FEIRA DO DIA DOS PAIS TERMINA AMANHÃ, 6ª FEIRA

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Aquele presente especial para o Dia dos Pais ainda pode ser comprado na feira que está acontecendo na sede do sindicato, até amanhã, sexta-feira (09), às 17 horas. Estão à venda roupas, calçados e perfumes. O pagamento, para sócios do sindicato, pode ser parcelado em até três vezes, com parcela mínima de R$ 75,00 para roupas e R$ 90,00 para a linha Mary Kay.

CONVÊNIO PARA APARELHOS AUDITIVOS COM AVALIAÇÃO GRATUITA DE FONOAUDIÓLOGO (DIA 15)

Compra pode ser parcelada, com desconto em folha

Compra pode ser parcelada, com desconto em folha



Como vai a sua audição? Se percebeu alguma dificuldade para ouvir, o Sindivigilantes do Sul acaba de firmar um novo convênio, com a empresa Nova Audição, que será bastante útil para isso. Ela é especializada na venda de aparelhos auditivos e oferece preços e condições facilitados para sócios do sindicato.

Além disso,  dia 15, quinta-feira, a partir das 09 horas, a empresa vai oferecer avaliações auditivas gratuitas com fonoaudiólogo, na nossa sede, à Rua Voluntários da Pátria, nº 595, 5º andar.

Os aparelhos podem ser adquiridos com pagamento parcelado, em até seis vezes, com o valor mínimo de R$ 100,00 e desconto em folha.

Ver televisão com volume muito alto, dificuldade para entender o que as pessoas dizem, pedir para repetir o que foi dito, não conseguir falar normalmente ao telefone, são alguns sintomas de quem está sofrendo perda auditiva.

Este problema pode aparecer com o envelhecimento, mas também acontece em pessoas jovens expostas a muitos ruídos no trabalho ou em casa, como máquinas, equipamentos, música alta e fones de ouvido com som muito forte.

Previna-se e, em caso de dúvida, venha no sindicato, quinta-feira, fazer uma avaliação gratuita. Mais informações: (51) 991-777-330

ATENÇÃO: ADVOGADOS DO SINDICATO NÃO INTERFEREM EM PROCESSOS ENCAMINHADOS PARA OUTROS ADVOGADOS

Justiça do Trabalho site



Voltou a acontecer, com frequência, uma situação preocupante para a qual já alertamos em outubro do ano passado. Muitos vigilantes procuram o sindicato pedindo aos nossos advogados que analisem e corrijam processos a que deram ingresso na Justiça através de outros advogados, de outros escritórios de advocacia. Apenas nesta semana apareceram cinco casos desses.

Vamos repetir o que já dissemos: por razões éticas, os advogados responsáveis por nossa assessoria jurídica – do escritório Young, Dias, Lauxen & Lima – não vão interferir nos casos de outros advogados, nem revisar ou assumir processos alheios. Isso, inclusive, poderia ter consequências jurídicas e administrativas para eles junto à OAB.

Portanto, pedimos aos vigilantes que prestem muita atenção para quem vão encaminhar suas questões trabalhistas, para não se arrependerem depois. Nós temos no Sindivigilantes do Sul uma excelente assessoria jurídica, que já ganhou inúmeras causas importantes para a nossa categoria, inclusive em diversas ações coletivas. Levem isso em conta.

Embora tenha ficado mais difícil ingressar com processo judicial devido à reforma trabalhista, nossos advogados sabem ponderar o momento certo de mover ou não uma ação na Justiça do Trabalho. Não abra mão de seus direitos, procure nossos advogados e receba uma orientação segura sobre seu caso.

ATENDIMENTO JURÍDICO

1- NO SINDICATO
– Segunda, terça e quarta-feira
– Rua Voluntários da Pátria, nº 595, 5º andar, Porto Alegre.
– Das 9h às 12h e das 14h às 18h.

