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	<title>SindiVigilantes do Sul &#187; advogado</title>
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	<description>A serviço dos trabalhadores da segurança privada</description>
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		<title>ADVOGADO EXPLICA DIREITOS DO CONSUMIDOR E O SEGURO POR DANOS DA ENCHENTE</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 15:36:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ele diz que é possível, por exemplo, repactuar as condições de pagamento de bens que foram perdidos na calamidade,  como um reparcelamento, diminuição dos juros ou até perdão da dívida, conforme o caso.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O advogado de causas cíveis e de família Marcelo Maduell Guimarães faz alertas importantes sobre direitos do consumidor e o seguro, para pessoas que tiveram danos nas suas casas e nos seus bens causados pela enchente.</p>
<p>Em relação aos seguros residenciais e de automóveis, que são os mais comuns, a primeira orientação é que a apólice seja lida atentamente para verificação se há cobertura prevista para o caso de enchente.</p>
<p>“Pode ocorrer que a seguradora possa dificultar o ressarcimento dos prejuízos e nesse tipo de caso é importante ter a apólice e trazê-la para a análise do advogado”, disse.</p>
<p>O seguro residencial pode cobrir não só os danos causados na estrutura do imóvel, como também os bens perdidos, móveis, aparelhos eletrônicos e outros equipamentos.</p>
<p>“Mas se a seguradora complicar o pagamento, seja residencial ou de automóvel, é o caso então da pessoa buscar a cobertura e o ressarcimento dos danos administrativamente ou por processo judicial”, complementa.</p>
<p>Caso a pessoa tenha perdido o contrato na enchente, o banco ou seguradora fornecem a segunda via do segurado. E se a pessoa não tiver certeza se a sua apólice de seguro está ativa, pode confirmar isso com o CPF pelo link:  <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/sistema-de-consulta-de-seguros">https://www.gov.br/pt-br/servicos/sistema-de-consulta-de-seguros</a></p>
<p><strong>Imóveis financiados</strong></p>
<p>Outra situação importante, ressalta Marcelo Guimarães, é a de quem tem imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou Sistema Financeiro Imobiliários (SFI).</p>
<p>Normalmente, esses financiamentos são realizados pela Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, que já incluem nos contratos o DFI (Danos Físicos ao Imóvel), um seguro que cobre danos decorrentes de enchente.</p>
<p>“A diferença do DFI, que está embutido nos contratos de financiamento, é que ele cobre os danos estruturais da casa, mas não cobre móveis e equipamentos eletrônicos”, explica.</p>
<p><strong>Rediscussão de dívidas </strong></p>
<p>Também merece atenção o caso de quem adquiriu bens mediante financiamento ou parcelamento, como por exemplo uma cozinha comprada em prestações, que foram perdidos na enchente e restou a dívida por pagar.</p>
<p>Segundo ele, “é possível rediscutir essa dívida que está a vencer por conta da enchente, visto que era totalmente imprevista, a pessoa foi surpreendida por isso e perdeu as condições de pagar as parcelas da compra que fez”.</p>
<p>“Juridicamente, o Direito entende que quem perdeu tudo (numa situação como essa) não pode continuar pagando, porque houve um fato externo que dá direito a uma rediscussão desse contrato, uma repactuação, como o reparcelamento, descontos, prorrogação de prazos, diminuição dos juros ou até perdão da dívida”, explica.</p>
<p>“Esta facilitação do pagamento é um direito do consumidor que perdeu tudo e um dever da outra parte propiciar”, garantiu.</p>
<p>Mas o advogado ressalta que “não se trata de direito de não pagar, o comprador, no caso, deve pagar, mas possui direito a um ajuste, um novo acordo, que seja mais favorável diante da situação”.</p>
<p><strong>Plantões no sindicato</strong></p>
