meio milhão de novos sindicalizados</h2>
<p>Porém, nos últimos dois anos, os sindicatos filiados à American Federation of Labor and Congress of Industrial Organizations (AFL-CIO), principal central sindical estadunidense, conquistaram meio milhão de novos sindicalizados.</p>
<p>Isso foi conseguido apesar de toda a oposição do partido Republicano e de decisões judiciais que pretendem esvaziar o movimento sindical.</p>
<p>Essa taxa de 48% de norte-americanos que desejam se sindicalizar supera o índice de 33% registrado em 1977. Poucos anos depois teve início uma campanha maciça contra o movimento sindical lançada por Ronald Reagan, ídolo dos neoliberais.</p>
<p>Uma das explicações para esse movimento é justamente a ação sindical, explica o presidente da AFL-CIO, Richard Trumka, que esteve no Brasil, recentemente.</p>
<p>Segundo ele, os sindicatos têm conversado pessoalmente, ou por telefone, com os trabalhadores associados e não-associados, há pelo menos dois anos, para falar da importância da ação coletiva e da sindicalização.  Além das campanhas nos meios de comunicação sindical.</p>
<p>Outra razão pode estar na queda de poder de compra dos salários e da qualidade dos postos de trabalho nos Estados Unidos, resultado também do enfraquecimento do sindicatos, por conta das campanhas e ações contrárias ao movimento.</p>
<p>Menos de 11% dos que trabalham naquele país são sindicalizados.</p>
<p>A combinação desses dois fatores – empobrecimento e baixa sindicalização – vai deixando à mostra, com a ajuda de pesquisas acadêmicas e reportagens não-alinhadas aos donos do dinheiro, que ser sindicalizado faz diferença. E para melhor.</p>
<h2><strong>Sindicalizado tem mais direitos</strong></h2>
<p>Nos Estados Unidos, sindicalizados ganham 25,6% a mais que outros trabalhadores não sindicalizados, graças às negociações coletivas.</p>
<p>Têm também cinco vezes mais chances de se aposentar. Mulheres negras sindicalizadas têm salários 25% maiores que as não-sindicalizadas.</p>
<p>As diferenças salariais entre gênero e raça são menores em empresas onde há atuação sindical.</p>
<p>Isso por que, onde os sindicatos podem pressionar os empregadores e negociar, há contratos coletivos e condições mais favoráveis aos trabalhadores.</p>
<p>Esses e outros dados foram coletados pelo Escritório de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos.</p>
<p>Eles são citados nas justificativas que encabeçam o projeto da Lei pelo Direito de Organização (<a href="https://www.congress.gov/bill/116th-congress/house-bill/2474/text"><em>Protecting the Right to Organize Act</em></a>), elaborado e apresentado pela bancada do partido Democrata no Congresso.</p>
<p>Aprovado na última semana de setembro pela Comissão de Educação e Trabalho da Casa, seguirá para o Plenário. Se for aprovado, vai abolir práticas que têm sido enormes obstáculos ao movimento sindical.</p>
<p>Como as frequentes demissões de quem manifesta o desejo de se sindicalizar, decisões judiciais que tentam desestimular a contribuição financeira voluntária ou o controle dos patrões sobre a decisão de abrir ou não um sindicato.</p>
<p>Fonte: Fonte: Isaías Dalle/Fundação Perseu Abramo</p>
<p>&nbsp;</p>
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