2- NO ESCRITÓRIO
– Todos os dias, de segunda a sexta-feira, manhã e tarde.
– Av. Getúlio Vargas, n.º 774, sala 301, Menino Deus, em Porto Alegre ou em São Leopoldo na Rua Primeiro de Março, n.º 113, sala 101, bairro Centro.
– Manhã e tarde

3- PELO WHATSAPP
– (51) 9-9581-5548
– Para se informar sobre processos. Enviar mensagem de texto, com nome completo e CPF.

FEIRA DO DIA DOS PAIS NO SINDICATO COMEÇA QUARTA-FEIRA (07)

Calça jeans 1



De quarta a sexta-feira próxima, será realizada na sede do Sindivigilantes do Sul a Feira Dia dos Pais, que se comemora no próximo domingo (11), uma promoção do sindicato em parceria com a empresa Butterfly – Moda e Beleza,

Estarão à venda roupas de várias marcas, como calças jeans, blusões, camisas, camisetas, cuecas, meias, entre outros produtos. Também serão oferecidos artigos da linha Mary Kay:  perfumes, hidratantes, loções e produtos para barba.

A feira vai funcionar desde a abertura do sindicato, às 07h30, até 17h, sem intervalo ao meio-dia. O pagamento, para sócios do sindicato, pode ser parcelado em até três vezes, com parcela mínima de R$ 75,00 para roupas e R$ 90,00 para a linha Mary Kay.

VENDIDA COMO SOLUÇÃO, REFORMA TRABALHISTA FECHOU MAIS VAGAS DO QUE CRIOU

Carteira do Trabalho com carimbo site



As novas modalidades de contratação e desligamento criadas pela Lei 13.467, da “reforma trabalhista” mais serviram para fechar do que para abrir vagas de emprego. Em sua rápida tramitação pela Câmara e pelo Senado, até ser aprovado, há dois anos, o projeto do Executivo foi apresentado como solução para o mercado de trabalho.

O ministro do Trabalho na época, Ronaldo Nogueira, chegou a declarar que esperava a abertura de 2 milhões de vagas no ano passado e neste, em consequência de postos de trabalho que deixariam a informalidade. Então ministro, Henrique Meirelles falou em 6 milhões, sem especificar período. Os dados do próprio governo apontam no sentido contrário: neste um ano e meio, a “modernização” mais fechou do que abriu empregos no país.

Se comparadas as três modalidades surgidas com a lei, que entrou em vigor em novembro de 2017, o fechamento de vagas é duas vezes maior que a abertura. A “reforma” implementou duas formas de contratação, mais precárias: o trabalho intermitente e o parcial. Ao mesmo tempo, surgiu o desligamento por “acordo” entre patrão e empregado. Este último supera de longe as duas formas novas de contratação de mão de obra.

De janeiro de 2018 a junho deste ano, o saldo total de postos de trabalho formais no país foi de 938.054, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Já o saldo somado de trabalho intermitente (88.437) e parcial (33.315) é de 121.752 vagas no período. Enquanto isso, os desligamentos por acordo totalizaram 276.284 – 2,27 vezes mais.

Mesmo considerando apenas o trabalho intermitente ou parcial, o número fica distante dos milhões imaginados pelo ministro ou parlamentares governistas, que insistiam nesse argumento durante a tramitação do projeto. Essas duas modalidades representam apenas 13% do saldo total do Caged em um ano e meio. O próprio saldo integral, até agora, não chega a 1 milhão.

Sem jornada fixa

O contrato de trabalho intermitente não tem jornada fixa. Pode ser por mês, dia ou hora. Deve ser especificada o valor da remuneração por hora, que não pode ficar abaixo do equivalente a um salário mínimo mensal ou do que é pago para quem exerce a mesma função. A chamada para o serviço precisa ser feita com pelo menos três dias de antecedência e o trabalhador precisa responder até um dia (útil) antes.

