MAIS UMA CONTRA OS VIGILANTES: BOLSONARO ACABA COM COMISSÃO TRIPARTITE E PREJUDICA A CATEGORIA

PF comunicou o fim da comissão dia 10

PF comunicou o fim da comissão dia 10



Na ânsia de acabar com qualquer espaço de participação da sociedade nos espaços de decisão, o governo Bolsonaro mandou acabar com a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) do Ministério da Justiça, o colegiado tripartite (trabalhadores, patrões e governo/Polícia Federal, Exército e Instituto de Resseguros do Brasil) que funcionava na PF, em Brasília.

Dia 10 de julho, a PF, que tinha a presidência da comissão, reuniu as entidades patronais e laborais e comunicou o fim do colegiado. Até os patrões, que apoiaram este governo, protestaram. A primeira versão da Comissão foi criada ainda no fim da ditadura militar, em 1985. Desde este período, os vigilantes participavam e lá defendiam seus pleitos.

Através da comissão conquistamos a reblindagem dos carros fortes, o colete balístico para carros fortes e bancos, a Carteira Nacional de Vigilante (CNV), o fortalecimento dos cursos de formação e reciclagem (reciclagem passou de 3 para 5 dias), etc.

Resta agora reclamar e cobrar da Policia Federal, sem um espaço de dialogo mais qualificado, as correções nos rumos da segurança privada no País. Depois do governo propor o fim da aposentadoria especial dos vigilantes, agora mais essa.

Eta Brasil que anda para trás!

Fonte: CNTV

PRESIDENTE DA CUT, VAGNER FREITAS: “A NOSSA LUTA CONTINUA, AGORA É NO SENADO”

Câmara dos Deputados votou contra os trabalhadores e as trabalhadoras, afirma Vagner

Câmara dos Deputados votou contra os trabalhadores e as trabalhadoras, afirma Vagner



“A luta agora é no Senado. Vamos pressionar os 81 senadores e senadoras a dizer não a esse texto da reforma da Previdência. Lutaremos até o fim para impedir essa crueldade com as trabalhadoras e os trabalhadores brasileiros”, convocou Vagner Freitas. O presidente da CUT está em Brasília, onde acompanha, com críticas e protestos, a votação da reforma da Previdência.

A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (10), em primeiro turno, o texto principal da proposta da reforma por 379 votos a favor e 131 contra. Eram necessários pelo menos 308 votos (3/5 dos deputados). O texto será agora submetido ao segundo turno de votação.

Bolsonaro usou muito dinheiro dos cofres públicos para garantir os votos favoráveis. Somente em julho e às vésperas da votação, o governo liberou mais de R$ 2,5 bilhões em emendas parlamentares distribuídas para beneficiar os deputados aliados, segundo apuração da ONG Contas abertas e dados oficiais.

O presidente também gastou R$ 40 milhões em propaganda enganosa e maciça veiculada nos horários nobres de rádio e televisão para convencer a população de que essa proposta é necessária para “promover justiça social, ampliar a capacidade de investimento e gerar empregos”. Mentira.

Vagner Freitas lembra que o mesmo ocorreu com a aprovação da reforma trabalhista, em novembro de 2017, quando o governo seguiu igual roteiro de distribuir verbas e mentir que a mudança da CLT levaria ao crescimento econômico e à geração de empregos.

“Falaram, à época, que seriam gerados 2 milhões de empregos. Passados quase dois anos, o que temos são 13 milhões de desempregados, mais de 26 milhões de desalentados e o aumento da informalidade, da precarização do emprego, a redução da renda e o País em crise, estagnado. O mesmo acontecerá com essa reforma da previdência”, afirma Vagner Freitas

Por isso, o presidente da CUT convoca: “Vamos marcar o nome de cada um desses deputados e deputadas que votaram a favor dessa reforma, vamos denunciá-los nas redes sociais, nas bases eleitorais deles como traidores da classe trabalhadora. É nosso dever”.

Vagner também convocou os sindicatos, os movimentos sociais a prosseguir e intensificar a resistência, o enfrentamento e a luta contra a reforma da Previdência. “Nós sabemos o jogo que há por trás de tudo isso, mas ainda não acabou. Tem a votação no Senado. Vamos fazer tudo que tiver de ser feito, até o fim, contra essa reforma”

Ele recordou que a CUT e demais centrais sindicais, com o apoio das Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e movimentos sociais fizeram duas greves gerais, manifestações gigantescas e diversas formas de enfrentamento para barrar a reforma da Previdência.

“Essas mobilizações conseguiram retirar da proposta itens caros ao governo Bolsonaro, como a capitalização, a aposentadoria dos trabalhadores rurais e de uma série de outros trabalhadores. Foram vitórias da nossa mobilização permanente, das ações e da greve geral. Vamos lutar muito por mais vitórias como essas.”