<p>Estas e outras questões relacionadas com os prejuízos decorrentes da calamidade pública no Estado podem ser tratadas nos plantões do escritório Silva &#8211; Guimarães, às quartas-feiras, das 09 horas ao meio-dia, no sindicato.</p>
<p><strong>Tam</strong><strong><a href="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2016/07/WhatsAppsite.png"><img class="  wp-image-1774 alignleft" src="https://www.sindivigilantesdosul.org.br/wp-content/uploads/2016/07/WhatsAppsite-296x300.png" alt="WhatsAppsite" width="114" height="115" /></a></strong><strong>bém é possível fazer a consulta por mensagem, qualquer dia da semana, pelo Whatsapp: (51) 9-9597-0809.<br />
</strong></p>
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		<title>ASSESSORIA JURÍDICA INFORMA ALTERNATIVAS DE ATENDIMENTO</title>
		<link>https://www.sindivigilantesdosul.org.br/assessoria-juridica-informa-alternativas-de-atendimento/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 13:59:53 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[A assessoria jurídica do Sindivigilantes do Sul informa que, enquanto não há expediente na sede do sindicato, está atendendo via whatsapp pelo número (51) 9-9957-8256. Mas também é possível o atendimento online, com um dos advogados (as) do escritório Young, Dias, Lauxen &#038; Lima, só é preciso fazer o agendamento pelo telefone (51) 3589-5507. Quem preferir atendimento presencial, pode marcar dia e hora pelo mesmo número ou pelo whatsapp para comparecer na sede do escritório, na Av. Getúlio Vargas, 774, Conj 602 - Menino Deus, Porto Alegre.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A assessoria jurídica do Sindivigilantes do Sul informa que, enquanto não há expediente na sede do sindicato, está atendendo via whatsapp pelo número (51) 9-9957-8256. Mas também é possível o atendimento online, com um dos advogados (as) do escritório Young, Dias, Lauxen &amp; Lima, só é preciso fazer o agendamento pelo telefone (51) 3589-5507.</p>
<p>Quem preferir atendimento presencial, pode marcar dia e hora pelo mesmo número ou pelo whatsapp para comparecer na sede do escritório, na Av. Getúlio Vargas, 774, Conj 602 &#8211; Menino Deus, Porto Alegre.</p>
<p>Devido à inundação que atingiu também o Centro Histórico da capital, o atendimento na sede do sindicato, na Rua Voluntários da Pátria, nº 595/sls.  501 e 502, está suspenso desde o dia 03 de maio.</p>
<p>Houve uma tentativa de retomar o atendimento nesta segunda-feira (03), com a volta da energia elétrica, mas está faltando água, os elevadores não funcionam e o mau cheiro é forte, entre outros problemas.</p>
<p>Com isso, sem condições de reabrir, o sindicato vai continuar sem expediente por tempo indeterminado, assim que isso for possível será emitido um aviso para a categoria. Para qualquer outra informação da entidade, mande mensagem para (51) 3225-5070.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ATENÇÃO: ALERTA CONTRA GOLPE</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 20:29:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há alguém se passando por advogado do sindicato para tentar aplicar um golpe contra os vigilantes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fomos informados que há alguém se passando por advogado do sindicato para tentar aplicar um golpe contra os vigilantes. Um indivíduo não identificado, dizendo que é advogado do Sindivigilantes do Sul, ligou para um vigilante pedindo R$ 1.500,00 para, supostamente, liberar um alvará de precatório de R$ 60 mil. Isso é golpe e é um crime, pois nenhum advogado do sindicato ligou e não há liberação alguma de alvará nesse valor. O vigilante desconfiou e não caiu na trapaça. Portanto, se alguém receber esse tipo de telefonema, não faça nenhum pagamento, nenhuma transferência. Imediatamente, faça contato e denuncie o fato à assessoria jurídica do sindicato, sob a responsabilidade do escritório Young, Dias, Lauxen &amp; Lima Advogados, pelo telefone: (51) 3085-5507. Avise seus colegas!</p>
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