Em caso de descumprimento, a lei prevê multa equivalente a 50% do valor da remuneração combinada. Já o trabalho parcial é aquele cuja duração não supera 30 horas semanais, sem horas extras, ou 26 horas, com acréscimo de até seis (pagas com adicional de 50%).

Apenas em junho, último dado disponível, o trabalho intermitente teve saldo de 10.177 vagas (diferença entre contratações e demissões). Desse total, 417 trabalhadores foram admitidos mais de uma vez. O total de estabelecimentos envolvidos chegou a 2.691. No parcial, o saldo foi de 1.427. E os desligamentos somaram 17.951.

Sem contar o resultado comparativo desfavorável, o Caged aponta ainda outro dado negativo, este referente aos salários. Todos os meses, o ganho de quem entra no mercado de trabalho é invariavelmente menor em relação ao rendimento daquele que saiu. No mês passado, os contratados tinha salário médio de R$ 1.606,62, enquanto quem foi demitido recebia em média R$ 1.766,67. No acumulado do ano, o rendimento dos admitidos corresponde a 88,6% dos demitidos.

“Foi um equívoco alguém um dia dizer que essa lei ia criar empregos. Foi um equívoco”, disse em junho, em entrevista à BBC Brasil, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Brito Pereira. “O que cria empregos são os programas de incentivo à produção, que gera bens, permite o consumo e faz girar a economia”, reverberando o que dizem vários economistas, refratários à “reforma” da forma como foi implementada.

Fonte: Vitor Nuzzi/RBA

 

VIGILÂNCIA NO PAÍS PERDEU 91,7 MIL POSTOS DE TRABALHO EM CINCO ANOS

Esseg site



O VI Estudo do Setor de Segurança Privada (Esseg), divulgado neste mês, mostra que a segurança privada no país perdeu 91,7 mil postos de trabalho nos últimos cinco anos, no saldo entre admissões e demissões. Também aponta que ano passado havia 475.957 vigilantes empregados no Brasil.

Pelos dados de 2018, São Paulo é o estado com o maior número de vigilantes: 146.771 ou 30,8% do total. Depois vem, pela ordem: 2º) Rio de Janeiro, com 45.184 (9,5%); 3º) Minas Gerais, 30.863 (6,5%); 4º) Bahia, 28.352 (6,0%) e 5º) Rio Grande do Sul, com 26.028 vigilantes (5,5%).

A publicação com esses números, que está na sua sexta edição, é da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), com dados do Ministério da Economia e Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Desemprego

O documento mostra que os vigilantes representam 85,9% do total de trabalhadores da segurança privada – além dos ASP, agentes de monitoramento, escoltas e outros.

Sobre o desemprego no setor, ele diz que “após três anos de forte desemprego no setor de segurança privada o ano de 2018 fechou com cerca de 5,4 mil novos postos de trabalho”.

Contudo, de 2015 a 2017 houve um saldo de 106,4 mil desempregados contra 14,7 mil empregados na soma de 2014 e 2018. “Assim, mesmo com o saldo positivo de 2014 e 2018, o setor perdeu cerca de 91,7 mil postos de trabalho nos últimos cinco anos”, afirma o estudo.

Por outro lado, o número de empresas de vigilância aumentou: de 2.548 em 2014 para 2.694 em 2018. No Rio Grande do Sul existem 176 empresas do setor, conforme a Polícia Federal.

UNIVERSIDADE ESTÁCIO AMPLIA DESCONTOS NOS CURSOS DO CONVÊNIO COM O SINDICATO

(Foto ilustrativa)

(Foto ilustrativa)



A Universidade Estácio de Sá ampliou os descontos das suas mensalidades para associados e associadas do Sindivigilantes do Sul e seus dependentes. Os descontos, que eram de 40% pelo convênio, aumentaram para 55% no primeiro semestre e 50% nos demais semestres dos cursos da instituição.