Fonte: CUT Nacional

CANCELADA A FEIRA MARCADA PARA 15 E 16, EM SÃO JERÔNIMO

aviso



A feira de roupas, calçados, perfumes e cosméticos que estava marcada para acontecer na subsede do sindicato em São Jerônimo, dias 15 e 16 de julho, está cancelada. Como houve poucas manifestações de interesse dos vigilantes da região, decidiu-se pelo cancelamento, uma vez que o deslocamento e a montagem da feira têm custos para a empresa promotora. Mas poderemos tentar, novamente, em outra ocasião, se a categoria tiver interesse que seja realizada outra feira.

SINDICATO FISCALIZA DENÚNCIAS CONTRA A MW SEGURANÇA

Denúncias serão encaminhadas à assessoria jurídica

Denúncias serão encaminhadas à assessoria jurídica



O presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, solicita aos vigilantes com reclamações contra a essa empresa que repassem ao sindicato as informações sobre eventuais irregularidades que estejam acontecendo, para que possam ser fiscalizadas e tomadas  providências na área jurídica, se for o caso.

Conforme o presidente, o sindicato tomou conhecimento que a MW não aceita a sindicalização de seus trabalhadores e faz um desconto irregular de seguro de vida, que é obrigação da empresa, na folha de pagamento dos funcionários.

Outra denúncia que chegou ao sindicato diz que a MW não estaria pagando uma hora de intervalo, apenas meia hora, e que o salário-família também está atrasado. “Queremos que a categoria nos informe as demais irregularidades que possam existir, pelo nosso site, por telefone ou através dos nossos diretores, manteremos o sigilo dos nomes”, disse o presidente.

“Vamos dar uma atenção especial para essa empresa com a nossa fiscalização”, completou Dias.

FEIRA DE ROUPAS, PERFUMES E COSMÉTICOS EM SÃO JERÔNIMO

Estarão à venda roupas, perfumes e cosméticos

Estarão à venda roupas, perfumes e cosméticos



Dias 15 e 16 de julho vamos promover uma feira de roupas, bolsas, calçados, perfumes e cosméticos, das 09h às 17h, na subsede do Sindivigilantes do Sul, em São Jerônimo. Ela está localizada na Rua Waldemar Azzi, nº 40, Bairro São Francisco..

A Feira Espaço Butterfly – Moda e Beleza vai colocar à venda, com desconto em folha para sócios, roupas masculinas e femininas, como jeans, blusas, camisas e suéteres de diversas grifes. Também serão vendidos perfumes, cosméticos e outros produtos da conhecida marca Mary Kay.

As compras podem ser parceladas e com desconto em folha. Roupas em até três vezes, parcela mínima de R$ 75,00 e perfumes, bolsas e calçados em duas vezes, parcela mínima de R$ 90,00. A mesma feira foi realizada mês passado, em Porto Alegre, como atividade pelo Dia do Vigilante, comemorado em 20 de junho.

TEXTO APROVADO EM COMISSÃO DA CÂMARA ACABA COM APOSENTADORIA ESPECIAL DOS VIGILANTES

Proposta do governo agora vai à votação em plenário da Câmara dos Deputados

Proposta do governo agora vai à votação em plenário da Câmara dos Deputados



Na noite de quinta-feira (dia 04), a classe trabalhadora sofreu um duro golpe e o texto da reforma da Previdência foi aprovado por 36 votos a favor e 13 votos contrários, na comissão especial da Câmara dos Deputados que discutiu a proposta. A Matéria agora vai ao plenário e precisa de mais de 300 votos para ser aprovada.

Quatro deputados gaúchos integrantes da comissão votaram a favor: Daniel Trzeciak (PSDB/RS), Darcísio Perondi (PMDB/RS), Marcelo Moraes (PTB/RS) e Giovani Cherini (PL/RS). Dois votaram contra: Heitor Schuch (PSB/RS) e Henrique Fontana (PT/RS).

Foram apresentados mais de 120 destaques, dentre estes o que mantinha a aposentadoria especial dos vigilantes e demais categorias que exercem atividade de risco. No entanto, foram rejeitadas por 36 deputados que votaram nessa comissão.

Temos pouco tempo de luta para reverter essa situação. Na próxima semana, a Câmara se prepara para votar o texto base da reforma da Previdência e precisamos contar com a participação de cada vigilante nos ajudando a fazer pressão e cobrar dos deputados e deputadas eleitos pelo DF uma posição favorável aos trabalhadores.