Ela tem unidades em 25 municípios do Rio Grande do Sul. Apenas em Porto Alegre são oferecidos mais de 70 cursos de graduação e MBA, nas modalidades presencial, Ensino à Distância (EAD ) e Flex (semi-presencial). A sede da Estácio fica na Rua Marechal Floriano, 626, no Centro Histórico da capital.

A universidade oferece também financiamento próprio para os cursos. Enquanto o Prouni e o Fies, do Governo Federal, exigem consulta ao Serasa e fiador, o PAR – Parcelamento Estácio sem juros – não tem nenhuma dessas exigências e financia 70% do valor de cada curso.

Clique aqui para ver a lista dos cursos de graduação.

Clique aqui para ver a lista dos cursos técnicos.

Como usar o convênio:

  • Fazer a inscrição diretamente com o responsável pelo convênio na Estácio, Rodrigo Casagrande, pelo WhatsApp: (51) 985-101-522.
  • Inscrição pelo site ou call center invalida a condição do desconto do convênio.
  • Depois de feita a inscrição, venha ao sindicato pegar a autorização e encaminhamento para o desconto no valor das mensalidades.
  • O convênio é válido também para cônjuges e dependentes.
  • Para mais esclarecimentos, falar com o contato na universidade, pelo WhatsApp acima.

A PEDIDO DO SINDICATO, JUSTIÇA BLOQUEIA CRÉDITOS DA LÍDER NA RECEITA FEDERAL

Denúncias serão encaminhadas à assessoria jurídica

Denúncias serão encaminhadas à assessoria jurídica



Atendendo a uma petição do Sindivigilantes do Sul, o juiz do da 15ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, Jefferson Luiz Gaya de Goes, determinou o bloqueio de R$ 450 mil em créditos da empresa Líder Vigilância junto à União Federal. Este valor deve ser retido como garantia dos pagamentos dos vigilantes que foram dispensados quando a empresa teve seu contrato encerrado na Superintendência da Receita Federal no Rio Grande do Sul.

Em reunião no órgão, dia 16 de julho, o  presidente Loreni Dias, o diretor Marcos Barreto, e o advogado Jorge Young, confirmaram com representantes da Receita a substituição da Lìder pela MD Serviços de Segurança no posto. Ficou combinado no encontro que o sindicato entraria com essa ação, como forma de garantir as verbas rescisórias e os saldos de salários dos vigilantes.

No seu despacho, bloqueando os créditos da Líder, o magistrado tomou essa decisão considerando que “a manifesta ameaça objetiva atual de que, não sendo concedida a medida cautelar, é grande o risco que correm os empregados substituídos processualmente de futuramente suportar um dano irreparável ou de difícil reparação”.

Os vigilantes que trabalharam para a empresa Líder no posto da Receita Federal já foram chamados a comparecer com urgência no Sindivigilantes do Sul, para tratar com a assessoria jurídica dos valores que têm a receber de salário e verbas rescisórias.

TRABALHADOR PODE PERDER O DIREITO DE SACAR SALDO DO FGTS QUANDO FOR DEMITIDO

Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil



Depois de sete meses sem nenhuma medida para aquecer a economia e gerar empregos, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), anunciou nesta quarta-feira (24) que vai liberar – de setembro deste ano a abril do ano que vem – parcela dos saques das contas individuais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Ao anunciar que vai permitir saques de até R$ 40 bilhões de contas do FGTS até 2020, medida paliativa que não resolve o problema da economia, nem do desemprego, Bolsonaro disse que os trabalhadores e trabalhadoras vão usar o dinheiro para consumir, o que ajudaria a aquecer a economia.

“Esse montante de recursos não é suficiente para aquecer a economia no estágio em que está hoje, mesmo que o trabalhador pudesse usar o dinheiro para consumir”, avalia Claudio da Silva Gomes, o Claudinho, presidente da Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores da Indústria da Construção e Madeira da CUT (Conticom).

A medida tem também um item bastante prejudicial para a classe trabalhadora: o trabalhador pode perder o direito de sacar tudo que tiver na conta quando for demitido sem justa causa, caso opte pelo saque antecipado no mês de aniversário.

Para Claudio Gomes, essa medida é bem preocupante, em especial no momento de altas taxas de desemprego e economia patinando em que vivemos atualmente.

“Vivemos uma época de insegurança, alta rotatividade, incerteza total de que permaneceremos no emprego no dia seguinte. Neste cenário, optar pelo saque-aniversário será uma decisão temerária que pode comprometer uma reserva para o período de desemprego”, alerta Claudinho.

Entenda como funciona a medida:

1 – De setembro/2019 a abril/2020
O governo vai liberar saques de até R$ 500 do FGTS entre setembro deste ano e março de 2020. Todos os trabalhadores terão direito a esse valor.

Se o trabalhador tiver mais de uma conta, uma ativa e outra inativa, do emprego anterior onde pediu demissão, por exemplo, pode sacar R$ 500 de uma e R$ 500 de outra.
Quem tiver quatro contas, poderá sacar até o teto de R$ 500 de cada uma delas e assim sacar R$ 2.000. E assim por diante.

2 – Saque-aniversário
Em abril do ano que vem o governo vai liberar o saque-aniversário, liberando valores maiores de resgate, dependendo de quanto o trabalhador ou a trabalhadora tem depositado.

Cotistas com saldo menor poderão retirar percentuais maiores das contas todos os anos. O governo criou sete faixas, com percentuais de 50% para saques de valores de até R$ 500, a 5%, para quem tem mais de R$ 20 mil na conta.

– O trabalhador pode aderir ou não à medida. Será opcional.

– O trabalhador pode, por exemplo, optar por sacar o dinheiro que tem em sua conta no FGTS apenas se for demitido sem justa causa.

– É importante saber que o trabalhador que se arrepender de ter aderido ao saque-aniversário poderá voltar atrás, mas terá de cumprir um prazo de carência de dois anos para conseguir retornar ao sistema de rescisão.

3 – Cilada
O trabalhador que optar pelos saques-aniversário poderá fazer saques anuais na sua conta em datas próximas do mês do seu aniversário, MAS não poderá sacar todo o saldo caso seja demitido sem justa causa.

Quem optar pelos saques-aniversário, terá direito apenas a multa de 40% paga pela empresa sobre o saldo depositado na conta.

4 – O que continua valendo
A medida do governo não mexe nas outras formas de saque existentes hoje. Continuam valendo as regras atuais de liberação do FGTS para compra do primeiro imóvel e doenças graves.

5 – Como sacar
Se o trabalhador ou trabalhadora tiver poupança na Caixa, o saque será depositado automaticamente em sua conta. Não precisam nem ir à agência.

Quem não quiser sacar o dinheiro tem de avisar a Caixa.
Se o trabalhador não tiver conta na Caixa terá de seguir um cronograma que vai ser divulgado pelo banco.
Quem tem Cartão Cidadão pode sacar diretamente no caixa automático.

Valores menores de R$ 100 poderão ser sacados em casas lotéricas. Para isso, é preciso apresentar carteira de identidade e CPF.

Lucro do fundo

Além da liberação de saques anuais, o governo também vai liberar 100% do lucro do FGTS para os trabalhadores.
Desde 2017, 50% do resultado obtido pelo FGTS é repassado às contas do trabalhador. Em 2018,cada trabalhador recebeu R$ 17,20 para cada R$ 1.000 acumulados em sua conta. Em média, os trabalhadores receberam R$ 38 por conta.

A medida da distribuição dos lucros foi aprovada no governo do ilegítimo Michel Temer (MDB-SP), mas herdada do governo de Dilma Rousseff (PT). Na época, a fórmula foi vista como um meio de aumentar a rentabilidade das contas, beneficiando o trabalhador “cotista” do FGTS, sem prejudicar sua função social.

Isso porque o FGTS não precisava alterar as taxas dos empréstimos habitacionais e ainda reservavam outros 50% do lucro para operar a política de descontos nos financiamentos para população de baixa renda, sendo ela cotista ou não do fundo.