Caso o texto seja mantido como está, os vigilantes terão de contribuir por 40 anos e se aposentarem somente aos 65 anos para receber a aposentadoria integral.

Vamos à luta enquanto é tempo!

VOTARAM A FAVOR
Alex Manente (Cidadania/SP)
Alexandre Frota (PSL/SP)
Arthur Maria (DEM/BA)
Beto Pereira (PSDB/MS)
Bilac Pinto (DEM/MG)
Cap. Alberto Neto (PRB/AM)
Celso Maldaner (MDB/SC)
Daniel Freitas (PSL/SC)
Daniel Trzeciak (PSDB/RS)
Darci de Matos (PSD/SC)
Darcísio Perondi (MDB/RS)
Delegado Éder Mauro (PSD/PA)
Diego Garcia (Podemos/PR)
Dr. Frederico (Patriota/MG)
Evair de Mello (PP/ES)
Fernando Rodolfo (PL/PE)
Filipe Barros (PSL/RP)
Flaviano Melo (MDB/AC)
Giovani Cherini (PL/RS)
Greyce Elias (Avante/MG)
Guilherme Mussi (PP/SP)
Heitor Freire (PSL/CE)
Joice Hasselmann (PSL/SP)
Lafayette Andrada (PRB/MG)
Lucas Vergilio (Solidariedade/GO)
Marcelo Moraes (PTB/RS)
Marcelo Ramos (PL/AM)
Paulo Ganime (Novo/RJ)
Paulo Martins (PSC/PR)
Pedro Paulo (DEM/RJ)
Ronaldo Carletto (PP/BA)
Samuel Moreira (PSDB/SP)
Silvio Costa Filho (PRB/PE)
Stephanes Junior (PSD/PR)
Toninho Wandscheer (PROS/PR)

VOTARAM CONTRA
Alice Portugal (PCdoB/BA)
André Figueiredo (PDT/CE)
Ariel Machado (PSB/PR)
Carlos Veras (PT/PE)
Gleisi Hoffmann (PT/PR)
Heitor Schuch (PSB/RS)
Henrique Fontana (PT/RS)
Israel Batista (PV/DF)
Joenia Wapichana (Rede/RR)
Jorge Solla (PT/BA)
Lídice da Mata (PSB/BA)
Paulo Ramos (PDT/RJ)
Sâmia Bomfin (PSOL/SP)
Vinicius Poit (Novo/SP)

Fonte: SINDESV-DF

VIGILANTES DA GOCIL COM PAGAMENTOS ATRASADOS: COMPARECER NO SINDICATO

Imprensa noticiou o protesto contra os atrasos (Reprodução: Correio do Povo)

Imprensa noticiou o protesto contra os atrasos (Reprodução: Correio do Povo)



O Sindivigilantes do Sul convoca os vigilantes que trabalharam na Copa América e ainda não receberam o que a Gocil Segurança e Serviços lhes deve a comparecer na sede do sindicato, nesta segunda ou quarta-feira (dia 10), para tratar do assunto com o advogado Maurício Vieira, da assessoria jurídica. A empresa foi a responsável pela segurança privada na Arena do Grêmio e nos hotéis onde se hospedaram as seleções.

“Fizemos tudo que foi possível para pressionar a empresa, mesmo assim muitos ainda não receberam, por isso o caso agora vai ser tratado pelo nosso Jurídico”, disse o presidente do sindicato, Loreni Dias. Na manhã de hoje, alguns vigilantes já estiveram na entidade, recebendo esclarecimentos do advogado.

Segundo Maurício, o assunto terá que ser tratado caso à caso, em ações individuais, porque a Gocil utilizou diferentes tipos de contrato e de escalas para a formação da equipe de vigilantes. A ação coletiva na Justiça do Trabalho só é possível quando existe uma situação comum, que seja igual para todos, explicou.

Já apareceram casos, inclusive, de contratos intermitentes irregulares que podem ser anulados. O contrato intermitente tem uma formalidade a ser cumprida e deve existir uma intermitência entre uma chamada e outra para o trabalho. Mas, no caso da Gocil, foi realizado um contrato mensal e os vigilantes não eram chamados apenas eventualmente, pois atuaram durante toda a Copa América, acrescentou o advogado.

Protesto na Arena

Quarta-feira passada, dia do último jogo na Arena, os vigilantes estiveram a ponto de fazer uma paralisação. O sindicato compareceu no estádio, fez um protesto e denunciou a situação para a imprensa. Foi então que aconteceu uma reunião de emergência do representante da Conmebol, Maurício Trindade, com o presidente Dias e a diretora Elisa Araújo, pelo sindicato, e os representantes da empresa, Sérgio e Eliane.

A direção da Gocil se comprometeu a pagar todos os atrasados até as 22 horas do mesmo dia. Porém, depois disso, o sindicato continuou atendendo a inúmeras reclamações de vigilantes que não receberam o pagamento pelo período trabalhado, além dos atrasos de vale-alimentação e vale-transporte.

Completando os problemas, a direção do sindicato soube que a empresa trouxe para a Arena três ônibus de vigilantes de Curitiba, muitos sem o curso de grandes eventos.

Vigilantes prejudicados

Os vigilantes que virem ao Sindivigilantes para conversar com o advogado precisam trazer a Carteira de Trabalho, RG, CPF e o contrato com a Gocil, se tiverem. Segundo a diretora Elisa Araújo, pela quantidade de reclamações, cerca de 100 vigilantes estão sendo prejudicados por falta de pagamento.

No início desta tarde, o CEO da empresa (diretor-geral), Welder Motta Peçanha, mandou mensagem para o sindicato dizendo que, conforme seus controles, todos os trabalhadores receberam corretamente. Porém, no caso de alguma divergência, a empresa se compromete “a regularizar as pendências no prazo máximo de 24 horas”.

“Já tiveram tempo suficiente para regularizar tudo, agora é com a Justiça”, afirmou o presidente Dias.

ATENÇÃO: ALERTA CONTRA GOLPE

Aviso Urgente



Fomos informados que há alguém se passando por advogado do sindicato para tentar aplicar um golpe contra os vigilantes. Um indivíduo não identificado, dizendo que é advogado do Sindivigilantes do Sul, ligou para um vigilante pedindo R$ 1.500,00 para, supostamente, liberar um alvará de precatório de R$ 60 mil. Isso é golpe e é um crime, pois nenhum advogado do sindicato ligou e não há liberação alguma de alvará nesse valor. O vigilante desconfiou e não caiu na trapaça. Portanto, se alguém receber esse tipo de telefonema, não faça nenhum pagamento, nenhuma transferência. Imediatamente, faça contato e denuncie o fato à assessoria jurídica do sindicato, sob a responsabilidade do escritório Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados, pelo telefone: (51) 3085-5507. Avise seus colegas!

NOVO CONVÊNIO COM MECÂNICA DE SÃO JERÔNIMO

Proprietário, de barba, assinou o convênio na sede do sindicato

Proprietário, de barba, assinou o convênio na sede do sindicato



Uma boa notícia para os vigilantes de São Jerônimo e região. O sindicato acaba de firmar um novo convênio no município, com a oficina mecânica Rafael Preparação Automotiva, localizada na Rua Zeferino Ferreira, nº 35, bairro Cidade Alta, bem próximo ao centro da cidade.

A oficina oferece aos associados do sindicato todos os tipos de manutenção, como motor, caixa, suspensão e outros, com pagamento parcelado e desconto em folha, em até quatro vezes, sendo a parcela mínima de R$ 60,00.

Rafael Preparação Automotiva site 1a

 

O convênio foi negociado pelo apoio do sindicato na região, Eduardo Blauth (Dudu),, à esquerda na foto acima. A assinatura do proprietário, Rafael Menezes, de barba na foto, e do presidente Loreni Dias, ocorreu na sede, em Porto Alegre.

Estavam presentes Dudu, Luiz Fernando Diniz, vigilante da região, e diretores do sindicato.

ATENÇÃO VIGILANTES DA JOB/ELETROSUL: LIGAR PARA ASSESSORIA JURÍDICA OU COMPARECER NO SINDICATO

Seltec vai assumir o posto no próximo mês

Seltec vai assumir o posto no próximo mês



O Sindivigilantes do Sul solicita que os vigilantes da JOB na Eletrosul que pretendem ser contratados pela Seltec e permanecer no posto entrem em contato com a funcionária Jaqueline, da assessoria jurídica do sindicato, com a maior urgência possível. Ligar para (51) 3224-4545 ou 3225-5070 ou comparecer no sindicato.

A JOB está deixando o posto, será substituída pela Seltec no próximo mês, mas não cumpriu o compromisso de encaminhar a rescisão de contrato dos vigilantes. Uma possibilidade que pode ser examinada pelos vigilantes com a asssessoria jurídica é a rescisão indireta, que acontece quando o empregador comete falta grave contra o empregado, como o descumprimento de normas da CLT.

Através da rescisão indireta o trabalhador tem a baixa na Carteira do Trabalho, consegue a liberação do Fundo de Garantia e o encaminhamento para o seguro-desemprego.

Mas isso não quer dizer que abra mão de outros direitos sonegados pela empresa, como eventuais atrasos de pagamentos ou horas extras, por exemplo, que podem ser buscados por meio de processo na Justiça do Trabalho.