“ Todo o mercado sabe que foi esta política que permitiu o enorme sucesso do programa Minha Casa Minha Vida que atendeu milhares de famílias por todo o Brasil e gerou milhões de empregos”, diz Alexandre Ferraz.

Segundo ele, com a distribuição de 100% dos lucros proporcionalmente ao volume de recursos que cada trabalhador tem no fundo ganham os trabalhadores de alta renda e perdem os demais brasileiros, cotistas ou não do fundo.

“Dificilmente o Programa Minha Casa Minha Vida com seu enorme alcance para população de baixa renda ficará em pé sem esses recursos. O que vamos ver é uma redução substancial do financiamento habitacional para baixa renda”, critica o economista.

Fonte: CUT Nacional

SEPULTADO NA TARDE DE HOJE O VIGILANTE E SINDICALISTA ALEXANDRE DA “SILVA” PINTO

Ele era muito atuante na política e no movimento sindical

Ele era muito atuante na política e no movimento sindical



Sob forte emoção e aplausos, foi sepultado na tarde desta quinta-feira (25) o vigilante, militante político e sindicalista Alexandre da Silva Pinto, o “Silva”, como era mais conhecido, que faleceu ontem no Hospital Conceição, aos 50 anos, devido a complicações de saúde. Ele trabalhava na empresa MD e era um atuante apoio do Sindivigilantes do Sul.

Além dos familiares, a diretoria do sindicato, colegas, amigos e amigas de longa data foram ao Cemitério São Miguel e Almas, em Porto Alegre, para se despedir desse grande guerreiro, que começou na profissão de vigilante aos 18 anos, logo que deixou o serviço militar.  Foi muito lembrado entre os presentes seu compromisso com a luta social, sua facilidade de fazer amigos, seu jeito alegre, que cativava adultos e também as crianças.

Ele e sua única irmã, Carmen, ficaram sem os pais muito cedo e foram criados por tios, em Porto Alegre, contou ela, admirada por tantas manifestações que recebeu pelo falecimento do irmão. De diversos lugares do País, chegaram para ela e também para o Sindivigilantes do Sul inúmeras mensagens de pesar e de solidariedade.

A política e o Inter eram suas grandes paixões, lembrou a irmã. Silva era “colorado fanático”, gostava muito de gatos, cachorros, e começou a militar politicamente bem jovem, primeiro no PT e depois no PSOL, além da participação muito ativa na luta sindical, recordou.

“Muito obrigado pela presença de todos, sabia da militância dele, mas não fazia ideia de tantas amizades que ele tinha”, disse Carmen.

Em algumas manifestações de despedida, colegas e amigos expressaram sua admiração e lamentaram essa perda tão inesperada. “Foi meu melhor colega e o melhor amigo que eu tive na vida”, disse um dos presentes, muito emocionado.

O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, que tinha amizade com Silva há mais de 30 anos, e colegas de diretoria ressaltaram a importância dele para a organização das bases do sindicato, na capital e no interior do Estado. Nenhum lugar era longe demais para o Silva ir e incentivar os vigilantes a se organizar e a lutar por seus direitos.

Sua última postagem no facebook, no início da madrugada de segunda-feira (pouco antes de passar mal), foi um comentário indignado sobre um vídeo que mostra um morador de rua que dormia na calçada sendo atacado com jatos d’água: “Quem não luta contra isso …Do bem não é !!!!!”, escreveu.

Além dos amigos, amigas, e dirigentes do sindicato, estavam presentes o ex-deputado Pedro Ruas, do PSOL, o presidente da central sindical Conlutas, Érico Corrêa, entre outras lideranças sindicais e partidárias.

Ele não tinha filhos, deixa a irmã, a tia Magda, que o criou, e um sobrinho. “Silva presente, sempre!”, repetiram todos, com uma salva de palmas, ao se despedirem do amigo e companheiro.